De como eu comecei a dar pro namorado da minha irmã.
Vamos começar claramente e sem rodeios, sou bissexual. Moro junto com uma gatinha linda de 26 anos, mas em segredo sempre mantive rolos com caras.
Antes de entrar no que rolou com meu cunhado, vou contar como comecei, assim vocês entendem por que curto tanto uma buceta molhada e um par de peitos quanto um rabo de macho ardendo.
Fui bem precoce, às vezes acho que a primeira coisa que devia ter feito ao nascer foi olhar a braguilha do médico. Como muitos, me iniciei sexualmente muito jovem, com a colaboração, que raro!, dos meus primos, no meu caso, do meu primo e da putinha da minha prima.
Isa, minha prima, era dois anos mais velha que eu e Mário, o irmão dela e meu primo, dois anos mais novo. Isa tinha uns peitos bem formados, cintura marcada e uns lábios que só de olhar já faziam você sonhar em chupar a pica. Mais de uma punheta eu bati pensando na boca dela e acho que ela percebia meu tesão pelo jeito que eu olhava besta pra ela. Mário era um gato muito lindo, corpo magrinho, loiro e de olhos azuis, pele muito branca e um cuzinho gordinho e empinado, sempre calado, sempre sério. Uma tarde, como sempre, entrei na casa dele sem bater, passei pelo quintal sem ver ninguém e cheguei na porta da cozinha. De fora, ouvi a voz da Isa: "você faz o que eu mando, vai!". Com muita curiosidade, entrei na cozinha e peguei minha priminha de saia levantada e calcinha nos joelhos, deitada na mesa, e o irmãozinho dela, que obedientemente enfiava dois dedos de uma mão na buceta e dois dedos da outra no cu.
Mário ficou paralisado na hora e só conseguiu tirar os dedos de dentro dos buracos da irmã e esconder as mãos atrás das costas, mas Isa, que estava voando numa nuvem de tesão, demorou vários segundos pra perceber minha presença na cozinha. E quando percebeu, não foi exatamente pra se envergonhar. Sem nem mudar a pose, cuspiu: "qual é? nunca viste uma buceta?, dale, punheta, mete ela em mim!
Eu continuei paralisado na moldura da porta. Era verdade, nunca tinha visto uma buceta, mas que de repente e sem anestesia a priminha que me deixava com tesão se oferecesse, me ordenasse mais do que se oferecesse, que metesse nela, era demais, até pra minha calentura sem limites de garoto. Como eu não reagia, Isa, que já tinha começado a esfregar a bocetinha abandonada pelo irmão, ordenou: "vai e faz o que eu tô fazendo!". Obediente, Marito veio até mim, abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão na minha braguilha, tirou meu pau ainda mole e começou a chupar ele. Com a mamada dele eu reagi, saí do meu espanto, estrangulei meus preconceitos e me aproximei da prima, já com o pau duro na mão, arranquei a calcinha dela pra merda e, metido entre as pernas dela, enfiei sem cerimônia; a putinha tava toda molhada, então entrou tudo de uma vez. Comecei a foder ela furiosamente ("ai, que gostoso, primo, você é melhor do que eu imaginava! assim, garoto, assim!"). Marito, em silêncio, olhava curioso.
Depois de um bom tempo de mete e tira só com o barulho das nossas respirações ofegantes, Isa começou a levar com os dedos o suco da buceta dela pro cu e, quando deixou bem lubrificado, me ordenou: "não goza dentro de mim, me dá pelo outro e goza lá". Fui tirando devagar, enquanto Marito, fascinado, cravava os olhos na minha ferramenta; pensei que era por curiosidade, mas depois percebi que era por desejo e que ele era tão promíscuo quanto a irmã. O "outro" tava pulsando e bem aberto, dava pra ver que minha priminha usava bastante o método anticoncepcional dela. Mal enfiei, ela começou a rebolar de um jeito que me deixou louco de prazer e em uns dois minutos eu enchi ela de porra. Isabel, sorrindo e feliz, soltou um "finalmente, primo, você tirou a vontade que tinha de mim, que rápido que você é!" e foi pro banheiro cantarolando, depois de me dar um beijo na boca. distância e levantando como bandeira a calcinha branca, uma calcinha séria e recatada, como deve ser pra uma garota de bons costumes. Pela coxa dela já desciam uns fiozinhos do meu gozo.
Procurei uma cadeira e sentei pra descansar da cavalgada, com as pernas abertas e o pau ainda bem duro saindo da braguilha, porque com o tesão nem tinha abaixado a calça. Marito continuava ali, com os olhos grudados no meu pau. Do banheiro ouvi a voz da Isa: "come ele, que esse aí gosta mais de pau do que eu". Depois do que tinha rolado, eu tava pra tudo, então falei: — vem, chupa ele de novo. Marito sorriu e se aproximou na hora, dessa vez me deu uma chupada longa, profunda. No começo ele engasgava, mas tava determinado a enfiar tudo na boca e no fim conseguiu, naquela época eu tinha uns 17 cm e o primo deu um jeito de passar pela garganta e engolir até a raiz, tinha vocação pra chupar pau, sem dúvida. Abaixei a calça pra facilitar o trabalho dele e depois de um tempo decidi comer ele. Tirei a roupa dele, levantei ele com as pernas de cada lado do meu corpo e fui sentando ele no meu pau. Ele começou a gritar de dor, eu era totalmente inexperiente e nem tinha cuspido pra lubrificar. Com os gemidos, a Isa apareceu, levantou o Marito pelas axilas até tirar ele do meu pau, se ajoelhou, chupou um pouco o cu dele e tornou a sentar ele no meu pau; a dor continuava e o pau não entrava; um pouco de óleo Cocinero resolveu. Com a lubrificação e as mãos da Isa empurrando ele pra baixo, entrou até o fundo, nós dois enxugamos as lágrimas do Marito e um tempinho depois o promíscuo já tava curtindo. Isa começou a me beijar, finalmente aqueles lábios! E enquanto eu cavalgava devagar no irmão dela, ela acariciava nós dois, de joelhos entre minhas pernas, lambia minhas bolas e meu pau, a língua dela subia pelo meu tronco até chegar no esfíncter do Marito, lambendo bem na entrada. onde meu pau se perdia dentro do corpo dela. Mario ronronava de prazer a cada lambida da irmã. Dá pra ver que ser viado na minha família é quase genético.
Foi assim que comecei e assim que continuei. Às vezes o Mario me chama de "Isa sem buceta" por eu ser tão dominante na cama. Isabel, aos 20, virou a "Sra. Fulana", mas não durou muito. O Mario não. Os dois irmãos continuam morando juntos. Se eu ainda como eles? Sim, mas isso não vem ao caso.
Agora vamos voltar pro meu cunhado. Eu tenho 28, a Sônia, minha irmã mais nova, 20. Pra ser sincero, ela é uma gostosa, e se não fosse minha irmã, já tinha gozado entre os peitos dela faz tempo, mas minhas irmãs e minha mãe são sagradas. O namorado dela, David, tem 21. Um garoto bonito, corpo peludo, não mais que 1,70, bem torneado, sorriso sincero e jeito agradável. Desde que a Sônia começou a sair com o David, sempre tivemos uma boa química e compartilhamos muitos rolês juntos e jantares longos em casa ou fora, com conversas intermináveis depois da comida, falando de relacionamento, da vida, de política, de dinheiro, de tudo. O David vem de uma família com um pai problemático e, apesar de eu ser só 7 anos mais velho, sempre rolou entre nós uma relação com traços paternais.
