Mi hijo fue mi amante (Relato)

Tudo começou em 94. Sou pai de três filhos: meu filho mais velho, Rafa, e minhas filhas Eva e Sofi (naquela época, elas tinham 18, 15 e 14 anos, respectivamente). Com minha esposa, sempre tivemos um sexo muito bom. Apesar de ela ser muito reservada, consegui que na cama ela se soltasse 100%. Conseguia que a gente reproduzisse as mesmas cenas de qualquer filme pornô que a gente via. Até que um dia notei a porta entreaberta e, quando foquei o olhar, vi meu filho sumindo. Não falei nada pra minha mulher e percebi que nunca tinha conversado sobre esses assuntos com ele. Então, no dia seguinte, convenci minha mulher a levar as meninas pra passear, esperei meu filho chegar da escola e sentamos pra conversar. Comecei falando besteiras, abraçava ele de vez em quando pra dar confiança, e me animei a perguntar se ele tinha namorada. Ele, todo envergonhado, disse que não, que as garotas que ele gostava não davam bola pra ele. Aí me animei e perguntei se ele sabia sobre sexo. Ele disse que sim, e a gente foi fundo no assunto até que, sem querer, eu soltei.

- É bom que você saiba de tudo isso pra quando chegar a hora você saber fazer o love igual me viu fazer ontem à noite. Notei como o coitadinho ficou vermelho e abaixou o rosto, abracei ele pra dizer que não tava brava com isso, mas que não é certo ele ficar nos espiando. Ele só concordou e de repente me disse - Pai, por que seu pau é tão grande.

Tenho que admitir que Deus me privilegiou muito com o tamanho da minha pica. Tudo o que me falta em beleza e físico, eu compenso com meu bom tamanho de pica. Mas aquela pergunta me deixou atônito. Não sabia o que responder, e consegui dizer que quando ele crescesse, também ia ter aquele tamanho. Não sei por que, mas fiquei com muita vergonha e mudamos de assunto, comecei a perguntar sobre as matérias, e como ele tava meio por fora, prometi um prêmio que ele pedisse.

Os dias foram passando na rotina de sempre, mas na minha cabeça só rodava uma pergunta: "Por que meu filho perguntou sobre o meu pau e não sobre as tetas ou a buceta da mãe dele?" Ficava pensando nisso o tempo todo, até que comecei a suspeitar que talvez meu filho pudesse ter tendências homossexuais. Foi bem difícil, pra ser sincero, mas como eu tinha um amigo psicólogo, fui conversar com ele. Meu amigo me parabenizou por ter tomado a decisão de falar com ele, e aí começamos primeiro a esperar pra ver que sinais meu filho dava pra confirmar ou não se ele era gay. Todas as explicações que ele me dava me chocavam pra caralho, foi sofrido, mas aos poucos fui me acostumando com a ideia de que, se ele fosse gay, eu teria que cuidar dele.

Fiquei um tempão enchendo o saco dele com perguntas, mas ele nunca me contava nada. Sempre lembrava que meu amigo tinha dito pra eu conquistar a confiança dele e tentar não ter tabu se quisesse ajudá-lo. Não vou negar que cheguei a pensar em quem seria o cara que ia arrombar o cu do meu filho, tinha medo que fosse algum degenerado, mas me acalmei e parei de encher ele de perguntas. Foi assim até que um dia, quando estávamos sozinhos, ele veio e me abraçou. Perguntei: — O que foi, filho? — Nada, tô triste. — Por quê, filho? O que aconteceu? — Tem uma pessoa de quem eu gosto muito, e não sei como contar. Tenho medo de levar um fora e depois ela sair contando por aí.

Ouvir tudo aquilo me deixou sem palavras, não sabia o que dizer pra ele. Minha vontade era dar uma bronca, mas sabia que não podia, porque ia perder a confiança que tinha conquistado. Só que, como eu tava sem saber o que falar, ele simplesmente soltou o abraço, saiu correndo pro quarto dele e se trancou lá. Tentei segurar ele, mas não me deu ouvidos. Não parava de pensar em quem seria aquele homem e, ao mesmo tempo, em como eu ia reagir quando ele me dissesse que o tal cara era um homem. Respirei fundo e fui até o quarto dele. Pedi pra ele abrir a porta e, depois de alguns minutos, ele abriu. — Filho, por que você fica bravo assim? Você não me deu nem tempo de reagir! — Desculpa, pai, é que eu tô com vergonha! — Tá bem, você quer conversar direito agora? — É que eu não sei... Acho que você vai ficar puto.

