Antonio jogava futebol comigo às sextas à noite e sempre trazia o filho dele, o Eric, que preparava o fogo para os hambúrgueres enquanto a gente jogava. O Eric era um garoto prestes a terminar o ensino médio, corpo bonito, muito agradável no trato e até jogava com a gente às vezes.
Depois dos jogos e antes de sentarmos pra comer alguma coisa, algum de nós costumava tomar um banho nos vestiários, e o Eric não tinha nenhum pudor em dividir o chuveiro com quem tava se lavando. O que eu notei foi que ele sempre escolhia o box do lado do meu, então também pude ver que, além de uma bela rola, ele tinha uma bunda redonda e dura, típica de alguém jovem e esportista.
Numa ocasião, antes de um jogo, o Antonio me contou que o filho dele tava indo mal em matemática e, como os exames finais estavam chegando, ele gostaria que eu ajudasse com algumas aulas de reforço.
Respondi que não tinha problema, mas que não dispunha de muito tempo, e aí combinamos com ele e o filho que eu poderia ajudar nas terças e quintas depois do trabalho, ou seja, perto das 20h.
Na terça seguinte, o Eric apareceu em casa com as pastas dele. Como era começo do verão, eu estava só de bermuda... O Eric entrou e, depois de me cumprimentar, me deu um tapinha na bunda.
"Tá com calor?" — ele disse rindo.
"É, acabei de chegar do trabalho e ainda não tomei banho..." — respondi, meio surpreso com a intimidade com que ele me tratou.
A gente foi ver o que ele tava estudando e, depois de meia hora de explicações, deixei uns exercícios pra ele resolver e fui tomar banho.
Enquanto estava debaixo da água, vieram à mente as imagens do Eric quando ele tomava banho do meu lado... acariciei minha rola e ela foi ficando dura... fechei os olhos e imaginei a bunda do garoto pedindo língua e pica... comecei uma punheta, mas desisti na hora — era filho de um amigo!! Terminei meu banho e fui ver como ele estava.
"Que corpo lindo!! Você se mantém bem. Pra sua idade!! Além disso, tudo limpinho e perfumado..." ela disse, arregalando os olhos.
"... vai, mano!! ... não me distrai... aposto que não fez os exercícios e quer desviar minha atenção!!..." respondi.
"... não, sério... as gatinhas que você deve trazer pro apê!!..." ele completou, batendo palmas.
"... quem me dera alguma delas me dar bola!!..." falei, sorrindo.
Seguimos com a revisão dos exercícios e liguei pro pai dele pra vir buscá-lo.
Quando foi embora, me cumprimentou com um abraço e de novo passou a mão na minha bunda... naquela noite, bati uma imaginando situações que poderiam rolar com o cara, depois dormi desejando que fosse quinta-feira pra ter ele por perto de novo.
Chegou o dia, e o Antônio me pede pra passar buscar o filho dele porque não poderia levá-lo até em casa... o Eric subiu no carro de shorts e regata, uma tempestade tava se formando e o calor tava cada minuto mais intenso.
"... tira esse paletó e a gravata!!..." ele gritou.
"... assim que chegar em casa, me troco e tomo um banho..." respondi.
Ele esticou a mão e, tocando minha perna bem devagar, disse:
"... você deve estar suado... andar com essas calças deve te dar um calorão..." completou, passando a mão perto do meu pau.
"... é... sim, cê tem razão..." respondi, tentando não ficar excitado pra ele não perceber.
Ele se sentou direito e deixei o momento passar, tentando esfriar a cabeça.
Chegamos na minha casa e guardei o carro na garagem, no caminho fui tirando a gravata, afrouxando a camisa até abrir a porta e entrar.
O Eric colocou as pastas na mesa e foi pegar algo pra beber, encontrou cerveja na geladeira e, depois de pedir permissão, pegou duas latas e abriu.
"... tira essa calça que tá um calor do caralho!!..." ele gritou enquanto bebia.
Fui pro meu quarto e deixei ela numa cadeira junto com a camisa, e de cueca me aproximei da mesa.
