Um post que postei há um tempo e corrigi algumas coisas
Papai, pode vir? Do jeito que ela me pediu, larguei tudo naquela manhã. Entrei e saí voando do banco em Córdoba e, aproveitando que minha mulher estava em Buenos Aires, fui direto pra casa dela. Tamara é uma travesti muito especial. Não fode por grana, embora de vez em quando eu tivesse que ficar trancado no quarto dela enquanto ela chupava a rola de algum conhecido que deixava uma gorjeta. Desde a primeira vez que nos vimos, a gente se entendeu, transávamos feito animais e sempre buscávamos uma fantasia pra realizar. O jogo favorito dela era me receber, geralmente de saia pregueada, uma micro fio dental, pular em cima de mim, enrolar as pernas na minha cintura e, enquanto eu enfiava a língua até o fundo, minhas mãos agarravam as bundas dela. Depois de uma recepção daquelas, eu levava a menina pro quarto, mas em vez de dar a mão, enfiava um dedo na bunda dela e assim a guiava. Embora ela fosse passiva, nas brincadeiras antes ou depois da foda, eu costumava enfiar a mão inteira no cu dela, que engolia tudo, e a pica dela ficava bem dura, então eu batia uma pra ela até gozar. Pensei que aquele dia ia ser igual: toco a campainha, ela abre e tá de saia vermelha, sobe em mim, me abraça, "que sorte que você veio, love, a gente precisa de você", disse enquanto eu beijava o pescoço dela. O plural me surpreendeu, me desconcertou. Olho pra todos os lados e num canto da sala tinha um garoto de traços muito delicados, de sutiã e fio dental, maquiado, nos olhando.- “Papi, te apresento o Alex”
—Sou a Vero!! —disse o rapaz e a corrigiu.
Consegui responder ao cumprimento, minha cabeça tava a mil e eu já tava com a pica dura. A Vero se aproximou pra me dar um beijo, bem doce.
— Encontrou o namorado dela com outro e saiu de casa, e pensei que talvez a gente pudesse entreter ela — disse Tamara. Eu já estava fervendo, Tamy me solta e desce, e automaticamente meto a mão, puxo a tanga dela e enfio o indicador na bunda pra levar ela pro quarto. Vero estava do outro lado vendo a cena e quando meto minha outra mão entre a bunda dela e a tanga pra fazer o mesmo com ela, encontro a base de um vibrador que ela tinha enfiado. — A gente tava brincando — as duas falam se rindo e se fazendo de santinhas. Já na cama, Tamara me diz que a amiga dela é muito passiva enquanto eu tirava o vibrador da bunda dela. Fiquei na dúvida porque da tanga aparecia um pauzão daqueles, nada menos que 18 cm. Elas beijaram meus mamilos, eu chupei os peitos de Tamara e os peitinhos de Vero, e entre as duas me chuparam a pica. Quando tudo tava no ponto, coloco minha mina de bruços e enfio de uma vez. De repente, sinto a língua de Vero descendo pelas minhas costas, brincando na minha bunda e indo até as bolas. Depois, ela vai pra frente e coloca o pauzão na boca da minha mina. Depois de um tempo, vendo que a pica de Vero continuava dura como pedra, tiro a minha da bunda de Tamara pra amiga comer ela. Tamy de bruços, a amiga bombando nela, e eu começo a foder a bunda de Vero, que apesar de ter tido o vibrador, tava apertada. Nessa brincadeira, Vero começou a gemer, a pedir mais e mais pica, e Tamara meio que ficou com ciúmes. Pra acalmar os ânimos, não me veio coisa melhor na cabeça do que deitar de barriga pra cima e pedir pra Tamara sentar em cima de mim e pra Vero chupar ela. As minas tavam no fogo, de repente Vero fica atrás de Tamara e sinto a pica dela roçar na minha, fazer pressão na porta da bunda e entrar. Foi estranho sentir o contato com outra pica, mas na hora começamos a furar a bunda de Tamara, que balbuciava incoerências, tava louca. Bombamos enquanto as bocas chupavam as línguas, as mãos apalpavam peitos, bundas, bolas. Um tesão. grito anunciando que a Vero começou a encher o cu da amiga dela de porra e, ao mesmo tempo, eu também comecei a me esvaziar. Segundos depois, senti algo quente na minha barriga e no meu peito, era a porra da minha Tamy. A Vero saiu do cu dela igual eu, e a Tamara começou a chupar nossas picas e bolas até deixar tudo limpinho. A Vero tava de barriga pra cima, a amiga dela colocou o cu na altura da cara e começou a esvaziar a porra com a língua, e quando terminou, lambeu toda a porra que a Tamara derramou no meu abdômen. Ficamos os três largados na cama até a dona da casa