Tudo começou em 94. Sou pai de três filhos: meu filho mais velho, Rafa, e minhas filhas Eva e Sofi (naquele ano, elas tinham 18, 15 e 14 anos, respectivamente). Com minha esposa, sempre tivemos um sexo muito bom; apesar de ela ser muito reservada, consegui que na cama ela se soltasse 100%. Fizemos as mesmas cenas de qualquer filme pornô que assistíamos. Até que um dia notei a porta entreaberta e, quando foquei o olhar, vi meu filho sumindo. Não falei nada pra minha mulher e percebi que nunca tinha conversado sobre esses assuntos com ele. Então, no dia seguinte, convenci minha mulher a levar as meninas pra passear, esperei meu filho chegar da escola e sentamos pra conversar. Comecei falando besteiras, abraçava ele de vez em quando pra dar confiança, e me animei a perguntar se ele tinha namorada. Ele, todo envergonhado, disse que não, que as minas que ele curtia não davam bola pra ele. Aí me animei e perguntei se ele sabia sobre sexo. Ele disse que sim, e fomos fundo no assunto até que, sem querer, eu soltei.
- É bom que você saiba de tudo isso pra quando chegar a hora, saber fazer o amor igual me viu fazer ontem à noite. Notei como o coitadinho ficou vermelho e abaixou o rosto. Abracei ele pra dizer que não fiquei bravo com isso, mas que não é certo ficar nos espiando. Ele só concordou e, de repente, me disse: - Pai, por que seu pau é tão grande?
Tenho que admitir que Deus me privilegiou muito com o tamanho da minha pica. Tudo que me falta em beleza e físico, eu compenso com meu bom tamanho de pica. Mas aquela pergunta me deixou atônito. Não sabia o que responder, e consegui dizer que quando ele crescesse, também ia ter aquele tamanho. Não sei por que, mas fiquei com muita vergonha e mudamos de assunto, comecei a perguntar sobre as matérias, e como ele tava meio por fora, prometi um prêmio que ele pedisse.
Os dias foram passando na rotina de sempre, mas na minha cabeça só rodava uma pergunta: "Por que meu filho me perguntou sobre meu pau e não sobre as tetas ou a buceta da mãe dele?" Ficava pensando nisso o tempo todo, até que comecei a suspeitar que talvez meu filho pudesse ter tendências homossexuais. Foi bem difícil, pra ser sincero, mas como eu tinha um amigo psicólogo, fui conversar com ele. Meu amigo me parabenizou por ter tomado a decisão de falar com ele, e começamos primeiro a esperar pra ver que indícios meu filho dava pra confirmar ou não se era gay. Todas as explicações que ele me dava me chocavam muito, foi sofrido, mas aos poucos fui me acostumando com a ideia de que, se ele fosse gay, eu teria que cuidar dele.
Fiquei um tempão enchendo o saco dele com perguntas, mas ele nunca me contava nada. Sempre lembrava que meu amigo tinha dito pra eu conquistar a confiança dele e tentar não ter tabu se quisesse ajudá-lo. Não vou negar que cheguei a pensar em quem seria o cara que ia arrombar a bunda do meu filho, tinha medo que fosse algum degenerado, mas me acalmei e parei de encher ele de perguntas. Foi assim até que um dia, quando estávamos sozinhos, ele veio e me abraçou. Perguntei: — O que foi, filho? — Nada, tô triste. — Por quê, filho? O que aconteceu? — Tem uma pessoa de quem eu gosto muito, e não sei como contar pra ela. Tenho medo de levar um fora e depois ela sair contando por aí.
Ouvir tudo aquilo me deixou sem palavras, não sabia o que dizer pra ele. Minha vontade era dar uma bronca, mas sabia que não podia, porque ia perder a confiança que tinha conquistado. Só que enquanto eu tava ali sem saber o que falar, ele simplesmente soltou o abraço, saiu correndo pro quarto dele e se trancou lá. Tentei segurá-lo, mas ele não me deu bola. Não parava de pensar em quem seria aquele homem e, ao mesmo tempo, em como eu ia reagir quando ele me dissesse que o cara de quem tava falando era um homem. Respirei fundo e fui até o quarto dele. Pedi pra ele abrir a porta e, depois de uns minutos, ele abriu. — Filho, por que você fica bravo assim? Não me deu nem tempo de reagir! — Desculpa, pai, é que tô com vergonha! — Tá bom, quer conversar direito agora? — É que não sei, acho que você vai ficar puto.
Ficamos discutindo se falava ou não, até que ele mudou de assunto e me mostrou como tinha melhorado as notas. Eu o parabenizei e, cheio de alegria, falei: — Bom, agora tenho que cumprir minha promessa. Vamos lá comprar o que você quiser. — Pai, não precisa! Na verdade, queria te pedir outra coisa! — O quê, filho? Fala. — Se não te incomoda, quero ver seu pau. Eu fiquei paralisado, mais paralisado do que antes! Não sabia o que dizer de novo, e ele me disse: — Desculpa, pai, fui sem noção! Me perdoa, pai!
