Já fazia um tempo que eu olhava com desejo pro meu padrasto, aquele peito, aquela bunda tão firme... tava me matando, além disso a gente tinha confiança mútua e ele andava pela casa de cueca, o que destacava ainda mais o volume dele. Eu queria que ele me fizesse dele, queria ser a putinha dele pro resto da minha vida e comecei a espiar ele enquanto dormia e a tirar fotos sem ele saber. Toda vez que eu tinha que fazer algo na frente dele, tentava fazer do jeito mais erótico possível, quando comia banana olhava pra ele submisso e enfiava boa parte da banana na boca, quando me abaixava sempre tentava que ele visse minha bunda desejosa de ser comida por ele. Quando a gente via filmes ou TV, eu me encostava nele e acariciava o peito e os mamilos dele, e às vezes até via o volume na calça dele. Um dia ele tava sentado no sofá, de cueca como de costume, e ao ver ele ali não consegui resistir e sentei em cima dele. No começo ele hesitou, falando que tinha o sofá inteiro livre e pra eu levantar, mas fiquei em cima da enorme pica dele. Apoiei minhas costas no peito dele e sentia a barba dele no meu pescoço, ele colocou as mãos na minha cintura e a gente continuou vendo o filme. Apareceu uma cena erótica e eu brinquei falando "não vai ficar de pau duro agora hein, que sou teu enteado", depois a gente riu junto. Aproveitei aquele momento e comecei a mexer minha cintura devagar, dizendo que tava me ajeitando melhor, deixando a pica dele entre minhas duas nádegas e os ovos dele sobre os meus. Eram movimentos suaves, mas aos poucos ele ficou duro, e eu fingindo estar indignado falei como ele tinha deixado o pau endurecer, levantei, aproveitei pra olhar a pica dele e fui pro meu quarto enquanto ele dizia que não era o que parecia e que era por causa do filme. Tudo tava indo de vento em popa e poucos minutos depois fui espiar e vi que ele tava se masturbando no sofá. Finalmente pude ver a grossa e grande pica dele com dois ovos enormes. Fiquei ali olhando pra ele e me tocando até que ele soltou três fortes jatos que caíram no peito dele, e eu voltei pro meu quarto como se nada. Nada teria acontecido. No dia seguinte, bem antes de ele voltar do trabalho, deixei o notebook aberto em cima da mesa da sala com uma pesquisa de "como se masturbar" pra ele ver. Ele entrou em casa, começou a ler o notebook enquanto eu espiava da porta, e soltou um sorriso. Eu tinha tudo planejado, fui pro banheiro e chamei ele pra vir. Quando ele entrou, contei que tinha preparado um banho quentinho porque sabia que ele ia estar cansado. Pra me agradecer, ele me abraçou e me deu um tapão na bunda com pegada, brincalhona mas erótica. Eu saí do banheiro e deixei ele sozinho pra se despir e tomar banho. Poucos minutos depois, olhei pela porta entreaberta e vi que ele tava se masturbando com umas cuecas que eu tinha deixado lá. O plano tava saindo como eu queria, e não consegui evitar ficar com tesão e bater uma punheta brincando com meu cu no meu quarto. No mesmo fim de semana, ele tinha que sair de manhã, e aproveitei pra deixar o notebook no sofá aberto com uma pesquisa de "como chegar ao orgasmo" e fui fazer minhas coisas. Quando ouvi ele entrando em casa, sabia que ia direto pra sala, então esperei um pouco antes de ir. Quando vi ele lendo o notebook, fingi surpresa e comecei a inventar desculpas e tentar explicar.
— É normal na sua idade, não precisa ter medo de me perguntar, querido.
— Desculpa, mas é que eu tinha muita vergonha e não sabia como te perguntar.
— Calma, beleza, e qual é o problema?
— Não consigo gozar, nunca chego ao orgasmo e quero saber como chegar logo.
— É estranho, como você costuma se masturbar? Você se importaria de me mostrar?
— Que eu me masturbe? Não é errado? Você é meu pai.
— Sou seu padrasto, e fica tranquilo, é só pra te ensinar.
— Tá bom.
Tirei as cuecas e comecei a me masturbar devagar, movendo minha mão pra cima e pra baixo até ficar dura.
— Você tá fazendo certo, continua assim.