levantar pra fazer café; quando ela saiu, a Vero colocou a cabeça no meu peito, a gente se acariciou um pouco e dormimos. Acordamos com os gritos da Tamara chamando a amiga dela de puta ladra de homem, então comecei a fazer carinho nela até se acalmar e a discussão terminar com ela dando um beijo na amiga. A Vero queria ver como eu enfiava a mão no cu da amiga dela; terminamos o café e começamos a passar vaselina no cu da Tamy. Quando já tava no ponto, comecei a enfiar os dedos um por um até que o anel de cu ficou de pulseira no meu dedo. Como ela tava de quatro, a Vero se enfiou por baixo e começou a chupar a boceta dela, que tava dura mas não dava pra outra gozada. Depois, ela também ficou de quatro me oferecendo o cu; encostei a ponta da pica e ela mesma foi enfiando, e depois começou a se mexer pra frente e pra trás. O espetáculo era alucinante: as duas de quatro, se beijando, uma com minha mão direita enfiada no cu e a outra empalando minha pica. Quando não aguentei mais, enchi o cu da Vero de porra e, como pude, tirei minha mão do cu da Tamy, que ficou aberto feito um O. Nós três nos jogamos na cama com os corpos manchados de sêmen, vaselina e suor, nos acariciando e nos beijando. Dessa vez foi a Tamara quem chupou o cu da amiga pra tirar a porra e depois limpou minha pica com a boca. Sem perceber, a gente tinha passado a manhã inteira na festinha e eu precisava cuidar do meu trabalho. A dona da casa me convidou pra tomar banho com ela, pego ela pela
Mano, e fomos. Enquanto estávamos no chuveiro, ela me ensaboou com muita doçura, comecei a beijar ela, estávamos bem agarradinhos quando a Vero puxa a cortina: "Eu não terminei", protestei, e o pau dele confirmava. A Tamy não queria saber de outra foda, então ajoelhou e deu um boquete daqueles. Terminei de me lavar enquanto a mina chupava a boca da amiga e acabava enchendo ela de porra no meio de espasmos. A Tamara se levantou e deu um beijão nela, a porra escapando entre os lábios. Adoraria ter ficado o dia todo, mas não dava. Me vesti enquanto as duas se enfiavam na cama e ficavam meio dormindo, dei um beijo em cada uma e fui embora. No dia seguinte, a Tamara me liga pra avisar que a Vero tinha ido pra Buenos Aires ver uns amigos. Meses depois, foi pra Espanha e perdi o rastro dela. Com a Tamara, continuei comendo por muito tempo até ela começar um relacionamento sério com um cara, que me apresentou, e a partir daí ficou uma amizade linda (sem direitos). Uns anos atrás, eles se mudaram de Córdoba e continuam felizes. E eu tive outras experiências com travestis e cross, mas essa foi a mais forte… até hoje.
Papai, pode vir? Do jeito que ela me pediu, larguei tudo naquela manhã. Entrei e saí voando do banco em Córdoba e, aproveitando que minha mulher estava em Buenos Aires, fui direto pra casa dela. Tamara é uma travesti muito especial. Não fode por grana, embora de vez em quando eu tivesse que ficar trancado no quarto dela enquanto ela chupava a rola de algum conhecido que deixava uma gorjeta. Desde a primeira vez que nos vimos, a gente se entendeu, transávamos feito animais e sempre buscávamos uma fantasia pra realizar. O jogo favorito dela era me receber, geralmente de saia pregueada, uma micro fio dental, pular em cima de mim, enrolar as pernas na minha cintura e, enquanto eu enfiava a língua até o fundo, minhas mãos agarravam as bundas dela. Depois de uma recepção daquelas, eu levava a menina pro quarto, mas em vez de dar a mão, enfiava um dedo na bunda dela e assim a guiava. Embora ela fosse passiva, nas brincadeiras antes ou depois da foda, eu costumava enfiar a mão inteira no cu dela, que engolia tudo, e a pica dela ficava bem dura, então eu batia uma pra ela até gozar. Pensei que aquele dia ia ser igual: toco a campainha, ela abre e tá de saia vermelha, sobe em mim, me abraça, "que sorte que você veio, love, a gente precisa de você", disse enquanto eu beijava o pescoço dela. O plural me surpreendeu, me desconcertou. Olho pra todos os lados e num canto da sala tinha um garoto de traços muito delicados, de sutiã e fio dental, maquiado, nos olhando.- “Papi, te apresento o Alex”
—Sou a Vero!! —disse o rapaz e a corrigiu.
Consegui responder ao cumprimento, minha cabeça tava a mil e eu já tava com a pica dura. A Vero se aproximou pra me dar um beijo, bem doce.
