EL. Ep 1: Por amor ao esporteFala, galera! Esse aqui é o começo de uma série de relatos com alguém muito especial pra mim. Já vou deixar claro que tudo que eu posto aqui é 100% real. Essa é a história de como eu aprendi a amar tanto um cara que conheci no meio dos maiores prazeres que já tive na vida, e experimentei as sensações mais variadas que um ser humano pode passar.
O começo.
Vou contar pra vocês que meu nome é Ignacio, e sim, me chamam de Nacho. Sou alto, pele clara, corpo de academia. Não sou um Adônis, mas sempre mantenho minhas costas e pernas largas e cintura fina. Tenho uma bunda gostosa e braços bons, hahaha. Sexualmente, sou versátil. Adoro comer uma bunda gostosa e também sentar numa boa pica. Posso passar horas e horas chupando uma pica porque é o que mais gosto. É curta e grossa. Amo pica.
Sempre que ando pelas ruas, não consigo parar de olhar os volumes e as bundas de cada cara que cruza meu caminho. De certa forma, me considero exibicionista e já viajei milhares de quilômetros só pra viver todo o prazer que uma cidade pode oferecer com suas múltiplas opções, hahaha. Deixo claro que sempre me cuido. Faço natação, crossfit, muito atletismo e futebol, embora admita que comecei meu vício em esportes só pra ver meus colegas no chuveiro, hahaha. Sou da ideia de que com seu corpo você pode fazer o que bem entender, mas desde que se cuide e também cuide do outro ou dos outros, dependendo do caso, hahaha. Moro em Tucumán, mas sou de Salta — cidades localizadas no norte da Argentina, pra quem não sabe.
Numa dessas tantas noites em que estava super entediado e mais punheteiro do que nunca, entrei num aplicativo pra conhecer outros caras. Bom, o caso é que eu morava em Salta e os caras que me interessavam estavam em Tucumán, então tive que viajar várias vezes pra poder transar à vontade, sem problemas, sem frescuras, sem medo de ser descoberto, já que eu ainda não tinha saído do armário e, bem, tinha meus preconceitos. Eu tinha 25 anos na época, não tinha experimentado muito sexo. Já tinha feito ménage, um a um, ou seja, com outro. Mas sempre parava por aí. Uma coisa que deixo claro é que amo pornô gay. Lembro que a primeira vez que vi uma foto de um homem e sua bela pica foi quando tinha 10 anos. E encontrei entre as roupas do meu irmão, puta merda… (bom, mas essa é outra história que contarei depois). Então, desde muito novo, sabia que o que mais O que eu mais gostava no mundo era ver homem pelado. Eu era mais do pornô do que de relações corpo a corpo kkkk. Enfim, o caso é que os anos passaram e eu comecei a sentir vontade de experimentar o que tanto tinha visto. Transar de três ou mais.
Numa dessas tantas viagens que fazia pra Tucumã, conheci um cara. Pelas fotos, parecia legal, corpo bonito, parecia atlético pela aparência, branquelo, e dizia ter uma boa pica. Tudo bem, também não era pra casar com ele. Era maio, lembro, tava frio. Então beleza, mas que importava o frio se a ideia era transar e transar. Chupar quanta pica encontrasse. Kkkk. Esse cara, vamos chamar de Alan (mudei o nome), foi até o hostel onde eu tava. Quando vi ele, não gostei muito, tipo, ele tinha o rosto meio estranho, muito pálido, parecia que tinha feito uma cagada enorme (tipo, fez algo muito ruim, esse aí matou alguém, pensei kkkk) porque ele tava muito pálido. Eu falava meio seco com ele e por dentro pensava se deixava ele entrar, mas já era, minha buceta queria guerra. Ele entrou e a gente transou.
