Isso aconteceu há muitos anos. A única coisa que não é real é a identidade e a cidade de nascimento do meu amigo... tudo o que aconteceu é 100% real.
A secretaria de esportes da minha província decidiu nos presentear – a quem tinha se destacado em alguma área do esporte naquele ano – com uma estadia de 7 dias no complexo de Chapadmalal, bem perto de Mar del Plata. Depois de conseguir a permissão dos meus pais e com as recomendações de praxe, numa quinta-feira às 19h, partimos da praça principal num ônibus do governo, 40 atletas de toda a província. Como companheiro de assento, peguei um cara da minha idade, da cidade de Nogoyá, chamado Ariel.
Ariel jogava vôlei, era bem alto, moreno e de trato agradável. Como tínhamos mais de 12 horas de viagem, não tínhamos escolha a não ser tentar criar intimidade na hora e começamos a contar quem éramos e o que fazíamos cada um na vida.
Quando a noite chegou, depois de jogar cartas com outro grupo de garotos, o motorista anunciou que ia apagar as luzes internas do ônibus, e cada um foi para o seu assento.
Nos acomodamos e Ariel tirou da mochila uma garrafinha de uísque... começamos a beber de goles e nos cobrimos com um cobertor que eu tinha levado. Nossa conversa foi derivando para o quanto uma das garotas que tinha jogado cartas conosco era gostosa, então nossos paus – por tesão e um pouco de álcool – já estavam duros.
Ariel começou a se tocar e me disse: "... vou bater uma punheta... ninguém nos vê..." e dito isso, abaixou a calça e se cobriu esticando o cobertor.
Eu o imitei e em poucos segundos estávamos metendo a mão...
Ariel se aproxima e me diz para me virar de lado para que ele pudesse me punhetar e eu a ele... nos cobrimos com o cobertor como deu e colocamos "mãos à obra".
Pouco tempo depois, ele me diz que estava prestes a gozar e jorra o esperma na minha mão... deixei ali, envolvendo o pau dele, enquanto ele continuava com o meu.
"... você vai gozar?... perguntou
"... sim... já estou..." e sem que eu percebesse, enfiou a cabeça debaixo do cobertor e levou meu pau à boca, engolindo toda minha porra...
Ficou um tempo chupando até perder a dureza na boca... saiu de baixo do cobertor e, rindo, me disse: "... nem louco vou sujar a mão!!..." e se virou se ajeitando pra dormir. Subi minha calça sem ninguém notar e também me preparei pra dormir, com a imagem de Ariel com restos da minha porra na boca...
O sol nos acordou e paramos pra tomar café por 30 minutos, pra depois seguir e chegar ao destino perto do meio-dia.
Distribuíram os quartos do complexo e eram peças de três, então se juntou a nós um cara de outra cidade com quem praticamente não trocamos palavra até uns dias depois.
O quarto era pequeno e tinha um beliche duplo e uma cama simples que cedemos pro outro cara. Escolhi dormir em cima e Ariel ficou com a cama de baixo.
Antes de ir almoçar, tomamos banho, primeiro o outro cara – que foi direto pro refeitório –, depois Ariel e por último eu.
Saí do banho enrolado na toalha e Ariel estava sentado na cama dele... me aproximei pra pegar minha roupa que tinha deixado na minha cama quando sinto ele acariciar meu pau... e nessa idade, só de olharem já fica duro!!!... puxou a toalha e, me segurando pelas pernas, aproximou a boca e começou a lamber minhas coxas enquanto apertava minhas nádegas... me posicionei de frente pra ele e guiei a cabeça dele pro meu pau... "... chupa devagar... vai... tira a porra igual ontem à noite..." falei entre gemidos, e me segurando na cama de cima comecei a bombar a boca dele.
Chupava como um deus, fazendo muito barulho e apertando minhas bolas... engolia tudo... em 5 minutos já tinha a boca cheia
"... ah, adoro pau!!..." exclamou num grito, e se levantando me indicou pra sentar no lugar dele pra colocar o pau dele entre meus lábios pra retribuir. favor... em poucos minutos estávamos sentados no refeitório, já tínhamos tomado o aperitivo...
À noite repetimos depois de esperar um bom tempo até que nosso companheiro de quarto dormisse... nossa rotina nos dois ou três primeiros dias era um boquete depois do banho e à noite antes de dormir.
No terceiro dia, nosso companheiro – Sergio se chamava – saiu numa excursão que duraria até a tarde, então aproveitamos e, depois de trancar a porta do quarto, nos entretivemos com várias chupadas mútuas de pau, trocando de posição e de lugares dentro do pequeno cômodo que era nosso habitat.
Depois de almoçar, saímos para caminhar até uma espécie de bosque de pinheiros... estávamos sozinhos, longe do complexo... Ariel tirou a calça e a camiseta, ficando nu, e me incentivou a fazer o mesmo... me encostou numa árvore e começou a chupar meu pau... babou ele inteiro e, levantando-se e girando, ficou de costas para mim e disse: "... quer me dar a bunda? ... você se anima? ... olha que sou quase virgem, só um cara esteve lá..."