Continuei me masturbando por cinco minutos, e quando vi que ia gozar, parei e falei que nunca conseguia. e aproveitei pra começar meu jogo
- Não consigo, não sei o que tô fazendo errado
- Você tá fazendo certo, não sei o que acontece
- Podia me ensinar como você faz
- Eu? Sei não, sou seu pai, acho que não é certo
- Você é meu padrasto, e é só pra me ensinar, foi você quem disse
- É verdade
Ele tirou a camisa, deixando à mostra o peito e o abdômen duro, e depois tirou a calça e a cueca. Pegou o pau enorme dele com a mão esquerda e começou a mover pra cima e pra baixo, e mandou eu imitar. Ficamos um tempão assim e, vendo que "eu não chegava ao orgasmo", dei o próximo passo.
- Não consigo, não tenho um ponto G ou algo assim
- Talvez, mas não sei se você vai gostar
- Por que não?
- Os homens geralmente têm no cu e se estimula usando os dedos
- Cê acha que eu conseguiria?
- Provavelmente
Eu me deitei no sofá e levantei as pernas, mostrando meu cu a poucos centímetros do rosto dele, e enfiei um dedo, brincando devagar
- Não consigo – falei
- Como assim não consegue? Você tá fazendo
- Quero dizer que não consigo me masturbar e enfiar o dedo no cu ao mesmo tempo, não rola
- E o que você quer que eu faça?
- Pode enfiar o dedo pra mim?
- Eu? Mas sou seu pai, sei lá
- Por favor, faz por mim
- Tá bom
Ele colocou um dedo na minha boca pra lubrificar, e eu chupei como se fosse um pau, e vi que isso deixou ele durinho, e aí enfiou o dedo no meu cu enquanto com a outra mão abria minhas nádegas. Uns minutos depois, o tesão tomou conta dele, ele cuspiu no meu cu e começou a lamber e mexer a língua grande sem parar
- Ah, sim, como isso é bom, papai
- Cê gosta, hein, era isso que queria, né?
- Sim, sim, tô desejando isso desde que te vi, quero ser sua putinha, papai
- Já te achava gostosa demais pra ser hétero, vem, lambe o pau do pai, filho
Ele ficou de pé e eu me ajoelhei na frente dele, peguei o pau dele com uma mão e lambia de cima pra baixo, dei várias lambidas, chupei os ovos dele que mal cabiam na minha boca de tão grandes, e tentei chupar ele inteiro. Eu me coloquei Glande na boca, me enchia por completo e enquanto as lágrimas escorriam pelos meus olhos, ele empurrava minha cabeça pra eu engolir essa rola inteira.
- Porra, como você chupa bem. Ahhhh, continua assim, putinha, e você vai ganhar seu prêmio. Fica de quatro.
Ele se ajoelhou e, sem tirar a rola da minha boca, fiquei de quatro e continuei lambendo aquela rola enorme, enfiando um dedo no cu dele pra ele gozar mais. Às vezes, eu dava lambidas da bunda até a ponta da rola e sentia os ovos dele roçando no meu rosto. Enquanto eu chupava, ele não ficava parado e ia dilatando meu cu. No começo, enfiou um dedo e, aos poucos, começou a abrir minhas nádegas com as duas mãos, lubrificando tudo com a saliva dele. Um pouco depois, já metia três dedos e me masturbava com a outra mão.
- Vou gozar - falei quando já sentia.
- Espera.
Ele me deitou no sofá e chupou minha rola até eu gozar. Me fez sentir no céu. Com toda a porra na boca, ele me deu um beijo e eu senti a língua dele cheia do meu próprio leite se mexendo dentro da minha boca. Ele se afastou e engoliu. Lambi um pouco de sêmen que escorreu no peito dele e mordi o mamilo.
- Para de frescura, fica de quatro, gatinho.
- Já vou - ele me pegou pelo pescoço e, enquanto beliscava meu mamilo, disse:
- Já vou, "meu senhor".
- Já vou, meu senhor.
- Muito bem, bichinha, isso vai doer pra caralho.
Ele colocou a cabeça da rola no meu cu e enfiou devagar, me empurrando contra as almofadas do sofá.
- Não me machuca.
Ele pegou um travesseiro, colocou na minha boca e disse:
- Morde isso, menina.
Obedeci como a putinha submissa que eu era, e ele continuou enfiando a rola no meu cu apertado. As lágrimas escorriam pelo meu rosto e eu não aguentava mais a dor até que, finalmente, ele enfiou tudo.
- Porra, como isso é bom, esse cu é meu de agora em diante, putinha.
