Fala, depois de um tempão sem postar nada, vou contar uma história que rolou comigo faz pouco.
Hoje em dia tenho uma namorada que amo e sou completamente apaixonado por ela. O único problema é que eu sou louco por uma rola, então de vez em quando dou um jeito de contatar alguém pra chupar uma ou ser comido. Tava fazia um bom tempo que não ficava com um homem e, como já é costume meu, entrei num chat gay pra ver o que surgia. Conversei com uns caras, mas todos eram longe, muito velhos, ou dava um problema ou outro, e naquela noite não rolou nada. Então fui pra casa depois do trampo dormir com a Yose, minha mina. A noite foi tranquila, sem muito estresse, sexo normal de casal. No dia seguinte, umas 8h da manhã, acordamos com a Yose por causa dos vizinhos que tavam reformando. Mandamos eles pra puta que pariu juntos e, quando fui abrir a cortina do quarto, ela arrebentou e caiu, deixando a gente na vista do pedreiro que, naquele exato momento, tava na laje dos vizinhos trabalhando. Como a gente tinha transado de noite, tava nós dois pelados, e não sei quem ficou mais surpreso: a gente ou o pedreiro. Minha mina saiu correndo pro banheiro pra se vestir, enquanto eu fiz um gesto de "foi mal, vacilo meu" e o pedreiro levantou o dedo pra mim, tipo "ok, sem problemas". Era um cara de uns 40 anos, bem grandão, pele morena do sol, cabelo preto todo bagunçado, enfim, um pedreiro padrão, se é que dá pra dizer assim. Umas 9h, minha mina foi trabalhar. Quando saiu, vi que ela olhou pro chão o caminho inteiro da casa até o carro pra não cruzar o olhar com o pedreiro. Ele nem ligou, porque tava trabalhando de costas pra nossa casa, mas, por via das dúvidas, a Yose não levantou a vista. Nisso, o quarto ainda tava sem cortina, e como a putaria me pegou, fiquei pelado deitado de bruços, com a bunda bem virada pra janela. De vez em quando, dava uma olhada de canto pra ver se o pedreiro tava de olho, mas ele seguia na dele. Esse cara deve ter família e com certeza é super hétero" pensei, mas eu continuava esperando o cara notar minha presença. Passou uns trinta minutos e eu ainda tava ali de bunda pra cima esperando atenção (enquanto isso, eu procurava alguém no chat, mas dessa vez sem tanta vontade). De repente, parei de ouvir o barulho do trabalho do cara, e senti que ele tava me olhando. Não me mexi pra não assustar ele e, com a câmera do celular, olhei pra trás. Lá estava o pedreiro olhando pra minha buceta. Não perdi tempo e fiquei de quatro pra ele ver melhor. Pela câmera, vi ele se tocando por cima da calça. Me virei e olhei diretamente nos olhos dele. Ele ficou vermelho tomate, se virou e virou de novo rapidinho, fez um gesto de desculpa. Eu me levantei na cama, abri a janela e falei: — Desculpa, minha cortina quebrou. Quando você terminar, pode me ajudar? A cara dele disse tudo. Ele ficou surpreso, mas já tava sacando onde a coisa ia dar. — Claro, saio daqui e toco a campainha. — Fechou, te espero. Já tava tudo dito, consegui o que queria. Fiquei mais um tempinho deitada de bruços, mas dessa vez muito mais puta. Me mexia, tocava na minha buceta, abria as nádegas pro pedreiro curtir. Parece que ele não aguentou mais, daqui a pouco ouço a campainha. Fui atender do jeito que tava. Assim que abri a porta, ele passou, largou a caixa de ferramentas na entrada, bateu a porta com força, me virou e falou: — Você me deixou louco com essa buceta. Saí sem terminar o serviço, vê se me compensa o que perdi. — Ai, como é que eu posso te pagar? Assim que terminei de falar, ele soltou o cinto, abaixou a calça e a cueca. — Agora