E saiu do quarto dele, eu fiquei com a cabeça a mil, comecei a procurar ele pra dizer que aquilo não estava certo e conversar claramente com ele, mas ele não estava, tinha pegado a bicicleta e ido embora. Não tive coragem nem de perguntar pro meu amigo psicólogo porque não queria confirmar que meu filho é gay. Tive uma luta interna tão, mas tão grande, minha mulher chegou e percebeu que eu estava muito distraído. Na minha mente, até imaginava meu filho chupando meu pau e eu ficava excitado, aí comecei a me punir por pensar essas coisas com meu filho, e tentava me acalmar e pensar com clareza pra ajudar ele. Fui pra cama cedo e ali resolvi: talvez se eu mostrar meu pau pra ele, ele se assusta e não quer conhecer outro. E naquela noite, quando todo mundo estava dormindo, fui até o quarto dele. Entrei e ele também não conseguia dormir, então falei: - Filho, sobre o seu prêmio, tenho que cumprir, mas quero que saiba que não é certo um pai fazer essas coisas. Só estou fazendo isso pra manter a confiança que temos, e você tem que me prometer que não vai contar pra ninguém.
Ele assentiu e naquele momento eu me condenei a uma morbidez impressionante. Enquanto ia baixando minha pijama, via a cara de ansiedade incrível dele, tava me excitando só de ver o rostinho dele. Quando fui baixando a cueca, vi os olhos dele se abrindo enormemente. Comecei a desejar que ele me chupasse. Quando tirei meu pau, não sei por que me aproximei mais, como se estivesse indicando pra ele pegar. Ele me perguntou se podia tocar e eu só assenti e fechei os olhos. Senti aquela mão linda tocando, acariciando devagar, eu explodia de prazer, até que senti ele começar a me masturbar e voltei à realidade. Sem querer assustar ele, falei que ia embora caso a mãe dele acordasse. Ele sorriu pra mim e agradeceu. Eu saí rápido porque se ficasse mais um segundo, não ia resistir à vontade de comer ele. Tão tarado que tava, acordei minha mulher e fiz um amor gostoso como quando éramos jovens. No dia seguinte, a culpa me invadiu, me senti um degenerado com meu próprio filho, não parava de pensar em cenas pornô com ele o tempo todo. Passou umas semanas e de novo ficamos sozinhos em casa fazendo serviços de homem. Eu meio que evitava ele, mas ele se animou e disse: — Pai, tenho uma dúvida! Você goza meio aguado? Ou sai bem branquinho igual nos filmes pornô?
Eu, com toda a segurança, falei pra ela: — É normal sair assim, quando você crescer vai ver que sai branquinha. — Aaaah... Cê não me mostra como é a sua, por favor? — Kkkkkkk... Quê... cê quer que eu bata uma na sua frente? — Sim, eu te ajudo igual no outro dia! — Filho, desde quando você ficou tão ousado? Não é certo a gente fazer isso!
Levantou puto e foi pro quarto dele. Eu segui ele e dei uma bronca por ele ter ficado puto daquele jeito, e ele falou: "Só quero saber umas paradas e você sempre arruma um porém, cê sabe que isso fica só entre a gente dois." Tentei acalmar ele e, quando consegui, falei: "Beleza, mas a gente bate uma punheta juntos e compara, quer?
A alegria que ele me deu foi inexplicável. Tranquei a casa toda e fomos pro meu quarto. Lá, o Rafa já tinha colocado um dos meus filmes pornô — ele sabia muito bem onde estavam escondidos. Eu nem precisava do filme, porque já tava mais que excitada, aquele cara me deixava louca. Tirei a roupa e deitei do lado dele, começando meu trabalho de masturbação, quando de repente ouço: — Posso tocar nela um pouquinho, por favor?
Assenti com a cabeça, e pensava comigo mesmo, como me excita sua mão, a puta mããããe... Era muito bom bater punheta, eu pegava suave, aproveitava meu pré-gozo pra me fazer delirar de prazer enquanto me masturbava, fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás quando comecei a sentir a língua dela no meu pau, fiquei assim, gemendo e gozando, a culpa não conseguia vencer o prazer que eu tava sentindo, aquela boca morninha, aquela língua passando por todo lado, sentia meu pau pulsando dentro daquela boca, ela chupava tirando todo meu líquido pré-seminal, e começo a sentir minhas bolas se contraírem e falo - Cuidado que vou gozar agora. Ela para de chupar na hora e os primeiros jatos foram na cara dela e o resto no meu peito e barriga.
Me sento um pouco e vejo ele com os jatos de porra na cara dele e ele me diz - Desculpa, tentei meter mais fundo mas é muito grande, não consegui! - Filho, você não precisava fazer isso. - Não gostou? fiz errado? - Pelo contrário, adorei... Mas
E nisso ouvimos o carro da minha mulher chegando e saímos correndo, mas percebi que os jatos de porra que ela tinha na cara, ela passou os dedos e levou à boca. Ele foi pro quarto dele e eu entrei no banho.