O Eric terminou de beber tudo e, olhando primeiro pro meu volume e depois levantando o olhar, disse...
"... eu sei que você é amigo do meu pai e se você não gostar do que vou te falar, por favor, deixa isso entre nós..."
Cruzei os braços, pronto pra ouvir o que ele tinha a dizer, esperando que fosse algo sobre a escola e que ele tivesse medo de contar pro pai...
"... Alex... quero tocar na sua pica... quero sentir ela nas minhas mãos... bater uma pra você... beijar ela... sempre te olhava no chuveiro depois dos jogos e juro que morria de vontade de pegar ela e espremer..."
A confissão do moleque fez minha pica processar a mensagem e endurecer na hora.
"... você sabe o que tá dizendo?..." falei, tentando acalmar o filho do meu amigo, mas a ereção violenta que aparecia entre minhas pernas dizia o contrário.
Lá fora tinha começado a chover, as gotas batendo no vidro da janela... Eric se levantou e veio na minha direção, agarrando minha pica e sentindo ela pela primeira vez... começou uma punheta suave, por cima da cueca... apoiei minhas mãos na mesa, deixando ele fazer.
Ele abaixou e tirou minha roupa de baixo e, sem parar de olhar nos meus olhos, acariciava minhas bolas e percorria minha pica sem parar.
Gemi de prazer e ele riu... me empurrou pra sentar na mesa e, se inclinando, levou ela aos lábios... dava beijinhos... mordia ela... passava a língua por toda a extensão.
Levei minha mão à nuca dele pra marcar o ritmo... "... já fez isso antes?..." perguntei, uma obviedade.
"... sim... com um amigo... mas nunca provei porra, nunca deixei gozarem na minha boca... com você é diferente... você me deixa puto de tesão...!"
Ele tava me fazendo gozar e claramente não ia parar até eu soltar meu leite.
Lá fora a chuva tinha virado tempestade... eu o afastei e sugeri irmos pra cama.
Ficamos pelados e eu me deitei de barriga pra cima... ele se ajeitou entre minhas pernas e lambia minhas bolas e me punhetava... pedi pra inverter a posição e ele ficou por cima de mim, formando um 69... Fui dar prazer pra ele também.
O barulho do vento e dos trovões abafava nossos gritos e gemidos... e a gente tava nessa quando o telefone tocou..
"... alô... alô... sim, Antônio, como você tá?... sim, o Eric tá aqui comigo..." e enquanto falava isso, o cara não parava de chupar minha pica e rir...
"... espera aí que vou perguntar pra ele..." e tampando o microfone com a mão, falei baixinho: "... seu pai quer saber se você quer ficar aqui pra passar a noite, pra não sair com essa tempestade... – e completei – mas se ficar, tem que entregar a raba..."
Fazendo barulho ao chupar a pica com bastante saliva, ele concordou com a cabeça.
"... Antônio... ele disse que não tem problema... antes de ir trabalhar, deixo ele na escola... fica tranquilo... tchau... um abraço..." e desliguei.
Ele acelerou o movimento e provou o gosto da porra... com uns engasgos, mas conseguiu descer pela garganta.
Naquela noite, depois de várias tentativas, ele teve a primeira vez... sentou sozinho... tomando cuidado pra não enfiar de uma vez... eu fiquei parado de barriga pra cima enquanto ele cavalgava devagar, tentando se acostumar com minha pica... até que não aguentei mais e gozei dentro dele.
Como compensação, chupei ele até sair porra, mas ele gozou na hora.
Não dormimos nem um minuto naquela noite... fizemos em várias posições e ele descobriu que amava pica.
Toda terça e quinta a gente transava depois de estudar... quando terminou a escola, ele dava a desculpa de que ia sair com os amigos e ficava dormindo em casa.
Outra vez, comi ele no chuveiro do vestiário depois de um jogo, enquanto os outros comiam no quiosque, mas tava ficando cada vez mais perigoso.
Nosso relacionamento durou menos de um ano, terminamos porque podiam descobrir, já que achamos que o pai dele desconfiava de algo.
