Virei a puta do meu cunhado (Relato)

Depois de uma semana, as ereções noturnas do Ricardo eram constantes, e eu sabia que o macho tava no fogo pela falta de sexo. Minha irmã tava em outra casa, praticamente impossibilitada de satisfazer ele. Na manhã seguinte, quando espiei ele tomando banho, vi que ele tava se masturbando. Não consegui resistir e entrei no banheiro com a desculpa de levar uma toalha. Ele me olhou surpreso, ainda com a mão se movendo sobre o pau duro e tenso, e embora eu tenha notado o olhar envergonhado dele, o prazer iminente não deixou ele parar. Eu me aproximei do chuveiro e, sem pensar duas vezes, me ajoelhei na frente dele, aproximando minha boca. Entre surpreso e excitado, o Ricardo me deixou chegar perto da ponta lustrosa e molhada do pau dele e suspirou resignado quando acolhi ele entre meus lábios.

"Isso não tá certo" — ele disse com os lábios apertados, segurando o pau inchado com uma mão e parando minha cabeça com a outra.

Eu insisti em silêncio, segurando ele pelas cadeiras afiadas e puxando ele pra mim sem deixar a glande rosada sair da minha boca. Ele acabou cedendo devagar, deixando que um pouco mais do tronco inchado entrasse na minha garganta. O resto foi mais fácil, e logo eu tinha a ereção inteira entrando e saindo num ritmo rápido e exigente. Senti ele se tensar, as pernas ficaram rígidas e ele se levantou na ponta dos pés. As mãos dele seguraram minha cabeça enquanto a cadela dele empurrava com mais força no meu rosto. Os pelos pretos e grossos do púbis dele arranharam meu nariz, e a dureza do pau me mostrou que ele tava prestes a gozar. Intensifiquei os movimentos de sucção e minha língua percorreu depressa a pele molhada dele. Minhas mãos se agarraram nas nádegas molhadas e escorregadias dele, empurrando ele pra gozar, e o jato quente e abundante de sêmen encheu minha boca. O gosto ácido e forte da porra dele me animou a chupar até o último espasmo, até ter tirado a última gota da mesma substância com que meu futuro sobrinho tinha se formado. Eu ordenei ele até deixá-lo seco.

Ricardo saiu do banheiro sem me dizer nada. Se vestiu como sempre pra ir trabalhar e, na hora de se despedir, tentou falar alguma coisa e desistiu. Ia saindo quando se virou e me abraçou. Só me apertou forte e, bem, bem devagar, sussurrou no meu ouvido: valeu, brother in law.

Naquela noite, esperei por ele até tarde com a janta quentinha, e Ricardo não chegou. Pensei que talvez tivesse estragado tudo por não ter me segurado, e me senti mal por ele e pela minha irmã. Na manhã seguinte, Ricardo estava na cama como sempre. Devia ter chegado tão tarde que nem percebi. Quando ele se levantou pra tomar banho, comecei a preparar o café da manhã. Não tive coragem de entrar no banheiro de novo e esperei por ele na cozinha. Quando saiu pra tomar café, ainda não estava vestido. Trazia a toalha enrolada na cintura, e isso era algo que ele nunca fazia. Sentou numa cadeira em frente à mesa e me olhou.

Fiquei te esperando no banheiro — ele disse, simplesmente.

Eu o olhei com uma mistura forte de tesão e carinho. Não disse mais nada. Ricardo me encarava direto nos olhos, me convidando a me aproximar. Caminhei até ele sem desviar o olhar. Suas pernas compridas foram se abrindo enquanto eu me aproximava. A toalha escorregou, deixando ver suas coxas peludas ainda molhadas. Cheguei mais perto, e a toalha deixou aparecer seus ovos redondos e macios pendurados entre as pernas. Mais um passo, e o começo do tronco do pau dele já estava à vista. Quando me ajoelhei entre suas pernas abertas pra afastar a toalha, a rola inteira estava à minha disposição.

Dessa vez não tinha pressa, nem culpa, nem espera. A rola do meu brother in law era minha, e me dediquei a adorá-la. Cheirei com cuidado, com aquela mistura de sabão e masculinidade enchendo meu desejo. Lambi desde a pontinha deliciosa até o balanço contínuo das bolas dele. Enfiei na boca uma por uma, pra terminar fazendo espaço pras duas ao mesmo tempo na minha bocona gulosa. Enrolei meus dedos entre os cachos negros da sua púbis, e molhei com minha saliva os pelos macios que desciam das suas bolas até o cu.

