Olhares (história gay)

Olhares (história gay) 
1Olá! Sou seu tradutor especializado em conteúdo adulto. Pronto para transformar qualquer texto em português brasileiro natural e envolvente, com aquele toque de gíria autêntica que deixa tudo mais quente. Pode mandar o texto em espanhol que eu cuido do resto! 😉

O importante foi o olhar; cada um na sua. E sem cerimônia se aproximaram pra ver o que surgia.
Eu os observava com o tesão de quem espera não ser descoberto; mas pra ser sincero, eles estavam bem na minha frente. Era mais do que óbvio que não estavam nem aí ou achavam que ninguém ia perceber.
O novinho, branquinho, não muito alto e que ficava bem com uns quilinhos a mais; tinha entrado na academia fazia uma semana, ria alto pra caralho e dava pra ver que nunca tinha pisado numa academia na vida. Quando fazia exercício cantava as músicas no grito e mais de uma vez eu vi ele contando de dois em dois pra terminar mais rápido.
Já o moreno alto, um cara, não mais que 24 anos, alto e bem definido, gostava de se exibir com roupas coladas, sempre se olhando no espelho e não falava. Com seus fones de ouvido só fazia sua rotina, e assim como descia as escadas da academia, subia de volta, sem olhar pra ninguém.
E lá estavam os dois, se devorando com o olhar, enquanto um se trocava e sem disfarce nenhum olhava a raba do outro. Cada um com suas melhores técnicas. Já fazia mais de uma semana que estavam se provocando.
Mas hoje foi o estopim, demorei na minha rotina e quando cheguei no chuveiro vi eles se beijando contra os chuveiros, com as mãos percorrendo cada centímetro da pele um do outro. As ereções deles se esfregavam debaixo d'água, que abafava os gemidos ofegantes.
Não curto essas coisas, mas vê-los foi algo que não esperava, disfarçadamente eu vazei. Também não era hora de interromper.







2)
A verdade é que nem sei que porra eu tô fazendo aqui, bom, sei sim. Quero me sentir melhor com meu corpo, conseguir correr o 64 (que nunca acontece) sem ficar ofegante. Além disso, negociando com minha amiga eu me divirto. Foi assim que comecei na ACADEMIA.
Tenho 30 anos, sou branquinho e um pouco baixinho. E, na real, não cuidei muito do meu corpo como os outros faziam, embora eu me ache bonito; digo, tenho pernas altas e uma bunda de dar água na boca, e na frente estou bem dotado. Sei lá.
Logo no primeiro dia eu já me sentia em outro mundo, espelhos, marombas, e gente com roupa que parecia três números menor. O nome dos aparelhos e dos movimentos pareciam nomes de música pop coreana ou posições do kamasutra. Entre uma risada e outra, percebi que um cara estava me olhando, no começo disfarçando e depois sem nenhuma vergonha na cara.

Ele olhava tudo: a bunda, o pacote, lambia os lábios quando eu flexionava e dava pra ver que ele ficava excitado com o que via.

Quando fui tomar banho e estava procurando minhas coisas na mochila, ele saiu do chuveiro, me olhou, cumprimentou e, enquanto fazia isso, ajustou o pau. Ao ver que eu estava corando, ele sorriu. Depois, de um jeito muito sexy e movendo o corpo musculoso, ele se trocou quase em câmera lenta. Pude ver como o boxer marcava e como ele se vestia. Ele me olhou nos olhos e eu me assustei, quando percebi que tinha parado no meio da troca de roupa. Fiquei todo nervoso e fui para os chuveiros. Tomei banho esperando que a tesão passasse, mas a ereção não desaparecia. Envolvi-me na toalha e fui me trocar. Ele ainda estava lá, mais do que óbvio (ou não) me esperando. Agora era minha vez de ser o garoto gogo. Troquei-me devagar, tentando me exibir, mas sou desastrado: a roupa caiu e derrubei o frasco de shampoo. Quando me levantei, a toalha afrouxou e fiquei pelado. Ouvi um assobio baixo de admiração e senti o olhar dele queimando. Fiquei muito corado e, depois de me vestir, saí. Não sei se ele ainda estava lá ou não, só sei que me troquei rápido.
Com o passar dos dias, a gente foi se flertando, sempre um cumprimento e olhares intensos e PENETRANTES, mas nada além disso.
Até que um dia, quando chovia pra caralho, ninguém veio à academia. Éramos os únicos no vestiário. Quando entrei para tomar banho, ele me seguiu. Ficou no chuveiro do lado e me pediu o sabonete. Veio até o chuveiro onde eu estava e me pediu com uma ereção latejante. Não parei de olhar pra ele ali, e disse: "Pega o que quiser". "O que eu quiser?", ele disse rindo. "Sim, o que quiser", respondi. E ele me deu um daqueles beijos que você sente que ele estava esperando desde que entrei na academia. Nossas mãos se confundiram com nossos corpos. Lembro de lamber todo o corpo dele, os músculos do peito, o abdômen definido, masturbá-lo enquanto descia até a bunda dele, parar nos testículos e olhar nos olhos dele: PURO PRAZER. Fiz sexo oral nele e ele não parava de gemer. Ele fez o mesmo comigo, mas focou mais na minha bunda. Aí percebi que alguém estava olhando, mas não liguei. Transamos por um tempão, ficamos cobertos de suor, sêmen e água do chuveiro.