Eu vinha tentando há vários meses a monogamia, reprimindo com muito esforço minha metade gay (e aí, primo! Quanto tempo que você não vem nos visitar!), e com essa carga interna, de repente me peguei olhando pro David com outros olhos, parei de vê-lo como uma pessoa assexuada, como a gente vê um irmão ou um amigo, e aos poucos fui percebendo que o David era gostoso, que tinha uns lábios lindos e grossos, dignos da Isa, um corpo do jeito que eu gosto, magro mas não esquelético e, principalmente, sem nenhuma marca de academia e, pelo que dava pra adivinhar através das calças largas que ele costuma usar, uma bunda gostosa. O caçador reviveu em mim, mas eu tinha que me segurar, porque minha irmã tava no meio e eu não queria fazer ela passar por uma situação ruim. Tinha que sondar. delicadamente pra detectar aqueles sinais que todo viado conhece, mas que às vezes falham, que nos fazem saber se a presa é caçável, ou seja, se é viado ativo ou se tá disposto a parar de se reprimir e experimentar.
Comecei a provocar situações onde ficávamos só nós dois pra conversar sem mulheres, fui levando essas conversas pro sexo, do sexo pro sexo anal e, sempre de um jeito muito lógico e muito amarrado, pro sexo gay. David ficava super animado nessas conversas, qual macho não gosta de falar de sexo, ainda mais quando o papo encosta nas fronteiras do tabu? Eu não perdia chance de me acariciar o volume olhando nos olhos dele e depois baixar o olhar pro dele. David rejeitava a homossexualidade na lata, com palavras tipo "que nojo comer um cara" e cara feia como se tivesse cheirando merda. Mas não era o primeiro macho que eu conhecia que sentia "nojo" de viado e depois acabava chupando meu pau igual uma puta. Eu, na maciota, seguia com meus raciocínios. Entrei com isso:
– Me diz, se te vendarem os olhos, te colocarem de barriga pra cima numa cama e começarem a chupar teu pau, com certeza sobe, né?
– Sim
– E se chuparem bem, você até goza na boca, né?
– Hummm, siiiim!
– E de olhos vendados, como é que você sabe se quem chupou foi uma gostosa ou um cara?
Silêncio
– E outra, sempre de olhos vendados, imagina que depois de chuparem bem teu pau, você sente alguém sentando na sua rola e subindo e descendo o quadril, dando uma cavalgada foda com teu pau até te fazer gozar, como é que você sabe se comeu a buceta de uma gostosa ou o cu de um cara?
Silêncio
– Então, Davi, por onde passa a parada, pelo corpo ou pela cabeça?
– Pela cabeça, claro!
– Isso mesmo! Tem gente que tem a mente mais aberta que outra e se arrisca, e tem gente, de mente mais fechada, que não se arrisca. A mesma coisa acontece com teu cu.
– O que que tem meu cu? – perguntou bem sério.
– Desculpa, tô falando do cu em geral. Muitos dizem que o cu foi feito pra cagar, e Tão certo, mas o que eles não falam é que a bunda, o esfíncter, o canal e o cu são cheios de terminações nervosas bem sensíveis e que colado no reto tem a próstata, que é o ponto "G" masculino. Então deixar comer pode fazer sentido.
David, que seguia minha lógica perversa, acabou admitindo.
— E, por isso que cada vez tem mais viado, né? Mas cuña, você já comeu algum macho?
Não me pegou desprevenido, tinha que ser ambíguo e tava preparado. Falei sorrindo "eu?... não", mas com uma atitude e uma expressão que denunciava um "sim, otário, não tá percebendo?"
Com conversas desse tipo fui preparando o terreno, além disso, sempre que podia, enfiava os olhos descaradamente na bunda dele ou conversava com ele acariciando minha pica. Não tinha como ele não perceber, e de fato comecei a notar que toda vez que ele ia embora, olhava de canto pra trás pra ver se eu tava de olho no cuzinho dele. Já a semente tava na cabeça dele: esse aí come caras e agora não para de olhar pro meu cu, com certeza tá de olho em mim, como será?
As minas, por sorte, não percebiam nada.
Depois de umas semanas combinamos entre os quatro ir no sábado comer um churrasco num recreio na lagoa de Monte, a uns 100 km de Buenos Aires. O dia foi um daqueles dias pegajosos do outono portenho, totalmente nublado, quente apesar da época e com previsão de chuva. Mesmo assim fomos. Durante a viagem o tempo continuou piorando e Monte nos recebeu com uma garoa fininha, daquelas que a gente usa pra zoar os amigos punheteiros que falam muito de gostosas mas nunca comem porque "enchem o saco mas não molham".
No recreio estávamos completamente sozinhos, fomos os únicos loucos que naquele dia se animaram a sair pra fazer um churrasco ao ar livre. O quincho era bom, as churrasqueiras cobertas também, então a gente se divertiu pra caralho e com tudo só pra nós. À tarde a garoa parou mas o calor não baixou, então todo mundo tava meio grudento. Aproveitamos pra ir os quatro Até a beira da lagoa pra dar uma olhada na água e nos pássaros. Decidimos pegar as varinhas de pescar e, com uns pedacinhos de pão como isca, tentar a sorte pra ver se pescávamos alguma coisa. As minas em 15 minutos já encheram o saco e ficamos só eu e o David, sentados lado a lado no murinho, tentando enfiar no anzol alguma tilápia, embora o que eu queria mesmo era enfiar no meu anzol — ou melhor, queria que caísse na minha rede — um peixinho bem maior e mais gostoso. Ele começou a me contar que as coisas com minha irmã estavam meio tensas, o que dava pra perceber, e eu já fui puxando a conversa pra vida sexual deles. Achei que o David ia levar o assunto na discrição, mas não poupou detalhes sobre o que fazia na cama com minha docinha irmã. Até me contou que, depois daquela conversa que tivemos sobre igualdade de gênero no sexo anal, ele tentou várias vezes meter no cu da Sônia, mas só conseguiu deixar ela dolorida, e que a tensão com a Sônia vinha por aí — ela tinha ficado puta porque achava que o único interesse dele nela era a bunda dela. Tranquilizei ele, falei que minha irmã não fica com raiva por muito tempo, e, apoiando a mão na coxa dele, me ofereci pra, se ele quisesse, explicar como fazer na primeira vez. Notei que o pau dele não tava dormindo, e isso me excitou também. Talvez o peixe tivesse mordendo a isca. Começando com "um amigo me contou", falei das bolinhas chinesas que as putas do oriente vão colocando dentro do cu enquanto são comidas e que tiram de uma vez na hora do gozo, e de como meu amigo uivava de prazer nesses orgasmos. A curiosidade dele despertou e ele começou a me perguntar mais. Falei que não sabia muito além disso, mas que ele procurasse na internet que com certeza tinha milhares de referências. Enquanto conversávamos essas coisas, trocávamos olhares sugestivos e vi várias vezes os olhos dele irem pro meu volume, que também tava excitado. Infelizmente, vieram as garotas, e não conseguimos seguir em frente.
Quando a tarde começou a cair, começamos a guardar as coisas no carro pra voltar pra casa e, sem perceber, o David desapareceu. Quando terminamos de carregar o carro, as garotas já estavam meio impacientes, então saí pra procurar ele. Nem no campo de futebol, nem no depósito vazio, nem na costa. Fui nos banheiros e também nada. Só faltava a área dos chuveiros. Quando entrei, já ouvi o barulho da água correndo. Me aproximei do único box que tinha a cortina fechada e espiei. Lá estava ele, molhado e pelado, de costas pra mim, me mostrando pela primeira vez a bunda dele. Que coisa linda!, redondinha, com os glúteos bem separados embaixo tipo "W", peludinho sem exagero e seguindo numa costa linda e perfeita e em umas coxas dignas de uma coluna grega!
— O que cê tá fazendo, idiota?
— Tô tomando banho, não vê?
— E por que não avisou? Silêncio.
