Antes de me mudar com minha família pra onde moramos hoje, eu morava com uns parentes, no mesmo terreno, nós na nossa casa nos fundos e eles na casa da frente.
Lembro que por volta de 2001, com toda a bagunça que teve, tinha muitos dias de greve de professor, então a gente ficava em casa, só eu e meu irmão mais velho, porque meus pais iam trabalhar.
Ele sempre chamava a gente pra jogar Duke Nukem 3D no computador, a gente se revezava por vidas, meu irmão era muito bom, então os turnos dele eram longos; enquanto isso, ele e eu nos jogávamos na cama dele pra brincar de lutinha, nos empurrar e bater com os travesseiros, ele era muito mais forte que eu, então era suave, me fazia cócegas, me abraçava e a gente rolava na cama dele, nisso chamam meu irmão e ele vai embora, a gente continua brincando, sentia as mãos dele cada vez em mais lugares, lugares onde não tinha cócegas mas eu gostava, até que do nada ele colou os lábios dele nos meus, aí a gente parou de rolar na cama, ele ficou deitado olhando pra cima e eu em cima dele, ele me envolvia com os braços na parte de baixo das minhas costas, eu fiquei vermelha e sorri pra ele, com minha reação ele continuou, dessa vez também começou a me beijar suavemente, enfiando a língua na minha boca, lembro que eu adorava tanto o que a gente fazia, era tão gostoso, era algo novo; sentia as mãos dele descendo até minha bunda, sentia algo debaixo da minha barriga, ele pegou minha mão e levou até o volume na calça dele, enquanto continuava me beijando, abaixou a calça e aquilo saltou como uma mola, me fez pegar nele, tava duro e quente, ainda segurando minha mãozinha, fazia eu subir e descer, eu obedecia tímida e curiosa, depois senti a outra mão dele na minha cabeça e enquanto me fazia carinho, pressionava pra baixo, aos poucos fui cedendo e comecei a descer, ele levantou a camiseta, me deixando ver aquela fileira de pelinhos que ia do umbigo até ali, lembro claramente de passar os dedos por aquele caminho de pelos, era tipo um trilhinho (ele era muito peludo, Isso sempre me chamou a atenção. Lembro que ficava enchendo o saco dele, ele usava aqueles shortinhos anos 90 bem curtinhos, tipo de jogador de rúgbi/tênis. Eu ia lá e pegava os pelinhos da coxa dele e puxava pra arrancar. As pernas dele eram bonitas. — Coloca na boca, passa a língua — Timidamente obedeci e gostei, mas enquanto fazia isso, ficava olhando pra ele e parecia que ele gostava ainda mais, então continuei. A gente ouviu um barulho, ele se assustou, puxou minha calça pra cima rapidinho e eu fui pelo corredor ver se via alguém... nada. Voltei pro quarto dele, ele tava na frente do computador jogando. Me chamou, me fez sentar no colo dele, passava as mãos nas minhas laterais e continuava jogando. Comecei a sentir aquilo de novo, duro, batendo na minha bunda. Ele não tava jogando nada bem, tava tomando tiro pra todo lado, acho que tinha se desconcentrado um pouco, hehe. — Continua você — Peguei o mouse e continuei jogando. Eu era meio ruim, não manjava bem dos controles ainda, só saía atirando pra todo lado. Sentia as mãos dele na minha cinturinha, de vez em quando beijava meu pescoço e isso me dava cócegas. Perdi, e a gente voltou pra cama dele brincar de lutinha. Meu irmão voltou pra matar o chefão que a gente tava penando, mas como eu perdi, tinha que começar tudo de novo. Ele ficou puto e disse que ia jogar na rua com os meninos da vizinhança. Eu ia ir também, mas a verdade é que tava me divertindo com ele. Os meninos brincavam de polícia e ladrão, nunca fui bom pra correr e essas coisas, ou jogavam bola, coisa que também nunca gostei. Então decidi ficar. Ele pareceu feliz com minha decisão. A gente ouviu os passos rápidos dele descendo a escada caracol de metal, e continuamos na cama. Os lençóis tinham saído do lugar com tanta brincadeira. Ele nos cobriu e continuou me beijando (vocês não imaginam as punhetas que eu bato tentando lembrar exatamente como eram aqueles beijos, fecho os olhos e tento com todas as minhas forças que essas lembranças escassas voltem pra mim). Sentia a língua dele brincando na minha boca, mexendo de um lado pro outro, eu... Brincando, ele pegava a língua dela e chupava, ele dobrava ela em U e eu chupava, me divertia, pra ele não era exatamente diversão o que aquilo causava, ele puxou de novo, dessa vez lembro que ele baixou a calça até o tornozelo, pude ver as pernas inteiras que tanto me chamavam a atenção, vai saber por quê, e eram todas peludas até chegar lá, não precisei mais que ele pedisse ou me levasse até lá, sozinho enfiei na boca — passa a língua, lambe —, depois lembro de estar deitado de bruços com as pernas abertas (talvez por isso hoje em dia seja uma das minhas posições favoritas), tava com a calça e a cueca abaixadas, sentia úmido, e foi aí que ele começou a meter, verdade que não foi nada agradável no começo, ele colocou a mão na minha boca e enquanto falava coisas perto do meu ouvido, tapava minha boca com a mão e cada vez entrava mais fundo em mim, doía, mas ao mesmo tempo não queria que parasse e ele não parou, não lembro se ficou assim 5 minutos, uma hora, ou quanto, mas eu senti como se fosse infinito, sentia um calor que percorria meu corpo todo, depois dessa vez tive que esperar uns dias e assim que parou de doer fui atrás dele pra mais.
