Fala, galera! Aqui vai a terceira parte dessa história, espero que curtam. Pra quem não leu as anteriores, ó os links aí:
Primeiro capítulohttp://www.poringa.net/posts/gay/3355027/EL-Relato-Gay.htmlsegundo capítulohttp://www.poringa.net/posts/relatos/3367484/EL-Cap-2-Y-asi-empezo-todo-Relato-gay.htmlA verdade é que a festa ficou mais atraente quando fiquei sozinho, chegaram mais 3 caras: um magrinho baixinho com uma rola muito boa e outros dois com corpos normais e também com paus bonitos, um deles era bem gostoso e tinha uma bunda enorme. Assim que cheguei, fiquei pelado de novo, a vergonha já tinha ido embora desde que engoli os filhos do José kkkk.
A primeira coisa que fiz foi procurar o barbudinho, nem liguei pro nome dele, não fui pra fazer amizade, fui pra fazerem minha bunda que já tava a mil, com vontade de experimentar coisas. Era hora de realizar meus desejos mais tarados. Comecei a pegar o barbudinho, ele tava de short e regata, então não foi difícil deixar ele pelado, e tive uma bela surpresa: ele tava de tanguinha branca, da Narciso. Só de ver, minha rola já subiu na hora, sentia que já tinha molhado minha cueca só de olhar. Eu fico louco com caras que têm esse fetiche por cuequinhas pequenas, que usam tanga, etc. Beijei ele com mais vontade, apertava as nádegas dele com as duas mãos, enfiava meus dedos na tira que cobre a bunda e esticava e soltava, pensei que tinha doído, mas não, o putinho adorou. Adorava ver como aquela tanguinha se perdia na bunda dele, e o volume então, nem se fala. O que gostei é que ele não tinha muito pelo na rola, porque isso sim, peludos me broxam.
Cada vez crescia mais e mais. Sem perder tempo, me abaixei e dei uma das melhores boquetas que já fiz no cara. Enfiava até o fundo, dava uma ânsia, mas naquela noite aprendi a controlar, kkkk. De tudo a gente tira algo bom.
Olhava pra ele e com a mão esquerda pressionava minha cabeça pra que entrasse toda aquela rola linda, longa e cheia de veias, e pendiam dois ovos bonitos. Eu pensava: "se ele for leiteiro, caso com ele" ahahahahaha.
Sem perceber, o magrinho se posicionou do lado do barbudinho, e puxou a rola na hora. Ariel se chamava. Esse Ariel era daqueles que à primeira vista não te atraem pelo corpo, magrinho, com cara de bobo, mas com uma rola grande. Sem pensar, chupei o pau dele. Tava Possuído como nunca na minha vida. Só tinha um desejo: chupar essas picas e deixar eles felizes, mostrar pra eles o putão que sou quando tô no meu auge hahaha.
Tava me divertindo pra caralho, trocava de pica uma hora pra outra e amei ouvir eles gemendo, e nisso chegam mais dois, com as picas na mão e pra quê... me cercaram e comecei meu primeiro bukkake (que depois me explicaram o que era).
Pois é, óbvio que não sou eu na foto porque era proibido tirar foto. Mas era exatamente assim que eu tava, rodeado de pica, parecia um sonho realizado, hahaha. O melhor é que eram umas picas boas de caras que eram bonitos, nada de Adônis, mas visualmente eram atraentes. Tinha o de barbinha, Ariel. Lucas (alto, moreno, corpo atlético e todo tarado, esse ficava batendo a pica no meu rosto e falava: 'vai engolir nossa porra toda, putinha?' e eu, hipnotizado, respondia 'siimm' e chupava a pica dele olhando bem nos olhos dele) e Daniel (quase da minha altura, com uma barriguinha e uma bundinha gostosa, o que eu mais gostava era como ele beijava, mordia meus lábios e soltava gemidos quando eu chupava ele). Não posso reclamar, minha primeira experiência tava sendo incrível. Umas picas boas. E nem preciso falar daquelas bolas, de tamanhos diferentes, mas cada uma eu dei uma boa lambida. Adorei pra caralho, me excitou pra cacete lamber as bolas de um e depois do outro, nunca tinha sentido tanta atração por isso antes, e eu tava ali, felizão.