— Que bunda, puta que pariu! Vamos ver como é do outro lado? Sem mais, ele se virou, um puta aparelho comendo minha irmãzinha! Não tinha menos de 18 cm, mas era fino em comparação com o comprimento e, hmm, tava meio duro. O promíscuo ia ser meu!
— Tudo isso você mete na minha irmãzinha? Cê é um filho da puta, David! O cunhado sorriu.
— Com o que você vai se secar?
— Sei lá, não trouxe nada.
Fui buscar uma toalha pra ele e avisei as mulheres que ele tava tomando banho (que louco esse David!). Quando cheguei, ele já tinha fechado o chuveiro, abriu a cortina e veio na minha direção. Não consegui evitar a ereção. Ele começou a se secar timidamente, de costas pra mim, puta merda, como ele era gostoso!
— Não quer que eu seque essa bundinha minúscula?
— Não, eu consigo sozinho.
— Vai, não me custa nada.
Me aproximei dele e comecei a apalpar a bunda dele. Ele virou a cabeça pra dizer "cara, mas para com..". Não deixei ele terminar. Puxei ele pra mim e dei um beijo nele como se fosse partir a boca dele. Depois de alguns segundos de humm e resistência, ele se entregou, nossas línguas se cruzaram, ele ficou bem de frente pra mim e, enquanto nos abraçávamos, a gente se comia. um ao outro, intensamente, unindo lábios, percorrendo cada cantinho das nossas bocas, nossas mãos desceram pra percorrer nossas costas enquanto o frenesi do beijo crescia ainda mais, longo, interminável, desejado e reprimido por dias e dias. O peixe finalmente tinha caído na rede. Minhas mãos começaram a acariciar suas bundinhas redondas e peludas e, aproveitando a diferença de altura, levantei ele no ar pelas nádegas sem parar de beijar. David, lógico, tava completamente pelado, mas eu ainda tava de jeans, camiseta e tênis, e meu corpo pedia pele, mas mais que pele, carne. Sem botar ele no chão, abri minha braguilha e tirei meu pau pra fora com toda intenção de enfiar no ar, mas acho que o medo da primeira penetração dele fez ele reagir.
— Cuña, tão as gurias! Como é que a gente faz?
Eu não reagia. Baixei ele no chão e ordenei: — Encosta as mãos na parede, abre as pernas e quebra a cintura. David obedeceu e deixou a bunda à minha disposição.
— Cuña! — olhando assustado pro meu pau que já tava vazando pré-gozo — a gente não pode aqui, e se elas vêm?
— É o vestiário dos homens, não vão entrar!
— Por favor, e se eu gritar e elas me ouvirem? Cuña, por favor, hoje à noite na sua casa, tá?
— Você convence a Sônia?
— Com certeza, mas por favor, agora não.
Ele me convenceu, guardei a ferramenta, nos beijamos de novo e ele terminou de se secar. Dessa vez não recusou que eu secasse as costas e a bundinha trêmula. Por causa da esfregação no corpo molhado dele, minha roupa tava encharcada, então inventamos uma história de que a gente brincou de carnaval com a água do chuveiro (que moleques esses homens!).
A gente aguentou a bronca das gurias e, com nossa melhor cara de paisagem, seguimos como se nada tivesse acontecido.
Enquanto dirigia, fui bolando o plano. Convidava eles pra comer pizza no quincho de casa e fazia as gurias beberem demais pra dormirem.
Eles aceitaram o plano na hora. No caminho, compramos queijo, salames e azeitonas pra fazer uma tábua de frios, o fermento, a muçarela e um par de Garrafas de colheita tardia bem docinhas pra embebedar as minas, não tem gostosa que resista a um copo de branco doce bem gelado.
Minha casa, presente dos meus avós, não é muito grande, mas tem um jardim bonito na frente e atrás e um churrasqueirão enorme e espetacular no fundo, separado da casa pelo jardim. No churrasqueirão tenho a grelha que não falta na casa de nenhum argentino, o forno de pizza, mesa pra umas 20 pessoas, banheiro, cozinha, o futon onde com certeza o David já comeu minha irmã, e a TV de tela plana de 46 polegadas, tudo preparado pra comer um churrascão com os amigos vendo o Boca.
Chegamos, as minas foram pro banheiro e nós pro churrasqueirão preparar a entrada enquanto a massa crescia. Mal entramos, encurralei o David contra a parede e comecei a beijar ele enquanto minhas mãos envolviam e percorriam o corpo dele. David quase não respondia aos meus carinhos, a boca dele tava fria, igual boca de puta que beija por obrigação. David tava brochando.
— O que foi?
— Sei lá, não sei o que deu em mim essa tarde, eu... eu não tô afim disso.
Por dentro eu pensava: se esse brochar eu estupro ele, coisa que com certeza não ia fazer, mas tinha que fazer alguma coisa pra ele não continuar desanimando. Coloquei minhas mãos nas bochechas dele e comecei a beijar ele suavemente.
— Calma, Davi, não se censura — falei olhando nos olhos dele. — Já passei por isso e não me arrependi de ter me decidido (mentira, vocês já sabem minha história, mas servia bem pra situação).
Ele ficou pensativo por um tempo que pareceu uma eternidade, aí, fechando os olhos, abriu os lábios como se fosse receber os meus. Bingo! Nos beijamos com carinho. Enrolei meus braços na cintura dele e continuamos assim por um bom tempo, nossas línguas percorrendo cada canto das nossas bocas, unidas e pulsantes, sem tocar em mais nada, sem nem reparar nos nossos paus que já inchavam por baixo dos jeans desconfortáveis. O barulho da porta de casa, com as dobradiças bem enferrujadas, nos trouxe de volta ao mundo, indicando que as minas estavam vindo (porque não lubrifico os eixos, me chamam de abandonado...). Na hora, corremos pra mesa cortar salame e discutir fervorosamente os últimos ditos do Riquelme.
Eu fiquei de preparar os drinks, coca com fernet pras minas, com o dobro de fernet do normal, afinal, o doce do refrigerante disfarça tudo, e Gancia com fernet pra nós.
Depois de um tempão, chegou a pizza e, com o David, cuidamos pra que as gurias bebessem bastante daquele branco doce que entra fácil e sobe rápido. Conseguimos o objetivo: em 10 minutos de sobremesa, as minas já tavam caindo de sono. Levamos elas pra única cama da minha casa e ficamos cinco minutos na cozinha pra confirmar que tavam apagadas. Sucesso total, minha mulher e minha irmã dormiam como pedra.
Partiu pra ação então. Voltamos pro quincho e ali começou tudo. Apertei ele contra meu corpo e comecei a arrebentar a boca dele, a reação veio na hora, a língua dele entrou na minha boca e, como se fôssemos dois louva-deus, começamos a nos devorar. Nem sei como a gente se despiu, mas as roupas voaram sem parar de nos beijar e em instantes nossas picas se cruzavam e nossos corpos compartilhavam o calor. Levei a mão dele pro meu pau e levei as minhas pras nádegas dele, pra marcar território, além disso não queria enrolação nessa primeira vez, os dois távamos duros e eu precisava garantir minha caçada enfiando na minha presa, quando eu provasse ele pelo cu não teria volta, não só pelo prazer físico mas pela quebra da virilidade dele, se entrega o cu, querido, nunca mais vai ser 100% macho.
— Encosta na mesa e abre as pernas. David obedeceu na hora, me posicionei atrás dele e comecei a passar saliva no meu pau. David virou a cabeça pra trás e eu vi o rosto dele, com mais cara de medo do que de tesão.
— Cunhado, devagar, é meu primeiro pau.
Uau, um boy pra desvirgar, que pescaria boa!
— Relaxa, David, é a primeira mas com certeza não vai ser a única essa noite.
— Sério? Vai me arrebentar o cu!!