Tava mais gostoso do que nunca, ainda com o pau duro, enquanto saía do banho ouço minha mulher falando pro Rafa que as meninas ficaram na casa da avó, que se ele quisesse ela levava, e ele preferiu ir de bike. Esperei minha mulher voltar pro quarto e comi ela umas 3 vezes naquela tarde, e ela me disse meio brincando: "Espero que você não esteja excitado com alguma gostosa e descontando em mim, né?" Eu só ri e enchi ela de beijos. Amo minha mulher com toda minha alma, mas sentia desejos carnais pelo meu próprio filho, não conseguia tirar da cabeça a boquete gostosa que ele tinha me dado. Minha sacanagem não parava, tava com vontade de comer o cu dele, não conseguia frear esses desejos. A culpa de vez em quando acalmava a vontade, mas ela voltava com mais força. Decidi evitar meu filho por um tempo, deixar ele de lado pra ver se ele tinha se arrependido. Mas pelos gestos, percebia que não.
Um final de semana, por causa do trabalho, precisei ir pra outra província, já que a pessoa que a gente mandava pra supervisionar aquela filial tinha pedido demissão. Convidei minha mulher, porque eu resolvia tudo na sexta e no sábado de manhã, e aí a gente tinha sábado à tarde e o domingo inteiro pra passear. Ela não aceitou porque tinha um evento super importante de uma amiga dela, e me falou que eu podia levar o Rafa. Eu recusei, dizendo que ele não ia aceitar pra poder ficar com os amigos, e que se eu pedisse, ele ia dizer que sim só pra não me desapontar. Pra minha surpresa, na sexta de manhã, quando eu tava saindo, minha mulher fala: "Tenho uma surpresa, já sei quem vai ocupar meu lugar no voo". E aparece meu filho com a mochila pronta, todo feliz, me abraça e diz:
- Como não vai me convidar, se você sabe que me deixa muito feliz poder te acompanhar.
Eu só ri e fomos embora. Tudo seguiu normal até sábado à tarde. Perguntei o que ela queria fazer, se queria sair pra passear, e ela disse que não estava se sentindo bem, que ia pro hotel, e que se eu quisesse, podia ir sozinho. Claro que me preocupei e fiquei com ela. Mal entramos, ela disse: "Já me sinto muito melhor. Repete aquele negócio da outra vez, por favor!" — "Não, filha, tô muito cansado! Vamos dormir um pouco e depois a gente vê, quer?
Com cara de triste, ele me disse que sim e fomos dormir. Pra minha surpresa, acordei e ele tava mamando minha pica com toda a vontade. Quando acordo, ele pergunta: — Tá gostando agora? Tô melhor do que antes? Falo que sim e ele explica que treinou com pepinos e cenouras, e manda eu olhar. Vejo ele começar a tentar engolir tudo, tava desesperado pela minha pica, não parava de chupar, me punhetava só com a boca, me deixava louco de prazer. Depois de um tempo, ele levanta e senta na minha barriga, dizendo: — Treinei muito com o pepino pra não doer, quero que você seja o primeiro a encher meu cu de porra.
Eu não acreditava como meu filho falava comigo, ele estava desesperado pela minha pica. Quando terminou de dizer isso, pegou minha pica e colocou na entrada do cu dele. Já estava lubrificado, então a cabeça entrou bem e ele soltou um gemido forte. Eu deixei ele fazer o que queria, mas quando ele tentou sentar mais, senti o anel do cu dele não deixar passar. Mesmo com cara de dor, ele forçava pra entrar mais. Aí eu me inclinei um pouco e falei no ouvido dele: "Deixa com o pai, que entende disso." Ele me abraçou, me beijando por todo lado, e eu fui deixando aos poucos minha pica se adaptar ao cu dele. Via a cara de dor dele, mas ele não reclamava. Perguntei se ele tinha certeza, e ele disse que sim, que queria isso há muito tempo. Quando menos percebemos, já tinha meia pica dentro. Viramos, ele ficou embaixo com as pernas nos meus ombros, e comecei bem devagar a meter e tirar minha pica. Via o rosto dele diferente, os lábios super rosados, brilhantes e um pouco inchados, o coração dele que parecia que ia pular do peito, os olhos que ele mal conseguia manter abertos, e a voz e os gemidos que me deixavam descontrolado. Sem perceber, comecei a meter com toda a força. Ele gritava e gemia, e isso me excitava mais. Era como se eu não conseguisse controlar aquela porra de ritmo infernal. Beijava o pescoço dele, os peitinhos lindos, aqueles lábios inchados, e aí ele disse: "Adoro como você tá me comendo." Falou no meu ouvido, e eu comecei ainda mais desesperado do que antes, metendo sem parar. Já sentia minha pélvis batendo nas bolas dele e minhas bolas batendo no cu dele. Não conseguia me controlar. Parecia que eu não comia há anos, do jeito que tava comendo aquele cu. Tão quentinho, tão apertado, tão desejado por mim há dias. Inevitavelmente, tanta desesperação fez com que em 20 minutos eu gozasse toda minha porra dentro do cu do meu filho. Caí sem ar em cima dele, e ele disse: "Obrigado, obrigado, obrigado." Recuperando o fôlego, tentei sair, e meu filho falou: "Não, por favor, não tira! Continua mexendo devagarzinho assim, que eu gosto.
