Roque e eu nos conhecíamos desde pequenos, morávamos a duas quadras de distância e dividimos tanto o ensino fundamental quanto o médio, dava pra dizer que éramos como irmãos.
Também compartilhamos o despertar da nossa sexualidade, com uns 11 ou 12 anos descobrimos o que era gozar com uma boa punheta, disputar alguma namoradinha de bairro, saídas com os amigos e a primeira bebedeira, conhecemos as decepções do amor e, conforme fomos crescendo, começamos a trocar umas siriricas e, por que não, umas chupadas de pau mútuas pra "aliviar o tesão" do amigo.
A vida nos levou por caminhos diferentes: cada um casou e também se divorciou, e foi um convite numa sexta-feira pra um encontro de ex-alunos que nos reuniu de novo.
Nessa reunião, contaram-se histórias, cada colega deu um resumo do que tinha feito nesses anos sem nos ver, e entre risadas e bebida, a noite do reencontro foi chegando ao fim.
Roque se aproxima de mim e diz que a Marta – uma das nossas ex-colegas – tava super bêbada e que ele tava convencendo ela a ir transar, me pedindo pra ajudar a convencê-la.
Fomos até ela e, abraçando e beijando o pescoço dela, conseguimos persuadi-la a ir com a gente.
Já na caminhonete do Roque, começamos o amasso e a Marta não demorou a levar meu pau na boca e começar um boquete de boa... Roque – que tava dirigindo – não parava de nos olhar e, pegando uma das minhas mãos, levou até o pau dele pra eu bater uma... A Marta, vendo aquilo, começou a intercalar o boquete entre os dois paus que tinha à disposição.
Chegamos no apartamento e, ao subir no elevador, a Marta tirou os peitos pra fora pra gente chupar... Ela tinha um par de tetas lindo pra uma mulher de 42 anos, meio caídas, mas enormes, com mamilos rosados e pontudos.
Ficamos nus os três... Roque foi buscar camisinhas, mas nossa amiga disse que era alérgica ao espermicida dos preservativos, falou pra gente meter sem. assim, ela confiava na gente, e eu me deitei de costas na cama e pedi pra Marta montar em mim, enquanto Roque ficava atrás da minha cabeça pra que o pau dele ficasse na altura da boca dela.
Ficamos assim por um tempo: ela cavalgando em mim e fazendo um boquete no meu amigo... eu disse que ia gozar e Roque, saindo de onde estava e se colocando entre minhas pernas, começou a lamber minhas bolas enquanto Marta acelerava a cavalgada... gozei igual um cavalo... não sei quantos jatos de porra eu soltei, o que sei é o prazer que senti quando Roque lambia minhas bolas e isso me fez explodir na hora.
Depois ele montou na nossa amiga até os dois gozarem e nós três dormimos...
No sábado de manhã, antes de levar ela pra casa, a gente transou de novo com a Marta...
Ao meio-dia compramos comida e combinamos com o Roque de sair à noite pra uma balada pra ver "o que rolava", então me despedi e fui pra casa.
Passei pra buscá-lo e fomos pra uma balada no porto: tava lotado de novinhas, cada uma mais gostosa que a outra... chegamos num grupinho e conseguimos que duas delas nos dessem bola... a noite foi rolando entre dança, amasso, beijinhos e muita bebida principalmente... e depois de muito insistir, convencemos elas a ir pro apartamento do Roque pra continuar por lá.
Tava nessa quando a que tava com meu amigo passou mal e começou a vomitar, então a amiga dela decidiu levar ela pra casa, nos deixando com o saco cheio.
Tomamos mais uns drinks e como não encontramos ninguém por causa do horário, vazamos do lugar.
No apartamento, tomamos um café e conversamos sobre o tesão que as novinhas tinham nos deixado, e papo vai, papo vem, Roque sugeriu uma punheta cruzada "...como nos velhos tempos..." ele disse.
Pelados, nos jogamos na cama... começamos a nos tocar e, assim que atingimos a dureza ideal, cada um começou a bater uma pro outro... situação estranha: dois caras de mais de 40 anos se masturbando mutuamente!!