— Pra sempre. David. —A partir de hoje à noite, você vai ser meu rabão arrombado e promíscuo, mas tá em boas mãos, relaxa.
Pra uma primeira vez, não dava pra meter com tudo, então fui pegar o lubrificante e fui enfiando os dedos besuntados no cu dele. David ficava em silêncio, respirando fundo. Enquanto eu lubrificava meu pau, ficava admirando ele: as costas e os braços fortes, as pernas de jogador de futebol, e aquele rabo! Durinho, com um pouco de pelo, não muito grande, mas perfeito — um manjar que eu ia devorar naquela hora. Deu uma vontade danada de chupar aquele cu, de encher ele de beijos, mas o David já tava lubrificado e meu pau também, então ficava pra outra noite.
Abri as nádegas dele. David tremia.
— Tá com medo?
— Não, cunhado, não é medo, mas sei lá, só deu esse tremor.
Era o nervosismo e a excitação da primeira vez. Não tremia, vibrava de tesão. Não dava pra fazer ele esperar mais. Encostei a glande no esfíncter dele e deixei parada. Queria que ele sentisse o calor do meu pau naquele ponto tão sensível. A vibração dele aumentou.
Dei a primeira estocada curta e ouvi o primeiro "Ai!" dele. Deixei uns segundos e tirei. Enfiei de novo, mais uma vez curta, e dessa vez ele não reclamou. Fui tirando e colocando, cada vez um pouco mais fundo, ganhando profundidade aos poucos, pra doer o mínimo possível, pra que a perda da virgindade dele não ficasse marcada como uma lembrança dolorosa, mas como uma experiência deliciosa. Quando tava tudo dentro, tirei as mãos do quadril dele e levei pros peitinhos ainda inexplorados.
— Tá gostando, Davidzinho?
— Sim, se quiser, enfia tudo de uma vez.
— Davi, você já tá com meus 20 centímetros dentro. De onde quer que eu tire mais?
— Não! Já meteu tudo? Você é um filho da puta!
— E o que você achou, promíscuo? Que ia te dar um pedacinho? Tudo ou nada. Voltei com as mãos pro quadril dele e, sem mais, comecei um vai e vem suave. David recebeu primeiro em silêncio, devia estar entendendo o próprio corpo, captando aquela sensação nova que tava invadindo o esfíncter dele e espalhando nas bolas dele, mas depois de um tempo ele começou a gemer, que gemido gostoso esse puto tem, por favor!, me enlouqueceu, acelerei a metida e a tirada até quase virar um bicho. Meu púbis batia na bunda dele que aos poucos ia ficando vermelha. Os gemidos viraram gritos cada vez mais fortes, e entre gemidos e gritos ele começou a soltar as frases de tesão de sempre, ai cunhado, assim, assim, arrebenta meu cu, me dá tudo, quero teu pau, cunhado, quero teu pau.
O frango já tava no forno, não tinha mais volta, meu cunhado era um novo sócio no clube do cu arrombado. Tirei ele de dentro, ele me olhou estranho. Corri com um braço os pratos sujos e o resto da janta pro lado, levantei ele e deitei na mesa, apoiei as pernas dele nos meus ombros e enfiei de novo, David com uma mistura de euforia e surpresa, viu como meu pedaço grosso e comprido sumia dentro do cu dele. Tirei ele inteiro e enfiei de novo uma vez atrás da outra, David me olhava de boca aberta, os olhos brilhando, os gemidos saindo do fundo da garganta. Enquanto bombava a mil, acariciei os peitos dele, o púbis, dei os dedos pra ele chupar; cada coisa que eu fazia, cada descoberta no jogo sexual entre dois homens, era recebida com entusiasmo pelo David, ele nasceu pra ser puta, não tinha dúvida.
Quando senti que tava perto de inseminar ele, dobrei as pernas dele sobre o peito e apertei com minhas mãos pra deixar o esfíncter bem à flor da pele e poder enfiar aquele pedaço que ainda tava fora por causa da posição, meu pau engrossa bastante no final, então com aquela empurrada eu arranquei o grito de prazer mais intenso do muito promíscuo, que já tava delirando de gosto e quando começou a sentir o engrossamento do meu pau dentro dele, começou a soltar gotões de pré-gozo pelo pau sempre duro dele. Ao gozar, dei o empurrão final pra depositar meu leite bem no fundo do reto dele, ele recebeu com os olhos arregalados, a boca ansiando, o corpo trêmulo, acariciando o próprio umbigo, que era onde sentia a sensação da minha glande ardente. David levantou a cabeça e quase chorando, me disse "obrigado, love, obrigado, me fez feliz, não tira ela de mim, cunhado, deixa ela dentro, por favor, continua me comendo, me destrói, deixa ela toda! Sorri satisfeito, aquele cara já era dos nossos, minha sedução tinha rasgado o véu dos preconceitos dele e ele tinha provado meu pau, nunca mais seria o mesmo, tinha descoberto a paixão e o prazer de receber o pau de um macho, e disso não se volta. Fiquei dentro dele empurrando devagar, curtindo o corpo trêmulo dele e a cara de prazer e entrega. Tinha que fazê-lo gozar, e pelo pré-gozo que continuava saindo, faltava pouco. Bati uma pra ele, molhei as pontas dos meus dedos no pré-gozo dele e comecei a dar toques leves na borda da glande e na ponta, enquanto meu pau se movia em círculos lentos dentro do cu dele, as carícias foram recebidas com novos gemidos e com contrações do esfíncter dele que me encantavam e iam deixando meu pau mais duro, e isso excitava ele ainda mais. Era a esperada reação em cadeia, David ia explodir, em um minuto ele pegou o pau com a mão e começou a bater uma entre ais quase femininos. Era quase desnecessário, em meia dúzia de punhetadas o gozo dele jorrou, com tanta intensidade que o primeiro jato bateu na janela que estava do outro lado da mesa, os seguintes foram no chão, no rosto dele e no peito dele. Era bem leiteiro meu cunhado! Tirei ele de dentro e, levantando ele da mesa, abracei e comecei a beijá-lo, ele me pegou pelo pescoço e envolveu minha cintura com as pernas. Será que eu metia de novo?, por que não?, peguei ele pela cintura com uma mão, com a outra ajustei o pau na entrada e baixei ele. Tava tão aberto que o pau foi até o fundo sem escalas. -Ai, cunhado, você é insaciável, já destruiu meu cu, o que quer agora?, tirar ele pela garganta?, ele me disse com um sorriso safado. Levei ele enfiado até o futon e o Depositei suavemente. Em seguida, ele se virou, ficando de bunda pra cima, semi afundado nos almofadões macios. O corpinho escuro dele e a bunda perfeita sobre o couro branco mereciam uma foto de praia gay; tirei uma com o celular e mostrei pra ele.
— Uau, sou eu isso? Tô fortão!
— Sim, David, se não fosse porque você é o namorado da minha irmã, eu casava com você, promíscuo! Rimos pra caralho.
— Casar pra quê? Se você pode arrebentar minha bunda quando quiser!
A vitória foi total. A heterossexualidade do meu cunhado se perdeu junto com a virgindade da bunda dele. Por sorte, ele ainda conseguiu continuar transando com a Sônia, então agora ele é o macho da minha irmã e também minha mulher. Só toma cuidado pra evitar sexo com a Sônia no mesmo dia em que eu arrebento o cu dele, porque fica tão relaxado que "o amigo" falha.
Naquela noite, o futon foi o cenário do nosso segundo sexo, tranquilo, de bruços o tempo todo. E desde então, não precisei mais masturbá-lo; ele deixou o sofá encharcado de porra.
Faz dois anos que continuo arrebentando o cu dele sempre que tenho vontade e sempre que ele me pede. A pica não nega pra ninguém, e muito menos pra um parente!
