Faz um tempo que tento me controlar, sem camisinha não vou mais, o que limitou pra caralho a quantidade de caras, porque como todo mundo sabe, quanto mais tarado, mais eu gosto. Fiquei com um contatinho com quem eu transo há um tempão, ele fuma um beck, o que soma muitos pontos, e como ele sempre vem aqui em casa, a gente não gasta com motel nem nada, ele me dá um baseado porque sabe que o tanto que eu sou puta, sou maconheira também. Outro com quem fiquei é o promíscuo dos meus vídeos no Xvideos (http://www.xvideos.com/profiles/gonzadirty) porque é um amigo, tem confiança e tira de mim meu lado mais dominante e filho da puta.
Hoje ele veio em casa depois do meio-dia, a gente conversou um pouco sobre a faculdade e besteiras, e depois de um tempo subimos pro meu quarto, ele fica muito mimado, a gente se meteu na cama, cobertos, coloco minhas mãos debaixo da cabeça e falo "peguei o gostinho de raspar as axilas, gosto muito mais de como fica esteticamente" ele se aproxima e começa a lamber minha axila, isso me tira do sério, adoro quando fazem isso comigo, enquanto fazia isso começou a pegar na minha pica por cima da calça, que já tava ficando dura pra caralho, mesmo eu tendo batido uma um pouco antes dele chegar, começou a me beijar de boca aberta e desatar o cordão da calça, a putinha se pelou, eu fiz o mesmo, ele pegou na minha pica, se meteu debaixo dos lençóis e começou a me chupar, no começo meio bruto, então falei pra ele fazer mais devagar, gosto quando fazem um boquete bem suave, sentir bem os lábios molhados e quentinhos, se for bruto só vai conseguir que eu broxe — chupa ela toda, inteira, putinha — ele obedecia, mas engasgava, se afogava e dava ânsia de vômito, e ter ela inteira na boca me deixa louco — vou te ensinar a chupar ela toda, putinha — peguei ele pelo cabelo e comecei a guiar — respira pelo nariz, de vez em quando abre a boca um pouco mais e pega ar — aos poucos ele começou a fazer melhor e conseguiu engolir ela toda — assim, putinha, bem, toda, toda — enquanto segurava ele pelo cabelo e controlava pra cima e pra baixo do meu jeito, descia e fazia ele ficar com a pica toda na boca até não aguentar mais e fazer força pra se soltar, forcei ele a aguentar e depois de um tempo soltei, ele levantou a cabeça e tava com os olhos lacrimejando e cheio de meleca, depois fiz a mesma coisa de novo e ele teve que ir pro banheiro vomitar, isso me excita pra caralho, ele se limpou, depois de um tempo volta — você é um filho da puta, malvado — e enquanto sorrio falo — é, e você gosta, putinha — ele continuou chupando por mais um tempo, se Vicia no meu pau, não solta mais, —vem, chupa meu cu que tu chupa muito bem— eu viro, coloco um travesseiro embaixo da cintura pra levantar a raba e enfio a cara, ela devora meu cu de um jeitooo, eu óbvio, como sempre faço uma lavagem antes de alguém vir em casa, mesmo esse sendo um passivo promíscuo, mas nunca se sabe, a questão é que isso já me deixa dilatado, ela enfiou um dedo de uma vez, inteiro, e eu nem senti —Viu? enfiou um dedo de uma vez e eu não reclamei, se eu fizesse isso com você, você começava a frescar— ela enfia de novo —Cuidado, não se passa, vadia, aqui a vadia é você, continua chupando— eu sentia a linguinha entrando no meu cu, —Deixa eu ver como tá esse cu, tá melhor? mostra— ela ficou de quatro e mostrou, tem o furinho machucado, então quando eu como ele dói mais que o normal, mas isso obviamente me dá muito tesão, porque adoro deixar cuzinhos ardendo —Tá melhor, mas ainda tá meio termo— abro a gaveta de baixo da minha mesa, abro a caixinha onde guardo as camisinhas e tiro uma luva de látex, —O que você vai fazer com isso?— —Já vai ver, vadia, lubrifica o cu— ela obedeceu, cuspiu nos próprios dedos e passou no cu, eu cuspi nela, —Relaxa, vadia, vou enfiar os dedos, levanta a raba, deixa mole e fica quieta— enfiei um, cuzinho apertado, mordendo meu dedo, super quentinho e eu sentia o cu pulsando —Viu que tô sendo bonzinho hein, depois não reclama— depois de um tempo enfiei outro e mais outro, ela aguentou três dedos de boa, peguei um travesseiro e apertei na cabeça dela pra calar a boca, ela é muito chorona, e não curto incomodar tanto os vizinhos, 3 da tarde e a outra dando uns berros... —Cala a boca, vadia, aguenta, se você gosta— tentei enfiar um quarto mas já não cabia mais, deixei ela descansar um pouco, não dormimos de conchinha 15 minutinhos, peguei o pau dela meio mole e encostei no meu cu, aos poucos ela se mexia esfregando, foi endurecendo, mas naaaada. Ela é muito puta pra deixar eu comer ela. Acordei de pau duro —Já descansou essa bunda minúscula, vamos continuar?