Faz tempo que eu queria contar isso, mas a verdade é que não tinha coragem, até hoje. Nunca me atraíram homens, nem passava pela minha cabeça chupar uma rola.
Lembro que era junho, e as férias de verão tinham acabado de começar. Um junho bem fresquinho. Um dia fui comprar uma bebida num supermercado, e foi lá que conheci o homem que me revelaria que sexo anal é a coisa mais incrível. Era um homem mais velho, maduro, uns 60 anos, não era atraente, mas tratava bem as pessoas e muito mais a mim.
Lembro de vê-lo tentando carregar as compras em umas sacolas que ele não conseguia levar. Pesavam demais pra ele, já que tinha uma compleição magra e tinha perdido parte da força. Então me dispus a ajudá-lo.
Levei as sacolas até a casa dele e o homem, em agradecimento, me disse pra entrar, que me oferecia uma bebida gelada, apesar de eu ter comprado o refri, ele estava quente, então aceitei.
Ao entrar, levei um susto: uma casa toda decorada com imagens religiosas, mas uma coisa me chamou a atenção: um consolo que ele tinha deixado ali no meio sem perceber.
O homem começou a falar que com a idade e o desgaste que tinha, não podia carregar muito peso e que tinha se empolgado nas compras. A verdade é que não me interessava nem um pouco, só estava focado naquele consolo, pelo visto ele percebeu e, de repente, a conversa virou pra sexo.
A verdade é que a conversa me deixou desconfortável, mas foi aí que aconteceu: ele se aproximou de mim e me disse no ouvido: "Se quiser, pode usar mais que isso". Ele sacou o pau e colocou na minha cara. Me surpreendi, nunca tinha visto o pênis de um homem, talvez o de algum garoto, mas não o de um homem. O que mais me surpreendeu foi que, quando fui falar, ele fez um movimento e abriu caminho pela minha boca. Tinha uma rola na boca, minha primeira rola, e não estava enojado, muito pelo contrário, chupava com desespero...
Era deliciosa, estava macia e senti como foi ficando dura na minha boca... Isso me deixou louco, eu queria ela toda na boca, dava vontade de vomitar de tanto tentar, e ele parecia que gozava com meus engasgos.
Ele pegou minha cabeça e começou a bombar rápido, enchendo minha boca de porra, que eu instintivamente engoli. Percebi que já era dele.
Ele tirou o pau e me despiu, me deixando pelado. Foi ao quarto e trouxe uma coleira, colocou em mim e me fez ir de quatro até o quarto. Eu aceitava tudo, ele me fazia gozar, e eu adorava. Já no quarto, o homem pegou uma caixa de comprimidos e tomou um – era viagra.
Enquanto o remédio fazia efeito, ele me mostrou partes do meu corpo tão sensíveis que tive vários orgasmos secos. Chupava meus mamilos e mordiscava, e preciso dizer que, por ser gordinho, tenho peito – ele apertava como se fossem de uma garota. Lambia minhas bolas, colocava elas na boca, lambia meu púbis e eu me contorcia toda.
Começou a chupar meu pau devagar e, até aquele dia, foi a melhor boquete que já recebi – nenhuma mina tinha feito daquele jeito. Até que ele disse: "Fica de quatro, agora você vai gozar de verdade".
Obedeci meu macho e fiquei de quatro. Ele ordenou: "Arqueia as costas pra baixo". Fiz, e como recompensa ele começou a lamber meu cu. Nunca tinha sentido aquilo – foi quando me senti sua putinha de verdade. Queria que ele fizesse tudo comigo e, desesperado, falei: "Me fode, faz de mim sua putinha".
Ele sussurrou no meu ouvido: "Achei que você já fosse minha putinha".
Me fez gozar só com essas palavras. Ele riu e começou a enfiar o pau dele, seu pau glorioso. Eu sentia entrando, mas não tinha dor, só prazer – aquele prazer que só nós passivos conhecemos.
Eu não parava de gemer, e ele me dava tapas e dizia: "Esse cu gordinho nasceu pra ser comido. Que puta perfeita eu achei, olha você levando rola de macho de verdade".
E era verdade, ele era um macho de verdade. Cada socada me levava ao céu, cada enfiada ia mais fundo, até que de repente senti a pelvis dele batendo no meu cu e ele disse: "Tô até as bolas dentro de você, sua puta de primeira categoria e agora vou te foder como nunca fizeram antes, prepare-se para ser exclusivamente meu. Em seguida, ele acelerou o mete e saca numa velocidade que me deixava delirando, finalmente eu, um cara hetero, orgulhoso de suas conquistas, tinha me tornado a putinha desse macho e me senti muito feliz. Nunca tinha estado tão feliz.
Ele me fodeu de quatro e me mudou para pernas no ombro, aí entrava ainda mais e eu gozava muito, voltei a gozar e finalmente ele disse: escolhe onde eu gozo, eu não conseguia falar, só gemer, o prazer era tanto que as palavras não saíam. Só o abracei e fiquei em silêncio, ele entendeu e gozou na minha bunda. Sentia a descarga no meu cu, estava quente e chegava lá dentro, era uma sensação incrível.
Ele deixou o pau dentro um tempo enquanto conversávamos sobre como tinha sido bom, e que ele queria que acontecesse de novo.
Ele tirou e eu fiquei todo aberto, saía sêmen de mim.
Como ele tinha tomado viagra, depois de um tempo ainda estava duro, então enquanto conversávamos não pude evitar voltar a chupar aquele pau.
Cheguei em casa às 5 da manhã do dia seguinte, todo aberto e cheio de porra, e ao meio-dia do mesmo dia fui tomar café da manhã na casa dele.
Passei o verão inteiro indo na casa dele todos os dias.