Vamos começar claramente e sem rodeios, sou bissexual. Moro junto com uma gatinha linda de 26 anos, mas em segredo sempre mantive rolos com caras.
Antes de entrar no que rolou com meu cunhado, vou contar como comecei, assim vocês entendem por que curto tanto uma buceta molhada e um par de peitos quanto um rabo de macho ardendo.
Fui bem precoce, às vezes acho que a primeira coisa que devia ter feito ao nascer foi olhar a braguilha do médico. Como muitos, me iniciei sexualmente muito jovem, com a colaboração, que raro!, dos meus primos, no meu caso, do meu primo e da putinha da minha prima.
Isa, minha prima, era dois anos mais velha que eu e Mário, o irmão dela e meu primo, dois anos mais novo. Isa tinha uns peitos bem formados, cintura marcada e uns lábios que só de olhar já faziam você sonhar em chupar a pica. Mais de uma punheta eu bati pensando na boca dela e acho que ela percebia meu tesão pelo jeito que eu olhava besta pra ela. Mário era um gato muito lindo, corpo magrinho, loiro e de olhos azuis, pele muito branca e um cuzinho gordinho e empinado, sempre calado, sempre sério. Uma tarde, como sempre, entrei na casa dele sem bater, passei pelo quintal sem ver ninguém e cheguei na porta da cozinha. De fora, ouvi a voz da Isa: "você faz o que eu mando, vai!". Com muita curiosidade, entrei na cozinha e peguei minha priminha de saia levantada e calcinha nos joelhos, deitada na mesa, e o irmãozinho dela, que obedientemente enfiava dois dedos de uma mão na buceta e dois dedos da outra no cu.
Mário ficou paralisado na hora e só conseguiu tirar os dedos de dentro dos buracos da irmã e esconder as mãos atrás das costas, mas Isa, que estava voando numa nuvem de tesão, demorou vários segundos pra perceber minha presença na cozinha. E quando percebeu, não foi exatamente pra se envergonhar. Sem nem mudar a pose, cuspiu: "qual é? nunca viste uma buceta?, dale, punheta, mete ela em mim!
Eu continuei paralisado na moldura da porta. Era verdade, nunca tinha visto uma buceta, mas que de repente e sem anestesia a priminha que me deixava com tesão se oferecesse, me ordenasse mais do que se oferecesse, que metesse nela, era demais, até pra minha calentura sem limites de garoto. Como eu não reagia, Isa, que já tinha começado a esfregar a bocetinha abandonada pelo irmão, ordenou: "vai e faz o que eu tô fazendo!". Obediente, Marito veio até mim, abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão na minha braguilha, tirou meu pau ainda mole e começou a chupar ele. Com a mamada dele eu reagi, saí do meu espanto, estrangulei meus preconceitos e me aproximei da prima, já com o pau duro na mão, arranquei a calcinha dela pra merda e, metido entre as pernas dela, enfiei sem cerimônia; a putinha tava toda molhada, então entrou tudo de uma vez. Comecei a foder ela furiosamente ("ai, que gostoso, primo, você é melhor do que eu imaginava! assim, garoto, assim!"). Marito, em silêncio, olhava curioso.
Depois de um bom tempo de mete e tira só com o barulho das nossas respirações ofegantes, Isa começou a levar com os dedos o suco da buceta dela pro cu e, quando deixou bem lubrificado, me ordenou: "não goza dentro de mim, me dá pelo outro e goza lá". Fui tirando devagar, enquanto Marito, fascinado, cravava os olhos na minha ferramenta; pensei que era por curiosidade, mas depois percebi que era por desejo e que ele era tão promíscuo quanto a irmã. O "outro" tava pulsando e bem aberto, dava pra ver que minha priminha usava bastante o método anticoncepcional dela. Mal enfiei, ela começou a rebolar de um jeito que me deixou louco de prazer e em uns dois minutos eu enchi ela de porra. Isabel, sorrindo e feliz, soltou um "finalmente, primo, você tirou a vontade que tinha de mim, que rápido que você é!" e foi pro banheiro cantarolando, depois de me dar um beijo na boca. distância e levantando como bandeira a calcinha branca, uma calcinha séria e recatada, como deve ser pra uma garota de bons costumes. Pela coxa dela já desciam uns fiozinhos do meu gozo.
Procurei uma cadeira e sentei pra descansar da cavalgada, com as pernas abertas e o pau ainda bem duro saindo da braguilha, porque com o tesão nem tinha abaixado a calça. Marito continuava ali, com os olhos grudados no meu pau. Do banheiro ouvi a voz da Isa: "come ele, que esse aí gosta mais de pau do que eu". Depois do que tinha rolado, eu tava pra tudo, então falei: — vem, chupa ele de novo. Marito sorriu e se aproximou na hora, dessa vez me deu uma chupada longa, profunda. No começo ele engasgava, mas tava determinado a enfiar tudo na boca e no fim conseguiu, naquela época eu tinha uns 17 cm e o primo deu um jeito de passar pela garganta e engolir até a raiz, tinha vocação pra chupar pau, sem dúvida. Abaixei a calça pra facilitar o trabalho dele e depois de um tempo decidi comer ele. Tirei a roupa dele, levantei ele com as pernas de cada lado do meu corpo e fui sentando ele no meu pau. Ele começou a gritar de dor, eu era totalmente inexperiente e nem tinha cuspido pra lubrificar. Com os gemidos, a Isa apareceu, levantou o Marito pelas axilas até tirar ele do meu pau, se ajoelhou, chupou um pouco o cu dele e tornou a sentar ele no meu pau; a dor continuava e o pau não entrava; um pouco de óleo Cocinero resolveu. Com a lubrificação e as mãos da Isa empurrando ele pra baixo, entrou até o fundo, nós dois enxugamos as lágrimas do Marito e um tempinho depois o promíscuo já tava curtindo. Isa começou a me beijar, finalmente aqueles lábios! E enquanto eu cavalgava devagar no irmão dela, ela acariciava nós dois, de joelhos entre minhas pernas, lambia minhas bolas e meu pau, a língua dela subia pelo meu tronco até chegar no esfíncter do Marito, lambendo bem na entrada. onde meu pau se perdia dentro do corpo dela. Mario ronronava de prazer a cada lambida da irmã. Dá pra ver que ser viado na minha família é quase genético.
Foi assim que comecei e assim que continuei. Às vezes o Mario me chama de "Isa sem buceta" por eu ser tão dominante na cama. Isabel, aos 20, virou a "Sra. Fulana", mas não durou muito. O Mario não. Os dois irmãos continuam morando juntos. Se eu ainda como eles? Sim, mas isso não vem ao caso.
Agora vamos voltar pro meu cunhado. Eu tenho 28, a Sônia, minha irmã mais nova, 20. Pra ser sincero, ela é uma gostosa, e se não fosse minha irmã, já tinha gozado entre os peitos dela faz tempo, mas minhas irmãs e minha mãe são sagradas. O namorado dela, David, tem 21. Um garoto bonito, corpo peludo, não mais que 1,70, bem torneado, sorriso sincero e jeito agradável. Desde que a Sônia começou a sair com o David, sempre tivemos uma boa química e compartilhamos muitos rolês juntos e jantares longos em casa ou fora, com conversas intermináveis depois da comida, falando de relacionamento, da vida, de política, de dinheiro, de tudo. O David vem de uma família com um pai problemático e, apesar de eu ser só 7 anos mais velho, sempre rolou entre nós uma relação com traços paternais.