Meu pau continuava duro como pedra, enquanto eu me virava e ajustava ele pra ficar na posição de conchinha. Cada vez que sentia meu pau saindo um pouco, eu empurrava pra ele ficar todo dentro. Quando conseguimos nos ajeitar na pose, já com a respiração super recuperada, começamos a foder de novo. Continuava sentindo a bunda dele bem apertada, mas ele não reclamava tanto e dizia que não tava doendo. Ficamos nessa posição por um bom tempo, não conseguia parar de comer ele, adorava sentir meu pau dentro da bunda linda dele, e ficava ainda mais desesperado ouvindo ele gemer de prazer. Ele falava o tempo todo o quanto adorava sentir meu pau. Depois coloquei ele de quatro, e terminamos de barriga pra baixo com eu por cima dele. Eu me erguia só pra ver meu pau entrando e saindo da bunda dele. Ao ver aquilo, me deitei sobre ele, abraçando e segurando pelos ombros, e de um jeito impressionante, comia ele desesperadamente. Parecia um adolescente na primeira vez, descobrindo o prazer ao máximo. Comecei a sentir a bunda dele se contrair e chupar meu pau, esse prazer foi ainda maior e comecei a soltar toda minha porra de novo dentro da bunda dele. Quando recuperamos a respiração de novo, meu filho, surpreso, me disse: — Pai, gozei sem nem me tocar? Tem algo errado? — Não, bebê, isso é normal!
Expliquei pra ela aquela parada da próstata e fomos tomar banho, acabamos dormindo. No outro dia acordei e de novo a culpa tomou conta de mim, brigando com as lembranças da noite gostosa que tinha passado. Mas a culpa venceu, então a gente se arrumou pra voltar. Quando cheguei em casa, mal abri a porta e lá estava um colega de trabalho da minha esposa. Me surpreendi ele ficar tão nervoso e falar tão alto. Daí a pouco minha esposa apareceu, também meio nervosa, agradeceu ele por ter dado carona e ele foi embora.
Não vou prolongar isso, mas depois de tantas brigas por causa daquela situação, minha esposa confessou que me traía, que a única coisa que me prendia a ela eram os filhos e o sexo bom. Fiquei sem saber o que fazer. Ela decidiu ir embora e terminamos nos separando numa boa. Minhas filhas escolheram morar com ela, mas Rafa pediu para ficar comigo. Passou um tempão depois da separação, uns seis meses. Eu pensava mais naquela última noite que passei com Rafa na viagem do que na minha ex. Não entendia o que estava rolando comigo. Morria de vontade de comer ele de novo, mas se pensasse em outro homem, sentia nojo. Já com Rafa era o contrário. Naquela época de abstinência, só de olhar pra ele já subia a vara. Tinha certeza de que sentia uma atração só sexual pelo meu filho, mas tinha decidido deixar tudo pra trás. Uma noite, ele entrou no meu quarto pedindo pra conversar e disse: — Me desculpa, pai. Sinto que por minha culpa você se separou da mamãe. Me perdoa!
Eu abracei ele e expliquei como tudo tinha sido, e pedi pra ele não odiar a mãe por causa disso. Essas coisas às vezes acontecem com alguns casais. A gente conversou muito sobre esses assuntos até ele dormir, eu dormi abraçado nele e acordei quando ele sentou na cama. Fingi que tava dormindo, achando que ele ia sair do quarto, mas pra minha surpresa ele me descobriu, baixou minha cueca e começou a me dar um boquete delicioso. Não aguentei muito, em menos de 10 minutos eu tava enchendo a boca dele de porra. Ele saboreava tanto que acabou me oferecendo a bunda dele. Naquela noite a gente trepou umas 4 vezes sem parar. Todo dia ele chegava e pedia pra eu comer ele a noite inteira, coisa que depois de alguns dias meu corpo já não aguentava tanto as exigências dele. Ele tava com a libido no talo. Até que um tempo depois ele confessou que tava afim de um cara da academia que tinha chamado ele pra tomar algo. Ele saiu e voltou tão feliz do encontro, mas continuava pedindo pra eu comer ele. Teve vários rolos e encontros só de sexo, e vinha tudo me contar sem nenhum pudor.
