Um domingo de manhã, parei pra abastecer o carro. O frentista falou que se eu pagasse com cartão, tinha que ir na loja e falar pro colega dele o valor pra ele passar na maquininha. Quando cheguei no balcão, quem ia me cobrar era um conhecido do bairro onde morei uns anos atrás, o nome dele era Sebastian... a gente se cumprimentou com um abraço, batemos um papo e ele disse que já ia sair do turno, se eu queria ir na casa dele tomar uns mates. Como era domingo e eu não tinha nada pra fazer, falei que sim, que esperava ele no carro.
Uns 10 minutos depois, o Sebastian apareceu, subiu no carro e me indicou o caminho. A casa dele era perto, a menos de 5 minutos do trabalho.
Chegamos, fomos pra sala de jantar e ele começou a preparar o mate... pedi licença pra ir no banheiro e ele me mostrou onde era. Enquanto eu mijava, vi uma calcinha fio dental branca pendurada... "deve ser da namorada..." pensei, e voltei pra mesa.
Começamos a falar do bairro, de conhecidos antigos e outras coisas assim, quando percebi que ele tinha aliança de casamento. "Cê casou?" perguntei. "Sim, faz 4 anos..." ele respondeu. "E tua mulher tá trabalhando agora?" "Hehe... meu marido, você quer dizer..." corrigiu o Sebastian. Ele sempre foi um cara estranho, mas nunca desconfiei que fosse gay, mesmo que nunca jogasse futebol com a gente, ele ia nas festas e nos rolês de balada. "Sempre admirávamos sua bunda, mas daí a pensar que você gostava de homem, nunca me passou pela cabeça!! ... haha, olha só, se eu soubesse antes..." falei, tentando amenizar minha surpresa com um humor. "Uuuh... se soubesse antes... o que teria acontecido?" retrucou o Sebastian. "Ué... uma punheta... uma gozada na boca... quem sabe..." argumentei rindo. "Ah haha... então você gosta dos meninos, hein?" ele disse. "Bom... uma bunda como a sua merece um bom trato... todas aquelas horas que a gente passou junto conversando e zoando, a gente podia ter feito algo a mais. Aproveitar e curtir bem... mas você casou!!!!... gritei, fingindo estar bravo.
Sebastian levantou da cadeira e veio na minha direção... levou a mão no meu volume e, enquanto acariciava, disse: "...meu marido foi passar o dia na casa dos pais... só volta lá pras 4 ou 5 da tarde... que tal a gente começar a recuperar o tempo perdido agora?..."
Tirou meu pau pra fora e se ajoelhou... abri as pernas pra dar espaço...
A primeira passada de língua no freio fez um arrepio subir pela minha espinha... acariciei os cabelos dele... ele lambia minhas bolas e subia devagar... beijava minha cabeça e engolia inteira.
"...vamos pra cama..." ele sugeriu.
Tiramos a roupa e ele me deitou de barriga pra cima... mordeu meus mamilos e desceu pela barriga até voltar a começar o boquete... levantou minhas pernas pra ter acesso ao meu cu... lambeu... fazia círculos com a língua em volta do meu ânus até começar a meter e tirar sem parar lá dentro.
"...preciso de um pau!!..." eu gritei, e rimos.
"...talvez na próxima vez..." ele respondeu, "...hoje sou eu quem quer pau de todos os sabores e cores..." e mergulhou de novo pra continuar o serviço.
Puxei o cabelo dele pra enfiar tudo na boca dele e, sem avisar, enchi a garganta e o estômago dele com a primeira porra.
Depois de limpar, ele se deitou no meu peito... nos beijamos... provei de novo o gosto da minha própria porra depois de muito tempo.
"...a calcinha fio dental pendurada no banheiro é sua?" perguntei.
"...sim... gostou?"
"...adoraria ver você usando ela..." respondi.