Ricardo permaneceu de olhos fechados. Na manhã ensolarada, enquanto na sala de jantar me deixava deleitar com a beleza absoluta do seu corpo, eu o quis mais do que nunca. Abstrado de tudo, me dediquei a dar prazer a ele enquanto, com uma mão, me masturbava suavemente, tentando não quebrar aquele momento mágico. Como da primeira vez, o gosto do seu sêmen me mergulhou num prazer absoluto que me fez gozar ao mesmo tempo que meu cunhado enchia minha boca com sua porra deliciosa. Quando já estava indo trabalhar, me disse que passaria cedo para me pegar e ir almoçar na casa da minha mãe.

Ricardo aproveitou a comida e a companhia da esposa, maravilhado com os movimentos do futuro filho na barriga da minha irmã. Se comportou normalmente com todos, como se nada tivesse acontecido entre nós, e logo fomos embora. Ao sair de casa, já no carro a caminho do apartamento dele, onde me deixaria antes de ir trabalhar, Ricardo falava nervosamente e se tocava na virilha quase sem perceber. O volume grande do seu pau era bem visível e não consegui evitar de tocá-lo. Ricardo me deixou acariciá-lo durante o curto trajeto até a casa e foi difícil descer do carro e vê-lo partir.

Naquela noite, esperei por ele mais ansioso do que nunca, mas Ricardo ligou para dizer que chegaria tarde porque sairia para comemorar com um amigo do escritório. Desiludido, fui dormir.

Acordei de madrugada ao sentir umas mãos percorrendo meu corpo. Era Ricardo, claro, e vinha meio bêbado. Sem muitas carícias nem preâmbulos, tentava puxar minha cueca de forma atrapalhada e meio desesperada. Levantei o quadril para que ele pudesse tirá-la sem problemas, e ele quase a arrancou de uma puxada. Fiquei totalmente nu e na expectativa. Era minha primeira vez. Nunca tinha transado com ninguém, nem homem nem mulher, mas sabia perfeitamente tudo o que precisava. O desejo me Sufoquei e, com uma espera angustiante, vi Ricardo se despir. O pau dele estava totalmente duro, e mais lindo do que nunca. Queria chupá-lo como tinha feito de manhã, mas Ricardo me afastou com um tapa e, surpreso, deixei que ele me mostrasse o que queria.

Ricardo me virou de bruços sem maiores explicações. As mãos dele acariciaram minhas nádegas, abrindo-as na hora. Me senti totalmente exposto e vulnerável. Uma sensação nova pra mim. Ricardo passou creme no meu cu e me montou com a mesma força e firmeza que faria com uma mulher. Eu não estava preparado pra ele, e a penetração foi dolorosa pra caralho. Supliquei pra ele parar, pra ser mais gentil comigo, porque nunca tinha feito aquilo antes. Isso pareceu irritá-lo, porque em vez de parar, ele enfiou o pau que eu tanto admirava até o fundo, sem piedade.

Me agarrei aos lençóis, segurando o grito que queria escapar da minha garganta, pensando que ele era a coisa mais importante da minha vida e que o que eu aguentasse era nada comparado ao prazer que eu poderia dar a ele. O hálito quente dele, empurrando e bufando na minha nuca, mostrava o quanto ele estava curtindo, e tentei ignorar a sensação dilacerante que me rasgava o cu. Ele me comeu rápido e forte, gozando dentro de mim aquela porra que eu já tinha provado na minha boca, e sem nem me agradecer, me desmontou e caiu no sono, todo largado do meu lado.

Muitos sentimentos e sensações me rodearam naquela hora. Me senti ferido pela falta de interesse dele, por nem ter tentado fazer com que eu também aproveitasse, mas por outro lado sentia que o amava mais do que nunca, que agora eu era dele e que pertencia a ele. Me limpei no banheiro e me deitei pra olhar pra ele. Era lindo e senti que o adorava. Passei minhas mãos pelo corpo nu e dormido dele, acariciando de leve o sexo agora mole e pequeno, lambi e descobri a mistura do cheiro dele com o meu, e mesmo que ele não percebesse, me masturbei enquanto cheirava e lambia o pau dele. Sonolento. Finalmente me aninhei ao lado dele e também dormi.

Acordei antes dele e preparei o banho e o café da manhã. Ricardo levantou-se com uma baita ressaca e um mau humor que eu nunca tinha visto nele. Enquanto tomava banho, me chamou, e eu fui correndo ao banheiro ver o que ele queria. Encontrei ele debaixo do chuveiro, nu e lindo. Não disse nada, só apontou pro pau dele, duro e grosso. Entrei no chuveiro pra chupar a rola dele enquanto ele se encostava na parede e curtia o boquete. Me senti feliz por ele precisar de mim, e quando ele foi trabalhar, fiquei pensando nele e em como eu o amava.