Quando conheci outra mulher, disse a ele que precisava me permitir ser feliz com ela. Ele aceitou, mas quando ficávamos a sós, com a menor insinuação que eu fazia, a gente acabava transando como dois loucos desesperados. Atualmente ainda estou em um relacionamento, e meu filho mora sozinho há 4 anos. Toda vez que vou visitá-lo, se estamos sozinhos, ou a gente trepa ou pelo menos ele me faz um boquete bem gostoso. Agora ele está em um relacionamento e é muito feliz com esse cara, que claramente o ama pra caralho. Então já faz um bom tempo que evito qualquer situação que possa nos levar a transar de novo. Vamos ver quanto tempo vou aguentar sem aquele rabo lindo do meu filho. A culpa sempre esteve aí, por causa dessa sociedade onde fomos criados. Mas o tesão sempre venceu, e eu nunca consegui me controlar.
- É bom que você saiba de tudo isso pra quando chegar a hora, saber fazer o amor igual me viu fazer ontem à noite. Notei como o coitadinho ficou vermelho e abaixou o rosto. Abracei ele pra dizer que não fiquei bravo com isso, mas que não é certo ficar nos espiando. Ele só concordou e, de repente, me disse: - Pai, por que seu pau é tão grande?
Tenho que admitir que Deus me privilegiou muito com o tamanho da minha pica. Tudo que me falta em beleza e físico, eu compenso com meu bom tamanho de pica. Mas aquela pergunta me deixou atônito. Não sabia o que responder, e consegui dizer que quando ele crescesse, também ia ter aquele tamanho. Não sei por que, mas fiquei com muita vergonha e mudamos de assunto, comecei a perguntar sobre as matérias, e como ele tava meio por fora, prometi um prêmio que ele pedisse.
Os dias foram passando na rotina de sempre, mas na minha cabeça só rodava uma pergunta: "Por que meu filho me perguntou sobre meu pau e não sobre as tetas ou a buceta da mãe dele?" Ficava pensando nisso o tempo todo, até que comecei a suspeitar que talvez meu filho pudesse ter tendências homossexuais. Foi bem difícil, pra ser sincero, mas como eu tinha um amigo psicólogo, fui conversar com ele. Meu amigo me parabenizou por ter tomado a decisão de falar com ele, e começamos primeiro a esperar pra ver que indícios meu filho dava pra confirmar ou não se era gay. Todas as explicações que ele me dava me chocavam muito, foi sofrido, mas aos poucos fui me acostumando com a ideia de que, se ele fosse gay, eu teria que cuidar dele.
Fiquei um tempão enchendo o saco dele com perguntas, mas ele nunca me contava nada. Sempre lembrava que meu amigo tinha dito pra eu conquistar a confiança dele e tentar não ter tabu se quisesse ajudá-lo. Não vou negar que cheguei a pensar em quem seria o cara que ia arrombar a bunda do meu filho, tinha medo que fosse algum degenerado, mas me acalmei e parei de encher ele de perguntas. Foi assim até que um dia, quando estávamos sozinhos, ele veio e me abraçou. Perguntei: — O que foi, filho? — Nada, tô triste. — Por quê, filho? O que aconteceu? — Tem uma pessoa de quem eu gosto muito, e não sei como contar pra ela. Tenho medo de levar um fora e depois ela sair contando por aí.
Ouvir tudo aquilo me deixou sem palavras, não sabia o que dizer pra ele. Minha vontade era dar uma bronca, mas sabia que não podia, porque ia perder a confiança que tinha conquistado. Só que enquanto eu tava ali sem saber o que falar, ele simplesmente soltou o abraço, saiu correndo pro quarto dele e se trancou lá. Tentei segurá-lo, mas ele não me deu bola. Não parava de pensar em quem seria aquele homem e, ao mesmo tempo, em como eu ia reagir quando ele me dissesse que o cara de quem tava falando era um homem. Respirei fundo e fui até o quarto dele. Pedi pra ele abrir a porta e, depois de uns minutos, ele abriu. — Filho, por que você fica bravo assim? Não me deu nem tempo de reagir! — Desculpa, pai, é que tô com vergonha! — Tá bom, quer conversar direito agora? — É que não sei, acho que você vai ficar puto.
Ficamos discutindo se falava ou não, até que ele mudou de assunto e me mostrou como tinha melhorado as notas. Eu o parabenizei e, cheio de alegria, falei: — Bom, agora tenho que cumprir minha promessa. Vamos lá comprar o que você quiser. — Pai, não precisa! Na verdade, queria te pedir outra coisa! — O quê, filho? Fala. — Se não te incomoda, quero ver seu pau. Eu fiquei paralisado, mais paralisado do que antes! Não sabia o que dizer de novo, e ele me disse: — Desculpa, pai, fui sem noção! Me perdoa, pai!
