UM BUKKAKE BEM GOSTOSO
Fala, já faz um tempão que não escrevo, e aconteceu um monte de coisa que quero contar. Hoje vou começar contando minhas experiências em dois bukakes que participei.
Tudo começou com uma postagem num grupo de Whats com os amigos, com quem geralmente a gente se junta pra fazer putaria, mas nunca tínhamos feito nada juntos. Numa daquelas conversas quentes de sempre, um deles mencionou que tinha sido convidado pra um Bukkake, obviamente pra ser um dos responsáveis por deixar uma bela porção de porra em algum homem sedento por paus e leite. No começo todo mundo negou, mas pouco depois alguns disseram que não seria má ideia participar. No fim das contas, o contato com estranhos é mínimo. Foi quando um amigo me mandou mensagem no privado perguntando se a gente participava. Ele e eu já tínhamos tido umas aventuras. Então chamamos o Juan, que foi quem fez a proposta. Ele disse que um conhecido queria fazer um bukkake, onde ele fosse o que recebesse todas as gozadas, e só tinha contado pra dois amigos de confiança: o Juan e o Ramiro. O Ramiro é amigo íntimo do Moisés, que seria o cara que ia receber os jatos de leite, e eles deram a tarefa de chamar mais umas pessoas de confiança pra fazer parte disso.
No fim, ficamos 5 pessoas mais o Moisés. Pra não alongar a história, já que meu relato é pra outro momento, o bukkake foi bem normal. A gente se encontrou num motel perto, chegamos com umas bebidas pra animar a noite, e entre uns goles começou a apalpação. Não demorou muito pro Moisés começar a chupar paus. As gozadas foram bem normais. O Moisés se mostrou um mestre em chupar pica e adora engolir porra. A noite terminou com uma linda imagem mental da minha parte daquele homem banhado em 5 tipos diferentes de porra.
Isso é só um preâmbulo, porque desde aquela noite eu fiquei com vontade de ter ficado no lugar do Moisés, e receber uma quantidade maior de jatos de leite na minha cara e boca, além de chupar muitos paus. paus numa mesma noite.
Por isso decidi contatar o mesmo grupo de amigos e propor que, dessa vez, eu fosse o receptáculo humano pra descarregarem suas cargas. Primeiro, conversei com cada um individualmente pra ver com quantos caras podia contar pra aventura. Dos quatro homens que convidei, só meu amigo Juan não pôde comparecer, por causa das férias — ele tinha decidido viajar pelo país. Foi aí que tomei a liberdade de sugerir a cada um que podiam trazer algum amigo íntimo de confiança pra somar mais uns paus na minha aventura. Conversando com todos, no fim seriam 6 homens que apareceriam dessa vez, além de mim, claro.
Queria que fosse algo mais especial que da última vez — não que a experiência com Moisés tivesse sido ruim, mas eu queria alugar um quarto maior, onde meus machos pudessem ficar mais à vontade. Foi quando aluguei um motel mais chique, um quarto pra 10 pessoas por uma noite, mas quando vi o espaço, cabia fácil uns 20.
Marquei com meus homens pras 10 da noite. Enchi o minibar de cerveja, tequila e mais umas bebidas alcoólicas pra animar a noite. Cheguei obviamente antes, pra ir recebendo meus convidados de um jeito especial. Minha surpresa começou quando Moisés chegou com 3 caras que eu não esperava, seguido pelo Ramiro, que pra minha surpresa veio com um amigo e o primo Armando (figura importante, hahaha, já vão entender por quê). No fim, meus três convidados extras chegaram com seus respectivos acompanhantes. No total, éramos 14 homens — algo que eu realmente não esperava. Quando estávamos todos lá dentro, fiquei muito nervoso, porque não sabia se minha fome de paus ia dar conta de saciar esses 13 paus ansiosos pra descarregar todo o leite em mim. Por isso, comecei a beber um pouco mais do que planejei.