A bunda do Eric e como ele me encarou vão ficar pra sempre na minha memória.
Depois dos jogos e antes de sentarmos pra comer alguma coisa, algum de nós costumava tomar um banho nos vestiários, e o Eric não tinha nenhum pudor em dividir o chuveiro com quem tava se lavando. O que eu notei foi que ele sempre escolhia o box do lado do meu, então também pude ver que, além de uma bela rola, ele tinha uma bunda redonda e dura, típica de alguém jovem e esportista.
Numa ocasião, antes de um jogo, o Antonio me contou que o filho dele tava indo mal em matemática e, como os exames finais estavam chegando, ele gostaria que eu ajudasse com algumas aulas de reforço.
Respondi que não tinha problema, mas que não dispunha de muito tempo, e aí combinamos com ele e o filho que eu poderia ajudar nas terças e quintas depois do trabalho, ou seja, perto das 20h.
Na terça seguinte, o Eric apareceu em casa com as pastas dele. Como era começo do verão, eu estava só de bermuda... O Eric entrou e, depois de me cumprimentar, me deu um tapinha na bunda.
"Tá com calor?" — ele disse rindo.
"É, acabei de chegar do trabalho e ainda não tomei banho..." — respondi, meio surpreso com a intimidade com que ele me tratou.
A gente foi ver o que ele tava estudando e, depois de meia hora de explicações, deixei uns exercícios pra ele resolver e fui tomar banho.
Enquanto estava debaixo da água, vieram à mente as imagens do Eric quando ele tomava banho do meu lado... acariciei minha rola e ela foi ficando dura... fechei os olhos e imaginei a bunda do garoto pedindo língua e pica... comecei uma punheta, mas desisti na hora — era filho de um amigo!! Terminei meu banho e fui ver como ele estava.
"Que corpo lindo!! Você se mantém bem. Pra sua idade!! Além disso, tudo limpinho e perfumado..." ela disse, arregalando os olhos.
"... vai, mano!! ... não me distrai... aposto que não fez os exercícios e quer desviar minha atenção!!..." respondi.
"... não, sério... as gatinhas que você deve trazer pro apê!!..." ele completou, batendo palmas.
"... quem me dera alguma delas me dar bola!!..." falei, sorrindo.
Seguimos com a revisão dos exercícios e liguei pro pai dele pra vir buscá-lo.
Quando foi embora, me cumprimentou com um abraço e de novo passou a mão na minha bunda... naquela noite, bati uma imaginando situações que poderiam rolar com o cara, depois dormi desejando que fosse quinta-feira pra ter ele por perto de novo.
Chegou o dia, e o Antônio me pede pra passar buscar o filho dele porque não poderia levá-lo até em casa... o Eric subiu no carro de shorts e regata, uma tempestade tava se formando e o calor tava cada minuto mais intenso.
"... tira esse paletó e a gravata!!..." ele gritou.
"... assim que chegar em casa, me troco e tomo um banho..." respondi.
Ele esticou a mão e, tocando minha perna bem devagar, disse:
"... você deve estar suado... andar com essas calças deve te dar um calorão..." completou, passando a mão perto do meu pau.
"... é... sim, cê tem razão..." respondi, tentando não ficar excitado pra ele não perceber.
Ele se sentou direito e deixei o momento passar, tentando esfriar a cabeça.
Chegamos na minha casa e guardei o carro na garagem, no caminho fui tirando a gravata, afrouxando a camisa até abrir a porta e entrar.
O Eric colocou as pastas na mesa e foi pegar algo pra beber, encontrou cerveja na geladeira e, depois de pedir permissão, pegou duas latas e abriu.
"... tira essa calça que tá um calor do caralho!!..." ele gritou enquanto bebia.
Fui pro meu quarto e deixei ela numa cadeira junto com a camisa, e de cueca me aproximei da mesa.
O Eric terminou de beber tudo e, olhando primeiro pro meu volume e depois levantando o olhar, disse...