E saiu do quarto dele, eu fiquei com a cabeça a mil, comecei a procurar ele pra dizer que aquilo não estava certo e conversar claramente com ele, mas ele não estava, tinha pegado a bicicleta e ido embora. Não tive coragem nem de perguntar pro meu amigo psicólogo porque não queria confirmar que meu filho é gay. Tive uma luta interna tão, mas tão grande, minha mulher chegou e percebeu que eu estava muito distraído. Na minha mente, até imaginava meu filho chupando meu pau e eu ficava excitado, aí comecei a me punir por pensar essas coisas com meu filho, e tentava me acalmar e pensar com clareza pra ajudar ele. Fui pra cama cedo e ali resolvi: talvez se eu mostrar meu pau pra ele, ele se assusta e não quer conhecer outro. E naquela noite, quando todo mundo estava dormindo, fui até o quarto dele. Entrei e ele também não conseguia dormir, então falei: - Filho, sobre o seu prêmio, tenho que cumprir, mas quero que saiba que não é certo um pai fazer essas coisas. Só estou fazendo isso pra manter a confiança que temos, e você tem que me prometer que não vai contar pra ninguém.
Ele assentiu e naquele momento eu me condenei a uma morbidez impressionante. Enquanto ia baixando minha pijama, via a cara de ansiedade incrível dele, tava me excitando só de ver o rostinho dele. Quando fui baixando a cueca, vi os olhos dele se abrindo enormemente. Comecei a desejar que ele me chupasse. Quando tirei meu pau, não sei por que me aproximei mais, como se estivesse indicando pra ele pegar. Ele me perguntou se podia tocar e eu só assenti e fechei os olhos. Senti aquela mão linda tocando, acariciando devagar, eu explodia de prazer, até que senti ele começar a me masturbar e voltei à realidade. Sem querer assustar ele, falei que ia embora caso a mãe dele acordasse. Ele sorriu pra mim e agradeceu. Eu saí rápido porque se ficasse mais um segundo, não ia resistir à vontade de comer ele. Tão tarado que tava, acordei minha mulher e fiz um amor gostoso como quando éramos jovens. No dia seguinte, a culpa me invadiu, me senti um degenerado com meu próprio filho, não parava de pensar em cenas pornô com ele o tempo todo. Passou umas semanas e de novo ficamos sozinhos em casa fazendo serviços de homem. Eu meio que evitava ele, mas ele se animou e disse: — Pai, tenho uma dúvida! Você goza meio aguado? Ou sai bem branquinho igual nos filmes pornô?
Eu, com toda a segurança, falei pra ela: — É normal sair assim, quando você crescer vai ver que sai branquinha. — Aaaah... Cê não me mostra como é a sua, por favor? — Kkkkkkk... Quê... cê quer que eu bata uma na sua frente? — Sim, eu te ajudo igual no outro dia! — Filho, desde quando você ficou tão ousado? Não é certo a gente fazer isso!
Levantou puto e foi pro quarto dele. Eu segui ele e dei uma bronca por ele ter ficado puto daquele jeito, e ele falou: "Só quero saber umas paradas e você sempre arruma um porém, cê sabe que isso fica só entre a gente dois." Tentei acalmar ele e, quando consegui, falei: "Beleza, mas a gente bate uma punheta juntos e compara, quer?
A alegria que ele me deu foi inexplicável. Tranquei a casa toda e fomos pro meu quarto. Lá, o Rafa já tinha colocado um dos meus filmes pornô — ele sabia muito bem onde estavam escondidos. Eu nem precisava do filme, porque já tava mais que excitada, aquele cara me deixava louca. Tirei a roupa e deitei do lado dele, começando meu trabalho de masturbação, quando de repente ouço: — Posso tocar nela um pouquinho, por favor?
Assenti com a cabeça, e pensava comigo mesmo, como me excita sua mão, a puta mããããe... Era muito bom bater punheta, eu pegava suave, aproveitava meu pré-gozo pra me fazer delirar de prazer enquanto me masturbava, fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás quando comecei a sentir a língua dela no meu pau, fiquei assim, gemendo e gozando, a culpa não conseguia vencer o prazer que eu tava sentindo, aquela boca morninha, aquela língua passando por todo lado, sentia meu pau pulsando dentro daquela boca, ela chupava tirando todo meu líquido pré-seminal, e começo a sentir minhas bolas se contraírem e falo - Cuidado que vou gozar agora. Ela para de chupar na hora e os primeiros jatos foram na cara dela e o resto no meu peito e barriga.
Me sento um pouco e vejo ele com os jatos de porra na cara dele e ele me diz - Desculpa, tentei meter mais fundo mas é muito grande, não consegui! - Filho, você não precisava fazer isso. - Não gostou? fiz errado? - Pelo contrário, adorei... Mas
E nisso ouvimos o carro da minha mulher chegando e saímos correndo, mas percebi que os jatos de porra que ela tinha na cara, ela passou os dedos e levou à boca. Ele foi pro quarto dele e eu entrei no banho.