Ficamos debatendo se falava ou não, até que ele mudou de assunto e me mostrou como tinha melhorado as notas. Eu o parabenizei e, cheio de alegria, falei: — Bom, agora tenho que cumprir minha promessa. Vamos lá, compramos o que você quiser. — Pai, não precisa! Na verdade, queria te pedir outra coisa! — O quê, filho? Fala. — Se não te incomoda, quero ver seu pau. Eu fiquei paralisado, mais paralisado do que antes! Não sabia o que dizer de novo, e ele me diz: — Desculpa, pai, fui sem noção! Me perdoa, pai!

E saiu do quarto dele, eu fiquei com a cabeça a mil, comecei a procurar ele pra dizer que aquilo não tava certo e conversar na moral, mas ele não tava, tinha pegado a bike e ido embora. Não tive coragem nem de perguntar pro meu amigo psicólogo porque não queria confirmar que meu filho é gay. Tava numa luta interna tão, mas tão grande, minha mulher chegou e percebeu que eu tava muito distraído. Na minha mente, até imaginava meu filho chupando meu pau e eu ficava excitado, aí comecei a me punir por pensar essas coisas com meu filho, e tentava me acalmar e pensar com clareza pra ajudar ele. Fui pra cama cedo e lá resolvi: talvez se eu mostrar meu pau, ele se assusta e não quer conhecer outro. E naquela noite, quando todo mundo tava dormindo, fui pro quarto dele. Entrei e ele também não tava conseguindo dormir, então falei: - Filho, sobre o seu prêmio, tenho que cumprir, mas quero que saiba que não é certo um pai fazer essas coisas, só tô fazendo pra manter a confiança que a gente tem e pra você me prometer que não vai contar pra ninguém.

Ele assentiu e, naquele momento, me condenei a uma morbidez impressionante. Enquanto eu abaixava minha pijama, via o rosto dele cheio de uma ansiedade incrível, estava ficando excitado só de ver a cara dele. Quando fui abaixando a cueca, vi os olhos dele se arregalarem. Comecei a desejar que ele me chupasse. Quando tirei meu pau, não sei por que me aproximei mais, como se estivesse indicando que ele pegasse. Ele me perguntou se podia tocar, e eu só assenti e fechei os olhos. Senti aquela mão linda tocando, acariciando devagar, eu explodia de prazer, até que senti ele começar a me masturbar e voltei à realidade. Sem querer assustá-lo, falei que ia embora, caso a mãe dele acordasse. Ele sorriu pra mim e agradeceu. Saí rápido, porque se ficasse mais um segundo, não ia resistir à vontade de comer ele. Tão tarado que tava, acordei minha mulher e fiz um amor como quando éramos jovens. No dia seguinte, a culpa me invadiu, me senti um degenerado com meu próprio filho, não parava de pensar em cenas pornô com ele o tempo todo. Passou uma semana, e de novo ficamos sozinhos em casa fazendo serviços de homem. Eu meio que o evitava, mas ele se animou e disse: — Pai, tenho uma dúvida! Você goza meio aguado? Ou sai bem branquinho igual nos filmes pornô?

Eu, com toda a segurança, falei pra ela: — É normal sair assim, quando você for mais velha vai ver que sai branquinha. — Aaaah... Cê não me mostra como é a sua, por favor? — Kkkkkkk... Que... cê quer que eu bata uma na sua frente? — Sim, eu te ajudo igual no outro dia! — Filho, quando foi que você ficou tão ousado? Não é certo a gente fazer isso!

Levantou puto e foi pro quarto dele. Segui ele e dei uma bronca por ele ter ficado puto daquele jeito. Aí ele falou: "Só quero saber umas paradas e você sempre mete um porém, sabendo que isso fica só entre nós dois." Tentei acalmar ele e, quando consegui, falei: "Beleza, mas a gente bate uma punheta juntos e compara, quer?