Como tava frio, a gente tava com roupa de frio. Eu, como bom tarado que sou, me despi na hora kkkk, só tava de micro slip branco e fui até ele, que tava na cama, e eu na porta. Não sei por que, mas gosto de ficar pelado enquanto os outros tão vestidos. Comecei a beijar ele e, claro, descer até onde tava o volume, sentia gostoso. Ele tava de cueca box azul, fiquei passando a língua no volume, deixei bem molhado e dei uma mamada daquelas. Ele começou a falar umas coisas pesadas que, longe de me ofender, me deixavam mais excitada, tipo: "como você gosta dessa pica, promíscua", e na sequência metia na minha boca. Como não era muito grande, aguentei de boa. Subia pra beijar ele e pegava a mão esquerda dele, beijava os dedos e levava até meu cu, ele adorou. Enfiou os dedos no meu buraco na hora, como eu tenho dilatação fácil, ele meteu dois de uma vez, aí sim me fez gritar, mas me excitou pra caralho. Ele me virou, me colocou de quatro, colocou camisinha e meteu de uma vez, me comeu gostoso, de quatro, perninha no ombro, sentei na pica dele e montei, adorei. Durou bastante. Acho que ele é daqueles que têm uma boa rola, mas não sabem usar, e isso já me aconteceu várias vezes, infelizmente. Por isso prefiro que gozem rápido e, com a bunda, faço eles gozarem, igual aconteceu com o Alan. Ele tava me comendo contra a parede, me dando tapas na bunda cada vez mais forte, e de repente me vira e me faz ajoelhar, antes que eu avisasse pra ele me falar quando fosse gozar, o filho da puta goza jato atrás de jato na minha cara, mais no cabelo e nos ombros. Isso eu gostei, porque eu adoro os leiteiros, é um prêmio, uma glória ver essas gozadas. Acho que, de 1 a 10, arranhando chega num 6 na transa que ele me deu, mas gostei muito dele porque, na conversa que tivemos depois, vimos que tínhamos muitas coisas em comum, uma delas era futebol, e que ele era um sexópata igual eu. Ele, diferente de mim, já tinha ido em surubas (orgias) gay, óbvio, e isso eu gostava de saber que compartilhava os mesmos gostos e taras. O tempo passou e continuei conversando com ele, e ele me contou que conheceu outro cara que organizava festas, me contava com todos os detalhes, tudo, tudo o que faziam, a quantidade de participantes. Nada, um tesão do caralho, as punhetas que eu bati pensando nessas surubas. Meses depois, já na primavera, então tava fazendo um calorzinho. Nessas tardes, entrei de novo nesse aplicativo de caçadores (vocês sabem a que rede gay me refiro) e conheci um cara que me deixou de queixo caído pelo jeito dele, pela personalidade e pela putaria, praticamente tínhamos os mesmos gostos. Em tudo. Tipo, ele, igual eu, era capaz de viajar o mundo só pra transar e a gente tava pouco se fodendo se tava debaixo da própria Torre Eiffel, hahaha. O nome dele: José. O José era magro, definido, pau médio pequeno, e pouca bunda, mas muito bonito. Pelas fotos dele, eu tinha gostado bastante. Ele morava em Tucumán e eu em Salta, então se eu quisesse ver ele, tinha que viajar, de novo, e combinamos de nos ver quando eu fosse pra cidade dele. Como sempre, a gente conversava e se dava super bem. Ele também queria ir em surubas e eu comentei que conhecia o Alan. tb de Tucson (Tucumán) — é assim que a gente chama a cidade. Então, tava falando que lá rolava umas festas, e ele também queria experimentar e conhecer. Aí combinamos de nos ver por lá se pintasse a ocasião.
Com o Alan a gente continuava se falando numa boa, até que um dia ele me disse que numa terça-feira, se não me engano, iam fazer uma party e que eu tava convidado. Esse dia era domingo, então minha empolgação e meu pau pularam juntos hahaha, eu contava as horas pra ir, pegar o carro e cair pra Tucson, mas não avisei o José, queria ir sozinho e ver qual era, porque minha intenção era ver o José só. Chegou a terça-feira, umas 5 da tarde, peguei o carro e tava viajando. Duro. Babando pra experimentar sexo em grupo e também cagado de medo e ansiedade.