Tava mais gostoso do que nunca, ainda com o pau duro, enquanto saía do banho ouço minha mulher falando pro Rafa que as meninas ficaram na casa da avó, que se ele quisesse ela levava, e ele preferiu ir de bike. Esperei minha mulher voltar pro quarto e comi ela umas 3 vezes naquela tarde, e ela me disse meio brincando: "Espero que você não esteja excitado com alguma gostosa e descontando em mim, né?" Eu só ri e enchi ela de beijos. Amo minha mulher com toda minha alma, mas sentia desejos carnais pelo meu próprio filho, não conseguia tirar da cabeça a boquete gostosa que ele tinha me dado. Minha sacanagem não parava, tava com vontade de comer o cu dele, não conseguia frear esses desejos. A culpa de vez em quando acalmava a vontade, mas ela voltava com mais força. Decidi evitar meu filho por um tempo, deixar ele de lado pra ver se ele tinha se arrependido. Mas pelos gestos, percebia que não.
Um final de semana, por causa do trabalho, precisei ir pra outra província, já que a pessoa que a gente mandava pra supervisionar aquela filial tinha pedido demissão. Convidei minha mulher, porque eu resolvia tudo na sexta e no sábado de manhã, e aí a gente tinha sábado à tarde e o domingo inteiro pra passear. Ela não aceitou porque tinha um evento super importante de uma amiga dela, e me falou que eu podia levar o Rafa. Eu recusei, dizendo que ele não ia aceitar pra poder ficar com os amigos, e que se eu pedisse, ele ia dizer que sim só pra não me desapontar. Pra minha surpresa, na sexta de manhã, quando eu tava saindo, minha mulher fala: "Tenho uma surpresa, já sei quem vai ocupar meu lugar no voo". E aparece meu filho com a mochila pronta, todo feliz, me abraça e diz:
- Como não vai me convidar, se você sabe que me deixa muito feliz poder te acompanhar.
Eu só ri e fomos embora. Tudo seguiu normal até sábado à tarde. Perguntei o que ela queria fazer, se queria sair pra passear, e ela disse que não estava se sentindo bem, que ia pro hotel, e que se eu quisesse, podia ir sozinho. Claro que me preocupei e fiquei com ela. Mal entramos, ela disse: "Já me sinto muito melhor. Repete aquele negócio da outra vez, por favor!" — "Não, filha, tô muito cansado! Vamos dormir um pouco e depois a gente vê, quer?
Com cara de triste, ele me disse que sim e fomos dormir. Pra minha surpresa, acordei e ele tava mamando minha pica com toda a vontade. Quando acordo, ele pergunta: — Tá gostando agora? Tô melhor do que antes? Falo que sim e ele explica que treinou com pepinos e cenouras, e manda eu olhar. Vejo ele começar a tentar engolir tudo, tava desesperado pela minha pica, não parava de chupar, me punhetava só com a boca, me deixava louco de prazer. Depois de um tempo, ele levanta e senta na minha barriga, dizendo: — Treinei muito com o pepino pra não doer, quero que você seja o primeiro a encher meu cu de porra.
Eu não acreditava como meu filho falava comigo, ele estava desesperado pela minha pica. Quando terminou de dizer isso, pegou minha pica e colocou na entrada do cu dele. Já estava lubrificado, então a cabeça entrou bem e ele soltou um gemido forte. Eu deixei ele fazer o que queria, mas quando ele tentou sentar mais, senti o anel do cu dele não deixar passar. Mesmo com cara de dor, ele forçava pra entrar mais. Aí eu me inclinei um pouco e falei no ouvido dele: "Deixa com o pai, que entende disso." Ele me abraçou, me beijando por todo lado, e eu fui deixando aos poucos minha pica se adaptar ao cu dele. Via a cara de dor dele, mas ele não reclamava. Perguntei se ele tinha certeza, e ele disse que sim, que queria isso há muito tempo. Quando menos percebemos, já tinha meia pica dentro. Viramos, ele ficou embaixo com as pernas nos meus ombros, e comecei bem devagar a meter e tirar minha pica. Via o rosto dele diferente, os lábios super rosados, brilhantes e um pouco inchados, o coração dele que parecia que ia pular do peito, os olhos que ele mal conseguia manter abertos, e a voz e os gemidos que me deixavam descontrolado. Sem perceber, comecei a meter com toda a força. Ele gritava e gemia, e isso me excitava mais. Era como se eu não conseguisse controlar aquela porra de ritmo infernal. Beijava o pescoço dele, os peitinhos lindos, aqueles lábios inchados, e aí ele disse: "Adoro como você tá me comendo." Falou no meu ouvido, e eu comecei ainda mais desesperado do que antes, metendo sem parar. Já sentia minha pélvis batendo nas bolas dele e minhas bolas batendo no cu dele. Não conseguia me controlar. Parecia que eu não comia há anos, do jeito que tava comendo aquele cu. Tão quentinho, tão apertado, tão desejado por mim há dias. Inevitavelmente, tanta desesperação fez com que em 20 minutos eu gozasse toda minha porra dentro do cu do meu filho. Caí sem ar em cima dele, e ele disse: "Obrigado, obrigado, obrigado." Recuperando o fôlego, tentei sair, e meu filho falou: "Não, por favor, não tira! Continua mexendo devagarzinho assim, que eu gosto.