você chupa tudo, sua puta. E foi o que eu fiz. Me virei e me ajoelhei diante do pau dele. Era grande, bem grosso e pulsando, já pedindo uma buceta pra meter. Peguei o pau dele, comecei a masturbar e passei a língua pelos ovos peludos até a ponta do pau. Ele me agarrou pelos cabelos e... Empurrou a cabeça até que o pau dele tocou minha garganta e as bolas no meu queixo. Eu tava engasgando de pau e amando, continuamos assim por mais um tempinho, curtindo aquele pau grosso na minha boca, não deixei nenhuma parte do membro dele sem lamber. O pau dele pulsava forte e minha buceta também, me levantei e me encostei no encosto do sofá, ele abriu minhas nádegas e passou uma lambida em toda a racha. Que sensação deliciosa, ele comeu minha buceta um pouco mais e depois senti a cabeçona dele encostada na porta da minha buceta. A porra do pau entrou de uma vez, foi enfiando aos poucos até entrar tudo, tirou e enfiou mais algumas vezes até minha buceta se acostumar. Logo me agarrou pelos ombros e começou a bombar minha buceta com força. Eu gemia de prazer, o pau dele enchia minha buceta de prazer. Ficamos assim uns minutos até eu cansar daquela posição. Tirei o pau da buceta e enquanto andava até a cama, fui levando ele segurando pelo pau. Chegamos no quarto e chupei ele mais um pouco, como me excitava ver ele gemendo de prazer. Ia ficar de quatro pra ele me comer mais um pouco, mas ele me agarrou pelos cabelos e começou a foder minha boca, eu engasgava com o pau dele que cada vez inchava e pulsava mais. Quando de repente ele enfiou até a garganta e me encheu de porra. Deixou um pouco mais na boca e depois limpei tudo com a língua. Quando ele foi embora, disse que ia trabalhar a semana toda na casa do vizinho. Que quando eu quisesse, mandasse uma mensagem e ele vinha matar minha vontade.
Hoje em dia tenho uma namorada que amo e sou completamente apaixonado por ela. O único problema é que eu sou louco por uma rola, então de vez em quando dou um jeito de contatar alguém pra chupar uma ou ser comido. Tava fazia um bom tempo que não ficava com um homem e, como já é costume meu, entrei num chat gay pra ver o que surgia. Conversei com uns caras, mas todos eram longe, muito velhos, ou dava um problema ou outro, e naquela noite não rolou nada. Então fui pra casa depois do trampo dormir com a Yose, minha mina. A noite foi tranquila, sem muito estresse, sexo normal de casal. No dia seguinte, umas 8h da manhã, acordamos com a Yose por causa dos vizinhos que tavam reformando. Mandamos eles pra puta que pariu juntos e, quando fui abrir a cortina do quarto, ela arrebentou e caiu, deixando a gente na vista do pedreiro que, naquele exato momento, tava na laje dos vizinhos trabalhando. Como a gente tinha transado de noite, tava nós dois pelados, e não sei quem ficou mais surpreso: a gente ou o pedreiro. Minha mina saiu correndo pro banheiro pra se vestir, enquanto eu fiz um gesto de "foi mal, vacilo meu" e o pedreiro levantou o dedo pra mim, tipo "ok, sem problemas". Era um cara de uns 40 anos, bem grandão, pele morena do sol, cabelo preto todo bagunçado, enfim, um pedreiro padrão, se é que dá pra dizer assim. Umas 9h, minha mina foi trabalhar. Quando saiu, vi que ela olhou pro chão o caminho inteiro da casa até o carro pra não cruzar o olhar com o pedreiro. Ele nem ligou, porque tava trabalhando de costas pra nossa casa, mas, por via das dúvidas, a Yose não levantou a vista. Nisso, o quarto ainda tava sem cortina, e como a putaria me pegou, fiquei pelado deitado de bruços, com a bunda bem virada pra janela. De vez em