Fala aí, galera, sou o Nico, um cara casado que se mete no mundo gay quando a mulher viaja a trabalho. Sou de Vila Luro.
Aos meus quase 40 anos, tô começando a explorar meus fetiches e fantasias que reprimi a vida toda, e com uma parceira mulher muito religiosa e monótona.
Tédio, comecei a ler uns contos aqui no Poringa. E uma XP falava de um aplicativo que eu não conhecia por não ser do meio. Grind. Muita gente não entendia como usava depois de baixar.
mas é basicamente como qualquer aplicativo, vejo um cara que diz massagista ``só isso``.
Falo com ele e pergunto. Ele me explica que só faz massagem, e como tá duro de grana, entrou no aplicativo pra procurar cliente. Diz que é casado, igual a mim. E que não tinha chance de rolar outra coisa além de massagem.
Penso e vou, com uns massagens nas costas por 500 a hora, não me pareceu absurdo.
O cara era alto, barbudo, estilo hipster. Machão da porra. Daqueles que apertam sua mão e envolvem ela toda. Falam alto pra caralho.
Me convida a deitar na maca e faz umas massagens espetaculares. Me deixa dormindo. Me acorda com carícias nas costas, o que me surpreendeu. Já que ela deixou claro que não ia rolar nada.
— Dormiu? Eu tenho mãos mágicas.
-É verdade, sim, pena que você não quer fazer nada- me joguei de uma vez na piscina, já que o 'não' eu já tinha.
—Casei faz pouco tempo e quero ser fiel, senão a gente faria algo.
Falei pra ela que não teria problema, talvez na próxima...
Na semana seguinte, falei com ela de novo pra ver se podia ir, que tava com uma dor na cintura me matando.
Ela me manda entrar.
mas ao vê-lo, seu olhar já era diferente.
Falei pra mim mesma: esse aí quer guerra.
Me massageia as costas por uns 30 minutos, aí em certo momento desce pra minha cintura e passa as mãos nas minhas nádegas, roçando meu buraquinho.
Pronto, pensei que era guerra.
Ela se coloca na minha frente, eu deitado na maca, e no iogur dela dava pra ver o puta volume.
Baixei a calça dele como pude e deixei pra fora uma porra de uma rola dura. Sem perder tempo, meti ela na boca.
que pedaço, meu deus, tesão seco, sentia centímetro por centímetro como eu molhava com minha saliva. e toda a educação que o massagista tinha foi embora, agora ele começou a me dar ordens.
Nunca fui só passivo, mas um pouco e um pouco, e odiava que me mandassem...............
até aquele dia............
Ela se despiu completamente, sentou numa poltrona que tinha e me obrigou a ficar de quatro no chão. E que assim eu fosse até ela.
Ela me deu um beijo como prêmio e me agarrou pela cabeça até levar ela até a pica dela.
Primeiro eu a degustava com suavidade até que ela me fez comer tudo de uma vez. Me engasguei e tirei ela da boca. Tomei ar, e aí ela violentou minha boca.
Eu sentia ela na garganta. E o pior é que me excitava, minha pica ia explodir. Deixei a pica dela toda babada. E eu terminei com os olhos cheios de lágrimas, o nariz cheio de água e meleca, e com um fio de baba que ia dos meus lábios até a pica dela.
Me fez ficar de pé. Me comeu a boca. Me fez encostar na parede, onde tinha um espelho enorme, tipo os de academia. Colocou uma camisinha. Me chupou o cu e, com as mãos no espelho, começou a me foder. Primeiro devagar e começou a me dizer
—De agora em diante você vai ser minha putinha, vou deixar sua bunda bem macetada—
Nesse momento eu acelerei o ritmo e dava pra ouvir o plaf plaf das bolas dele.
tentei me tocar, bater uma punheta porque já não aguentava mais, queria gozar. Ela me proibiu.
— Você vai ser minha putinha e eu digo quando você goza —
colocou as mãos dela por cima das minhas, nós dois de pé na frente do espelho, e aquela imagem do meu macho me comendo, chupando meu pescoço e eu com a pica dura me fez gozar sem nem me tocar.
-é assim que vou te fazer gozar sempre sem te tocar, vadia. agora vou te encher-
Eu, com meu saindo a litros contra o espelho enquanto ele enchia meu cu de porra, era uma imagem dantesca do diabo comendo um arlequim.
Ela tira a camisinha cheia de porra, senta de novo no sofá e me ordena.
- Fica de quatro, vem limpar ela -
a verdade é que não esquento rápido depois de gozar, mas entrei na brincadeira.
Chupava devagar e saboreava as gotinhas de porra que tinham sobrado. E o filho da puta já tava ficando duro de novo.
Caguei...
Ele violou minha boca de novo, e me sentir submissa me deixava ainda mais excitada.
Gozo na cara e deixo uma barba de porra, o filho da puta gozou de novo igual um cavalo.
A verdade é que eu me sentia usado e excitado.
Desde aquele dia, eu visito ele uma vez por semana e fui realizando minhas fantasias. Se vocês quiserem, vou contando elas pra vocês.