- É só seu, papai.
- Muito bem, agora começa a parte divertida.
A rola enorme dele enchia meu cu por completo e ele começou a dar estocadas fortes que estavam arrebentando minha bunda, mas me faziam gozar como a putinha que eu era. Ele me segurava pelo peludo e me gritava
- Você gosta, né, puta, gosta que seu padrasto esteja te comendo no cu
- Sim, porra, eu adoro, não para, me fode, continua
- É a melhor foda da minha vida, Promíscua, me diz o quanto você gosta
- Tô adorando, papai, sim, adoro, goza dentro
- Vou gozar
- Sim, sim, faz dentro, siiiiiiiim
Ele soltou 4 jatos fortes que me encheram por completo e eu ouvia seus gemidos pesados. Ele se ajoelhou na frente do meu cu e sugou todo o sêmen que tinha dentro. Soltou na minha boca e disse "Não engole, não terminamos". Ele começou a lamber meus 13 centímetros de pau e me fez um garganta profunda. Em poucos segundos eu gozei, ele se aproximou da minha boca e começamos a nos beijar, trocando nossos próprios fluidos.
Um pouco depois ele arrombou meu cu de novo, gozou e teve que ir embora porque tinha encontro com um amigo, e lá estava eu, largado no sofá com a cara vermelha e cheia de porra, com o cu ainda pulsando, pelado e completamente destruído. Adorei.
A partir daquele dia nunca mais foi igual, e ele até convidava um amigo negro dele pra arrebentar meu cu, enquanto ele nos observava. Se vocês quiserem essa história, quero que esse post chegue a mil pontos. Amo vocês, meus bebês, espero que um dia sejam vocês que vão destruir meu cu. Obrigado, meus males ❤️
— É normal na sua idade, não precisa ter medo de me perguntar, querido.
— Desculpa, mas é que eu tinha muita vergonha e não sabia como te perguntar.
— Calma, beleza, e qual é o problema?
— Não consigo gozar, nunca chego ao orgasmo e quero saber como chegar logo.
— É estranho, como você costuma se masturbar? Você se importaria de me mostrar?
— Que eu me masturbe? Não é errado? Você é meu pai.
— Sou seu padrasto, e fica tranquilo, é só pra te ensinar.
— Tá bom.
Tirei as cuecas e comecei a me masturbar devagar, movendo minha mão pra cima e pra baixo até ficar dura.
— Você tá fazendo certo, continua assim.
Continuei me masturbando por cinco minutos, e quando vi que ia gozar, parei e falei que nunca conseguia. e aproveitei pra começar meu jogo
- Não consigo, não sei o que tô fazendo errado
- Você tá fazendo certo, não sei o que acontece
- Podia me ensinar como você faz
- Eu? Sei não, sou seu pai, acho que não é certo
- Você é meu padrasto, e é só pra me ensinar, foi você quem disse
- É verdade
Ele tirou a camisa, deixando à mostra o peito e o abdômen duro, e depois tirou a calça e a cueca. Pegou o pau enorme dele com a mão esquerda e começou a mover pra cima e pra baixo, e mandou eu imitar. Ficamos um tempão assim e, vendo que "eu não chegava ao orgasmo", dei o próximo passo.
- Não consigo, não tenho um ponto G ou algo assim
- Talvez, mas não sei se você vai gostar
- Por que não?
- Os homens geralmente têm no cu e se estimula usando os dedos
- Cê acha que eu conseguiria?
- Provavelmente
Eu me deitei no sofá e levantei as pernas, mostrando meu cu a poucos centímetros do rosto dele, e enfiei um dedo, brincando devagar
- Não consigo – falei
- Como assim não consegue? Você tá fazendo
- Quero dizer que não consigo me masturbar e enfiar o dedo no cu ao mesmo tempo, não rola
- E o que você quer que eu faça?
- Pode enfiar o dedo pra mim?
- Eu? Mas sou seu pai, sei lá
- Por favor, faz por mim
- Tá bom
Ele colocou um dedo na minha boca pra lubrificar, e eu chupei como se fosse um pau, e vi que isso deixou ele durinho, e aí enfiou o dedo no meu cu enquanto com a outra mão abria minhas nádegas. Uns minutos depois, o tesão tomou conta dele, ele cuspiu no meu cu e começou a lamber e mexer a língua grande sem parar
- Ah, sim, como isso é bom, papai
- Cê gosta, hein, era isso que queria, né?