Eu vinha tentando há vários meses a monogamia, reprimindo com muito esforço minha metade gay (e aí, primo! Quanto tempo que você não vem nos visitar!), e com essa carga interna, de repente me peguei olhando pro David com outros olhos, parei de vê-lo como uma pessoa assexuada, como a gente vê um irmão ou um amigo, e aos poucos fui percebendo que o David era gostoso, que tinha uns lábios lindos e grossos, dignos da Isa, um corpo do jeito que eu gosto, magro mas não esquelético e, principalmente, sem nenhuma marca de academia e, pelo que dava pra adivinhar através das calças largas que ele costuma usar, uma bunda gostosa. O caçador reviveu em mim, mas eu tinha que me segurar, porque minha irmã tava no meio e eu não queria fazer ela passar por uma situação ruim. Tinha que sondar. delicadamente pra detectar aqueles sinais que todo viado conhece, mas que às vezes falham, que nos fazem saber se a presa é caçável, ou seja, se é viado ativo ou se tá disposto a parar de se reprimir e experimentar.
Comecei a provocar situações onde ficávamos só nós dois pra conversar sem mulheres, fui levando essas conversas pro sexo, do sexo pro sexo anal e, sempre de um jeito muito lógico e muito amarrado, pro sexo gay. David ficava super animado nessas conversas, qual macho não gosta de falar de sexo, ainda mais quando o papo encosta nas fronteiras do tabu? Eu não perdia chance de me acariciar o volume olhando nos olhos dele e depois baixar o olhar pro dele. David rejeitava a homossexualidade na lata, com palavras tipo "que nojo comer um cara" e cara feia como se tivesse cheirando merda. Mas não era o primeiro macho que eu conhecia que sentia "nojo" de viado e depois acabava chupando meu pau igual uma puta. Eu, na maciota, seguia com meus raciocínios. Entrei com isso:
– Me diz, se te vendarem os olhos, te colocarem de barriga pra cima numa cama e começarem a chupar teu pau, com certeza sobe, né?
– Sim
– E se chuparem bem, você até goza na boca, né?
– Hummm, siiiim!
– E de olhos vendados, como é que você sabe se quem chupou foi uma gostosa ou um cara?
Silêncio
– E outra, sempre de olhos vendados, imagina que depois de chuparem bem teu pau, você sente alguém sentando na sua rola e subindo e descendo o quadril, dando uma cavalgada foda com teu pau até te fazer gozar, como é que você sabe se comeu a buceta de uma gostosa ou o cu de um cara?
Silêncio
– Então, Davi, por onde passa a parada, pelo corpo ou pela cabeça?
– Pela cabeça, claro!
– Isso mesmo! Tem gente que tem a mente mais aberta que outra e se arrisca, e tem gente, de mente mais fechada, que não se arrisca. A mesma coisa acontece com teu cu.
– O que que tem meu cu? – perguntou bem sério.
– Desculpa, tô falando do cu em geral. Muitos dizem que o cu foi feito pra cagar, e Tão certo, mas o que eles não falam é que a bunda, o esfíncter, o canal e o cu são cheios de terminações nervosas bem sensíveis e que colado no reto tem a próstata, que é o ponto "G" masculino. Então deixar comer pode fazer sentido.
David, que seguia minha lógica perversa, acabou admitindo.
— E, por isso que cada vez tem mais viado, né? Mas cuña, você já comeu algum macho?
Não me pegou desprevenido, tinha que ser ambíguo e tava preparado. Falei sorrindo "eu?... não", mas com uma atitude e uma expressão que denunciava um "sim, otário, não tá percebendo?"
Com conversas desse tipo fui preparando o terreno, além disso, sempre que podia, enfiava os olhos descaradamente na bunda dele ou conversava com ele acariciando minha pica. Não tinha como ele não perceber, e de fato comecei a notar que toda vez que ele ia embora, olhava de canto pra trás pra ver se eu tava de olho no cuzinho dele. Já a semente tava na cabeça dele: esse aí come caras e agora não para de olhar pro meu cu, com certeza tá de olho em mim, como será?
As minas, por sorte, não percebiam nada.
Depois de umas semanas combinamos entre os quatro ir no sábado comer um churrasco num recreio na lagoa de Monte, a uns 100 km de Buenos Aires. O dia foi um daqueles dias pegajosos do outono portenho, totalmente nublado, quente apesar da época e com previsão de chuva. Mesmo assim fomos. Durante a viagem o tempo continuou piorando e Monte nos recebeu com uma garoa fininha, daquelas que a gente usa pra zoar os amigos punheteiros que falam muito de gostosas mas nunca comem porque "enchem o saco mas não molham".
No recreio estávamos completamente sozinhos, fomos os únicos loucos que naquele dia se animaram a sair pra fazer um churrasco ao ar livre. O quincho era bom, as churrasqueiras cobertas também, então a gente se divertiu pra caralho e com tudo só pra nós. À tarde a garoa parou mas o calor não baixou, então todo mundo tava meio grudento. Aproveitamos pra ir os quatro Até a beira da lagoa pra dar uma olhada na água e nos pássaros. Decidimos pegar as varinhas de pescar e, com uns pedacinhos de pão como isca, tentar a sorte pra ver se pescávamos alguma coisa. As minas em 15 minutos já encheram o saco e ficamos só eu e o David, sentados lado a lado no murinho, tentando enfiar no anzol alguma tilápia, embora o que eu queria mesmo era enfiar no meu anzol — ou melhor, queria que caísse na minha rede — um peixinho bem maior e mais gostoso. Ele começou a me contar que as coisas com minha irmã estavam meio tensas, o que dava pra perceber, e eu já fui puxando a conversa pra vida sexual deles. Achei que o David ia levar o assunto na discrição, mas não poupou detalhes sobre o que fazia na cama com minha docinha irmã. Até me contou que, depois daquela conversa que tivemos sobre igualdade de gênero no sexo anal, ele tentou várias vezes meter no cu da Sônia, mas só conseguiu deixar ela dolorida, e que a tensão com a Sônia vinha por aí — ela tinha ficado puta porque achava que o único interesse dele nela era a bunda dela. Tranquilizei ele, falei que minha irmã não fica com raiva por muito tempo, e, apoiando a mão na coxa dele, me ofereci pra, se ele quisesse, explicar como fazer na primeira vez. Notei que o pau dele não tava dormindo, e isso me excitou também. Talvez o peixe tivesse mordendo a isca. Começando com "um amigo me contou", falei das bolinhas chinesas que as putas do oriente vão colocando dentro do cu enquanto são comidas e que tiram de uma vez na hora do gozo, e de como meu amigo uivava de prazer nesses orgasmos. A curiosidade dele despertou e ele começou a me perguntar mais. Falei que não sabia muito além disso, mas que ele procurasse na internet que com certeza tinha milhares de referências. Enquanto conversávamos essas coisas, trocávamos olhares sugestivos e vi várias vezes os olhos dele irem pro meu volume, que também tava excitado. Infelizmente, vieram as garotas, e não conseguimos seguir em frente.
Quando a tarde começou a cair, começamos a guardar as coisas no carro pra voltar pra casa e, sem perceber, o David desapareceu. Quando terminamos de carregar o carro, as garotas já estavam meio impacientes, então saí pra procurar ele. Nem no campo de futebol, nem no depósito vazio, nem na costa. Fui nos banheiros e também nada. Só faltava a área dos chuveiros. Quando entrei, já ouvi o barulho da água correndo. Me aproximei do único box que tinha a cortina fechada e espiei. Lá estava ele, molhado e pelado, de costas pra mim, me mostrando pela primeira vez a bunda dele. Que coisa linda!, redondinha, com os glúteos bem separados embaixo tipo "W", peludinho sem exagero e seguindo numa costa linda e perfeita e em umas coxas dignas de uma coluna grega!
— O que cê tá fazendo, idiota?
— Tô tomando banho, não vê?
— E por que não avisou? Silêncio.