Já no clima, e como todos os convidados foram muito educados e amigáveis comigo, Armando foi no banheiro e, quando saiu, chegou sem calça e com uma ereção na cueca que deixava ver um belo pacote. Eu sabia que era o sinal pra tudo começar. Sem pensar duas vezes, me joguei em cima dele, coloquei dois travesseiros no chão pra não machucar meus joelhos e puxei aquele pedaço de carne. Vou descrever esse pau porque foi o melhor de todos, o maior e mais leitoso. Media uns 20cm fácil e era bem grosso, cheio de veias e uns ovos depilados lindos que pendiam quase até a metade do membro. O único defeito que achei foi que o pau dele não era muito duro, mas não liguei, porque chupei como um desesperado. Depois de uns minutos de boquete, ele vira a cabeça pra chamar os outros participantes, mas eles não iam esperar minha autorização. Quando vi, todos já estavam pelados e com os paus de fora, começando a se masturbar. Me rodearam, começaram a apalpar minha bunda e meus mamilos. Peguei dois paus com as mãos e mais dois na minha frente, revezando minha boca pra lamber cada um. Obviamente, pros meus contatos eu falei que era só oral, não queria que ninguém me penetrasse naquela noite, mas eles não passaram essa info pros conhecidos. Por isso, enquanto eu tinha a maioria dos paus na minha cara, dois caras começaram a tentar lamber meu cu, e eu recusei de boa, incentivando eles a curtirem mais minha boca. Isso fez com que esses dois amigos enfiassem na minha boca, me seguraram pela nuca e me comeram como se fosse uma bunda bem aberta. As bolas deles batiam no meu queixo a mil por hora. Nenhum deles foi problema pra engolir até a garganta, até que Armando entrou no jogo. O pau enorme dele ficava na metade, porque era tão grosso que não passava além, mas litros de saliva saíam de mim, e eles batiam no meu rosto com aqueles paus. Armando foi o primeiro a gozar. Deu cinco tiros potentes na minha garganta. Não engoli nem uma gota, porque minha intenção era fazer do jeito mais sujo possível, então cuspi tudo na minha mão e passei aquela porra quente no meu rosto, virei pros outros e falei:
—Dá o leite pra putinha de vocês, que ela tá com muita fome.
Isso fez todo mundo começar a bater punheta mais rápido pra chegar no orgasmo precioso e poder jogar todo o sêmen em mim. Chegou a hora em que todos começaram a gozar, eu tava rodeado por eles, recebendo mais de uma descarga ao mesmo tempo, foi algo incrível. Meu rosto, meu peito ficaram cheios de porra, foi uma quantidade enorme de leite que tinha em cima de mim, meu rosto tava irreconhecível, um olho impossível de abrir. Pra minha surpresa, o Armando ainda tava com uma ereção linda que pedia pra ser ordenhada, e eu fiz isso, engoli aquela pica de novo por mais uns minutos até chegar a hora de receber mais porra, mas dessa vez eu queria tomar tudo direto da fonte, então não tirei a vara da boca nem por um instante, até ele parar de descarregar todos os tiros quentes de sêmen, e de novo, foram 6 jatos fortes e deliciosos que entraram em mim. Eu continuei no chão, coberto de porra, e ficava falando coisas humilhantes pra mim mesmo, tipo que eu era a putinha deles, a putinha, e que tinham que me alimentar com pica e leite. Meus homens se vestiram e foram embora, mas não sem antes me dar um tapão na cara e uma palmada na bunda, já que eu tinha ficado de quatro o tempo todo. Entrei no banheiro pra me limpar e vi aquele homem recém-alimentado por 13 picas bem dotadas de porra. Aí, antes de tomar banho, bati uma punheta e juntei meu sêmen com o dos outros.
Aquele dia foi o começo de mais aventuras em grupo. Espero em breve contar mais das minhas experiências. Se gostaram, comentem e me aqueçam com comentários, beijos da sua putinha sedenta.