A alegria que ele me deu foi inexplicável. Tranquei a casa toda e fomos pro meu quarto. Lá, o Rafa já tinha colocado um dos meus filmes pornô — ele sabia muito bem onde estavam escondidos. Eu nem precisava do filme, porque já tava mais que excitada, aquele cara me deixava louca. Tirei a roupa e deitei do lado dele, começando meu trabalho de masturbação, quando de repente ouço: — Posso tocar nela um pouquinho, por favor?

Assenti com a cabeça, e pensava comigo mesmo, como sua mão me esquenta, a puta mããããe... Era muito bom bater punheta, eu pegava suave, aproveitava meu pré-gozo pra me fazer delirar de prazer enquanto me masturbava, fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás quando comecei a sentir a língua dela no meu pau, fiquei assim, gemendo e gozando, a culpa não conseguia vencer o prazer que eu tava sentindo, aquela boca morninha, aquela língua passando por todo lado, sentia meu pau pulsando dentro daquela boca, ela chupava tirando todo meu líquido pré-seminal, e começo a sentir minhas bolas se contraírem e falo pra ela - Cuidado que vou gozar agora. Ela para de chupar na hora e os primeiros jatos foram na cara dela e o resto no meu peito e barriga.

Me sento um pouco e vejo ele com os jatos de porra na cara dele e ele me diz - Desculpa, tentei enfiar mais mas é muito grande, não consegui! - Filho, você não precisava fazer isso. - Não gostou? fiz errado? - muito pelo contrário, adorei... Mas

E nisso ouvimos o carro da minha mulher chegando e saímos correndo, mas percebi que os jatos de porra que ela tinha na cara, ela passou os dedos e levou à boca. Ele foi pro quarto dele e eu fui tomar banho.

Tava mais gostosa do que nunca, ainda com a pica dura, enquanto saía do banho ouço minha mulher falando pro Rafa que as meninas ficaram na casa da avó, que se ele quisesse ela levava, e ele preferiu ir de bike. Esperei minha mulher voltar pro quarto e meti nela umas 3 vezes naquela tarde, e ela disse meio na brincadeira: "Espero que você não esteja excitado com alguma gostosa e descontando em mim, né?" Eu só ri e enchi ela de beijos. Amo minha mulher com toda a minha alma, mas sentia desejos carnais pelo meu próprio filho, não conseguia tirar da cabeça a boquete gostosa que ele tinha me dado. Minha sacanagem não parava, tava com vontade de comer o cu dele, não conseguia frear esses desejos. A culpa, de vez em quando, acalmava a vontade, mas ela voltava com mais força. Decidi evitar meu filho por um tempo, deixar ele de lado pra ver se ele tinha se arrependido. Mas pelos gestos, percebi que não.

Um fim de semana, por causa do trampo, tive que viajar pra outra província, já que a pessoa que a gente mandava pra supervisionar aquela filial tinha pedido demissão. Convidei minha mulher, porque eu ia resolver tudo na sexta e no sábado de manhã, e aí a gente teria sábado à tarde e o domingo inteiro pra passear. Ela não topou porque tinha um evento super importante de uma amiga dela, e me disse que eu podia levar o Rafa. Recusei, falando que ele não ia aceitar pra poder ficar com os amigos dela, e que se eu pedisse, ele ia dizer que sim só pra não me desagradar. Pra minha surpresa, na sexta de manhã, quando eu tava saindo, minha mulher fala: "Tenho uma surpresa, já sei quem vai ocupar meu lugar no voo". E aí aparece meu filho com a mochila pronta, todo feliz, me abraça e fala:

- Como não vai me convidar, se você sabe que me deixa muito feliz poder te acompanhar.

Eu só ri e fomos embora. Tudo seguiu normal até sábado à tarde. Perguntei o que ela queria fazer, se queria sair pra passear, e ela disse que não tava se sentindo bem, que ia pro hotel, e que se eu quisesse, podia ir sozinho. Claro que me preocupei e fiquei com ela. Assim que entramos, ela falou: "Já tô me sentindo muito melhor. Repete aquele esquema da outra vez, por favor!" — "Não, filha, tô muito cansado! Vamo dormir um pouco e depois a gente vê, quer?