Ele subiu em cima de mim, esfregando a bunda no meu pau num ritmo gostoso... nos beijamos devagar e, no meu ouvido, ele sussurrou: "...o mínimo que espero é que você encha meu cu de porra... já volto..." e foi pra outro quarto, me deixando de pau duro.
Apareceu em poucos minutos, tinha vestido lingerie de renda branca com ligas. ... meu pau ia explodir.
Ele subiu engatinhando na cama e foi direto brincar com a língua no meu pau... lambia... chupava... babava... subia e descia da base até a cabeça...
Eu o desloquei pra mudar de posição... beijei ele e fui descendo pela barriga até começar a chupar o pau dele... claramente ele adorava... peguei ele pelos tornozelos e comecei a lubrificar o cu dele com minha língua... depois de um tempo, pedi pra ele ficar de quatro... não tem nada mais lindo que um rabo de quatro com cinta-liga!!!!
Lambi mais algumas vezes e apontei minha cabeça pra entrada dele... ele foi me deixando entrar aos poucos... metia e tirava até conseguir uma penetração mais funda... várias vezes, até que não coube mais nada...
Com as duas mãos, ele abria as próprias nádegas e dava pra sentir mais forte o "Plac, plac!!" do impacto das minhas bolas na bunda dele... consegui uma penetração profunda como poucas vezes na vida... montei ainda mais... travei minhas pernas nas dele... passei meus braços pelo peito dele até segurar pelos ombros pra poder empurrar mais... ele disse que ia gozar, pra eu não parar... intensifiquei o movimento e senti o esfíncter dele se contrair quando começou a jorrar o gozo dele, manchando os lençóis...
Não demorei muito mais pra deixar meu gozo dentro dele... até a última gota, e depois caí exausto em cima dele.
"... fazia tempo que não me comiam assim..." ele disse, acariciando meu rosto.
Nos beijamos profundamente e fomos nos lavar no banheiro.
Ao meio-dia, disse que precisava ir... "... a despedida é minha..." ele disse e, me deitando de barriga pra cima, montou em mim e cavalgou até me deixar seco...
"... da próxima vez, vou provar sua bunda, você não escapa..." ele disse rindo e me acompanhou até o carro.
Não voltei ao posto de gasolina, mas acho que não falta muito pra esse dia.
Uns 10 minutos depois, o Sebastian apareceu, subiu no carro e me indicou o caminho. A casa dele era perto, a menos de 5 minutos do trabalho.
Chegamos, fomos pra sala de jantar e ele começou a preparar o mate... pedi licença pra ir no banheiro e ele me mostrou onde era. Enquanto eu mijava, vi uma calcinha fio dental branca pendurada... "deve ser da namorada..." pensei, e voltei pra mesa.
Começamos a falar do bairro, de conhecidos antigos e outras coisas assim, quando percebi que ele tinha aliança de casamento. "Cê casou?" perguntei. "Sim, faz 4 anos..." ele respondeu. "E tua mulher tá trabalhando agora?" "Hehe... meu marido, você quer dizer..." corrigiu o Sebastian. Ele sempre foi um cara estranho, mas nunca desconfiei que fosse gay, mesmo que nunca jogasse futebol com a gente, ele ia nas festas e nos rolês de balada. "Sempre admirávamos sua bunda, mas daí a pensar que você gostava de homem, nunca me passou pela cabeça!! ... haha, olha só, se eu soubesse antes..." falei, tentando amenizar minha surpresa com um humor. "Uuuh... se soubesse antes... o que teria acontecido?" retrucou o Sebastian. "Ué... uma punheta... uma gozada na boca... quem sabe..." argumentei rindo. "Ah haha... então você gosta dos meninos, hein?" ele disse. "Bom... uma bunda como a sua merece um bom trato... todas aquelas horas que a gente passou junto conversando e zoando, a gente podia ter feito algo a mais. Aproveitar e curtir bem... mas você casou!!!!... gritei, fingindo estar bravo.