"... eu sei que você é amigo do meu pai e se você não gostar do que vou te falar, por favor, deixa isso entre nós..."
Cruzei os braços, pronto pra ouvir o que ele tinha a dizer, esperando que fosse algo sobre a escola e que ele tivesse medo de contar pro pai...
"... Alex... quero tocar na sua pica... quero sentir ela nas minhas mãos... bater uma pra você... beijar ela... sempre te olhava no chuveiro depois dos jogos e juro que morria de vontade de pegar ela e espremer..."
A confissão do moleque fez minha pica processar a mensagem e endurecer na hora.
"... você sabe o que tá dizendo?..." falei, tentando acalmar o filho do meu amigo, mas a ereção violenta que aparecia entre minhas pernas dizia o contrário.
Lá fora tinha começado a chover, as gotas batendo no vidro da janela... Eric se levantou e veio na minha direção, agarrando minha pica e sentindo ela pela primeira vez... começou uma punheta suave, por cima da cueca... apoiei minhas mãos na mesa, deixando ele fazer.
Ele abaixou e tirou minha roupa de baixo e, sem parar de olhar nos meus olhos, acariciava minhas bolas e percorria minha pica sem parar.
Gemi de prazer e ele riu... me empurrou pra sentar na mesa e, se inclinando, levou ela aos lábios... dava beijinhos... mordia ela... passava a língua por toda a extensão.
Levei minha mão à nuca dele pra marcar o ritmo... "... já fez isso antes?..." perguntei, uma obviedade.
"... sim... com um amigo... mas nunca provei porra, nunca deixei gozarem na minha boca... com você é diferente... você me deixa puto de tesão...!"
Ele tava me fazendo gozar e claramente não ia parar até eu soltar meu leite.
Lá fora a chuva tinha virado tempestade... eu o afastei e sugeri irmos pra cama.
Ficamos pelados e eu me deitei de barriga pra cima... ele se ajeitou entre minhas pernas e lambia minhas bolas e me punhetava... pedi pra inverter a posição e ele ficou por cima de mim, formando um 69... Fui dar prazer pra ele também.
O barulho do vento e dos trovões abafava nossos gritos e gemidos... e a gente tava nessa quando o telefone tocou..
"... alô... alô... sim, Antônio, como você tá?... sim, o Eric tá aqui comigo..." e enquanto falava isso, o cara não parava de chupar minha pica e rir...
"... espera aí que vou perguntar pra ele..." e tampando o microfone com a mão, falei baixinho: "... seu pai quer saber se você quer ficar aqui pra passar a noite, pra não sair com essa tempestade... – e completei – mas se ficar, tem que entregar a raba..."
Fazendo barulho ao chupar a pica com bastante saliva, ele concordou com a cabeça.
"... Antônio... ele disse que não tem problema... antes de ir trabalhar, deixo ele na escola... fica tranquilo... tchau... um abraço..." e desliguei.
Ele acelerou o movimento e provou o gosto da porra... com uns engasgos, mas conseguiu descer pela garganta.
Naquela noite, depois de várias tentativas, ele teve a primeira vez... sentou sozinho... tomando cuidado pra não enfiar de uma vez... eu fiquei parado de barriga pra cima enquanto ele cavalgava devagar, tentando se acostumar com minha pica... até que não aguentei mais e gozei dentro dele.
Como compensação, chupei ele até sair porra, mas ele gozou na hora.
Não dormimos nem um minuto naquela noite... fizemos em várias posições e ele descobriu que amava pica.
Toda terça e quinta a gente transava depois de estudar... quando terminou a escola, ele dava a desculpa de que ia sair com os amigos e ficava dormindo em casa.
Outra vez, comi ele no chuveiro do vestiário depois de um jogo, enquanto os outros comiam no quiosque, mas tava ficando cada vez mais perigoso.
Nosso relacionamento durou menos de um ano, terminamos porque podiam descobrir, já que achamos que o pai dele desconfiava de algo.
A bunda do Eric e como ele me encarou vão ficar pra sempre na minha memória.
4 comentários - Esa irresistible tentación
van 10