Naquela noite, ele me comeu de novo. Não estava bêbado, então foi um pouco melhor que a noite anterior. Mesmo assim, foi um sexo intenso, sem carícias nem frescuras. Ele só passou a mão na minha bunda um pouco depois que chupei o pau e as bolas dele até quase fazê-lo gozar na minha boca. Dessa vez, ele quis que eu sentasse no pau dele, de costas pra ele. Eu obedeci, mesmo ainda me sentindo meio dolorida. Passei um pouco de creme e montei. A vara dura dele penetrou quase até a metade, e o resto tive que enfiar, apesar da dor. Meu cunhado me segurou pela cintura e me empalou na pica dura e exigente dele, fazendo eu pular e quicar em cima dele, sentando naquela vara de carne uma vez e outra, até fazê-lo suspirar de prazer. Ele disse que era uma das melhores fodas da vida dele.

De madrugada, ele me montou de novo. Entre sonhos, senti os dedos dele cutucando minha bunda, e quando ele enfiou dois dedos, acordei de repente. Ricardo passou um pouco de cuspe e meteu de novo até gozar e me deixar dormir. De manhã, acordamos tarde e não deu tempo de fazer mais nada, mas na hora do almoço, Ricardo já tava doido pra meter de novo. Ele me falou num sussurro enquanto minha mãe servia a sopa e meu pai falava sobre algo que tinha ouvido no jornal. Ricardo me fez um sinal. enquanto ele se desculpava pra ir ao banheiro, e eu não tive escolha a não ser segui-lo. No banheiro, ele desabotoou a calça, que escorregou pelas suas pernas longas e peludas. O pau dele, duro e ansioso, me esperava. Eu me ajoelhei pra chupá-lo, mas meu cunhado me levantou e me apoiou na pia, abrindo minhas nádegas pra lambuzar meu cu com saliva. Meteu sem mais demora, ali, na casa dos meus pais, a poucos metros da esposa dele e da minha família. Me senti tão excitada quanto ele, e juntos gozamos rápido, ele no meu cu e eu me masturbando em cima da pia branca da minha mãe. Saímos como se nada tivesse acontecido e comemos com minha família igual sempre.

À noite, ele me comeu de novo, dessa vez em cima da mesa da sala de jantar com todas as luzes acesas e com a mesma pressa de sempre. Comecei a suspeitar que Ricardo era um viciado em sexo e imaginei que, mais cedo ou mais tarde, a novidade de transar comigo passaria, e que talvez então eu teria a chance de fazer isso com ele de um jeito mais carinhoso. Mas eu estava enganada.

Depois de uma semana, onde ele me comeu de todas as formas imagináveis e nas posições mais malucas que conseguiu pensar, achei que Ricardo ia se acalmar, mas não foi assim. Uma noite, ele chegou em casa do trabalho acompanhado de dois caras. Me apresentou a eles e pediu que eu preparasse algo pra beber. Os três sentaram na sala, e eu levei as bebidas. Depois de uma hora, já estavam bem altinhos. Ricardo colocou um filme pornô no videocassete. Uma loira de peitos enormes chupava o pauzão de um negro enquanto outro metia o dele por trás. Ricardo e os amigos ficaram tesudos. Notei os volumes por baixo das calças e os comentários que faziam entre si só os deixavam mais e mais excitados.

— Sabiam que meu cunhado sabe chupar um pau tão bem quanto essa peituda aí? — disse de repente pros dois colegas.

Eles me olharam entre divertidos e surpresos, enquanto eu emudeci de Pena e tentei calar o Ricardo com o peso do meu olhar.

- Não brinca, Ricardo - disse um deles - como isso vai ser possível?

- Juro por Deus - respondeu meu cunhado - esse moleque faz uns boquetes espetaculares, se eu sei disso.

- Ah, filho da puta - comentou o outro - então você já provou, hein, seu Ricardo.

- Você me conhece - disse ele - quando a vara sobe, sou capaz de qualquer coisa. E meu cunhado é muito complacente comigo.

- Então empresta ele pra gente, né? - pediu o primeiro.

- Claro, ele vai adorar chupar a pica de vocês dois, não é? - disse ele, olhando pra mim.