— falei enquanto tirava uma camisinha da gaveta, então mesmo perguntando já sabia que ela ia ter que continuar dando. Coloquei ela de quatro, vesti a camisinha, segurei na cintura dela e comecei a meter. Ela gemia que nem uma puta arrombada, comecei a dar tapas na bunda dela, tirava o pau tudo e enfiava de uma vez, o que fazia ela se contorcer de prazer/dor. Quanto mais eu via que doía, mais duro meu pau ficava. Segurei firme na cintura dela, fiquei parado e imóvel, e mexia a bunda dela do meu jeito, fazia um moinho, girava a rola, metia de lado, comi a bunda dela como eu quis —Morde o travesseiro, cala a boca, puta, não faz esse escândalo todo que você adora que eu estoure seu cu—. Ela tinha vindo do hospital, os exames deram tudo ok, então aquela bunda tava pronta pra comer no pelo. Tirei a camisinha e meti pelado, dava pra sentir de um jeito... aquela buceta quentinha. Comi ela mais um tempo, mas já tava ficando tarde, então falei que já deu, que acabou, pra gente se arrumar pra ir embora. Às vezes adoro transar e não gozar, e deixar esse tesão em mim. Comecei a me vestir enquanto ela continuava largada na cama, toda ofegante. Parei na beira da cama, peguei ela pelo cabelo e levei a cara dela pro meu cu, e fiquei esfregando por um bom tempo. Depois fui me vestir, coloquei a calça jeans, tava quase colocando o cinto, e não sei porquê, mas ver ela toda comida na cama, toda puta, comecei a dar cintadas nela. Não tão fortes, acho kkkk deixei a bundinha vermelha. Ela resistia, se tapava com a mão, com o travesseiro, mas nada, segurei ela firme e bati do meu jeito, nas costas, na bunda, um pouco na cara. Quando ela resistiu, sentei nas costas dela e continuei batendo. Depois ela se virou, e ver ela largada ali com o pau mole me deixou com muito tesão —Você só é passivo, né? Nunca come ninguém, né? Nem usa esse pau— e comecei a dar cintadas leves no pau dela, mais precisamente nas bolas. Caralho, isso me explodiu a mente, nunca tinha feito, mas cada dia tô mais filho da puta e ele é perfeito pra me soltar e realizar umas putarias.
Quarta e sexta à noite tenho o lugar livre a noite inteira, então vou trazer ele e já avisei pra se preparar.
Hoje ele veio em casa depois do meio-dia, a gente conversou um pouco sobre a faculdade e besteiras, e depois de um tempo subimos pro meu quarto, ele fica muito mimado, a gente se meteu na cama, cobertos, coloco minhas mãos debaixo da cabeça e falo "peguei o gostinho de raspar as axilas, gosto muito mais de como fica esteticamente" ele se aproxima e começa a lamber minha axila, isso me tira do sério, adoro quando fazem isso comigo, enquanto fazia isso começou a pegar na minha pica por cima da calça, que já tava ficando dura pra caralho, mesmo eu tendo batido uma um pouco antes dele chegar, começou a me beijar de boca aberta e desatar o cordão da calça, a putinha se pelou, eu fiz o mesmo, ele pegou na minha pica, se meteu debaixo dos lençóis e começou a me chupar, no começo meio bruto, então falei pra ele fazer mais devagar, gosto quando fazem um boquete bem suave, sentir bem os lábios molhados e quentinhos, se for bruto só vai conseguir que eu broxe — chupa ela toda, inteira, putinha — ele obedecia, mas engasgava, se afogava e dava ânsia de vômito, e ter ela inteira na boca me deixa louco — vou te ensinar a chupar ela toda, putinha — peguei ele pelo cabelo e comecei a guiar — respira pelo nariz, de vez em quando abre a boca um pouco mais e pega ar — aos poucos ele começou a fazer melhor e conseguiu engolir ela toda — assim, putinha, bem, toda, toda — enquanto segurava ele pelo cabelo e controlava pra cima e pra baixo do meu jeito, descia e fazia ele ficar com a pica toda na boca até não aguentar mais e fazer força pra se soltar, forcei ele a aguentar e depois de um tempo soltei, ele levantou a cabeça e tava com os olhos lacrimejando e cheio de meleca, depois fiz a mesma coisa de novo e ele teve que ir pro banheiro vomitar, isso me excita pra caralho, ele se limpou, depois de um tempo volta — você é um filho da puta, malvado — e enquanto