Me abaixei e lambi o cu dele, eu tinha anos de experiência comendo meu primo... ele gemia e ficava na ponta dos pés, era uma gata...
Apontei e tentei ir enfiando de pouco a pouco a ponta, mas o apertamento dele e talvez o medo não me deixavam avançar mais que a cabeça...
Sugeri irmos para o quarto, lá estaríamos mais confortáveis, então voltamos quase em silêncio até nosso quarto.
Coloquei ele de quatro na cama do nosso companheiro ausente... abri as nádegas dele e comecei a lamber... ele gostava...
Enfiei minha língua no buraquinho dele, alternando carícias circulares com meus dedos... Ariel pediu para eu meter... quase implorou.
Apontei e a cabeça entrou, fiquei parado... tirei e pedi para ele chupar um pouco para lubrificar... voltei a meter até que a cabeça entrou e um pouco mais... Ariel disse que ardia. Me inclinei sobre as costas dele, envolvendo-o Meus braços... o peso do meu corpo fez com que meu pau fosse se enterrando dentro dele... comecei a beijar suas costas e seu pescoço... ele pediu pra eu não parar... acariciei o pau dele, que parecia que ia explodir, e me jogando ainda mais em cima, busquei a boca dele com minha língua.
Ariel virou a cabeça e meu pau entrou por completo... ficamos nos beijando um tempinho até eu começar com os movimentos... ele já estava dilatado, eu sentia meu pau entrando e saindo como se não encontrasse resistência nenhuma... Ariel deu um gritinho e gozou na minha mão... fiz ele limpar meus dedos com a língua e depois disso me firmei na cintura dele, intensificando o ritmo pra gozar em poucos minutos...
Caímos deitados na posição que estávamos: eu por cima dele e a bunda dele cheia do meu pau... ele virou a cabeça e disse: "... se eu engravidar, é seu..." rimos e nos beijamos por um bom tempo, depois disso nos lavamos e arrumamos a cama, esperando que nosso amigo não chegasse antes da hora...
Até o mesmo dia em que gozamos, eu chupei o pau dele e ele entregou a bunda quase como um ritual... procurávamos qualquer espaço ou lugar onde não nos vissem pra descarregar nosso tesão. Nas duas últimas noites, jogamos o colchão dele no chão pra transar enquanto o outro dormia, abafando nossos gemidos com alguma camiseta na boca...
Nunca mais vi o Ariel.
A secretaria de esportes da minha província decidiu nos presentear – a quem tinha se destacado em alguma área do esporte naquele ano – com uma estadia de 7 dias no complexo de Chapadmalal, bem perto de Mar del Plata. Depois de conseguir a permissão dos meus pais e com as recomendações de praxe, numa quinta-feira às 19h, partimos da praça principal num ônibus do governo, 40 atletas de toda a província. Como companheiro de assento, peguei um cara da minha idade, da cidade de Nogoyá, chamado Ariel.
Ariel jogava vôlei, era bem alto, moreno e de trato agradável. Como tínhamos mais de 12 horas de viagem, não tínhamos escolha a não ser tentar criar intimidade na hora e começamos a contar quem éramos e o que fazíamos cada um na vida.
Quando a noite chegou, depois de jogar cartas com outro grupo de garotos, o motorista anunciou que ia apagar as luzes internas do ônibus, e cada um foi para o seu assento.
Nos acomodamos e Ariel tirou da mochila uma garrafinha de uísque... começamos a beber de goles e nos cobrimos com um cobertor que eu tinha levado. Nossa conversa foi derivando para o quanto uma das garotas que tinha jogado cartas conosco era gostosa, então nossos paus – por tesão e um pouco de álcool – já estavam duros.
Ariel começou a se tocar e me disse: "... vou bater uma punheta... ninguém nos vê..." e dito isso, abaixou a calça e se cobriu esticando o cobertor.
Eu o imitei e em poucos segundos estávamos metendo a mão...
Ariel se aproxima e me diz para me virar de lado para que ele pudesse me punhetar e eu a ele... nos cobrimos com o cobertor como deu e colocamos "mãos à obra".
Pouco tempo depois, ele me diz que estava prestes a gozar e jorra o esperma na minha mão... deixei ali, envolvendo o pau dele, enquanto ele continuava com o meu.
"... você vai gozar?... perguntou
"... sim... já estou..." e sem que eu percebesse, enfiou a cabeça debaixo do cobertor e levou meu pau à boca, engolindo toda minha porra...
Ficou um tempo chupando até perder a dureza na boca... saiu de baixo do cobertor e, rindo, me disse: "... nem louco vou sujar a mão!!..." e se virou se ajeitando pra dormir. Subi minha calça sem ninguém notar e também me preparei pra dormir, com a imagem de Ariel com restos da minha porra na boca...