Fala, já faz um tempão que não escrevo, e aconteceu um monte de coisa que quero contar. Hoje vou começar contando minhas experiências em dois bukakes que participei.
Tudo começou com uma postagem num grupo de Whats com os amigos, com quem geralmente a gente se junta pra fazer putaria, mas nunca tínhamos feito nada juntos. Numa daquelas conversas quentes de sempre, um deles mencionou que tinha sido convidado pra um Bukkake, obviamente pra ser um dos responsáveis por deixar uma bela porção de porra em algum homem sedento por paus e leite. No começo todo mundo negou, mas pouco depois alguns disseram que não seria má ideia participar. No fim das contas, o contato com estranhos é mínimo. Foi quando um amigo me mandou mensagem no privado perguntando se a gente participava. Ele e eu já tínhamos tido umas aventuras. Então chamamos o Juan, que foi quem fez a proposta. Ele disse que um conhecido queria fazer um bukkake, onde ele fosse o que recebesse todas as gozadas, e só tinha contado pra dois amigos de confiança: o Juan e o Ramiro. O Ramiro é amigo íntimo do Moisés, que seria o cara que ia receber os jatos de leite, e eles deram a tarefa de chamar mais umas pessoas de confiança pra fazer parte disso.
No fim, ficamos 5 pessoas mais o Moisés. Pra não alongar a história, já que meu relato é pra outro momento, o bukkake foi bem normal. A gente se encontrou num motel perto, chegamos com umas bebidas pra animar a noite, e entre uns goles começou a apalpação. Não demorou muito pro Moisés começar a chupar paus. As gozadas foram bem normais. O Moisés se mostrou um mestre em chupar pica e adora engolir porra. A noite terminou com uma linda imagem mental da minha parte daquele homem banhado em 5 tipos diferentes de porra.
Isso é só um preâmbulo, porque desde aquela noite eu fiquei com vontade de ter ficado no lugar do Moisés, e receber uma quantidade maior de jatos de leite na minha cara e boca, além de chupar muitos paus. paus numa mesma noite.
Por isso decidi contatar o mesmo grupo de amigos e propor que, dessa vez, eu fosse o receptáculo humano pra descarregarem suas cargas. Primeiro, conversei com cada um individualmente pra ver com quantos caras podia contar pra aventura. Dos quatro homens que convidei, só meu amigo Juan não pôde comparecer, por causa das férias — ele tinha decidido viajar pelo país. Foi aí que tomei a liberdade de sugerir a cada um que podiam trazer algum amigo íntimo de confiança pra somar mais uns paus na minha aventura. Conversando com todos, no fim seriam 6 homens que apareceriam dessa vez, além de mim, claro.
Queria que fosse algo mais especial que da última vez — não que a experiência com Moisés tivesse sido ruim, mas eu queria alugar um quarto maior, onde meus machos pudessem ficar mais à vontade. Foi quando aluguei um motel mais chique, um quarto pra 10 pessoas por uma noite, mas quando vi o espaço, cabia fácil uns 20.
Marquei com meus homens pras 10 da noite. Enchi o minibar de cerveja, tequila e mais umas bebidas alcoólicas pra animar a noite. Cheguei obviamente antes, pra ir recebendo meus convidados de um jeito especial. Minha surpresa começou quando Moisés chegou com 3 caras que eu não esperava, seguido pelo Ramiro, que pra minha surpresa veio com um amigo e o primo Armando (figura importante, hahaha, já vão entender por quê). No fim, meus três convidados extras chegaram com seus respectivos acompanhantes. No total, éramos 14 homens — algo que eu realmente não esperava. Quando estávamos todos lá dentro, fiquei muito nervoso, porque não sabia se minha fome de paus ia dar conta de saciar esses 13 paus ansiosos pra descarregar todo o leite em mim. Por isso, comecei a beber um pouco mais do que planejei.