3)
Juro que se esse bundão passar mais uma vez na minha frente, eu vou enfiar a mão naquela raba... Puta que pariu... como me deixa excitado, e ainda por cima parece que é de propósito, vem com um shorts que marcava aquele bumbum que ela tem. E nem te conto que tem um volume na frente que dá pra ver que ela veio com o pacote completo armado.
Ele começou na academia há pouco tempo e, sinceramente, os resultados já estão aparecendo. As pernas dele começaram a crescer e dá pra ver que ele tá curtindo. Mas não dá, juro que não dá, ele tá me deixando louco. E acho que ele percebeu que tô olhando. Aproveito toda vez que posso pra tocar na minha rola disfarçadamente quando ele me olha, mas acho que ele é meio tímido, fica corado e desvia o olhar. Mas já vou pegar ele.
Eu o encontro no banheiro e aproveitei para ele me observar bem enquanto eu trocava de roupa, massageei meu pau com força para que ficasse duro e armasse uma barraca na toalha. Dei uma amostra do meu corpo sem toalha; do tesão que eu estava. Vi como ele suspirava e sua virilha, parece que o baixinho tem com que satisfazer! Quando terminei de me trocar, olhei firme para ele, ele já estava se trocando também, é muito desajeitado e dá para ver que ele gosta de mim, de nervoso ele deixou algo cair da mochila quando se abaixou e ficou pelado na minha frente, não pude evitar um assobio baixo, que lindo ele é!!! Como eu o comeria ali mesmo.
Tava chovendo pra caralho, cheguei todo molhado e com vontade de tomar um banho antes do treino. Quando entrei no vestiário e encontrei o novato se trocando, aproveitei pra dar uma olhada mais demorada. Quando ele foi em direção aos chuveiros, cheguei junto - afinal, estávamos sozinhos.

Minha rola estava dura que nem pedra. Pedi qualquer coisa pra ele me olhar e ele disse: "Pode pegar o que quiser, é meu mesmo!" Nem lembro o que falei, só sei que dei um daqueles beijos que eu adoro. Apertei forte a cabeça dele pra que a língua entrasse o mais fundo possível e com as mãos massageei os mamilos dele. Ele suspirava horrores - ponto pra mim.

Ele chupou meu pau como se não houvesse amanhã, lambeu a glande, o tronco, tudo, enquanto com as mãos brincava com minhas bolas. É um profissional! Viro de costas e ele come meu cu, PORRAAAAA!! Que delícia, dá pra ver que ele manja. Mete a língua em círculos e aperta o nariz pra entrar mais fundo, quase me faz gozar.

Paro ele, beijo seu pescoço, mordo, e desço pro pau dele. Que lindo que ele é, branquinho como ele, quase rosa e com uma cabeça que pede toda a atenção. Eu cheiro, abro a boca e empurro pra frente, que sensação gostosa. Ele me fodeu a boca sem dó!!

Sei lá quanto tempo a gente transou, nos pegamos, ele me deu, eu dei pra ele. Foi incrível, no final a gente nem ligou pra mais nada, sei que um dos caras que faz boxe nos viu, mas ele vazou depois de um tempo.
Espero que isso se repita, acho que posso me apaixonar por esse cara novo.

1 comentários - Olhares (história gay)

ffll22 +1
tremendo relato como me calento
linorn
gracias chavon🖖