Olhares (relato gay)

Olhares (relato gay) 
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O importante foi o olhar; cada um na sua. E sem cerimônia, se aproximaram pra ver o que ia rolar.
Eu observava eles com o tesão de quem espera não ser descoberto; mas pra ser sincero, estavam bem na minha frente. Era mais que óbvio que não tavam nem aí ou achavam que ninguém ia perceber.
O novato, branquelo, não muito alto e que até ficava bem com uns quilinhos a mais; tinha entrado na academia fazia uma semana, dava umas risadas altas e dava pra ver que nunca tinha pisado numa academia na vida. Quando malhava, cantava as músicas alto e mais de uma vez vi ele contando de dois em dois pra terminar mais rápido.
Já o moreno alto, um cara, no máximo 24 anos, alto e bem definido, adorava se exibir com roupa colada no corpo, vivia se olhando no espelho e não falava nada. Com seus fones de ouvido, só fazia a rotina dele, e do mesmo jeito que descia as escadas da academia, subia de novo, sem olhar pra ninguém.
E aí estavam os dois, se devorando com o olhar, enquanto um se trocava e, sem disfarce, ficava de olho na raba do outro. Cada um com suas melhores técnicas. Já fazia mais de uma semana que se provocavam.
Mas hoje foi o estopim, demorei pra fazer minha rotina e quando cheguei no chuveiro vi eles se beijando encostados nos registros, com as mãos percorrendo cada centímetro da pele deles. As ereções deles se chocavam debaixo d'água, que abafava os gemidos entrecortados.
Não curto essas coisas, mas ver vocês foi algo que não esperava. Saí de fininho. Também não era pra interromper.







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Sinceramente, nem sei que porra tô fazendo aqui, bom, na verdade sei. Quero me sentir melhor com meu corpo, conseguir correr o 64 (que nunca rola) sem ficar sem fôlego. Além disso, baseado em negociar com minha amiga, me divirto. Foi assim que comecei na academia.
Tenho 30, sou branquelo e um pouco baixinho. E a real é que não cuidei muito do meu corpo como os outros faziam, mas me acho bonito; tipo, tenho umas pernas grossas e uma bunda de enlouquecer, e na frente sou bem carregado. Sei lá.
Logo no primeiro dia, me senti em outro mundo, espelhos, bombados e gente com roupa que parecia três números menor. O nome dos aparelhos e dos movimentos soavam como nomes de música pop coreana ou posições do kamasutra. No meio de risada e risada, percebi que um cara olhava, primeiro disfarçado e depois sem reservas. Ele olhava tudo: a bunda, o volume, lambia os lábios quando eu flexionava e dava pra ver que o que ele via o excitava.
Quando fui tomar banho enquanto procurava as coisas na mochila, ele saiu do chuveiro, me olhou, me cumprimentou e, enquanto fazia isso, ajeitou o pau. Quando viu que eu fiquei vermelho, sorriu. Depois, de um jeito muito sexy e mexendo o corpo definido, se trocou em câmera lenta. Eu vi como o box marcava e como ele se vestia. Ele me olhou nos olhos e eu me assustei, quando percebi que tinha ficado sem me trocar direito. Fiquei todo nervoso e fui pro chuveiro. Tomei banho esperando a excitação passar, mas a ereção não sumia. Me enrolei na toalha e fui me trocar. Ele ainda estava lá, mais que óbvio (ou não), me esperando. Agora era minha vez de ser o gogo boy. Me troquei devagar, tentando me exibir, mas sou desastrado: deixei a roupa cair e derrubei o pote de shampoo. Quando me levantei, a toalha soltou, e fiquei pelado. Ouvi um assobio suave de admiração e senti o olhar dele queimando em mim. Fiquei vermelho pra caralho e, assim que terminei de me vestir, fui embora. Não soube se ele ainda estava lá ou não, só que troquei de roupa rapidão.
Com o passar dos dias, a gente foi se paquerando, sempre um oi e olhares fortes que PÊN-etravam, mas nada além.
Até que um dia, quando chovia pra caralho, não veio ninguém na academia, a gente era os únicos no vestiário. Quando entrei no banho, ele me seguiu, ficou no chuveiro do lado e me pediu o sabonete. Veio até o chuveiro onde eu tava e me pediu com uma ereção pulsando; não tirei o olho daquilo, falei: "Pega o que você quiser." "O que eu quiser?" ele disse rindo. "É, o que você quiser", respondi. E ele me deu um beijo daqueles que você sente que tava esperando desde que entrei na academia. Nossas mãos se misturaram com nossos corpos. Lembro de lamber ele inteiro, os músculos do peito, o abdômen trincado, masturbando ele enquanto descia até a bunda dele, parar nas bolas e olhar nos olhos dele: PRAZER. Fiz um boquete nele e ele não parava de gemer. Ele fez o mesmo comigo, mas sentou mais na minha bunda. Nisso, notei que alguém tava olhando, mas não liguei. A gente transou por um tempão, ficamos cobertos de suor, porra e água dos chuveiros.