quando, dava uma olhada de canto pra ver se o pedreiro tava de olho, mas ele seguia na dele. Esse cara deve ter família e com certeza é super hétero" pensei, mas eu continuava esperando o cara notar minha presença. Passou uns trinta minutos e eu ainda tava ali de bunda pra cima esperando atenção (enquanto isso, eu procurava alguém no chat, mas dessa vez sem tanta vontade). De repente, parei de ouvir o barulho do trabalho do cara, e senti que ele tava me olhando. Não me mexi pra não assustar ele e, com a câmera do celular, olhei pra trás. Lá estava o pedreiro olhando pra minha buceta. Não perdi tempo e fiquei de quatro pra ele ver melhor. Pela câmera, vi ele se tocando por cima da calça. Me virei e olhei diretamente nos olhos dele. Ele ficou vermelho tomate, se virou e virou de novo rapidinho, fez um gesto de desculpa. Eu me levantei na cama, abri a janela e falei: — Desculpa, minha cortina quebrou. Quando você terminar, pode me ajudar? A cara dele disse tudo. Ele ficou surpreso, mas já tava sacando onde a coisa ia dar. — Claro, saio daqui e toco a campainha. — Fechou, te espero. Já tava tudo dito, consegui o que queria. Fiquei mais um tempinho deitada de bruços, mas dessa vez muito mais puta. Me mexia, tocava na minha buceta, abria as nádegas pro pedreiro curtir. Parece que ele não aguentou mais, daqui a pouco ouço a campainha. Fui atender do jeito que tava. Assim que abri a porta, ele passou, largou a caixa de ferramentas na entrada, bateu a porta com força, me virou e falou: — Você me deixou louco com essa buceta. Saí sem terminar o serviço, vê se me compensa o que perdi. — Ai, como é que eu posso te pagar? Assim que terminei de falar, ele soltou o cinto, abaixou a calça e a cueca. — Agora você chupa tudo, sua puta. E foi o que eu fiz. Me virei e me ajoelhei diante do pau dele. Era grande, bem grosso e pulsando, já pedindo uma buceta pra meter. Peguei o pau dele, comecei a masturbar e passei a língua pelos ovos peludos até a ponta do pau. Ele me agarrou pelos cabelos e... Empurrou a cabeça até que o pau dele tocou minha garganta e as bolas no meu queixo. Eu tava engasgando de pau e amando, continuamos assim por mais um tempinho, curtindo aquele pau grosso na minha boca, não deixei nenhuma parte do membro dele sem lamber. O pau dele pulsava forte e minha buceta também, me levantei e me encostei no encosto do sofá, ele abriu minhas nádegas e passou uma lambida em toda a racha. Que sensação deliciosa, ele comeu minha buceta um pouco mais e depois senti a cabeçona dele encostada na porta da minha buceta. A porra do pau entrou de uma vez, foi enfiando aos poucos até entrar tudo, tirou e enfiou mais algumas vezes até minha buceta se acostumar. Logo me agarrou pelos ombros e começou a bombar minha buceta com força. Eu gemia de prazer, o pau dele enchia minha buceta de prazer. Ficamos assim uns minutos até eu cansar daquela posição. Tirei o pau da buceta e enquanto andava até a cama, fui levando ele segurando pelo pau. Chegamos no quarto e chupei ele mais um pouco, como me excitava ver ele gemendo de prazer. Ia ficar de quatro pra ele me comer mais um pouco, mas ele me agarrou pelos cabelos e começou a foder minha boca, eu engasgava com o pau dele que cada vez inchava e pulsava mais. Quando de repente ele enfiou até a garganta e me encheu de porra. Deixou um pouco mais na boca e depois limpei tudo com a língua. Quando ele foi embora, disse que ia trabalhar a semana toda na casa do vizinho. Que quando eu quisesse, mandasse uma mensagem e ele vinha matar minha vontade.
3 comentários - El albañil de en frente