Roque batia uma pra mim com força, fazendo doer cada vez que eu puxava minha pele pra baixo, eu falei pra ele e ele pediu pra gente se ajeitar melhor, deitando de lado... senti o pau dele entre minhas pernas e a mão dele agarrou forte meu membro, começando a bater uma, dessa vez sem me machucar... mexi a coxa e o pau dele ficou preso entre minhas nádegas, deixando ele se esfregar no meu cu.
Devo confessar que não odiei a posição, e como se lesse minha mente, Roque chegou perto do meu ouvido e pediu pra eu deixar ele me penetrar... "...por favor..." ele disse... "...a gente já bateu punheta e chupou pau um do outro desde pequeno, mas nunca fomos além... deixa eu meter devagar, quero comer teu cu porque não aguento mais de tesão depois daquela mina... se você também tá com vontade, depois você me come..."
Quase não consegui responder porque senti a cabeça do pau dele empurrando pra entrar... abri mais as pernas e ele foi enfiando devagar todo o comprimento do pau dele.
Senti uma queimação por dentro, muita dor, mas o tesão de estar comendo meu amigo era maior... aquele pau de uma grossura impressionante, aquele pedaço de carne perfurando meu intestino...
"...entrou tudo?" perguntei quase chorando... "...sim, fica assim, quieto até teu cu acostumar..." disse Roque... levei minha mão pra trás e toquei nas bolas dele: não tinha espaço entre elas e meu buraquinho... eu tava engolindo um puta pau... e tava gostando.
Ele me virou um pouco e fiquei de bruços, colocou o travesseiro debaixo da minha barriga e começou a se mover... eu sentia não só cada centímetro que entrava e saía, mas as batidas dele dentro do meu cu... ele deve ter me comido uns 15 ou 20 minutos e, beijando meu pescoço, senti quando ele gozou dentro de mim... "...que lindo, fazia anos que eu queria fazer isso..." ele disse enquanto continuava me beijando e terminava os últimos espasmos: ele tinha me feito de mulher dele.
Passaram alguns minutos até ele sair de mim... ele me virou de barriga pra cima e começou a chupar meu pau, e depois de um tempo subiu em cima de mim e enterrar até o fundo, me fazendo gozar rapidinho.
Depois do banho, pedimos um delivery... na sesta, a gente repetiu de novo.
Também compartilhamos o despertar da nossa sexualidade, com uns 11 ou 12 anos descobrimos o que era gozar com uma boa punheta, disputar alguma namoradinha de bairro, saídas com os amigos e a primeira bebedeira, conhecemos as decepções do amor e, conforme fomos crescendo, começamos a trocar umas siriricas e, por que não, umas chupadas de pau mútuas pra "aliviar o tesão" do amigo.
A vida nos levou por caminhos diferentes: cada um casou e também se divorciou, e foi um convite numa sexta-feira pra um encontro de ex-alunos que nos reuniu de novo.
Nessa reunião, contaram-se histórias, cada colega deu um resumo do que tinha feito nesses anos sem nos ver, e entre risadas e bebida, a noite do reencontro foi chegando ao fim.
Roque se aproxima de mim e diz que a Marta – uma das nossas ex-colegas – tava super bêbada e que ele tava convencendo ela a ir transar, me pedindo pra ajudar a convencê-la.
Fomos até ela e, abraçando e beijando o pescoço dela, conseguimos persuadi-la a ir com a gente.
Já na caminhonete do Roque, começamos o amasso e a Marta não demorou a levar meu pau na boca e começar um boquete de boa... Roque – que tava dirigindo – não parava de nos olhar e, pegando uma das minhas mãos, levou até o pau dele pra eu bater uma... A Marta, vendo aquilo, começou a intercalar o boquete entre os dois paus que tinha à disposição.
Chegamos no apartamento e, ao subir no elevador, a Marta tirou os peitos pra fora pra gente chupar... Ela tinha um par de tetas lindo pra uma mulher de 42 anos, meio caídas, mas enormes, com mamilos rosados e pontudos.
Ficamos nus os três... Roque foi buscar camisinhas, mas nossa amiga disse que era alérgica ao espermicida dos preservativos, falou pra gente meter sem. assim, ela confiava na gente, e eu me deitei de costas na cama e pedi pra Marta montar em mim, enquanto Roque ficava atrás da minha cabeça pra que o pau dele ficasse na altura da boca dela.