Quando cheguei, o Alan me esperava, e subimos pro apê. Tava tudo escuro, tinha que deixar a roupa num lugar e ficar pelado. Tinha bebida e música, eu super nervoso. Assim que fiquei pelado, na real fiquei só de sunga branca de lycra, que apertava bem e marcava uma bunda e um volume bonitos, e assim, cagado de nervosismo e ansiedade, pude olhar em volta. Devia ter umas 13 pessoas no apê. A maioria era bonita, corpos gostosos. O organizador era um gordinho velho — ah, nem liguei, sou muito cuzão e direto quando não curto alguém. E com ele não ia abrir exceção, mesmo sendo o dono do apê.
O que mais me pegou foi que tinha caras de sunga, de cueca, mas mais de sunga, e na hora me rodearam e senti braços e mãos por todo lado. Foi mais excitante do que eu esperava, muitos pacotes pra pegar, principalmente os que estavam de sunga. MINHA MAIOR FRAQUEZA SÃO HOMENS DE SUNGA!!! E eu tava no céu, como sempre quis. Mesmo me limitando a tocar e deixar me tocarem, saí daquele círculo e fui pra parede, tava sobrecarregado. O Alan me perguntou se eu tava bem e eu disse que melhor do que imaginava. Ele me deu um gole e foi comer outro cara. Eu tava vendo a cena, todo mundo contra todo mundo, tinha uns quantos no sofá conversando de pau duro e outros fumando. descansando da surra de buceta que levaram. Tava nessa quando sinto alguém do lado, na escuridão não dava pra ver muito, apalpei ele, não me chamou muita atenção, passei a mão no volume e também não me chamou atenção, mas cheirava bem e tava de cueca branca, igual às que me deixam com tesão só de ver, e me aproximei pra beijar ele. Gostei dos beijos dele, beijava muito bem, mordendo meus lábios, apertando minha bunda, e eu apertando a dele, quando percebo, depois de dar um amasso, ou seja, de beijar ele, comecei a reconhecer: o colar, o corte de cabelo, o tom de pele, o corpo dele, tudo… e aí me toquei que era ELE… JOSÉ.
O começo.
Vou contar pra vocês que meu nome é Ignacio, e sim, me chamam de Nacho. Sou alto, pele clara, corpo de academia. Não sou um Adônis, mas sempre mantenho minhas costas e pernas largas e cintura fina. Tenho uma bunda gostosa e braços bons, hahaha. Sexualmente, sou versátil. Adoro comer uma bunda gostosa e também sentar numa boa pica. Posso passar horas e horas chupando uma pica porque é o que mais gosto. É curta e grossa. Amo pica.
Sempre que ando pelas ruas, não consigo parar de olhar os volumes e as bundas de cada cara que cruza meu caminho. De certa forma, me considero exibicionista e já viajei milhares de quilômetros só pra viver todo o prazer que uma cidade pode oferecer com suas múltiplas opções, hahaha. Deixo claro que sempre me cuido. Faço natação, crossfit, muito atletismo e futebol, embora admita que comecei meu vício em esportes só pra ver meus colegas no chuveiro, hahaha. Sou da ideia de que com seu corpo você pode fazer o que bem entender, mas desde que se cuide e também cuide do outro ou dos outros, dependendo do caso, hahaha. Moro em Tucumán, mas sou de Salta — cidades localizadas no norte da Argentina, pra quem não sabe.
Numa dessas tantas noites em que estava super entediado e mais punheteiro do que nunca, entrei num aplicativo pra conhecer outros caras. Bom, o caso é que eu morava em Salta e os caras que me interessavam estavam em Tucumán, então tive que viajar várias vezes pra poder transar à vontade, sem problemas, sem frescuras, sem medo de ser descoberto, já que eu ainda não tinha saído do armário e, bem, tinha meus preconceitos. Eu tinha 25 anos na época, não tinha experimentado muito sexo. Já tinha feito ménage, um a um, ou seja, com outro. Mas sempre parava por aí. Uma coisa que deixo claro é que amo pornô gay. Lembro que a primeira vez que vi uma foto de um homem e sua bela pica foi quando tinha 10 anos. E encontrei entre as roupas do meu irmão, puta merda… (bom, mas essa é outra história que contarei depois). Então, desde muito novo, sabia que o que mais O que eu mais gostava no mundo era ver homem pelado. Eu era mais do pornô do que de relações corpo a corpo kkkk. Enfim, o caso é que os anos passaram e eu comecei a sentir vontade de experimentar o que tanto tinha visto. Transar de três ou mais.