- Sim, sim, tô desejando isso desde que te vi, quero ser sua putinha, papai
- Já te achava gostosa demais pra ser hétero, vem, lambe o pau do pai, filho
Ele ficou de pé e eu me ajoelhei na frente dele, peguei o pau dele com uma mão e lambia de cima pra baixo, dei várias lambidas, chupei os ovos dele que mal cabiam na minha boca de tão grandes, e tentei chupar ele inteiro. Eu me coloquei Glande na boca, me enchia por completo e enquanto as lágrimas escorriam pelos meus olhos, ele empurrava minha cabeça pra eu engolir essa rola inteira.
- Porra, como você chupa bem. Ahhhh, continua assim, putinha, e você vai ganhar seu prêmio. Fica de quatro.
Ele se ajoelhou e, sem tirar a rola da minha boca, fiquei de quatro e continuei lambendo aquela rola enorme, enfiando um dedo no cu dele pra ele gozar mais. Às vezes, eu dava lambidas da bunda até a ponta da rola e sentia os ovos dele roçando no meu rosto. Enquanto eu chupava, ele não ficava parado e ia dilatando meu cu. No começo, enfiou um dedo e, aos poucos, começou a abrir minhas nádegas com as duas mãos, lubrificando tudo com a saliva dele. Um pouco depois, já metia três dedos e me masturbava com a outra mão.
- Vou gozar - falei quando já sentia.
- Espera.
Ele me deitou no sofá e chupou minha rola até eu gozar. Me fez sentir no céu. Com toda a porra na boca, ele me deu um beijo e eu senti a língua dele cheia do meu próprio leite se mexendo dentro da minha boca. Ele se afastou e engoliu. Lambi um pouco de sêmen que escorreu no peito dele e mordi o mamilo.
- Para de frescura, fica de quatro, gatinho.
- Já vou - ele me pegou pelo pescoço e, enquanto beliscava meu mamilo, disse:
- Já vou, "meu senhor".
- Já vou, meu senhor.
- Muito bem, bichinha, isso vai doer pra caralho.
Ele colocou a cabeça da rola no meu cu e enfiou devagar, me empurrando contra as almofadas do sofá.
- Não me machuca.
Ele pegou um travesseiro, colocou na minha boca e disse:
- Morde isso, menina.
Obedeci como a putinha submissa que eu era, e ele continuou enfiando a rola no meu cu apertado. As lágrimas escorriam pelo meu rosto e eu não aguentava mais a dor até que, finalmente, ele enfiou tudo.
- Porra, como isso é bom, esse cu é meu de agora em diante, putinha.
- É só seu, papai.
- Muito bem, agora começa a parte divertida.
A rola enorme dele enchia meu cu por completo e ele começou a dar estocadas fortes que estavam arrebentando minha bunda, mas me faziam gozar como a putinha que eu era. Ele me segurava pelo peludo e me gritava
- Você gosta, né, puta, gosta que seu padrasto esteja te comendo no cu
- Sim, porra, eu adoro, não para, me fode, continua
- É a melhor foda da minha vida, Promíscua, me diz o quanto você gosta
- Tô adorando, papai, sim, adoro, goza dentro
- Vou gozar
- Sim, sim, faz dentro, siiiiiiiim
Ele soltou 4 jatos fortes que me encheram por completo e eu ouvia seus gemidos pesados. Ele se ajoelhou na frente do meu cu e sugou todo o sêmen que tinha dentro. Soltou na minha boca e disse "Não engole, não terminamos". Ele começou a lamber meus 13 centímetros de pau e me fez um garganta profunda. Em poucos segundos eu gozei, ele se aproximou da minha boca e começamos a nos beijar, trocando nossos próprios fluidos.
Um pouco depois ele arrombou meu cu de novo, gozou e teve que ir embora porque tinha encontro com um amigo, e lá estava eu, largado no sofá com a cara vermelha e cheia de porra, com o cu ainda pulsando, pelado e completamente destruído. Adorei.
A partir daquele dia nunca mais foi igual, e ele até convidava um amigo negro dele pra arrebentar meu cu, enquanto ele nos observava. Se vocês quiserem essa história, quero que esse post chegue a mil pontos. Amo vocês, meus bebês, espero que um dia sejam vocês que vão destruir meu cu. Obrigado, meus males ❤️
2 comentários - Virei a putinha do meu padrasto
van 10