Ficamos assim por um tempo: ela cavalgando em mim e fazendo um boquete no meu amigo... eu disse que ia gozar e Roque, saindo de onde estava e se colocando entre minhas pernas, começou a lamber minhas bolas enquanto Marta acelerava a cavalgada... gozei igual um cavalo... não sei quantos jatos de porra eu soltei, o que sei é o prazer que senti quando Roque lambia minhas bolas e isso me fez explodir na hora.
Depois ele montou na nossa amiga até os dois gozarem e nós três dormimos...
No sábado de manhã, antes de levar ela pra casa, a gente transou de novo com a Marta...
Ao meio-dia compramos comida e combinamos com o Roque de sair à noite pra uma balada pra ver "o que rolava", então me despedi e fui pra casa.
Passei pra buscá-lo e fomos pra uma balada no porto: tava lotado de novinhas, cada uma mais gostosa que a outra... chegamos num grupinho e conseguimos que duas delas nos dessem bola... a noite foi rolando entre dança, amasso, beijinhos e muita bebida principalmente... e depois de muito insistir, convencemos elas a ir pro apartamento do Roque pra continuar por lá.
Tava nessa quando a que tava com meu amigo passou mal e começou a vomitar, então a amiga dela decidiu levar ela pra casa, nos deixando com o saco cheio.
Tomamos mais uns drinks e como não encontramos ninguém por causa do horário, vazamos do lugar.
No apartamento, tomamos um café e conversamos sobre o tesão que as novinhas tinham nos deixado, e papo vai, papo vem, Roque sugeriu uma punheta cruzada "...como nos velhos tempos..." ele disse.
Pelados, nos jogamos na cama... começamos a nos tocar e, assim que atingimos a dureza ideal, cada um começou a bater uma pro outro... situação estranha: dois caras de mais de 40 anos se masturbando mutuamente!!
Roque batia uma pra mim com força, fazendo doer cada vez que eu puxava minha pele pra baixo, eu falei pra ele e ele pediu pra gente se ajeitar melhor, deitando de lado... senti o pau dele entre minhas pernas e a mão dele agarrou forte meu membro, começando a bater uma, dessa vez sem me machucar... mexi a coxa e o pau dele ficou preso entre minhas nádegas, deixando ele se esfregar no meu cu.
Devo confessar que não odiei a posição, e como se lesse minha mente, Roque chegou perto do meu ouvido e pediu pra eu deixar ele me penetrar... "...por favor..." ele disse... "...a gente já bateu punheta e chupou pau um do outro desde pequeno, mas nunca fomos além... deixa eu meter devagar, quero comer teu cu porque não aguento mais de tesão depois daquela mina... se você também tá com vontade, depois você me come..."
Quase não consegui responder porque senti a cabeça do pau dele empurrando pra entrar... abri mais as pernas e ele foi enfiando devagar todo o comprimento do pau dele.
Senti uma queimação por dentro, muita dor, mas o tesão de estar comendo meu amigo era maior... aquele pau de uma grossura impressionante, aquele pedaço de carne perfurando meu intestino...
"...entrou tudo?" perguntei quase chorando... "...sim, fica assim, quieto até teu cu acostumar..." disse Roque... levei minha mão pra trás e toquei nas bolas dele: não tinha espaço entre elas e meu buraquinho... eu tava engolindo um puta pau... e tava gostando.
Ele me virou um pouco e fiquei de bruços, colocou o travesseiro debaixo da minha barriga e começou a se mover... eu sentia não só cada centímetro que entrava e saía, mas as batidas dele dentro do meu cu... ele deve ter me comido uns 15 ou 20 minutos e, beijando meu pescoço, senti quando ele gozou dentro de mim... "...que lindo, fazia anos que eu queria fazer isso..." ele disse enquanto continuava me beijando e terminava os últimos espasmos: ele tinha me feito de mulher dele.
Passaram alguns minutos até ele sair de mim... ele me virou de barriga pra cima e começou a chupar meu pau, e depois de um tempo subiu em cima de mim e enterrar até o fundo, me fazendo gozar rapidinho.
Depois do banho, pedimos um delivery... na sesta, a gente repetiu de novo.
9 comentários - Entre amigos no es pecado
Yo tuve algo parecido con un primo y con un tío una vez también me hice una paja cruzada
van 10