Sebastian levantou da cadeira e veio na minha direção... levou a mão no meu volume e, enquanto acariciava, disse: "...meu marido foi passar o dia na casa dos pais... só volta lá pras 4 ou 5 da tarde... que tal a gente começar a recuperar o tempo perdido agora?..."
Tirou meu pau pra fora e se ajoelhou... abri as pernas pra dar espaço...
A primeira passada de língua no freio fez um arrepio subir pela minha espinha... acariciei os cabelos dele... ele lambia minhas bolas e subia devagar... beijava minha cabeça e engolia inteira.
"...vamos pra cama..." ele sugeriu.
Tiramos a roupa e ele me deitou de barriga pra cima... mordeu meus mamilos e desceu pela barriga até voltar a começar o boquete... levantou minhas pernas pra ter acesso ao meu cu... lambeu... fazia círculos com a língua em volta do meu ânus até começar a meter e tirar sem parar lá dentro.
"...preciso de um pau!!..." eu gritei, e rimos.
"...talvez na próxima vez..." ele respondeu, "...hoje sou eu quem quer pau de todos os sabores e cores..." e mergulhou de novo pra continuar o serviço.
Puxei o cabelo dele pra enfiar tudo na boca dele e, sem avisar, enchi a garganta e o estômago dele com a primeira porra.
Depois de limpar, ele se deitou no meu peito... nos beijamos... provei de novo o gosto da minha própria porra depois de muito tempo.
"...a calcinha fio dental pendurada no banheiro é sua?" perguntei.
"...sim... gostou?"
"...adoraria ver você usando ela..." respondi.
Ele subiu em cima de mim, esfregando a bunda no meu pau num ritmo gostoso... nos beijamos devagar e, no meu ouvido, ele sussurrou: "...o mínimo que espero é que você encha meu cu de porra... já volto..." e foi pra outro quarto, me deixando de pau duro.
Apareceu em poucos minutos, tinha vestido lingerie de renda branca com ligas. ... meu pau ia explodir.
Ele subiu engatinhando na cama e foi direto brincar com a língua no meu pau... lambia... chupava... babava... subia e descia da base até a cabeça...
Eu o desloquei pra mudar de posição... beijei ele e fui descendo pela barriga até começar a chupar o pau dele... claramente ele adorava... peguei ele pelos tornozelos e comecei a lubrificar o cu dele com minha língua... depois de um tempo, pedi pra ele ficar de quatro... não tem nada mais lindo que um rabo de quatro com cinta-liga!!!!
Lambi mais algumas vezes e apontei minha cabeça pra entrada dele... ele foi me deixando entrar aos poucos... metia e tirava até conseguir uma penetração mais funda... várias vezes, até que não coube mais nada...
Com as duas mãos, ele abria as próprias nádegas e dava pra sentir mais forte o "Plac, plac!!" do impacto das minhas bolas na bunda dele... consegui uma penetração profunda como poucas vezes na vida... montei ainda mais... travei minhas pernas nas dele... passei meus braços pelo peito dele até segurar pelos ombros pra poder empurrar mais... ele disse que ia gozar, pra eu não parar... intensifiquei o movimento e senti o esfíncter dele se contrair quando começou a jorrar o gozo dele, manchando os lençóis...
Não demorei muito mais pra deixar meu gozo dentro dele... até a última gota, e depois caí exausto em cima dele.
"... fazia tempo que não me comiam assim..." ele disse, acariciando meu rosto.
Nos beijamos profundamente e fomos nos lavar no banheiro.
Ao meio-dia, disse que precisava ir... "... a despedida é minha..." ele disse e, me deitando de barriga pra cima, montou em mim e cavalgou até me deixar seco...
"... da próxima vez, vou provar sua bunda, você não escapa..." ele disse rindo e me acompanhou até o carro.
Não voltei ao posto de gasolina, mas acho que não falta muito pra esse dia.
5 comentários - Las vueltas de la vida