Com cara de triste, ele disse que sim e fomos dormir. Pra minha surpresa, acordei e ele tava mamando minha pica com tudo, com toda vontade. Quando acordo, ele pergunta: — Tá gostando agora? Tô melhor do que antes? Falo que sim e ele explica que treinou com pepinos e cenouras, e manda eu olhar. Vejo ele começar a tentar engolir ela toda, tava tipo desesperado com minha pica, não parava de chupar, batia uma punheta só com a boca, me deixava louco de prazer. Daí, depois de um tempo, ele levanta e senta na minha barriga, falando: — Treinei muito com o pepino pra não doer, quero que você seja o primeiro a encher meu cu de porra.

Eu não acreditava como meu filho falava comigo, ele tava desesperado pela minha pica. Quando terminou de falar isso, pegou minha pica e colocou na entrada do cu dele. Tava lubrificado, então a cabeça entrou bem e ele soltou um gemido forte. Eu deixava ele fazer o que queria, mas quando ele tentou sentar mais, senti que o anel do cu dele não deixava passar mais. Mesmo com a cara de dor, ele forçava pra entrar mais. Aí eu me sentei um pouco e falei no ouvido dele: "Deixa com o pai que entende disso." Ele me abraçou, me beijando por todo lado, e eu fui deixando aos poucos minha pica se adaptar ao cu dele. Via a cara de dor dele, mas ele não reclamava. Perguntei se ele tinha certeza, e ele disse que sim, que queria isso há muito tempo. Quando menos percebemos, já tinha meia pica dentro. Viramos, ele ficou embaixo com as pernas nos meus ombros, e comecei bem devagar a meter e tirar minha pica. Via o rosto dele diferente, os lábios super rosados, brilhantes e um pouco inchados, o coração dele que parecia que ia sair do peito, os olhos que ele não conseguia manter abertos, e a voz e os gemidos que me deixavam descontrolado. Sem perceber, comecei a foder ele com toda a raiva. Ele gritava e gemia, e isso me excitava mais. Era como se eu não conseguisse controlar aquela bombada infernal. Beijava o pescoço dele, os peitinhos lindos, aqueles lábios inchados, e aí ele disse: "Adoro como você tá me comendo." Falou no meu ouvido, e eu comecei mais desesperado do que antes com a bombada. Já sentia minha pélvis batendo nas bolas dele e minhas bolas batendo no cu dele. Não conseguia me controlar, parecia que tava há anos sem foder do jeito que tava comendo aquele cu, tão quentinho, tão apertado, tão desejado por mim há dias. Inevitavelmente, tanta desesperação fez com que em 20 minutos eu gozasse toda minha porra dentro do cu do meu filho. Caí sem ar em cima dele, e ele disse: "Obrigado, obrigado, obrigado." Recuperando o fôlego, tentei sair, e meu filho falou: "Não, por favor, não tira! Continua mexendo assim devagarzinho que eu gosto.

Meu pau continuava duro como pedra, enquanto eu me virava e ajustava ele pra ficar na posição de conchinha. Cada vez que sentia meu pau saindo um pouco, eu empurrava pra ele ficar todo dentro. Quando conseguimos nos ajeitar na pose, já com a respiração super recuperada, começamos a foder de novo. Continuava sentindo o cu dele bem apertado, mas ele não reclamava tanto e dizia que não tava doendo. Ficamos nessa pose por um bom tempo, não conseguia parar de comer ele, adorava sentir meu pau dentro daquele cu lindo dele, e ficava ainda mais desesperado ouvindo ele gemer de prazer. Ele não parava de falar o quanto adorava sentir meu pau. Depois coloquei ele de quatro, e terminamos de barriga pra baixo, com eu por cima. Eu me levantava só pra ver meu pau entrando e saindo do cu dele. Quando via aquilo, deitava em cima dele, abraçando e segurando pelos ombros, e de um jeito impressionante, comia ele desesperadamente. Parecia um adolescente na primeira vez, descobrindo o prazer ao máximo. Comecei a sentir o cu dele se contraindo e chupando meu pau, esse prazer foi ainda maior, e comecei a soltar toda minha porra dentro do cu dele de novo. Quando recuperamos a respiração, meu filho, surpreso, me disse: — Pai, gozei sem nem me tocar? Tem algo errado? — Não, filhote, isso é normal!