— Que bunda, puta que pariu! Vamos ver como é do outro lado? Sem mais, ele se virou, um puta aparelho comendo minha irmãzinha! Não tinha menos de 18 cm, mas era fino em comparação com o comprimento e, hmm, tava meio duro. O promíscuo ia ser meu!
— Tudo isso você mete na minha irmãzinha? Cê é um filho da puta, David! O cunhado sorriu.
— Com o que você vai se secar?
— Sei lá, não trouxe nada.
Fui buscar uma toalha pra ele e avisei as mulheres que ele tava tomando banho (que louco esse David!). Quando cheguei, ele já tinha fechado o chuveiro, abriu a cortina e veio na minha direção. Não consegui evitar a ereção. Ele começou a se secar timidamente, de costas pra mim, puta merda, como ele era gostoso!
— Não quer que eu seque essa bundinha minúscula?
— Não, eu consigo sozinho.
— Vai, não me custa nada.
Me aproximei dele e comecei a apalpar a bunda dele. Ele virou a cabeça pra dizer "cara, mas para com..". Não deixei ele terminar. Puxei ele pra mim e dei um beijo nele como se fosse partir a boca dele. Depois de alguns segundos de humm e resistência, ele se entregou, nossas línguas se cruzaram, ele ficou bem de frente pra mim e, enquanto nos abraçávamos, a gente se comia. um ao outro, intensamente, unindo lábios, percorrendo cada cantinho das nossas bocas, nossas mãos desceram pra percorrer nossas costas enquanto o frenesi do beijo crescia ainda mais, longo, interminável, desejado e reprimido por dias e dias. O peixe finalmente tinha caído na rede. Minhas mãos começaram a acariciar suas bundinhas redondas e peludas e, aproveitando a diferença de altura, levantei ele no ar pelas nádegas sem parar de beijar. David, lógico, tava completamente pelado, mas eu ainda tava de jeans, camiseta e tênis, e meu corpo pedia pele, mas mais que pele, carne. Sem botar ele no chão, abri minha braguilha e tirei meu pau pra fora com toda intenção de enfiar no ar, mas acho que o medo da primeira penetração dele fez ele reagir.
— Cuña, tão as gurias! Como é que a gente faz?
Eu não reagia. Baixei ele no chão e ordenei: — Encosta as mãos na parede, abre as pernas e quebra a cintura. David obedeceu e deixou a bunda à minha disposição.
— Cuña! — olhando assustado pro meu pau que já tava vazando pré-gozo — a gente não pode aqui, e se elas vêm?
— É o vestiário dos homens, não vão entrar!
— Por favor, e se eu gritar e elas me ouvirem? Cuña, por favor, hoje à noite na sua casa, tá?
— Você convence a Sônia?
— Com certeza, mas por favor, agora não.
Ele me convenceu, guardei a ferramenta, nos beijamos de novo e ele terminou de se secar. Dessa vez não recusou que eu secasse as costas e a bundinha trêmula. Por causa da esfregação no corpo molhado dele, minha roupa tava encharcada, então inventamos uma história de que a gente brincou de carnaval com a água do chuveiro (que moleques esses homens!).
A gente aguentou a bronca das gurias e, com nossa melhor cara de paisagem, seguimos como se nada tivesse acontecido.
Enquanto dirigia, fui bolando o plano. Convidava eles pra comer pizza no quincho de casa e fazia as gurias beberem demais pra dormirem.
Eles aceitaram o plano na hora. No caminho, compramos queijo, salames e azeitonas pra fazer uma tábua de frios, o fermento, a muçarela e um par de Garrafas de colheita tardia bem docinhas pra embebedar as minas, não tem gostosa que resista a um copo de branco doce bem gelado.
Minha casa, presente dos meus avós, não é muito grande, mas tem um jardim bonito na frente e atrás e um churrasqueirão enorme e espetacular no fundo, separado da casa pelo jardim. No churrasqueirão tenho a grelha que não falta na casa de nenhum argentino, o forno de pizza, mesa pra umas 20 pessoas, banheiro, cozinha, o futon onde com certeza o David já comeu minha irmã, e a TV de tela plana de 46 polegadas, tudo preparado pra comer um churrascão com os amigos vendo o Boca.
Chegamos, as minas foram pro banheiro e nós pro churrasqueirão preparar a entrada enquanto a massa crescia. Mal entramos, encurralei o David contra a parede e comecei a beijar ele enquanto minhas mãos envolviam e percorriam o corpo dele. David quase não respondia aos meus carinhos, a boca dele tava fria, igual boca de puta que beija por obrigação. David tava brochando.
— O que foi?
— Sei lá, não sei o que deu em mim essa tarde, eu... eu não tô afim disso.
Por dentro eu pensava: se esse brochar eu estupro ele, coisa que com certeza não ia fazer, mas tinha que fazer alguma coisa pra ele não continuar desanimando. Coloquei minhas mãos nas bochechas dele e comecei a beijar ele suavemente.
— Calma, Davi, não se censura — falei olhando nos olhos dele. — Já passei por isso e não me arrependi de ter me decidido (mentira, vocês já sabem minha história, mas servia bem pra situação).
Ele ficou pensativo por um tempo que pareceu uma eternidade, aí, fechando os olhos, abriu os lábios como se fosse receber os meus. Bingo! Nos beijamos com carinho. Enrolei meus braços na cintura dele e continuamos assim por um bom tempo, nossas línguas percorrendo cada canto das nossas bocas, unidas e pulsantes, sem tocar em mais nada, sem nem reparar nos nossos paus que já inchavam por baixo dos jeans desconfortáveis. O barulho da porta de casa, com as dobradiças bem enferrujadas, nos trouxe de volta ao mundo, indicando que as minas estavam vindo (porque não lubrifico os eixos, me chamam de abandonado...). Na hora, corremos pra mesa cortar salame e discutir fervorosamente os últimos ditos do Riquelme.
Eu fiquei de preparar os drinks, coca com fernet pras minas, com o dobro de fernet do normal, afinal, o doce do refrigerante disfarça tudo, e Gancia com fernet pra nós.
Depois de um tempão, chegou a pizza e, com o David, cuidamos pra que as gurias bebessem bastante daquele branco doce que entra fácil e sobe rápido. Conseguimos o objetivo: em 10 minutos de sobremesa, as minas já tavam caindo de sono. Levamos elas pra única cama da minha casa e ficamos cinco minutos na cozinha pra confirmar que tavam apagadas. Sucesso total, minha mulher e minha irmã dormiam como pedra.
Partiu pra ação então. Voltamos pro quincho e ali começou tudo. Apertei ele contra meu corpo e comecei a arrebentar a boca dele, a reação veio na hora, a língua dele entrou na minha boca e, como se fôssemos dois louva-deus, começamos a nos devorar. Nem sei como a gente se despiu, mas as roupas voaram sem parar de nos beijar e em instantes nossas picas se cruzavam e nossos corpos compartilhavam o calor. Levei a mão dele pro meu pau e levei as minhas pras nádegas dele, pra marcar território, além disso não queria enrolação nessa primeira vez, os dois távamos duros e eu precisava garantir minha caçada enfiando na minha presa, quando eu provasse ele pelo cu não teria volta, não só pelo prazer físico mas pela quebra da virilidade dele, se entrega o cu, querido, nunca mais vai ser 100% macho.
— Encosta na mesa e abre as pernas. David obedeceu na hora, me posicionei atrás dele e comecei a passar saliva no meu pau. David virou a cabeça pra trás e eu vi o rosto dele, com mais cara de medo do que de tesão.
— Cunhado, devagar, é meu primeiro pau.
Uau, um boy pra desvirgar, que pescaria boa!
— Relaxa, David, é a primeira mas com certeza não vai ser a única essa noite.
— Sério? Vai me arrebentar o cu!!
