Saldando dívidas

Antonio é o irmão da minha mãe, a ovelha negra da família... é um cara de 55 anos, moreno, não muito alto, na juventude foi atleta, então se mantém em forma pra idade dele, tanto que ainda consegue exibir uns abdominais marcados... trabalha numa seguradora com um bom salário que permite ele viajar pro exterior, mas acima de tudo é um cara que nunca recusou nada na vida: solteiro, sempre se gabou nas reuniões de família de ter transado com tudo que aparecia pela frente, e isso incluía homens... obviamente, as aventuras dele chamavam minha atenção, me divertindo e às vezes me dando inveja do estilo de vida dele.

Depois que minha avó faleceu, a casa onde ela morava ficou vazia e, entre meu tio e eu, cuidávamos dos impostos e de vez em quando íamos limpar um pouco pra manter até vender.

Eu trabalhava e estudava na universidade e estava perto dos 24 anos quando aconteceram os episódios que vou tentar relatar o mais próximo da verdade.

Cheguei uma tarde na casa do meu tio... Antonio me recebeu vestido só com uma cueca azul claro, segundo ele me contou rindo, tinha transado com uma garota filha de um amigo... meu tio era um filho da puta, tava confirmando.

Passei a explicar que tinha ficado sem emprego e que ia ficar difícil pagar minha parte dos impostos da casa, e ele respondeu: "... não esquenta, Alex, a gente dá um jeito... agora senta aí que vou te contar como comi a garota..." disse me convidando a sentar no sofá da sala.

Começou a narrar como tinha convencido ela a ir até a casa dele e que a "menina" - foi assim que chamou - era a mais puta que ele já tinha conhecido... que ele quis se fazer de surpreso, mas logo puxou o pau pra ela colocar na boca... depois comeu ela de pé na cozinha e, por último, a "menina" entregou o cuzinho virgem, tirando a pau com sangue por ter quebrado ela.
Notei que enquanto ele me contava o que tinha feito, o pau dele ficou duro... o meu também.
Agradeci a atenção e disse que ia embora porque precisava estudar. Antonio se levantou pra me acompanhar até a porta e, apontando pra ereção dele, disse: "... olha, moleque, me lembro daquela gostosa e já fico duro na hora..." Eu ri e me despedi, mas antes de fechar a porta ele fala: "... vem no sábado e a gente vê como resolve a parada da casa da sua avó..."

A semana toda fiquei pensando como ia fazer pra pagar o valor que me cabia dos impostos, que mesmo não sendo alto, eu não tinha esse dinheiro todo mês.
Chegou o sábado e de manhã fui até a casa do meu tio... toquei a campainha e esperei um pouco, ninguém atendia... insisti de novo até que Antonio gritou que já ia abrir.
Ele abriu a porta me convidando pra entrar e vi que tava pelado: meu tio tinha uma bela piroca, preta, cheia de veias e bem maior que a minha... "... me desculpa - ele disse - acabei de tomar um banho, tá muito calor..." e falou pra gente ir pra sala.
A situação tinha me deixado excitado: meu tio pelado me recebendo não era coisa de todo dia.
"... então, Alex, pensou em alguma ideia de como vai pagar sua parte?... se quiser, posso te segurar um tempo, o problema é não acumular muita dívida..." ele falou sem dar importância pra nudez dele... "... eu posso pagar de boa, mas como seu parente, me interessa que você assuma sua responsabilidade, embora não tenha dúvida que vai fazer de tudo pra quitar..."
"... a verdade, tio, é que por enquanto, sem ter um emprego, isso é um gasto pra mim... mas fica tranquilo que vou fazer o que você mandar pra ir pagando, sei lá, cortar a grama na casa da vó ou na sua, ou ajudar a pintar uma parede... não sei, me diz o que você acha..."
"... então, sobrinho... vamos ver... primeiro e principalmente, quero o melhor pra você e sei que logo vai encontrar... Trabalho..., enquanto... e quero que essa conversa fique só entre nós e, se você não aceitar, nunca existiu, ok?... Minha proposta é que você venha uma vez por mês, quando você decidir, e me "ajude" a acalmar minha solidão, que a gente se divirta um pouco...", e, puxando a cadeira e se aproximando de mim, pegou a pica — que já estava dura — com a mão e, balançando ela, disse: "... entendeu?...".

A pica era imponente... a cabeça brilhava e tinha um pouco de umidade nela... peguei ela com minha mão e comecei a bater uma punheta pra ele sem dizer uma palavra... Antonio chegou mais perto... acariciei os ovos dele e, com a mão, ele empurrou minha cabeça pra eu colocar na boca, coisa que fiz com gosto depois de lamber desde a base do tronco até a cabecinha... ele gemia e mexia o quadril tentando chegar até minha garganta... levantei um pouco da cadeira sem tirar a pica da boca e abaixei minha calça, deixando meu pau pronto pra uma punheta.

Sentei de novo e continuei no boquete enquanto batia uma com a outra mão... "... você vai engolir meu leite?, já tô quase..." disse entre gemidos o tio Antonio... acelerei minha punheta pra gozar também e comecei a dar mordidinhas por todo o comprimento da pica dele... meu tio segurou minha cabeça com as duas mãos pra eu não tirar da boca e, em poucos segundos, eu tinha a barriga cheia de porra... gozei quase ao mesmo tempo.

Continuei sugando por mais um tempo até ele perder toda a dureza... Antonio ficou parado na minha frente, acariciando meu cabelo "... boquete lindo... incrível... não sei se rezo pra você arrumar emprego ou pra você não conseguir me pagar a dívida..." fui no banheiro me lavar e voltei pra minha casa.

15 ou 20 dias depois, a gente se encontrou num aniversário de família, entre uma conversa e outra ele pediu pra minha mãe se podia me levar pra uma balada naquela noite, que ele ia cuidar de mim... minha mãe não reclamou e, antes do aniversário acabar, fomos no carro dele. Subimos, ele colocou música e aos 100 metros e a mão dele tocou minha entreperna, acariciando minhas coxas e meu pau... chegamos na casa dele e, sem dizer uma palavra, fomos direto pro quarto...
Nos pelamos e caímos na cama... a visão do pau dele era linda... desci pra beijar a barriga dele, acariciei os abdominais e, como a melhor puta, fui lambendo o pau inteiro até engolir ele sem nojo.

Antonio tava de costas, com os braços cruzados atrás da cabeça... ele gemia e deixava eu ditar o ritmo das bocetadas... ele pede pra eu parar e, se virando de ponta-cabeça, ficamos prontos pra um 69...
Meu tio chupava o pau como um deus... e vendo que eu não ia aguentar muito, pedi pra ele deitar de costas... lambi o pau dele pra lubrificar e montei em cima, e depois de algumas tentativas falhas, o pau dele entrou inteiro no meu cu... me fazendo gozar e esporrar tudo no peito dele.

Antonio me segurava pelos quadris e marcava o ritmo de sobe e desce, e em poucos minutos ele gozou dentro de mim...
Naquela noite — como tantas outras depois — fiquei pra dormir na cama dele... de manhã a gente trepou de novo antes de ele me levar pra casa.

Fui pagando minha dívida pelo menos uma vez por semana, às vezes duas...
No verão seguinte, o tio Antonio me convidou pra um cruzeiro pro Brasil, óbvio que eu topei... até hoje devem estar limpando a porra que a gente espalhou por cada canto do nosso quarto...

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