Expliquei aquela parada da próstata e fomos tomar banho, acabamos dormindo. No outro dia acordei e de novo a culpa me invadiu, brigando com as lembranças da noite gostosa que tinha passado. Mas a culpa venceu, então a gente se arrumou pra voltar. Quando cheguei em casa, mal abri a porta e lá estava um colega de trabalho da minha esposa. Me surpreendi ele ficar tão nervoso e falar tão alto. Daí a pouco apareceu minha esposa, também meio nervosa, agradeceu ele por ter dado carona e ele foi embora.

Não vou prolongar isso, mas depois de tantas discussões por causa daquela situação, minha esposa confessou que me traía, que a única coisa que me prendia a ela eram os filhos e o sexo bom. Fiquei sem saber o que fazer. Ela decidiu ir embora e terminamos nos separando de boa. Minhas filhas escolheram morar com ela, mas Rafa pediu pra ficar comigo. Passou um tempão depois da separação, uns seis meses, e eu pensava mais naquela última noite que passei com Rafa na viagem do que na minha ex. Não entendia o que tava rolando comigo. Morria de vontade de comer ele de novo, mas se pensasse em outro homem sentia nojo. Já com Rafa era o oposto total. Naquela época de abstinência, só de ver ele já subia a vara. Tinha certeza de que sentia uma atração só sexual pelo meu filho, mas tinha decidido deixar tudo pra trás. Uma noite ele entrou no meu quarto pedindo pra conversar e disse: — Me desculpa, pai. Sinto que por minha culpa você se separou da mamãe. Me perdoa!

Eu abracei ele e expliquei como tudo tinha sido, e pedi pra ele não odiar a mãe por causa disso. Falei que essas coisas às vezes acontecem com alguns casais. A gente conversou muito sobre esses assuntos até ele dormir, eu dormi abraçado nele e acordei quando ele sentou na cama. Fingi que tava dormindo, achando que ele ia sair do quarto, mas pra minha surpresa ele me descobriu, puxou minha cueca pra baixo e começou a me dar um boquete delicioso. Não aguentei muito, em menos de 10 minutos eu tava enchendo a boca dele de porra. Ele saboreou tanto que acabou me oferecendo a bunda dele. Naquela noite a gente trepou umas 4 vezes sem parar. Todo dia ele chegava e pedia pra eu comer ele a noite inteira, coisa que depois de alguns dias meu corpo já não aguentava tanto as exigências dele. Ele tava com a libido no talo. Até que um tempo depois ele confessou que tava afim de um cara da academia que tinha chamado ele pra tomar algo. Ele saiu e voltou tão feliz do encontro, mas continuava pedindo pra eu comer ele. Teve vários rolos e encontros só de sexo, e vinha tudo me contar sem nenhum pudor.

Quando conheci outra mulher, disse a ela que precisava me permitir ser feliz com ela, e ele aceitou. Mas quando ficávamos a sós, com a menor insinuação que eu fazia, acabávamos transando como loucos desesperados. Atualmente ainda estou em um relacionamento, e meu filho mora sozinho há 4 anos. Toda vez que o visito, se estamos sozinhos, ou transamos ou pelo menos ele me faz um boquete bem dado. Agora ele está em um relacionamento e é muito feliz com esse cara, que claramente o ama pra caralho. Então já faz um bom tempo que evito qualquer situação que possa nos levar a transar de novo. Vamos ver quanto tempo eu aguento sem aquele rabo lindo do meu filho. A culpa sempre esteve nessa sociedade onde fomos criados. Mas o tesão sempre venceu, sem eu conseguir controlar.

8 comentários - Mi hijo fue mi amante (Relato)

Uf que buen relato, con mi papá eh pasado cosas similares el es soltero y descubrí que es exhibicionista y me fascina

Mi hijo fue mi amante (Relato)