Espero que tenham gostado e que me deixem comentários gostosos.
Lembro que era junho, e as férias de verão tinham acabado de começar. Um junho bem fresquinho. Um dia fui comprar uma bebida num supermercado, e foi lá que conheci o homem que me revelaria que sexo anal é a coisa mais incrível. Era um homem mais velho, maduro, uns 60 anos, não era atraente, mas tratava bem as pessoas e muito mais a mim.
Lembro de vê-lo tentando carregar as compras em umas sacolas que ele não conseguia levar. Pesavam demais pra ele, já que tinha uma compleição magra e tinha perdido parte da força. Então me dispus a ajudá-lo.
Levei as sacolas até a casa dele e o homem, em agradecimento, me disse pra entrar, que me oferecia uma bebida gelada, apesar de eu ter comprado o refri, ele estava quente, então aceitei.
Ao entrar, levei um susto: uma casa toda decorada com imagens religiosas, mas uma coisa me chamou a atenção: um consolo que ele tinha deixado ali no meio sem perceber.
O homem começou a falar que com a idade e o desgaste que tinha, não podia carregar muito peso e que tinha se empolgado nas compras. A verdade é que não me interessava nem um pouco, só estava focado naquele consolo, pelo visto ele percebeu e, de repente, a conversa virou pra sexo.
A verdade é que a conversa me deixou desconfortável, mas foi aí que aconteceu: ele se aproximou de mim e me disse no ouvido: "Se quiser, pode usar mais que isso". Ele sacou o pau e colocou na minha cara. Me surpreendi, nunca tinha visto o pênis de um homem, talvez o de algum garoto, mas não o de um homem. O que mais me surpreendeu foi que, quando fui falar, ele fez um movimento e abriu caminho pela minha boca. Tinha uma rola na boca, minha primeira rola, e não estava enojado, muito pelo contrário, chupava com desespero...
Era deliciosa, estava macia e senti como foi ficando dura na minha boca... Isso me deixou louco, eu queria ela toda na boca, dava vontade de vomitar de tanto tentar, e ele parecia que gozava com meus engasgos.
Ele pegou minha cabeça e começou a bombar rápido, enchendo minha boca de porra, que eu instintivamente engoli. Percebi que já era dele.
Ele tirou o pau e me despiu, me deixando pelado. Foi ao quarto e trouxe uma coleira, colocou em mim e me fez ir de quatro até o quarto. Eu aceitava tudo, ele me fazia gozar, e eu adorava. Já no quarto, o homem pegou uma caixa de comprimidos e tomou um – era viagra.
Enquanto o remédio fazia efeito, ele me mostrou partes do meu corpo tão sensíveis que tive vários orgasmos secos. Chupava meus mamilos e mordiscava, e preciso dizer que, por ser gordinho, tenho peito – ele apertava como se fossem de uma garota. Lambia minhas bolas, colocava elas na boca, lambia meu púbis e eu me contorcia toda.
Começou a chupar meu pau devagar e, até aquele dia, foi a melhor boquete que já recebi – nenhuma mina tinha feito daquele jeito. Até que ele disse: "Fica de quatro, agora você vai gozar de verdade".
Obedeci meu macho e fiquei de quatro. Ele ordenou: "Arqueia as costas pra baixo". Fiz, e como recompensa ele começou a lamber meu cu. Nunca tinha sentido aquilo – foi quando me senti sua putinha de verdade. Queria que ele fizesse tudo comigo e, desesperado, falei: "Me fode, faz de mim sua putinha".
Ele sussurrou no meu ouvido: "Achei que você já fosse minha putinha".
Me fez gozar só com essas palavras. Ele riu e começou a enfiar o pau dele, seu pau glorioso. Eu sentia entrando, mas não tinha dor, só prazer – aquele prazer que só nós passivos conhecemos.
Eu não parava de gemer, e ele me dava tapas e dizia: "Esse cu gordinho nasceu pra ser comido. Que puta perfeita eu achei, olha você levando rola de macho de verdade".
E era verdade, ele era um macho de verdade. Cada socada me levava ao céu, cada enfiada ia mais fundo, até que de repente senti a pelvis dele batendo no meu cu e ele disse: "Tô até as bolas dentro de você, sua puta de primeira categoria e agora vou te foder como nunca fizeram antes, prepare-se para ser exclusivamente meu. Em seguida, ele acelerou o mete e saca numa velocidade que me deixava delirando, finalmente eu, um cara hetero, orgulhoso de suas conquistas, tinha me tornado a putinha desse macho e me senti muito feliz. Nunca tinha estado tão feliz.
Ele me fodeu de quatro e me mudou para pernas no ombro, aí entrava ainda mais e eu gozava muito, voltei a gozar e finalmente ele disse: escolhe onde eu gozo, eu não conseguia falar, só gemer, o prazer era tanto que as palavras não saíam. Só o abracei e fiquei em silêncio, ele entendeu e gozou na minha bunda. Sentia a descarga no meu cu, estava quente e chegava lá dentro, era uma sensação incrível.
Ele deixou o pau dentro um tempo enquanto conversávamos sobre como tinha sido bom, e que ele queria que acontecesse de novo.
Ele tirou e eu fiquei todo aberto, saía sêmen de mim.
Como ele tinha tomado viagra, depois de um tempo ainda estava duro, então enquanto conversávamos não pude evitar voltar a chupar aquele pau.
Cheguei em casa às 5 da manhã do dia seguinte, todo aberto e cheio de porra, e ao meio-dia do mesmo dia fui tomar café da manhã na casa dele.
Passei o verão inteiro indo na casa dele todos os dias.
Espero que tenham gostado e que me deixem comentários gostosos.
6 comentários - Mi primera vez (Resubida)