Oi, sou o matyaspassss com um novo relato. Dessa vez vão ser duas histórias que rolaram comigo: uma com um ursinho que conheci no Badoo e outra com um cara que mora perto do meu trampo. Beleza, vou começar...
Me devoro um ursinho pardo em Merlo.
Bom, o primeiro encontro foi pelo Badoo, a gente se curtiu, começamos a conversar e descobri que ele trabalhava no mercadinho chinês perto de casa. Fiquei com um pouco de medo, a gente morava tão perto, no mesmo bairro, ninguém sabe que eu adoro uma rola. Continuamos conversando e ele me disse: "Você não veio comprar outro dia? Era você, né? Você é muito gostoso." Respondi com um sonoro não, mas seguimos trocando ideia enquanto os dias passavam, até que confessei que sim, era eu. Ele não se surpreendeu porque já sabia que era eu, então só combinamos um dia pra nos ver. Uma tarde, eu tava passeando por Morón e tive a ideia de mandar mensagem pelo app: "Tô com vontade de te ver. Já saiu do trabalho?" E com a resposta dele que sim, combinamos de nos ver em Merlo. Finalmente nos encontramos na estação, daí o título que coloquei "ursinho pardo" — gordinho com cabelo tingido, aquela cabeleira farta e aquela cor me lembravam os ursos que a gente via na TV, um marrom que não sei descrever direito. Pegamos um ônibus e, quando descemos, pensei que tinha chegado, mas ainda precisava pegar um táxi até a casa dele. Eu, decepção total. Pior que o táxi não vinha, não vinha, não vinha. Eu já tava sem vontade e pedi pra voltarmos. De volta em Merlo, tava pensando em ir pra casa até que perguntei: "Quanto você tem pra um motel?" Juntamos o suficiente e fomos. Aí sim, a vontade voltou. Ele se preparava no banheiro enquanto eu me despia e esperava ele de bruços, com a bunda pequena empinada. Já na cama, fui direto abaixar a cueca dele enquanto aproximava minha bunda pequena do rosto dele. Finalmente pude contemplar a rola dele — não era enorme, mas bem grossa, e quando chupei fundo, chegava na minha garganta. Então tava aprovada, enquanto sentia a mão dele acariciar minha bunda pequena até levar os dedos pro meu buraquinho. Num momento, enquanto chupava, o cheiro forte dos pés dele entrou no meu nariz. Não falei nada, mas por dentro pensei: "Meu Deus, que nojo!" Mas não impediu que eu continuasse chupando, fiquei até mais excitado. A mão dele me obrigava a engolir ele inteiro, e eu aproveitava pra respirar fundo aquele cheiro dos pés e das bolas dele, que me deixavam louquinha. Depois, ele colocou minhas perninhas no ombro, como já falei, o pau dele era bem grosso, então começou a me penetrar. Eu aguentava como podia, porque não era fácil, enquanto gemia igual uma puta. Dava pra sentir que ele já estava dentro de mim, pedia pra ele ir devagar, mas era impossível. Eu gritava a cada penetração, mas quando minha bunda relaxou, comecei a pedir mais e mais. Meus pezinhos balançavam pra todo lado enquanto ele metia cada vez mais forte. Continuou me comendo até não aguentar mais, e enfiando bem fundo, senti o gozo quentinho dele, descarregou e gozou dentro de mim. Eu decidi tomar banho, saímos por caminhos separados e depois voltamos a conversar no chat, prontos pra marcar a próxima na casa dele.
polvo madrugador pelo Grindr
Bom, a história a seguir aconteceu enquanto eu tava indo pro trampo. Entrei no Grindr e, depois de um tempo, apareceram umas mensagens novas. Entre elas, um cara mais velho, de uns 30 e poucos anos. Não sei quantos dias a gente ficou nessa de vai e vem, porque nunca conseguia encaixar um horário pra gente se ver. Mas um dia, bem cedo, entrei no app e mandei mensagem direto. Conversa vai, conversa vem, ele me passou o endereço. Foi culpa minha ter errado a rua, o que me fez perder um tempão, porque eu tinha que entrar no trampo num certo horário. Mesmo assim, não queria perder a chance. Por quê? Porque na primeira vez que a gente conversou, ele já mandou foto da rola. Vocês não têm ideia do pedaço lindo que ele tinha. Subi no apartamento dele, lindo, e fui atrás daquele pedaço. Ele abriu a porta e me recebeu de cueca. Só sentou no sofá dele, vendo Caso Cerrado, e eu puxei a cueca pra baixo e vi aquela pica enorme. Na hora, me joguei no sofá dele e, sem tirar nada, comecei a chupar. Saboreei bem, enfiava tudo pra dentro, massageava com a língua e, de vez em quando, metia a rola inteira na boca. Ele disse: "Quer que eu meta um pouquinho?" E eu tava com pouco tempo. Peguei uma camisinha, passei um pouco de gel no meu cuzinho e me acomodei bem no sofá dele. Não foi difícil pra ele. Ele gemia enquanto sentia aquela pica enorme deslizando devagar dentro de mim, até que tava toda lá dentro. Aí ele começou a me foder. A rola dele entrava e saía, me fazendo gozar gostoso pra caralho. Só durou pouco tempo, mas o suficiente pra eu ir trabalhar. Mesmo sendo bem rápido, curti demais. Tava sem tempo, mas ele me deu pica pra eu ir feliz pro trampo. E fui assim, com o gostinho de rola na boca.
Bom, espero que vocês tenham gostado do meu novo post com relatos reais das minhas experiências. por essas novas paradas, se quiserem fazer parte dos meus contos, deixem o WhatsApp no PV. Sou de Morón, 32 anos, bem putinha. Mando um beijo e umas fotos de presente. Tchau tchau.