Aos meus quase 40 anos, tô começando a explorar meus fetiches e fantasias que reprimi a vida toda, e com uma parceira mulher muito religiosa e monótona.
Tédio, comecei a ler uns contos aqui no Poringa. E uma XP falava de um aplicativo que eu não conhecia por não ser do meio. Grind. Muita gente não entendia como usava depois de baixar.
mas é basicamente como qualquer aplicativo, vejo um cara que diz massagista ``só isso``.
Falo com ele e pergunto. Ele me explica que só faz massagem, e como tá duro de grana, entrou no aplicativo pra procurar cliente. Diz que é casado, igual a mim. E que não tinha chance de rolar outra coisa além de massagem.
Penso e vou, com uns massagens nas costas por 500 a hora, não me pareceu absurdo.
O cara era alto, barbudo, estilo hipster. Machão da porra. Daqueles que apertam sua mão e envolvem ela toda. Falam alto pra caralho.
Me convida a deitar na maca e faz umas massagens espetaculares. Me deixa dormindo. Me acorda com carícias nas costas, o que me surpreendeu. Já que ela deixou claro que não ia rolar nada.
— Dormiu? Eu tenho mãos mágicas.
-É verdade, sim, pena que você não quer fazer nada- me joguei de uma vez na piscina, já que o 'não' eu já tinha.
—Casei faz pouco tempo e quero ser fiel, senão a gente faria algo.
Falei pra ela que não teria problema, talvez na próxima...
Na semana seguinte, falei com ela de novo pra ver se podia ir, que tava com uma dor na cintura me matando.
Ela me manda entrar.
mas ao vê-lo, seu olhar já era diferente.
Falei pra mim mesma: esse aí quer guerra.
Me massageia as costas por uns 30 minutos, aí em certo momento desce pra minha cintura e passa as mãos nas minhas nádegas, roçando meu buraquinho.
Pronto, pensei que era guerra.
Ela se coloca na minha frente, eu deitado na maca, e no iogur dela dava pra ver o puta volume.
Baixei a calça dele como pude e deixei pra fora uma porra de uma rola dura. Sem perder tempo, meti ela na boca.
que pedaço, meu deus, tesão seco, sentia centímetro por centímetro como eu molhava com minha saliva. e toda a educação que o massagista tinha foi embora, agora ele começou a me dar ordens.
Nunca fui só passivo, mas um pouco e um pouco, e odiava que me mandassem...............
até aquele dia............
Ela se despiu completamente, sentou numa poltrona que tinha e me obrigou a ficar de quatro no chão. E que assim eu fosse até ela.
Ela me deu um beijo como prêmio e me agarrou pela cabeça até levar ela até a pica dela.
Primeiro eu a degustava com suavidade até que ela me fez comer tudo de uma vez. Me engasguei e tirei ela da boca. Tomei ar, e aí ela violentou minha boca.
Eu sentia ela na garganta. E o pior é que me excitava, minha pica ia explodir. Deixei a pica dela toda babada. E eu terminei com os olhos cheios de lágrimas, o nariz cheio de água e meleca, e com um fio de baba que ia dos meus lábios até a pica dela.
Me fez ficar de pé. Me comeu a boca. Me fez encostar na parede, onde tinha um espelho enorme, tipo os de academia. Colocou uma camisinha. Me chupou o cu e, com as mãos no espelho, começou a me foder. Primeiro devagar e começou a me dizer
—De agora em diante você vai ser minha putinha, vou deixar sua bunda bem macetada—
Nesse momento eu acelerei o ritmo e dava pra ouvir o plaf plaf das bolas dele.
tentei me tocar, bater uma punheta porque já não aguentava mais, queria gozar. Ela me proibiu.
— Você vai ser minha putinha e eu digo quando você goza —
colocou as mãos dela por cima das minhas, nós dois de pé na frente do espelho, e aquela imagem do meu macho me comendo, chupando meu pescoço e eu com a pica dura me fez gozar sem nem me tocar.
-é assim que vou te fazer gozar sempre sem te tocar, vadia. agora vou te encher-
Eu, com meu saindo a litros contra o espelho enquanto ele enchia meu cu de porra, era uma imagem dantesca do diabo comendo um arlequim.
Ela tira a camisinha cheia de porra, senta de novo no sofá e me ordena.
- Fica de quatro, vem limpar ela -
a verdade é que não esquento rápido depois de gozar, mas entrei na brincadeira.
Chupava devagar e saboreava as gotinhas de porra que tinham sobrado. E o filho da puta já tava ficando duro de novo.
Caguei...
Ele violou minha boca de novo, e me sentir submissa me deixava ainda mais excitada.
Gozo na cara e deixo uma barba de porra, o filho da puta gozou de novo igual um cavalo.
A verdade é que eu me sentia usado e excitado.
Desde aquele dia, eu visito ele uma vez por semana e fui realizando minhas fantasias. Se vocês quiserem, vou contando elas pra vocês.
10 comentários - soy la puta de mi masajista
No encontré mi macho masajista aún...
10 puntos 😍