Lembro que por volta de 2001, com toda a bagunça que teve, tinha muitos dias de greve de professor, então a gente ficava em casa, só eu e meu irmão mais velho, porque meus pais iam trabalhar.
Ele sempre chamava a gente pra jogar Duke Nukem 3D no computador, a gente se revezava por vidas, meu irmão era muito bom, então os turnos dele eram longos; enquanto isso, ele e eu nos jogávamos na cama dele pra brincar de lutinha, nos empurrar e bater com os travesseiros, ele era muito mais forte que eu, então era suave, me fazia cócegas, me abraçava e a gente rolava na cama dele, nisso chamam meu irmão e ele vai embora, a gente continua brincando, sentia as mãos dele cada vez em mais lugares, lugares onde não tinha cócegas mas eu gostava, até que do nada ele colou os lábios dele nos meus, aí a gente parou de rolar na cama, ele ficou deitado olhando pra cima e eu em cima dele, ele me envolvia com os braços na parte de baixo das minhas costas, eu fiquei vermelha e sorri pra ele, com minha reação ele continuou, dessa vez também começou a me beijar suavemente, enfiando a língua na minha boca, lembro que eu adorava tanto o que a gente fazia, era tão gostoso, era algo novo; sentia as mãos dele descendo até minha bunda, sentia algo debaixo da minha barriga, ele pegou minha mão e levou até o volume na calça dele, enquanto continuava me beijando, abaixou a calça e aquilo saltou como uma mola, me fez pegar nele, tava duro e quente, ainda segurando minha mãozinha, fazia eu subir e descer, eu obedecia tímida e curiosa, depois senti a outra mão dele na minha cabeça e enquanto me fazia carinho, pressionava pra baixo, aos poucos fui cedendo e comecei a descer, ele levantou a camiseta, me deixando ver aquela fileira de pelinhos que ia do umbigo até ali, lembro claramente de passar os dedos por aquele caminho de pelos, era tipo um trilhinho (ele era muito peludo, Isso sempre me chamou a atenção. Lembro que ficava enchendo o saco dele, ele usava aqueles shortinhos anos 90 bem curtinhos, tipo de jogador de rúgbi/tênis. Eu ia lá e pegava os pelinhos da coxa dele e puxava pra arrancar. As pernas dele eram bonitas. — Coloca na boca, passa a língua — Timidamente obedeci e gostei, mas enquanto fazia isso, ficava olhando pra ele e parecia que ele gostava ainda mais, então continuei. A gente ouviu um barulho, ele se assustou, puxou minha calça pra cima rapidinho e eu fui pelo corredor ver se via alguém... nada. Voltei pro quarto dele, ele tava na frente do computador jogando. Me chamou, me fez sentar no colo dele, passava as mãos nas minhas laterais e continuava jogando. Comecei a sentir aquilo de novo, duro, batendo na minha bunda. Ele não tava jogando nada bem, tava tomando tiro pra todo lado, acho que tinha se desconcentrado um pouco, hehe. — Continua você — Peguei o mouse e continuei jogando. Eu era meio ruim, não manjava bem dos controles ainda, só saía atirando pra todo lado. Sentia as mãos dele na minha cinturinha, de vez em quando beijava meu pescoço e isso me dava cócegas. Perdi, e a gente voltou pra cama dele brincar de lutinha. Meu irmão voltou pra matar o chefão que a gente tava penando, mas como eu perdi, tinha que começar tudo de novo. Ele ficou puto e disse que ia jogar na rua com os meninos da vizinhança. Eu ia ir também, mas a verdade é que tava me divertindo com ele. Os meninos brincavam de polícia e ladrão, nunca fui bom pra correr e essas coisas, ou jogavam bola, coisa que também nunca gostei. Então decidi ficar. Ele pareceu feliz com minha decisão. A gente ouviu os passos rápidos dele descendo a escada caracol de metal, e continuamos na cama. Os lençóis tinham saído do lugar com tanta brincadeira. Ele nos cobriu e continuou me beijando (vocês não imaginam as punhetas que eu bato tentando lembrar exatamente como eram aqueles beijos, fecho os olhos e tento com todas as minhas forças que essas lembranças escassas voltem pra mim). Sentia a língua dele brincando na minha boca, mexendo de um lado pro outro, eu... Brincando, ele pegava a língua dela e chupava, ele dobrava ela em U e eu chupava, me divertia, pra ele não era exatamente diversão o que aquilo causava, ele puxou de novo, dessa vez lembro que ele baixou a calça até o tornozelo, pude ver as pernas inteiras que tanto me chamavam a atenção, vai saber por quê, e eram todas peludas até chegar lá, não precisei mais que ele pedisse ou me levasse até lá, sozinho enfiei na boca — passa a língua, lambe —, depois lembro de estar deitado de bruços com as pernas abertas (talvez por isso hoje em dia seja uma das minhas posições favoritas), tava com a calça e a cueca abaixadas, sentia úmido, e foi aí que ele começou a meter, verdade que não foi nada agradável no começo, ele colocou a mão na minha boca e enquanto falava coisas perto do meu ouvido, tapava minha boca com a mão e cada vez entrava mais fundo em mim, doía, mas ao mesmo tempo não queria que parasse e ele não parou, não lembro se ficou assim 5 minutos, uma hora, ou quanto, mas eu senti como se fosse infinito, sentia um calor que percorria meu corpo todo, depois dessa vez tive que esperar uns dias e assim que parou de doer fui atrás dele pra mais.
7 comentários - Me fez promíscua (Relato)
ver lo mucho que disfrutas del buen sexo, calienta al toque.
sueño con esa cola golosa y esa boca petera!!!!
van puntos y me encanto las ultimas lineas de lolita.