Queridos amigos, aqui deixo pra vocês a continuação do conto anterior. Pra quem não leu, deixo o link:http://www.poringa.net/posts/gay/3368468/El-hermano-de-Javier-nueva-experiencia.htmlOs encontros com Diego foram ficando cada vez mais frequentes: eu chupava a pica dele e ele me entregava a bunda... às vezes na casa dele, outras onde desse pra achar um lugar, fosse no parque ou no carro.
A devoção pela pica dele: ter ela na mão, sentir, lamber, sabendo que ia comer o cu dele, tinha virado algo viciante entre nós.
Uma tarde fomos ao parque, lá tinha um lugar abandonado, uma espécie de barraco onde guardavam ferramentas de jardinagem... era nosso refúgio de sexo... lá eu me ajoelhei e abaixei a calça dele, e pulou aquela pica maravilhosa de coleção, 21 cm de carne brilhante com veias marcadas, cabeça rosada e grande, totalmente depilada... comecei a lamber aquele pirulito de verdade, dando lambidas e chupadinhas na ponta da cabeça... ele gemia e curtia o momento... fiquei assim uns minutos e Diego disse que queria gozar, tirou a pica da minha boca e se virou, oferecendo a bunda como sempre... e foi aí que, me sentindo uma puta, perguntei se eu deixasse ele gozar na minha boca, ele ainda se deixaria comer... ele me olhou e apontou aquele pedaço de carne pros meus lábios... abri a boca, ele encostou as costas na parede e, depois de duas ou três chupadas fundas, provei o gozo dele pela primeira vez... ele soltou vários jatos que engoli de olhos fechados, mesmo que o primeiro tenha me dado nojo e quase vomitei... engoli e engoli, tentando fazer descer com minha saliva... sentia o impulso do gozo dele através do tronco da pica... Diego me acariciava enquanto isso...
Depois que limpei o pouco que tinha sobrado, ele virou e, pegando minha pica com uma das mãos, enfiou de uma vez... Eu tava num nível de excitação total: tinha provado o gozo dele e agora tava comendo ele sem parar, dando bombadas dentro do cu até encher com meus fluidos.
Voltamos andando e ele me perguntou se eu tinha gostado, dizendo que tinha ficado muito excitado e que adoraria que a gente repetisse o mais rápido possível. Separamos e cada um foi pra sua casa.
Dois dias depois, Diego me ligou: ele ia ficar sozinho depois do almoço e me convidou pra ir na casa dele, falando pra eu chegar de manhã cedo com a desculpa de que ele ia me ajudar a estudar pra uma prova. Fiz isso, bati na porta dele umas 9h30 da manhã, a mãe dele me atendeu e me mandou pro quarto, dizendo que Diego tava dormindo e era só eu acordar ele.
Sacudi ele um pouco e ele acordou com um sorriso, tirando o lençol e me mostrando o pau totalmente duro: juro que era um imã pra mim... peguei nele e, passando a língua pela cabeça, tentei bater uma pra ele, mas depois de ouvir os passos da mãe dele, desistimos até ficar mais tranquilos.
Ele se levantou, foi pro banheiro e eu ouvi ele falando com a mãe. Voltou pro quarto com o pau na mão... sentou na cama e fez sinal pra eu fazer o mesmo... me pegou pelo pescoço e empurrou pra baixo... abri a boca e fiz ele desaparecer. Ele me disse que tinha falado pra mãe que a gente ia se trancar pra estudar, pra não ter barulho atrapalhando... mas o único barulho que se ouvia era o da minha boca chupando sem parar.
Tentei fazer ele gozar o máximo que pude... depois de alguns minutos, ele me perguntou se eu queria engolir o leite dele, e eu respondi enfiando ele até me engasgar... senti a tensão dele e, depois disso, vieram os jatos... um por um, fui mandando tudo pro estômago, ajudando com a língua os que queriam escapar pelo canto dos meus lábios... Diego tava deitado, de pernas totalmente abertas, lambi os ovos grandes dele até chegar no cu... ele se contorcia e pedia pra eu meter, mas o perigo da mãe dele entrar era grande demais, então continuei lambendo a área toda, falando que depois que ela fosse embora eu ia comer ele.
Almoçamos e, depois de levantar a mesa, a mãe dele disse que ia sair.
Ficamos sozinhos, tiramos toda a roupa e fomos pro sofá da sala... levei o pau dele na boca por um segundo e ele ficou De quatro no sofá... eu penetrei ele e comecei a me mexer... Diego gritava como nunca... e montado nas costas dele, falei que queria gozar no peito dele... ele disse que tudo bem, mas que fôssemos pra cama pra ficar mais confortáveis.
Ele se deitou de barriga pra cima e eu aproveitei pra chupar ele um pouco enquanto ele me punhetava, e quando senti que tava pronto pra descarregar, subi em cima da barriga dele pra pintar ele de porra.