Eu tentei recusar, mas Ricardo se levantou e quase me empurrou pra cima das pernas de um dos amigos dele, que sem precisar de mais explicações abriu a braguilha e puxou o pau pra fora. Eu não queria chupar a pica, mas Ricardo queria que eu fizesse, e eu queria agradar ele. Peguei a pica do cara com uma mão e meti na boca. O outro amigo bateu palma de tesão quando viu isso, e também puxou o pau pra fora, acariciando ele enquanto esperava a vez. Ricardo me olhava extasiado, e eu sabia que ele tava tão excitado quanto os dois amigos. Logo o primeiro gozou na minha boca e o outro já tava esperando. Chupei a pica dele também e, quando terminei, continuei com a do meu cunhado. Os três deixaram as cargas de porra na minha boca e eu bebi o leite deles até a última gota. Satisfeitos, os amigos do Ricardo se despediram e prometeram ligar pra ele pra se encontrar de novo. Assim que eles foram embora, Ricardo me despiu apressado ali mesmo na sala onde eu tinha acabado de chupar as picas dos amigos dele e abriu minhas pernas. O pau dele tava duro de novo, e dessa vez ele queria meu cu, não só minha boca. Ele me comeu com força, enquanto não parava de repetir que eu era tão puta que não tinha me importado de comer os paus dos amigos dele, e que agora ele tava me dando no cu porque esse era o prêmio que eu merecia por ser tão puta. Eu me perdi na sensação do pau dele perfurando meu cu e não liguei. Lembrei que tinha sido ele mesmo quem me ordenou que fizesse aquilo.

Dois dias depois, Ricardo me ligou no meio da manhã, dizendo que não podia passar para me pegar pra ir almoçar na casa da minha mãe, e que eu esperasse ele na esquina do trabalho dele, porque de lá a gente iria embora. Achei estranho, já que o trabalho dele ficava mais longe da casa da minha mãe, mas obedeci. Quando ele chegou pra me buscar, não veio sozinho; estava com um dos dois amigos que tinham estado em casa. Ricardo disse que o amigo dele precisava urgentemente de um boquete e me ordenou que fizesse no banco de trás enquanto ele dirigia. Obedientemente, subi atrás e abri a braguilha do amigo, que já estava de pau duro e pronto. Enfiei na boca, enquanto o carro andava pela cidade, com medo de ser vista por algum transeunte. O amigo empurrava minha cabeça contra o pau duro dele, e eu sentia a cabeça batendo no fundo da minha garganta. Quando consegui fazer ele gozar, o amigo de Ricardo desceu numa esquina, e eu passei pra frente, junto com meu cunhado.

— Abaixa as calças — ele ordenou.
— Aqui? E se alguém me ver?
— Obedece, porra!

Fiz o que ele mandou. Abaixei as calças e a calcinha, sentando com a bunda nua no estofado do carro dele. Ricardo enfiou a mão direita entre minhas pernas enquanto dirigia com a esquerda.

— Tá com a bunda molhada, igual a qualquer puta de rua. Você se excitou com o boquete que deu pro meu amigo, né?

Eu concordei, sem explicar que ele era o único que me excitava e que as palavras e o tratamento dele eram o que tinham deixado meu pau duro.

— Já sabia, você é uma safada, putinha.

Os dedos dele entraram na minha bunda junto com as palavras. Abri as pernas, permitindo um acesso melhor enquanto a gente parava no sinal vermelho. Do lado do carro, o motorista de um caminhão de mudança enorme ficou olhando pra gente, percebendo o que tava rolando. Fez um gesto obsceno pra mim que me encheu de vergonha. Ricardo percebeu que eu tentava fechar as pernas porque o motorista tava nos observando, e em vez de me deixar fazer isso, ele abriu ainda mais, deixando o cara olhar minha bucetinha aberta.

- Cê gostou? - gritou pra ele pela janela aberta.

O cara mostrou o dedo do meio enquanto enfiava entre os dedos da outra mão, imitando o movimento de uma foda, e balançava a cabeça. O sinal ficou verde e a gente arrancou. Fiquei feliz de me afastar, mas o Ricardo estacionou uma quadra depois assim que achou vaga. O caminhão de mudança fez o mesmo e o Ricardo desceu pra falar com o cara. Voltou um minuto depois e mandou eu segui-lo enquanto trancava o carro. O cara da mudança tinha descido também e vi que era grande e bem forte. Devia ter uns 40 anos e os braços cheios de tatuagem. Abriu a porta traseira do caminhão e nós três subimos. Fechou a porta e ficamos no escuro. Acendeu uma luzinha e nos olhamos os três.