É muito excitante, na verdade enquanto escrevo isso já fico de pau duro, lembrar que eu tava pelado no meio de vários desconhecidos. Chupando as picas deles, tipo nem os nomes eu sabia. E eu ali chupando os paus deles, apertando as cabeças pra sair mais porra e poder tomar. De vez em quando eu chupava duas picas ao mesmo tempo e até três, por um único segundo posso dizer que tive três paus na minha boca. Não sei como consegui abrir tanto a mandíbula, mas naquela noite meu corpo era de plástico hahaha. Já não aguentava mais, queria gozar, e ainda mais quando o barbudinho se ajoelhou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu. Não aguentei mais e falei "tô muito tesuda", ele sussurrou no meu ouvido "onde você quer?" e eu falei "na cara". Então ele se levantou e enfiou o pau na minha boca, foi uma fodida na minha boca como nunca, e ele me afastou com a mão esquerda enquanto puxava meu cabelo. Na sequência, encheu minha cara de porra, fechei os lábios mas sentia o leite tão quentinho e abundante, comecei a me masturbar e nisso os outros três também derramaram o sêmen na minha cara e parte do meu peito, até no cabelo eu tinha porra. O Ariel gozou bastante, os outros dois nem tanto, mas deu pra sentir os fluidos caindo no meu corpo. Não aguentei mais e gozei, gritando. Foda-se se alguém me ouvia, na verdade no fundo era isso que eu queria, porque nunca me senti assim, tão livre sexualmente e tão cheio de tanto prazer, gozei várias gotas, fiquei meio vazio depois da surra de pau do José, como já contei. Mas ainda assim acho que gozei bastante.
Sorria enquanto olhava pra eles, com a cara toda melada de porra, não me desagradou, me deixou com muito tesão. A gente tinha se dado super bem com o barbudinho e fomos pro banheiro nos limpar. Não tava aguentando mais, não saía do meu espanto, tudo numa noite só. Minha primeira festa, tinha conhecido o José e agora esse bukkake (que óbvio, não foi o último, pelo contrário, foi o primeiro de vários) e ainda não tinha acabado. Já tinha enfiado paus na minha boca e faltava dar pro meu cu, que já tava pedindo pra experimentar coisas novas.
Se curtiu esse relato, me dá sua melhor nota e continuo postando essa história apaixonante que, repito, é 100% real.
Primeiro capítulohttp://www.poringa.net/posts/gay/3355027/EL-Relato-Gay.htmlsegundo capítulohttp://www.poringa.net/posts/relatos/3367484/EL-Cap-2-Y-asi-empezo-todo-Relato-gay.htmlA verdade é que a festa ficou mais atraente quando fiquei sozinho, chegaram mais 3 caras: um magrinho baixinho com uma rola muito boa e outros dois com corpos normais e também com paus bonitos, um deles era bem gostoso e tinha uma bunda enorme. Assim que cheguei, fiquei pelado de novo, a vergonha já tinha ido embora desde que engoli os filhos do José kkkk.
A primeira coisa que fiz foi procurar o barbudinho, nem liguei pro nome dele, não fui pra fazer amizade, fui pra fazerem minha bunda que já tava a mil, com vontade de experimentar coisas. Era hora de realizar meus desejos mais tarados. Comecei a pegar o barbudinho, ele tava de short e regata, então não foi difícil deixar ele pelado, e tive uma bela surpresa: ele tava de tanguinha branca, da Narciso. Só de ver, minha rola já subiu na hora, sentia que já tinha molhado minha cueca só de olhar. Eu fico louco com caras que têm esse fetiche por cuequinhas pequenas, que usam tanga, etc. Beijei ele com mais vontade, apertava as nádegas dele com as duas mãos, enfiava meus dedos na tira que cobre a bunda e esticava e soltava, pensei que tinha doído, mas não, o putinho adorou. Adorava ver como aquela tanguinha se perdia na bunda dele, e o volume então, nem se fala. O que gostei é que ele não tinha muito pelo na rola, porque isso sim, peludos me broxam.
Cada vez crescia mais e mais. Sem perder tempo, me abaixei e dei uma das melhores boquetas que já fiz no cara. Enfiava até o fundo, dava uma ânsia, mas naquela noite aprendi a controlar, kkkk. De tudo a gente tira algo bom.
Olhava pra ele e com a mão esquerda pressionava minha cabeça pra que entrasse toda aquela rola linda, longa e cheia de veias, e pendiam dois ovos bonitos. Eu pensava: "se ele for leiteiro, caso com ele" ahahahahaha.