Mas como a curiosidade matou a puta, comigo foi a mesma coisa... ao me sentar, senti o pau dele entre minhas pernas, roçando minha bunda... tentei me ajeitar melhor, mas no fundo sabia que tava procurando que o pau dele ficasse na beirada do meu cu... me inclinei um pouco sobre o peito dele, deixando as mãos livres, sem me masturbar... movi meu quadril e a cabeça dele se posicionou bem na entrada do meu cu... ele me olhou e disse: "... não tenha medo, por favor..."... segurei o pau dele e pressionei na minha entrada... encaixou na hora...
Respirei fundo e me inclinei um pouco mais, enfiando devagar... ele segurava minhas coxas com as mãos e empurrava pra entrar... sentia cócegas na barriga e vontade de fazer xixi... tentei me soltar, mas ele não deixou... "... já tá quase dentro.." ele disse. Mentira, não tinha entrado nem metade, dava pra sentir com a mão o quanto faltava.
Mas já era tarde... Diego sentou, enfiando um pouco mais, e pedindo pra eu passar minhas pernas na cintura dele, se levantou da cama... Esse movimento fez entrar por completo: me sentia fraca, cheia, doía pra caralho... ele andou uns passos, encostou minhas costas na parede e, marcando o ritmo segurando minha bunda com as mãos, começou a me levantar e abaixar com os braços enquanto eu me segurava na cintura dele com minhas pernas.
Perdi a conta de quanto tempo ficamos assim, até que, enfiando a língua na minha boca, ele parou de me segurar e, enquanto eu deslizava pra baixo, sentia cada jato de porra dele como se fosse água fervendo correndo pelo meu intestino. Fiquei de quatro. Na ponta dos pés, me esticando o máximo que podia pra amenizar a dor... tava empalado pelo pau dele...
Me segurou até sair de dentro de mim escorrendo porra e um pouco de sangue... se ajoelhou e chupou meu pau até tirar a última gota...
Depois me levou até o banheiro e lavou minha buceta com cuidado... me deitou na cama e se jogou do meu lado... me beijou agradecendo por ter entregado o cu... desceu de novo pra chupar meu pau e quando ele ficou duro de novo, me virou de lado e enquanto me punhetava, cuspiu bastante na minha entrada... com uma mão encaixou o pau dele no meu cu e empurrou até deixar de novo inteiro lá dentro... sinceramente, não tinha forças pra resistir, mas além disso, tava gostando... mereci por ser curioso.
Fiquei dois dias com dores e sangrando... mas a história não ia parar por aí.
A devoção pela pica dele: ter ela na mão, sentir, lamber, sabendo que ia comer o cu dele, tinha virado algo viciante entre nós.
Uma tarde fomos ao parque, lá tinha um lugar abandonado, uma espécie de barraco onde guardavam ferramentas de jardinagem... era nosso refúgio de sexo... lá eu me ajoelhei e abaixei a calça dele, e pulou aquela pica maravilhosa de coleção, 21 cm de carne brilhante com veias marcadas, cabeça rosada e grande, totalmente depilada... comecei a lamber aquele pirulito de verdade, dando lambidas e chupadinhas na ponta da cabeça... ele gemia e curtia o momento... fiquei assim uns minutos e Diego disse que queria gozar, tirou a pica da minha boca e se virou, oferecendo a bunda como sempre... e foi aí que, me sentindo uma puta, perguntei se eu deixasse ele gozar na minha boca, ele ainda se deixaria comer... ele me olhou e apontou aquele pedaço de carne pros meus lábios... abri a boca, ele encostou as costas na parede e, depois de duas ou três chupadas fundas, provei o gozo dele pela primeira vez... ele soltou vários jatos que engoli de olhos fechados, mesmo que o primeiro tenha me dado nojo e quase vomitei... engoli e engoli, tentando fazer descer com minha saliva... sentia o impulso do gozo dele através do tronco da pica... Diego me acariciava enquanto isso...
Depois que limpei o pouco que tinha sobrado, ele virou e, pegando minha pica com uma das mãos, enfiou de uma vez... Eu tava num nível de excitação total: tinha provado o gozo dele e agora tava comendo ele sem parar, dando bombadas dentro do cu até encher com meus fluidos.
Voltamos andando e ele me perguntou se eu tinha gostado, dizendo que tinha ficado muito excitado e que adoraria que a gente repetisse o mais rápido possível. Separamos e cada um foi pra sua casa.
Dois dias depois, Diego me ligou: ele ia ficar sozinho depois do almoço e me convidou pra ir na casa dele, falando pra eu chegar de manhã cedo com a desculpa de que ele ia me ajudar a estudar pra uma prova. Fiz isso, bati na porta dele umas 9h30 da manhã, a mãe dele me atendeu e me mandou pro quarto, dizendo que Diego tava dormindo e era só eu acordar ele.