Me devoro um ursinho pardo em Merlo.
Bom, o primeiro encontro foi pelo Badoo, a gente se curtiu, começamos a conversar e descobri que ele trabalhava no mercadinho chinês perto de casa. Fiquei com um pouco de medo, a gente morava tão perto, no mesmo bairro, ninguém sabe que eu adoro uma rola. Continuamos conversando e ele me disse: "Você não veio comprar outro dia? Era você, né? Você é muito gostoso." Respondi com um sonoro não, mas seguimos trocando ideia enquanto os dias passavam, até que confessei que sim, era eu. Ele não se surpreendeu porque já sabia que era eu, então só combinamos um dia pra nos ver. Uma tarde, eu tava passeando por Morón e tive a ideia de mandar mensagem pelo app: "Tô com vontade de te ver. Já saiu do trabalho?" E com a resposta dele que sim, combinamos de nos ver em Merlo. Finalmente nos encontramos na estação, daí o título que coloquei "ursinho pardo" — gordinho com cabelo tingido, aquela cabeleira farta e aquela cor me lembravam os ursos que a gente via na TV, um marrom que não sei descrever direito. Pegamos um ônibus e, quando descemos, pensei que tinha chegado, mas ainda precisava pegar um táxi até a casa dele. Eu, decepção total. Pior que o táxi não vinha, não vinha, não vinha. Eu já tava sem vontade e pedi pra voltarmos. De volta em Merlo, tava pensando em ir pra casa até que perguntei: "Quanto você tem pra um motel?" Juntamos o suficiente e fomos. Aí sim, a vontade voltou. Ele se preparava no banheiro enquanto eu me despia e esperava ele de bruços, com a bunda pequena empinada. Já na cama, fui direto abaixar a cueca dele enquanto aproximava minha bunda pequena do rosto dele. Finalmente pude contemplar a rola dele — não era enorme, mas bem grossa, e quando chupei fundo, chegava na minha garganta. Então tava aprovada, enquanto sentia a mão dele acariciar minha bunda pequena até levar os dedos pro meu buraquinho. Num momento, enquanto chupava, o cheiro forte dos pés dele entrou no meu nariz. Não falei nada, mas por dentro pensei: "Meu Deus, que nojo!" Mas não impediu que eu continuasse chupando, fiquei até mais excitado. A mão dele me obrigava a engolir ele inteiro, e eu aproveitava pra respirar fundo aquele cheiro dos pés e das bolas dele, que me deixavam louquinha. Depois, ele colocou minhas perninhas no ombro, como já falei, o pau dele era bem grosso, então começou a me penetrar. Eu aguentava como podia, porque não era fácil, enquanto gemia igual uma puta. Dava pra sentir que ele já estava dentro de mim, pedia pra ele ir devagar, mas era impossível. Eu gritava a cada penetração, mas quando minha bunda relaxou, comecei a pedir mais e mais. Meus pezinhos balançavam pra todo lado enquanto ele metia cada vez mais forte. Continuou me comendo até não aguentar mais, e enfiando bem fundo, senti o gozo quentinho dele, descarregou e gozou dentro de mim. Eu decidi tomar banho, saímos por caminhos separados e depois voltamos a conversar no chat, prontos pra marcar a próxima na casa dele.
polvo madrugador pelo Grindr
Bom, a história a seguir aconteceu enquanto eu tava indo pro trampo. Entrei no Grindr e, depois de um tempo, apareceram umas mensagens novas. Entre elas, um cara mais velho, de uns 30 e poucos anos. Não sei quantos dias a gente ficou nessa de vai e vem, porque nunca conseguia encaixar um horário pra gente se ver. Mas um dia, bem cedo, entrei no app e mandei mensagem direto. Conversa vai, conversa vem, ele me passou o endereço. Foi culpa minha ter errado a rua, o que me fez perder um tempão, porque eu tinha que entrar no trampo num certo horário. Mesmo assim, não queria perder a chance. Por quê? Porque na primeira vez que a gente conversou, ele já mandou foto da rola. Vocês não têm ideia do pedaço lindo que ele tinha. Subi no apartamento dele, lindo, e fui atrás daquele pedaço. Ele abriu a porta e me recebeu de cueca. Só sentou no sofá dele, vendo Caso Cerrado, e eu puxei a cueca pra baixo e vi aquela pica enorme. Na hora, me joguei no sofá dele e, sem tirar nada, comecei a chupar. Saboreei bem, enfiava tudo pra dentro, massageava com a língua e, de vez em quando, metia a rola inteira na boca. Ele disse: "Quer que eu meta um pouquinho?" E eu tava com pouco tempo. Peguei uma camisinha, passei um pouco de gel no meu cuzinho e me acomodei bem no sofá dele. Não foi difícil pra ele. Ele gemia enquanto sentia aquela pica enorme deslizando devagar dentro de mim, até que tava toda lá dentro. Aí ele começou a me foder. A rola dele entrava e saía, me fazendo gozar gostoso pra caralho. Só durou pouco tempo, mas o suficiente pra eu ir trabalhar. Mesmo sendo bem rápido, curti demais. Tava sem tempo, mas ele me deu pica pra eu ir feliz pro trampo. E fui assim, com o gostinho de rola na boca.
Bom, espero que vocês tenham gostado do meu novo post com relatos reais das minhas experiências. por essas novas paradas, se quiserem fazer parte dos meus contos, deixem o WhatsApp no PV. Sou de Morón, 32 anos, bem putinha. Mando um beijo e umas fotos de presente. Tchau tchau.

6 comentários - relato: experiencia por baddo y grindr