Meu pau continuava duro como pedra, enquanto eu me virava e ajustava ele pra ficar na posição de conchinha. Cada vez que sentia meu pau saindo um pouco, eu empurrava pra ele ficar todo dentro. Quando conseguimos nos ajeitar na pose, já com a respiração super recuperada, começamos a foder de novo. Continuava sentindo a bunda dele bem apertada, mas ele não reclamava tanto e dizia que não tava doendo. Ficamos nessa posição por um bom tempo, não conseguia parar de comer ele, adorava sentir meu pau dentro da bunda linda dele, e ficava ainda mais desesperado ouvindo ele gemer de prazer. Ele falava o tempo todo o quanto adorava sentir meu pau. Depois coloquei ele de quatro, e terminamos de barriga pra baixo com eu por cima dele. Eu me erguia só pra ver meu pau entrando e saindo da bunda dele. Ao ver aquilo, me deitei sobre ele, abraçando e segurando pelos ombros, e de um jeito impressionante, comia ele desesperadamente. Parecia um adolescente na primeira vez, descobrindo o prazer ao máximo. Comecei a sentir a bunda dele se contrair e chupar meu pau, esse prazer foi ainda maior e comecei a soltar toda minha porra de novo dentro da bunda dele. Quando recuperamos a respiração de novo, meu filho, surpreso, me disse: — Pai, gozei sem nem me tocar? Tem algo errado? — Não, bebê, isso é normal!
Expliquei pra ela aquela parada da próstata e fomos tomar banho, acabamos dormindo. No outro dia acordei e de novo a culpa tomou conta de mim, brigando com as lembranças da noite gostosa que tinha passado. Mas a culpa venceu, então a gente se arrumou pra voltar. Quando cheguei em casa, mal abri a porta e lá estava um colega de trabalho da minha esposa. Me surpreendi ele ficar tão nervoso e falar tão alto. Daí a pouco minha esposa apareceu, também meio nervosa, agradeceu ele por ter dado carona e ele foi embora.
Não vou prolongar isso, mas depois de tantas brigas por causa daquela situação, minha esposa confessou que me traía, que a única coisa que me prendia a ela eram os filhos e o sexo bom. Fiquei sem saber o que fazer. Ela decidiu ir embora e terminamos nos separando numa boa. Minhas filhas escolheram morar com ela, mas Rafa pediu para ficar comigo. Passou um tempão depois da separação, uns seis meses. Eu pensava mais naquela última noite que passei com Rafa na viagem do que na minha ex. Não entendia o que estava rolando comigo. Morria de vontade de comer ele de novo, mas se pensasse em outro homem, sentia nojo. Já com Rafa era o contrário. Naquela época de abstinência, só de olhar pra ele já subia a vara. Tinha certeza de que sentia uma atração só sexual pelo meu filho, mas tinha decidido deixar tudo pra trás. Uma noite, ele entrou no meu quarto pedindo pra conversar e disse: — Me desculpa, pai. Sinto que por minha culpa você se separou da mamãe. Me perdoa!
Eu abracei ele e expliquei como tudo tinha sido, e pedi pra ele não odiar a mãe por causa disso. Essas coisas às vezes acontecem com alguns casais. A gente conversou muito sobre esses assuntos até ele dormir, eu dormi abraçado nele e acordei quando ele sentou na cama. Fingi que tava dormindo, achando que ele ia sair do quarto, mas pra minha surpresa ele me descobriu, baixou minha cueca e começou a me dar um boquete delicioso. Não aguentei muito, em menos de 10 minutos eu tava enchendo a boca dele de porra. Ele saboreava tanto que acabou me oferecendo a bunda dele. Naquela noite a gente trepou umas 4 vezes sem parar. Todo dia ele chegava e pedia pra eu comer ele a noite inteira, coisa que depois de alguns dias meu corpo já não aguentava tanto as exigências dele. Ele tava com a libido no talo. Até que um tempo depois ele confessou que tava afim de um cara da academia que tinha chamado ele pra tomar algo. Ele saiu e voltou tão feliz do encontro, mas continuava pedindo pra eu comer ele. Teve vários rolos e encontros só de sexo, e vinha tudo me contar sem nenhum pudor.
Quando conheci outra mulher, disse a ele que precisava me permitir ser feliz com ela. Ele aceitou, mas quando ficávamos a sós, com a menor insinuação que eu fazia, a gente acabava transando como dois loucos desesperados. Atualmente ainda estou em um relacionamento, e meu filho mora sozinho há 4 anos. Toda vez que vou visitá-lo, se estamos sozinhos, ou a gente trepa ou pelo menos ele me faz um boquete bem gostoso. Agora ele está em um relacionamento e é muito feliz com esse cara, que claramente o ama pra caralho. Então já faz um bom tempo que evito qualquer situação que possa nos levar a transar de novo. Vamos ver quanto tempo vou aguentar sem aquele rabo lindo do meu filho. A culpa sempre esteve aí, por causa dessa sociedade onde fomos criados. Mas o tesão sempre venceu, e eu nunca consegui me controlar.
8 comentários - Meu filho foi meu amante (Conto)