Já no clima, e como todos os convidados foram muito educados e amigáveis comigo, Armando foi no banheiro e, quando saiu, chegou sem calça e com uma ereção na cueca que deixava ver um belo pacote. Eu sabia que era o sinal pra tudo começar. Sem pensar duas vezes, me joguei em cima dele, coloquei dois travesseiros no chão pra não machucar meus joelhos e puxei aquele pedaço de carne. Vou descrever esse pau porque foi o melhor de todos, o maior e mais leitoso. Media uns 20cm fácil e era bem grosso, cheio de veias e uns ovos depilados lindos que pendiam quase até a metade do membro. O único defeito que achei foi que o pau dele não era muito duro, mas não liguei, porque chupei como um desesperado. Depois de uns minutos de boquete, ele vira a cabeça pra chamar os outros participantes, mas eles não iam esperar minha autorização. Quando vi, todos já estavam pelados e com os paus de fora, começando a se masturbar. Me rodearam, começaram a apalpar minha bunda e meus mamilos. Peguei dois paus com as mãos e mais dois na minha frente, revezando minha boca pra lamber cada um. Obviamente, pros meus contatos eu falei que era só oral, não queria que ninguém me penetrasse naquela noite, mas eles não passaram essa info pros conhecidos. Por isso, enquanto eu tinha a maioria dos paus na minha cara, dois caras começaram a tentar lamber meu cu, e eu recusei de boa, incentivando eles a curtirem mais minha boca. Isso fez com que esses dois amigos enfiassem na minha boca, me seguraram pela nuca e me comeram como se fosse uma bunda bem aberta. As bolas deles batiam no meu queixo a mil por hora. Nenhum deles foi problema pra engolir até a garganta, até que Armando entrou no jogo. O pau enorme dele ficava na metade, porque era tão grosso que não passava além, mas litros de saliva saíam de mim, e eles batiam no meu rosto com aqueles paus. Armando foi o primeiro a gozar. Deu cinco tiros potentes na minha garganta. Não engoli nem uma gota, porque minha intenção era fazer do jeito mais sujo possível, então cuspi tudo na minha mão e passei aquela porra quente no meu rosto, virei pros outros e falei:
—Dá o leite pra putinha de vocês, que ela tá com muita fome.
Isso fez todo mundo começar a bater punheta mais rápido pra chegar no orgasmo precioso e poder jogar todo o sêmen em mim. Chegou a hora em que todos começaram a gozar, eu tava rodeado por eles, recebendo mais de uma descarga ao mesmo tempo, foi algo incrível. Meu rosto, meu peito ficaram cheios de porra, foi uma quantidade enorme de leite que tinha em cima de mim, meu rosto tava irreconhecível, um olho impossível de abrir. Pra minha surpresa, o Armando ainda tava com uma ereção linda que pedia pra ser ordenhada, e eu fiz isso, engoli aquela pica de novo por mais uns minutos até chegar a hora de receber mais porra, mas dessa vez eu queria tomar tudo direto da fonte, então não tirei a vara da boca nem por um instante, até ele parar de descarregar todos os tiros quentes de sêmen, e de novo, foram 6 jatos fortes e deliciosos que entraram em mim. Eu continuei no chão, coberto de porra, e ficava falando coisas humilhantes pra mim mesmo, tipo que eu era a putinha deles, a putinha, e que tinham que me alimentar com pica e leite. Meus homens se vestiram e foram embora, mas não sem antes me dar um tapão na cara e uma palmada na bunda, já que eu tinha ficado de quatro o tempo todo. Entrei no banheiro pra me limpar e vi aquele homem recém-alimentado por 13 picas bem dotadas de porra. Aí, antes de tomar banho, bati uma punheta e juntei meu sêmen com o dos outros.
Aquele dia foi o começo de mais aventuras em grupo. Espero em breve contar mais das minhas experiências. Se gostaram, comentem e me aqueçam com comentários, beijos da sua putinha sedenta.
0 comentários - Un buen BUKAKE [Relato]