O Ricardo procurou onde sentar e se acomodou, mandando o cara começar. O homem chegou perto de mim e começou a me acariciar enquanto beijava meu pescoço e desabotoava minha roupa. Eu tentava não olhar pra ele e fixei o olhar no Ricardo, que sentado nos observava com muita atenção, curtindo me ver naquela situação. Depois de me deixar completamente pelada, o cara tirou toda a roupa dele. Pelado, era ainda mais impressionante. O pauzão dele brilhava vermelho sob a luz da lâmpada e ele mandou eu chupar. Eu não tava afim, mas o Ricardo tava olhando, então me ajoelhei pra enfiar a vara grossa do motorista na boca, sob o olhar atento do meu cunhado, que começou a se acariciar por cima da calça sem parar de nos olhar. Depois de um tempo de boquete, o cara tirou a rola da minha boca e se posicionou atrás de mim. Me empurrou até me deixar de quatro, igual um bicho. Tava na frente do Ricardo, quase entre as pernas dele, e me concentrei na braguilha inchada dele pra não sentir o Tipo, por trás ele começou a me comer. O pau dele entrou no meu corpo e eu gemi sem querer. Ricardo abriu a braguilha, liberando o pau dele ereto quase na minha cara. Ele me puxou pra perto e eu abri a boca, pronta pra receber. Minha buceta tava cheia de pau, mas o único que importava era o que eu tinha na boca. Ricardo se inclinou um pouco pra acariciar meus mamilos. Eu nunca tinha feito aquilo, e as carícias dele, mesmo sendo brutas, me fizeram esquecer de tudo. Os dedos dele nos meus bicos me encheram de prazer, e minha buceta deve ter se contraído de tesão, porque o motorista da mudança começou a bombar com mais força e logo deixou a carga dele dentro de mim, enquanto Ricardo gozava na minha boca.

Voltamos pro carro de novo e Ricardo dirigiu em silêncio até chegar na casa dos meus pais. Laura tinha começado a ter contrações e tudo foi esquecido enquanto a gente se preparava pra ir pro hospital. Naquela mesma noite, meu sobrinho nasceu e, com a chegada dele, eu sabia que minha vida na casa do Ricardo tinha chegado ao fim. Não soube se ficava triste ou feliz. Por um lado, sabia que ia sentir falta dele, mas, por outro, a relação tinha tomado um rumo muito estranho, que não era o que eu esperava.

Pra minha surpresa, a família decidiu que a Laura e o bebê iam ficar mais uns dias em casa, pra minha mãe poder ajudar minha irmã com o recém-nascido. Enquanto me contavam isso, Ricardo me olhava com um olhar estranho e, sem ninguém perceber, ele passou a mão no próprio saco bem onde eu pudesse ver. Não consegui deixar de ficar excitada, e soube que aqueles dias, por mais curtos que fossem, seriam muito bem aproveitados pelo meu cunhado.

Nas duas primeiras noites dormi sozinha, porque Ricardo acompanhou a Laura na casa dos meus pais, mas o choro do bebê e as idas e vindas de madrugada pra amamentar não deixavam meu cunhado descansar, e o trabalho dele tava sofrendo. Ele explicou pra minha irmã que precisava dormir bem e que era melhor esperaria junto comigo até que ela pudesse voltar. E o tive de novo em casa.

Na primeira noite, ele me comeu violentamente, e várias vezes. Eu não entendia de onde ele tirava tanta energia. O pau dele precisava de pouco tempo pra se recuperar e minha bunda dolorida mal se refazia de uma fodida quando ele já estava me abrindo de novo com energia renovada. Apesar de tudo, eu sempre acabava excitada, e o pau dele continuava sendo uma fonte inesgotável de prazer pra mim. Eu colocava minhas pernas nos ombros dele, abrindo totalmente a bunda pra ele, e deixava ele me penetrar. Me apoiava na parede, na cama, na mesa da sala, no chuveiro, ou onde ele quisesse, oferecendo minha bunda e minha obediência total às necessidades dele. Eu mamava o pau dele, chupava, acariciava, deixava ele duro e espremia sempre que ele pedia, e comia e bebia tudo o que aquele pau produzia.

Uma semana inteira à disposição dele, satisfazendo até o menor dos seus desejos, mas pra Ricardo isso não era suficiente.

3 comentários - Virei a puta do meu cunhado (Relato)

me encanta qie el sea tan dominante y vos tan complaciente
Seffero +1
me gusto tu relato quantos te estaran envidiando donde esta tu secreto?.