— Encontrou o namorado dela com outro e saiu de casa, e pensei que talvez a gente pudesse entreter ela — disse Tamara. Eu já estava fervendo, Tamy me solta e desce, e automaticamente meto a mão, puxo a tanga dela e enfio o indicador na bunda pra levar ela pro quarto. Vero estava do outro lado vendo a cena e quando meto minha outra mão entre a bunda dela e a tanga pra fazer o mesmo com ela, encontro a base de um vibrador que ela tinha enfiado. — A gente tava brincando — as duas falam se rindo e se fazendo de santinhas. Já na cama, Tamara me diz que a amiga dela é muito passiva enquanto eu tirava o vibrador da bunda dela. Fiquei na dúvida porque da tanga aparecia um pauzão daqueles, nada menos que 18 cm. Elas beijaram meus mamilos, eu chupei os peitos de Tamara e os peitinhos de Vero, e entre as duas me chuparam a pica. Quando tudo tava no ponto, coloco minha mina de bruços e enfio de uma vez. De repente, sinto a língua de Vero descendo pelas minhas costas, brincando na minha bunda e indo até as bolas. Depois, ela vai pra frente e coloca o pauzão na boca da minha mina. Depois de um tempo, vendo que a pica de Vero continuava dura como pedra, tiro a minha da bunda de Tamara pra amiga comer ela. Tamy de bruços, a amiga bombando nela, e eu começo a foder a bunda de Vero, que apesar de ter tido o vibrador, tava apertada. Nessa brincadeira, Vero começou a gemer, a pedir mais e mais pica, e Tamara meio que ficou com ciúmes. Pra acalmar os ânimos, não me veio coisa melhor na cabeça do que deitar de barriga pra cima e pedir pra Tamara sentar em cima de mim e pra Vero chupar ela. As minas tavam no fogo, de repente Vero fica atrás de Tamara e sinto a pica dela roçar na minha, fazer pressão na porta da bunda e entrar. Foi estranho sentir o contato com outra pica, mas na hora começamos a furar a bunda de Tamara, que balbuciava incoerências, tava louca. Bombamos enquanto as bocas chupavam as línguas, as mãos apalpavam peitos, bundas, bolas. Um tesão. grito anunciando que a Vero começou a encher o cu da amiga dela de porra e, ao mesmo tempo, eu também comecei a me esvaziar. Segundos depois, senti algo quente na minha barriga e no meu peito, era a porra da minha Tamy. A Vero saiu do cu dela igual eu, e a Tamara começou a chupar nossas picas e bolas até deixar tudo limpinho. A Vero tava de barriga pra cima, a amiga dela colocou o cu na altura da cara e começou a esvaziar a porra com a língua, e quando terminou, lambeu toda a porra que a Tamara derramou no meu abdômen. Ficamos os três largados na cama até a dona da casa levantar pra fazer café; quando ela saiu, a Vero colocou a cabeça no meu peito, a gente se acariciou um pouco e dormimos. Acordamos com os gritos da Tamara chamando a amiga dela de puta ladra de homem, então comecei a fazer carinho nela até se acalmar e a discussão terminar com ela dando um beijo na amiga. A Vero queria ver como eu enfiava a mão no cu da amiga dela; terminamos o café e começamos a passar vaselina no cu da Tamy. Quando já tava no ponto, comecei a enfiar os dedos um por um até que o anel de cu ficou de pulseira no meu dedo. Como ela tava de quatro, a Vero se enfiou por baixo e começou a chupar a boceta dela, que tava dura mas não dava pra outra gozada. Depois, ela também ficou de quatro me oferecendo o cu; encostei a ponta da pica e ela mesma foi enfiando, e depois começou a se mexer pra frente e pra trás. O espetáculo era alucinante: as duas de quatro, se beijando, uma com minha mão direita enfiada no cu e a outra empalando minha pica. Quando não aguentei mais, enchi o cu da Vero de porra e, como pude, tirei minha mão do cu da Tamy, que ficou aberto feito um O. Nós três nos jogamos na cama com os corpos manchados de sêmen, vaselina e suor, nos acariciando e nos beijando. Dessa vez foi a Tamara quem chupou o cu da amiga pra tirar a porra e depois limpou minha pica com a boca. Sem perceber, a gente tinha passado a manhã inteira na festinha e eu precisava cuidar do meu trabalho. A dona da casa me convidou pra tomar banho com ela, pego ela pela
Mano, e fomos. Enquanto estávamos no chuveiro, ela me ensaboou com muita doçura, comecei a beijar ela, estávamos bem agarradinhos quando a Vero puxa a cortina: "Eu não terminei", protestei, e o pau dele confirmava. A Tamy não queria saber de outra foda, então ajoelhou e deu um boquete daqueles. Terminei de me lavar enquanto a mina chupava a boca da amiga e acabava enchendo ela de porra no meio de espasmos. A Tamara se levantou e deu um beijão nela, a porra escapando entre os lábios. Adoraria ter ficado o dia todo, mas não dava. Me vesti enquanto as duas se enfiavam na cama e ficavam meio dormindo, dei um beijo em cada uma e fui embora. No dia seguinte, a Tamara me liga pra avisar que a Vero tinha ido pra Buenos Aires ver uns amigos. Meses depois, foi pra Espanha e perdi o rastro dela. Com a Tamara, continuei comendo por muito tempo até ela começar um relacionamento sério com um cara, que me apresentou, e a partir daí ficou uma amizade linda (sem direitos). Uns anos atrás, eles se mudaram de Córdoba e continuam felizes. E eu tive outras experiências com travestis e cross, mas essa foi a mais forte… até hoje.
2 comentários - Minha manhã com duas travestis (relato reenviado)