O sol nos acordou e paramos pra tomar café por 30 minutos, pra depois seguir e chegar ao destino perto do meio-dia.
Distribuíram os quartos do complexo e eram peças de três, então se juntou a nós um cara de outra cidade com quem praticamente não trocamos palavra até uns dias depois.
O quarto era pequeno e tinha um beliche duplo e uma cama simples que cedemos pro outro cara. Escolhi dormir em cima e Ariel ficou com a cama de baixo.
Antes de ir almoçar, tomamos banho, primeiro o outro cara – que foi direto pro refeitório –, depois Ariel e por último eu.
Saí do banho enrolado na toalha e Ariel estava sentado na cama dele... me aproximei pra pegar minha roupa que tinha deixado na minha cama quando sinto ele acariciar meu pau... e nessa idade, só de olharem já fica duro!!!... puxou a toalha e, me segurando pelas pernas, aproximou a boca e começou a lamber minhas coxas enquanto apertava minhas nádegas... me posicionei de frente pra ele e guiei a cabeça dele pro meu pau... "... chupa devagar... vai... tira a porra igual ontem à noite..." falei entre gemidos, e me segurando na cama de cima comecei a bombar a boca dele.
Chupava como um deus, fazendo muito barulho e apertando minhas bolas... engolia tudo... em 5 minutos já tinha a boca cheia
"... ah, adoro pau!!..." exclamou num grito, e se levantando me indicou pra sentar no lugar dele pra colocar o pau dele entre meus lábios pra retribuir. favor... em poucos minutos estávamos sentados no refeitório, já tínhamos tomado o aperitivo...
À noite repetimos depois de esperar um bom tempo até que nosso companheiro de quarto dormisse... nossa rotina nos dois ou três primeiros dias era um boquete depois do banho e à noite antes de dormir.
No terceiro dia, nosso companheiro – Sergio se chamava – saiu numa excursão que duraria até a tarde, então aproveitamos e, depois de trancar a porta do quarto, nos entretivemos com várias chupadas mútuas de pau, trocando de posição e de lugares dentro do pequeno cômodo que era nosso habitat.
Depois de almoçar, saímos para caminhar até uma espécie de bosque de pinheiros... estávamos sozinhos, longe do complexo... Ariel tirou a calça e a camiseta, ficando nu, e me incentivou a fazer o mesmo... me encostou numa árvore e começou a chupar meu pau... babou ele inteiro e, levantando-se e girando, ficou de costas para mim e disse: "... quer me dar a bunda? ... você se anima? ... olha que sou quase virgem, só um cara esteve lá..."
Me abaixei e lambi o cu dele, eu tinha anos de experiência comendo meu primo... ele gemia e ficava na ponta dos pés, era uma gata...
Apontei e tentei ir enfiando de pouco a pouco a ponta, mas o apertamento dele e talvez o medo não me deixavam avançar mais que a cabeça...
Sugeri irmos para o quarto, lá estaríamos mais confortáveis, então voltamos quase em silêncio até nosso quarto.
Coloquei ele de quatro na cama do nosso companheiro ausente... abri as nádegas dele e comecei a lamber... ele gostava...
Enfiei minha língua no buraquinho dele, alternando carícias circulares com meus dedos... Ariel pediu para eu meter... quase implorou.
Apontei e a cabeça entrou, fiquei parado... tirei e pedi para ele chupar um pouco para lubrificar... voltei a meter até que a cabeça entrou e um pouco mais... Ariel disse que ardia. Me inclinei sobre as costas dele, envolvendo-o Meus braços... o peso do meu corpo fez com que meu pau fosse se enterrando dentro dele... comecei a beijar suas costas e seu pescoço... ele pediu pra eu não parar... acariciei o pau dele, que parecia que ia explodir, e me jogando ainda mais em cima, busquei a boca dele com minha língua.
Ariel virou a cabeça e meu pau entrou por completo... ficamos nos beijando um tempinho até eu começar com os movimentos... ele já estava dilatado, eu sentia meu pau entrando e saindo como se não encontrasse resistência nenhuma... Ariel deu um gritinho e gozou na minha mão... fiz ele limpar meus dedos com a língua e depois disso me firmei na cintura dele, intensificando o ritmo pra gozar em poucos minutos...
Caímos deitados na posição que estávamos: eu por cima dele e a bunda dele cheia do meu pau... ele virou a cabeça e disse: "... se eu engravidar, é seu..." rimos e nos beijamos por um bom tempo, depois disso nos lavamos e arrumamos a cama, esperando que nosso amigo não chegasse antes da hora...
Até o mesmo dia em que gozamos, eu chupei o pau dele e ele entregou a bunda quase como um ritual... procurávamos qualquer espaço ou lugar onde não nos vissem pra descarregar nosso tesão. Nas duas últimas noites, jogamos o colchão dele no chão pra transar enquanto o outro dormia, abafando nossos gemidos com alguma camiseta na boca...
Nunca mais vi o Ariel.
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