— Pra sempre. David. —A partir de hoje à noite, você vai ser meu rabão arrombado e promíscuo, mas tá em boas mãos, relaxa.
Pra uma primeira vez, não dava pra meter com tudo, então fui pegar o lubrificante e fui enfiando os dedos besuntados no cu dele. David ficava em silêncio, respirando fundo. Enquanto eu lubrificava meu pau, ficava admirando ele: as costas e os braços fortes, as pernas de jogador de futebol, e aquele rabo! Durinho, com um pouco de pelo, não muito grande, mas perfeito — um manjar que eu ia devorar naquela hora. Deu uma vontade danada de chupar aquele cu, de encher ele de beijos, mas o David já tava lubrificado e meu pau também, então ficava pra outra noite.
Abri as nádegas dele. David tremia.
— Tá com medo?
— Não, cunhado, não é medo, mas sei lá, só deu esse tremor.
Era o nervosismo e a excitação da primeira vez. Não tremia, vibrava de tesão. Não dava pra fazer ele esperar mais. Encostei a glande no esfíncter dele e deixei parada. Queria que ele sentisse o calor do meu pau naquele ponto tão sensível. A vibração dele aumentou.
Dei a primeira estocada curta e ouvi o primeiro "Ai!" dele. Deixei uns segundos e tirei. Enfiei de novo, mais uma vez curta, e dessa vez ele não reclamou. Fui tirando e colocando, cada vez um pouco mais fundo, ganhando profundidade aos poucos, pra doer o mínimo possível, pra que a perda da virgindade dele não ficasse marcada como uma lembrança dolorosa, mas como uma experiência deliciosa. Quando tava tudo dentro, tirei as mãos do quadril dele e levei pros peitinhos ainda inexplorados.
— Tá gostando, Davidzinho?
— Sim, se quiser, enfia tudo de uma vez.
— Davi, você já tá com meus 20 centímetros dentro. De onde quer que eu tire mais?
— Não! Já meteu tudo? Você é um filho da puta!
— E o que você achou, promíscuo? Que ia te dar um pedacinho? Tudo ou nada. Voltei com as mãos pro quadril dele e, sem mais, comecei um vai e vem suave. David recebeu primeiro em silêncio, devia estar entendendo o próprio corpo, captando aquela sensação nova que tava invadindo o esfíncter dele e espalhando nas bolas dele, mas depois de um tempo ele começou a gemer, que gemido gostoso esse puto tem, por favor!, me enlouqueceu, acelerei a metida e a tirada até quase virar um bicho. Meu púbis batia na bunda dele que aos poucos ia ficando vermelha. Os gemidos viraram gritos cada vez mais fortes, e entre gemidos e gritos ele começou a soltar as frases de tesão de sempre, ai cunhado, assim, assim, arrebenta meu cu, me dá tudo, quero teu pau, cunhado, quero teu pau.
O frango já tava no forno, não tinha mais volta, meu cunhado era um novo sócio no clube do cu arrombado. Tirei ele de dentro, ele me olhou estranho. Corri com um braço os pratos sujos e o resto da janta pro lado, levantei ele e deitei na mesa, apoiei as pernas dele nos meus ombros e enfiei de novo, David com uma mistura de euforia e surpresa, viu como meu pedaço grosso e comprido sumia dentro do cu dele. Tirei ele inteiro e enfiei de novo uma vez atrás da outra, David me olhava de boca aberta, os olhos brilhando, os gemidos saindo do fundo da garganta. Enquanto bombava a mil, acariciei os peitos dele, o púbis, dei os dedos pra ele chupar; cada coisa que eu fazia, cada descoberta no jogo sexual entre dois homens, era recebida com entusiasmo pelo David, ele nasceu pra ser puta, não tinha dúvida.
Quando senti que tava perto de inseminar ele, dobrei as pernas dele sobre o peito e apertei com minhas mãos pra deixar o esfíncter bem à flor da pele e poder enfiar aquele pedaço que ainda tava fora por causa da posição, meu pau engrossa bastante no final, então com aquela empurrada eu arranquei o grito de prazer mais intenso do muito promíscuo, que já tava delirando de gosto e quando começou a sentir o engrossamento do meu pau dentro dele, começou a soltar gotões de pré-gozo pelo pau sempre duro dele. Ao gozar, dei o empurrão final pra depositar meu leite bem no fundo do reto dele, ele recebeu com os olhos arregalados, a boca ansiando, o corpo trêmulo, acariciando o próprio umbigo, que era onde sentia a sensação da minha glande ardente. David levantou a cabeça e quase chorando, me disse "obrigado, love, obrigado, me fez feliz, não tira ela de mim, cunhado, deixa ela dentro, por favor, continua me comendo, me destrói, deixa ela toda! Sorri satisfeito, aquele cara já era dos nossos, minha sedução tinha rasgado o véu dos preconceitos dele e ele tinha provado meu pau, nunca mais seria o mesmo, tinha descoberto a paixão e o prazer de receber o pau de um macho, e disso não se volta. Fiquei dentro dele empurrando devagar, curtindo o corpo trêmulo dele e a cara de prazer e entrega. Tinha que fazê-lo gozar, e pelo pré-gozo que continuava saindo, faltava pouco. Bati uma pra ele, molhei as pontas dos meus dedos no pré-gozo dele e comecei a dar toques leves na borda da glande e na ponta, enquanto meu pau se movia em círculos lentos dentro do cu dele, as carícias foram recebidas com novos gemidos e com contrações do esfíncter dele que me encantavam e iam deixando meu pau mais duro, e isso excitava ele ainda mais. Era a esperada reação em cadeia, David ia explodir, em um minuto ele pegou o pau com a mão e começou a bater uma entre ais quase femininos. Era quase desnecessário, em meia dúzia de punhetadas o gozo dele jorrou, com tanta intensidade que o primeiro jato bateu na janela que estava do outro lado da mesa, os seguintes foram no chão, no rosto dele e no peito dele. Era bem leiteiro meu cunhado! Tirei ele de dentro e, levantando ele da mesa, abracei e comecei a beijá-lo, ele me pegou pelo pescoço e envolveu minha cintura com as pernas. Será que eu metia de novo?, por que não?, peguei ele pela cintura com uma mão, com a outra ajustei o pau na entrada e baixei ele. Tava tão aberto que o pau foi até o fundo sem escalas. -Ai, cunhado, você é insaciável, já destruiu meu cu, o que quer agora?, tirar ele pela garganta?, ele me disse com um sorriso safado. Levei ele enfiado até o futon e o Depositei suavemente. Em seguida, ele se virou, ficando de bunda pra cima, semi afundado nos almofadões macios. O corpinho escuro dele e a bunda perfeita sobre o couro branco mereciam uma foto de praia gay; tirei uma com o celular e mostrei pra ele.
— Uau, sou eu isso? Tô fortão!
— Sim, David, se não fosse porque você é o namorado da minha irmã, eu casava com você, promíscuo! Rimos pra caralho.
— Casar pra quê? Se você pode arrebentar minha bunda quando quiser!
A vitória foi total. A heterossexualidade do meu cunhado se perdeu junto com a virgindade da bunda dele. Por sorte, ele ainda conseguiu continuar transando com a Sônia, então agora ele é o macho da minha irmã e também minha mulher. Só toma cuidado pra evitar sexo com a Sônia no mesmo dia em que eu arrebento o cu dele, porque fica tão relaxado que "o amigo" falha.
Naquela noite, o futon foi o cenário do nosso segundo sexo, tranquilo, de bruços o tempo todo. E desde então, não precisei mais masturbá-lo; ele deixou o sofá encharcado de porra.
Faz dois anos que continuo arrebentando o cu dele sempre que tenho vontade e sempre que ele me pede. A pica não nega pra ninguém, e muito menos pra um parente!
8 comentários - El cuñadito
van 10