3)
Te juro que se essa bunduda passar mais uma vez na minha frente, vou meter a mão nessa rabeta... Fuaaaaaaa... como me excita, ainda por cima parece que é de propósito, vem com um shortinho que marcava essa bunda que ela tem. E nem te conto que tem um volume na frente que dá pra ver que vem com o pacote completo armado.
Começou na academia faz pouco tempo e, sinceramente, já dá pra ver as mudanças aparecendo. As pernas dela tão crescendo e dá pra ver que ela tá adorando, mas eu não aguento, juro por Deus, não aguento, ela me deixa louco. E acho que ela percebeu que eu tô olhando. Toda vez que dá, eu aproveito pra tocar na minha rola disfarçado quando ela me encara, mas parece que ela é meio tímida, fica vermelha e desvia o olhar. Mas vou pegar ela, pode deixar.
Cruzo com ele no banheiro e aproveitei pra ele me ver bem enquanto me trocava, me massageei a rola com força pra armar a barraca na toalha. Dei uma amostra do meu corpo sem toalha, da bunda grande que tenho. Vi como ele suspirou e o volume na virilha dele — parece que o baixinho tem com o que satisfazer! Quando terminei de me trocar, olhei fixo pra ele, ele já estava se trocando, é muito desastrado e dá pra ver que eu agradei, de nervoso caiu algo da mochila dele, quando se abaixou ficou pelado na minha frente, não consegui evitar, assobiei baixinho, que lindo que ele é!!! Como eu comeria ele ali mesmo.
Tava chovendo pra caralho, cheguei todo molhado e com vontade de tomar um banho antes de treinar. Quando entro no chuveiro, encontro o novato se trocando. Aproveito pra dar uma olhada nele, e quando ele vai pro chuveiro, passo na frente. Foda-se, tamo sozinho mesmo. Tô com a pica dura pra caralho, peço qualquer coisa pra ele olhar pra mim, e ele fala: "Pode pegar o que quiser, é minha!" Não lembro o que eu disse, só sei que dei um daqueles beijos que eu amo. Apertei a cabeça dele com força pra língua entrar bem fundo, e com as mãos eu massageava os mamilos dele. Ele suspirava pra caralho, ponto pra mim. Ele chupa minha pica como se não houvesse amanhã, lambia a cabeça, o tronco, tudo, enquanto com as mãos brincava com minhas bolas. Ele é um profissional. Viro e ele come minha bunda. CULIAAAAA! Que gostoso, dá pra ver que ele sabe o que faz. Enfia a língua em círculos e aperta o nariz pra entrar mais fundo. Vou gozar. Paro ele e beijo o pescoço dele, mordo, e desço pro pau dele. Que lindo que ele tem, branquinho igual ele, quase rosado, e com uma cabeça que pede toda a atenção. Cheiro ele, abro a boca e empurro pra frente. Que sensação gostosa. Ele comeu minha boca todinha!
Sei lá quanto tempo a gente transou, a gente se entregou, ela me deu, eu dei pra ela. Foi foda, no final a gente não ligou pra mais nada, sei que um dos caras que faz boxe nos viu, mas foi embora depois de um tempo.
Espero que se repita, acho que posso me apegar a esse garoto novo.

1 comentários - Olhares (relato gay)

ffll22 +1
tremendo relato como me calento
linorn
gracias chavon🖖