sorrio falo — é, e você gosta, putinha — ele continuou chupando por mais um tempo, se Vicia no meu pau, não solta mais, —vem, chupa meu cu que tu chupa muito bem— eu viro, coloco um travesseiro embaixo da cintura pra levantar a raba e enfio a cara, ela devora meu cu de um jeitooo, eu óbvio, como sempre faço uma lavagem antes de alguém vir em casa, mesmo esse sendo um passivo promíscuo, mas nunca se sabe, a questão é que isso já me deixa dilatado, ela enfiou um dedo de uma vez, inteiro, e eu nem senti —Viu? enfiou um dedo de uma vez e eu não reclamei, se eu fizesse isso com você, você começava a frescar— ela enfia de novo —Cuidado, não se passa, vadia, aqui a vadia é você, continua chupando— eu sentia a linguinha entrando no meu cu, —Deixa eu ver como tá esse cu, tá melhor? mostra— ela ficou de quatro e mostrou, tem o furinho machucado, então quando eu como ele dói mais que o normal, mas isso obviamente me dá muito tesão, porque adoro deixar cuzinhos ardendo —Tá melhor, mas ainda tá meio termo— abro a gaveta de baixo da minha mesa, abro a caixinha onde guardo as camisinhas e tiro uma luva de látex, —O que você vai fazer com isso?— —Já vai ver, vadia, lubrifica o cu— ela obedeceu, cuspiu nos próprios dedos e passou no cu, eu cuspi nela, —Relaxa, vadia, vou enfiar os dedos, levanta a raba, deixa mole e fica quieta— enfiei um, cuzinho apertado, mordendo meu dedo, super quentinho e eu sentia o cu pulsando —Viu que tô sendo bonzinho hein, depois não reclama— depois de um tempo enfiei outro e mais outro, ela aguentou três dedos de boa, peguei um travesseiro e apertei na cabeça dela pra calar a boca, ela é muito chorona, e não curto incomodar tanto os vizinhos, 3 da tarde e a outra dando uns berros... —Cala a boca, vadia, aguenta, se você gosta— tentei enfiar um quarto mas já não cabia mais, deixei ela descansar um pouco, não dormimos de conchinha 15 minutinhos, peguei o pau dela meio mole e encostei no meu cu, aos poucos ela se mexia esfregando, foi endurecendo, mas naaaada. Ela é muito puta pra deixar eu comer ela. Acordei de pau duro —Já descansou essa bunda minúscula, vamos continuar?— falei enquanto tirava uma camisinha da gaveta, então mesmo perguntando já sabia que ela ia ter que continuar dando. Coloquei ela de quatro, vesti a camisinha, segurei na cintura dela e comecei a meter. Ela gemia que nem uma puta arrombada, comecei a dar tapas na bunda dela, tirava o pau tudo e enfiava de uma vez, o que fazia ela se contorcer de prazer/dor. Quanto mais eu via que doía, mais duro meu pau ficava. Segurei firme na cintura dela, fiquei parado e imóvel, e mexia a bunda dela do meu jeito, fazia um moinho, girava a rola, metia de lado, comi a bunda dela como eu quis —Morde o travesseiro, cala a boca, puta, não faz esse escândalo todo que você adora que eu estoure seu cu—. Ela tinha vindo do hospital, os exames deram tudo ok, então aquela bunda tava pronta pra comer no pelo. Tirei a camisinha e meti pelado, dava pra sentir de um jeito... aquela buceta quentinha. Comi ela mais um tempo, mas já tava ficando tarde, então falei que já deu, que acabou, pra gente se arrumar pra ir embora. Às vezes adoro transar e não gozar, e deixar esse tesão em mim. Comecei a me vestir enquanto ela continuava largada na cama, toda ofegante. Parei na beira da cama, peguei ela pelo cabelo e levei a cara dela pro meu cu, e fiquei esfregando por um bom tempo. Depois fui me vestir, coloquei a calça jeans, tava quase colocando o cinto, e não sei porquê, mas ver ela toda comida na cama, toda puta, comecei a dar cintadas nela. Não tão fortes, acho kkkk deixei a bundinha vermelha. Ela resistia, se tapava com a mão, com o travesseiro, mas nada, segurei ela firme e bati do meu jeito, nas costas, na bunda, um pouco na cara. Quando ela resistiu, sentei nas costas dela e continuei batendo. Depois ela se virou, e ver ela largada ali com o pau mole me deixou com muito tesão —Você só é passivo, né? Nunca come ninguém, né? Nem usa esse pau— e comecei a dar cintadas leves no pau dela, mais precisamente nas bolas. Caralho, isso me explodiu a mente, nunca tinha feito, mas cada dia tô mais filho da puta e ele é perfeito pra me soltar e realizar umas putarias.
Quarta e sexta à noite tenho o lugar livre a noite inteira, então vou trazer ele e já avisei pra se preparar.
3 comentários - Dominante hdp con mi puta