Novo Experimento do Irmão do Javier

E aí, galera... como vocês já devem saber, minha adolescência foi uma escola de experiências – e essa, como as anteriores, é absolutamente real e me ensinaria coisas novas. Pra quem não conseguir conectar a história, deixo o link do post anterior pra entenderem o que rolou:http://www.poringa.net/posts/gay/3358777/Cuando-le-toco-perder-a-Javier.htmlEu e meu amigo Javier continuamos com nossas sessões de punheta cruzada, espremendo nossos ovos para extrair seus frutos.
Uma tarde - louco de tesão - atravesso até a casa do Javier esperando encontrá-lo sozinho e poder extrair o leite acumulado. Toquei a campainha e ninguém atendeu... insisto de novo e quem abre a porta é o Diego, o irmão mais velho do meu amigo... ele me informa que o Javier tinha saído pro centro com a mãe, mas que devia estar chegando e, me convidando a entrar, disse que se eu quisesse podia esperar até ele voltar.

O Diego tinha 19 anos, era moreno de cabelo cacheado, alto - talvez quase 1,90 - com um físico super trabalhado na academia e jogador de rugby da seleção da minha província. Era imponente.

Me sento no sofá da sala e começo a ler umas revistas... devem ter passado uns 5 minutos quando do quarto escuto o Diego me chamando. Vou até lá e quando entro o vejo totalmente pelado com uma revista pornô na mão... ele me diz: "... você tocou a campainha e cortou minha punheta!!!... vem comigo, bate uma enquanto espera meu irmão..." e, se movendo pro lado, faz sinal pra eu deitar na cama ao lado dele.
O pau do Diego era incrível, nunca tinha visto um tão grande, media uns 21 cm. (confirmei depois), grosso, brilhante e com muitas veias... realmente era um monumento ao pau.
Ele me deu a revista e se ajeitou pra se masturbar... a verdade é que eu não conseguia parar de olhar aquele pau... ele começou a se masturbar devagar, eu fiz o mesmo, então o Diego agarra meu pau e me diz pra deixar com ele, que eu cuidasse do dele.
Agarrei aquela ferramenta e comecei com o sobe e desce: juro que parecia que crescia a cada movimento meu.
O Diego acariciava minhas bolas e de vez em quando batia uma pra mim, quase distraidamente, evidentemente estava curtindo minha masturbação e não se importava de fazer o mesmo com a minha.
Num momento - ao nos ajeitarmos na cama - meu rosto ficou perto do pau dele e ele - observando isso - me pediu que chupasse... chupar. Eu ri e balancei a cabeça, me afastando para que ele não insistisse.
Continuamos nos masturbando quando, em um momento, segurando meu pescoço, ele me aproximou do seu membro e pediu novamente que eu chupasse. Voltei a dizer que não, que nunca tinha nem lambido uma pica, que não ia ser minha primeira vez... mas a verdade é que a visão daquela pica maravilhosa, suas veias e brilho me faziam duvidar... Diego sentou na cama e disse: "...sempre tem uma primeira vez, se me chupar eu deixo você me comer..."
Essa frase mudou minha perspectiva... minha recusa não foi convincente o suficiente e, segurando minha cabeça novamente, ele me inclinou até quase sentir suas pulsações... Ele disse "...é agora ou nunca, antes do meu irmão chegar... vamos, por favor, passa a língua, mete na boca e enche minha bunda de porra..."
Peguei com minha mão e, aproximando da boca, comecei a lamber... da base do tronco até a ponta da cabeça... sentia suas veias na minha língua... lambi seus grandes ovos e, tomando coragem, engoli aos poucos.
Diego caiu de costas na cama, arqueando de prazer... eu - como a maior puta - chupava sem parar, sentindo o gosto dos primeiros fluidos que apareciam, enquanto ele marcava o ritmo com a mão na minha cabeça.
Passaram alguns minutos e, tirando a pica da minha boca, ele disse para irmos ao sofá da sala, já que de lá podíamos ver pela janela se a mãe e o irmão dele chegavam.
Me sentou no sofá e ficou de pé na minha frente: sua pica estava na altura exata da minha boca.
Ele a direcionou para meus lábios e comecei a chupar novamente: estava me comendo - literalmente - a boca.
Eu acariciava seus abdominais e massageava seus ovos, não podia acreditar que estava me comportando como uma puta!!!
Depois de um tempo ele se afastou e, ficando de quatro oferecendo a bunda, disse: "vamos, mete até o fundo, me enche de porra e me faz gozar..."
Foi Diego quem pegou minha pica e a direcionou para seu ânus. Foi ele quem Ele empurrou a bunda até que minhas bolas encostassem... e foi ele quem começou a se mover marcando o ritmo das enfiadas.

Como meu tesão estava extremo, não haviam passado 5 minutos quando eu disse que ia gozar. Ele pediu que eu o pegasse mais forte, que ele também estava quase acabando.

Acelerei o ritmo e senti seu esfíncter se contraindo enquanto ele gemía, e me pedindo para não gozar ainda, ele começou com os espasmos, borrifando seu gozo nas almofadas do sofá.

E montado sobre ele, soltei minha carga dentro de sua bunda...

Ficamos assim um tempo: eu "pendurado" em suas costas e ele com a cabeça apoiada no encosto da poltrona.

Me afastei de Diego e fomos nos lavar e buscar algo para limpar o móvel antes que sua mãe chegasse.

Voltei a contemplar seu corpo nu: era quase um desenho.

Ele me acompanhou até a porta, seu pau estava ficando duro novamente, e, agachando-me, levei-o à minha boca... "... podem chegar a qualquer momento..." ele disse, e, levantando-me pelos ombros, me beijou e perguntou: "... repetimos amanhã..."?

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