Sacudi ele um pouco e ele acordou com um sorriso, tirando o lençol e me mostrando o pau totalmente duro: juro que era um imã pra mim... peguei nele e, passando a língua pela cabeça, tentei bater uma pra ele, mas depois de ouvir os passos da mãe dele, desistimos até ficar mais tranquilos.
Ele se levantou, foi pro banheiro e eu ouvi ele falando com a mãe. Voltou pro quarto com o pau na mão... sentou na cama e fez sinal pra eu fazer o mesmo... me pegou pelo pescoço e empurrou pra baixo... abri a boca e fiz ele desaparecer. Ele me disse que tinha falado pra mãe que a gente ia se trancar pra estudar, pra não ter barulho atrapalhando... mas o único barulho que se ouvia era o da minha boca chupando sem parar.
Tentei fazer ele gozar o máximo que pude... depois de alguns minutos, ele me perguntou se eu queria engolir o leite dele, e eu respondi enfiando ele até me engasgar... senti a tensão dele e, depois disso, vieram os jatos... um por um, fui mandando tudo pro estômago, ajudando com a língua os que queriam escapar pelo canto dos meus lábios... Diego tava deitado, de pernas totalmente abertas, lambi os ovos grandes dele até chegar no cu... ele se contorcia e pedia pra eu meter, mas o perigo da mãe dele entrar era grande demais, então continuei lambendo a área toda, falando que depois que ela fosse embora eu ia comer ele.
Almoçamos e, depois de levantar a mesa, a mãe dele disse que ia sair.
Ficamos sozinhos, tiramos toda a roupa e fomos pro sofá da sala... levei o pau dele na boca por um segundo e ele ficou De quatro no sofá... eu penetrei ele e comecei a me mexer... Diego gritava como nunca... e montado nas costas dele, falei que queria gozar no peito dele... ele disse que tudo bem, mas que fôssemos pra cama pra ficar mais confortáveis.
Ele se deitou de barriga pra cima e eu aproveitei pra chupar ele um pouco enquanto ele me punhetava, e quando senti que tava pronto pra descarregar, subi em cima da barriga dele pra pintar ele de porra.
Mas como a curiosidade matou a puta, comigo foi a mesma coisa... ao me sentar, senti o pau dele entre minhas pernas, roçando minha bunda... tentei me ajeitar melhor, mas no fundo sabia que tava procurando que o pau dele ficasse na beirada do meu cu... me inclinei um pouco sobre o peito dele, deixando as mãos livres, sem me masturbar... movi meu quadril e a cabeça dele se posicionou bem na entrada do meu cu... ele me olhou e disse: "... não tenha medo, por favor..."... segurei o pau dele e pressionei na minha entrada... encaixou na hora...
Respirei fundo e me inclinei um pouco mais, enfiando devagar... ele segurava minhas coxas com as mãos e empurrava pra entrar... sentia cócegas na barriga e vontade de fazer xixi... tentei me soltar, mas ele não deixou... "... já tá quase dentro.." ele disse. Mentira, não tinha entrado nem metade, dava pra sentir com a mão o quanto faltava.
Mas já era tarde... Diego sentou, enfiando um pouco mais, e pedindo pra eu passar minhas pernas na cintura dele, se levantou da cama... Esse movimento fez entrar por completo: me sentia fraca, cheia, doía pra caralho... ele andou uns passos, encostou minhas costas na parede e, marcando o ritmo segurando minha bunda com as mãos, começou a me levantar e abaixar com os braços enquanto eu me segurava na cintura dele com minhas pernas.
Perdi a conta de quanto tempo ficamos assim, até que, enfiando a língua na minha boca, ele parou de me segurar e, enquanto eu deslizava pra baixo, sentia cada jato de porra dele como se fosse água fervendo correndo pelo meu intestino. Fiquei de quatro. Na ponta dos pés, me esticando o máximo que podia pra amenizar a dor... tava empalado pelo pau dele...
Me segurou até sair de dentro de mim escorrendo porra e um pouco de sangue... se ajoelhou e chupou meu pau até tirar a última gota...
Depois me levou até o banheiro e lavou minha buceta com cuidado... me deitou na cama e se jogou do meu lado... me beijou agradecendo por ter entregado o cu... desceu de novo pra chupar meu pau e quando ele ficou duro de novo, me virou de lado e enquanto me punhetava, cuspiu bastante na minha entrada... com uma mão encaixou o pau dele no meu cu e empurrou até deixar de novo inteiro lá dentro... sinceramente, não tinha forças pra resistir, mas além disso, tava gostando... mereci por ser curioso.
Fiquei dois dias com dores e sangrando... mas a história não ia parar por aí.
13 comentários - O cara que experimentou e... voltou?
van 10