Sem perceber, o magrinho se posicionou do lado do barbudinho, e puxou a rola na hora. Ariel se chamava. Esse Ariel era daqueles que à primeira vista não te atraem pelo corpo, magrinho, com cara de bobo, mas com uma rola grande. Sem pensar, chupei o pau dele. Tava Possuído como nunca na minha vida. Só tinha um desejo: chupar essas picas e deixar eles felizes, mostrar pra eles o putão que sou quando tô no meu auge hahaha.
Tava me divertindo pra caralho, trocava de pica uma hora pra outra e amei ouvir eles gemendo, e nisso chegam mais dois, com as picas na mão e pra quê... me cercaram e comecei meu primeiro bukkake (que depois me explicaram o que era).
Pois é, óbvio que não sou eu na foto porque era proibido tirar foto. Mas era exatamente assim que eu tava, rodeado de pica, parecia um sonho realizado, hahaha. O melhor é que eram umas picas boas de caras que eram bonitos, nada de Adônis, mas visualmente eram atraentes. Tinha o de barbinha, Ariel. Lucas (alto, moreno, corpo atlético e todo tarado, esse ficava batendo a pica no meu rosto e falava: 'vai engolir nossa porra toda, putinha?' e eu, hipnotizado, respondia 'siimm' e chupava a pica dele olhando bem nos olhos dele) e Daniel (quase da minha altura, com uma barriguinha e uma bundinha gostosa, o que eu mais gostava era como ele beijava, mordia meus lábios e soltava gemidos quando eu chupava ele). Não posso reclamar, minha primeira experiência tava sendo incrível. Umas picas boas. E nem preciso falar daquelas bolas, de tamanhos diferentes, mas cada uma eu dei uma boa lambida. Adorei pra caralho, me excitou pra cacete lamber as bolas de um e depois do outro, nunca tinha sentido tanta atração por isso antes, e eu tava ali, felizão.
É muito excitante, na verdade enquanto escrevo isso já fico de pau duro, lembrar que eu tava pelado no meio de vários desconhecidos. Chupando as picas deles, tipo nem os nomes eu sabia. E eu ali chupando os paus deles, apertando as cabeças pra sair mais porra e poder tomar. De vez em quando eu chupava duas picas ao mesmo tempo e até três, por um único segundo posso dizer que tive três paus na minha boca. Não sei como consegui abrir tanto a mandíbula, mas naquela noite meu corpo era de plástico hahaha. Já não aguentava mais, queria gozar, e ainda mais quando o barbudinho se ajoelhou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu. Não aguentei mais e falei "tô muito tesuda", ele sussurrou no meu ouvido "onde você quer?" e eu falei "na cara". Então ele se levantou e enfiou o pau na minha boca, foi uma fodida na minha boca como nunca, e ele me afastou com a mão esquerda enquanto puxava meu cabelo. Na sequência, encheu minha cara de porra, fechei os lábios mas sentia o leite tão quentinho e abundante, comecei a me masturbar e nisso os outros três também derramaram o sêmen na minha cara e parte do meu peito, até no cabelo eu tinha porra. O Ariel gozou bastante, os outros dois nem tanto, mas deu pra sentir os fluidos caindo no meu corpo. Não aguentei mais e gozei, gritando. Foda-se se alguém me ouvia, na verdade no fundo era isso que eu queria, porque nunca me senti assim, tão livre sexualmente e tão cheio de tanto prazer, gozei várias gotas, fiquei meio vazio depois da surra de pau do José, como já contei. Mas ainda assim acho que gozei bastante.
Sorria enquanto olhava pra eles, com a cara toda melada de porra, não me desagradou, me deixou com muito tesão. A gente tinha se dado super bem com o barbudinho e fomos pro banheiro nos limpar. Não tava aguentando mais, não saía do meu espanto, tudo numa noite só. Minha primeira festa, tinha conhecido o José e agora esse bukkake (que óbvio, não foi o último, pelo contrário, foi o primeiro de vários) e ainda não tinha acabado. Já tinha enfiado paus na minha boca e faltava dar pro meu cu, que já tava pedindo pra experimentar coisas novas.Se curtiu esse relato, me dá sua melhor nota e continuo postando essa história apaixonante que, repito, é 100% real.
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