Numa dessas tantas viagens que fazia pra Tucumã, conheci um cara. Pelas fotos, parecia legal, corpo bonito, parecia atlético pela aparência, branquelo, e dizia ter uma boa pica. Tudo bem, também não era pra casar com ele. Era maio, lembro, tava frio. Então beleza, mas que importava o frio se a ideia era transar e transar. Chupar quanta pica encontrasse. Kkkk. Esse cara, vamos chamar de Alan (mudei o nome), foi até o hostel onde eu tava. Quando vi ele, não gostei muito, tipo, ele tinha o rosto meio estranho, muito pálido, parecia que tinha feito uma cagada enorme (tipo, fez algo muito ruim, esse aí matou alguém, pensei kkkk) porque ele tava muito pálido. Eu falava meio seco com ele e por dentro pensava se deixava ele entrar, mas já era, minha buceta queria guerra. Ele entrou e a gente transou.
Como tava frio, a gente tava com roupa de frio. Eu, como bom tarado que sou, me despi na hora kkkk, só tava de micro slip branco e fui até ele, que tava na cama, e eu na porta. Não sei por que, mas gosto de ficar pelado enquanto os outros tão vestidos. Comecei a beijar ele e, claro, descer até onde tava o volume, sentia gostoso. Ele tava de cueca box azul, fiquei passando a língua no volume, deixei bem molhado e dei uma mamada daquelas. Ele começou a falar umas coisas pesadas que, longe de me ofender, me deixavam mais excitada, tipo: "como você gosta dessa pica, promíscua", e na sequência metia na minha boca. Como não era muito grande, aguentei de boa. Subia pra beijar ele e pegava a mão esquerda dele, beijava os dedos e levava até meu cu, ele adorou. Enfiou os dedos no meu buraco na hora, como eu tenho dilatação fácil, ele meteu dois de uma vez, aí sim me fez gritar, mas me excitou pra caralho. Ele me virou, me colocou de quatro, colocou camisinha e meteu de uma vez, me comeu gostoso, de quatro, perninha no ombro, sentei na pica dele e montei, adorei. Durou bastante. Acho que ele é daqueles que têm uma boa rola, mas não sabem usar, e isso já me aconteceu várias vezes, infelizmente. Por isso prefiro que gozem rápido e, com a bunda, faço eles gozarem, igual aconteceu com o Alan. Ele tava me comendo contra a parede, me dando tapas na bunda cada vez mais forte, e de repente me vira e me faz ajoelhar, antes que eu avisasse pra ele me falar quando fosse gozar, o filho da puta goza jato atrás de jato na minha cara, mais no cabelo e nos ombros. Isso eu gostei, porque eu adoro os leiteiros, é um prêmio, uma glória ver essas gozadas. Acho que, de 1 a 10, arranhando chega num 6 na transa que ele me deu, mas gostei muito dele porque, na conversa que tivemos depois, vimos que tínhamos muitas coisas em comum, uma delas era futebol, e que ele era um sexópata igual eu. Ele, diferente de mim, já tinha ido em surubas (orgias) gay, óbvio, e isso eu gostava de saber que compartilhava os mesmos gostos e taras. O tempo passou e continuei conversando com ele, e ele me contou que conheceu outro cara que organizava festas, me contava com todos os detalhes, tudo, tudo o que faziam, a quantidade de participantes. Nada, um tesão do caralho, as punhetas que eu bati pensando nessas surubas. Meses depois, já na primavera, então tava fazendo um calorzinho. Nessas tardes, entrei de novo nesse aplicativo de caçadores (vocês sabem a que rede gay me refiro) e conheci um cara que me deixou de queixo caído pelo jeito dele, pela personalidade e pela putaria, praticamente tínhamos os mesmos gostos. Em tudo. Tipo, ele, igual eu, era capaz de viajar o mundo só pra transar e a gente tava pouco se fodendo se tava debaixo da própria Torre Eiffel, hahaha. O nome dele: José. O José era magro, definido, pau médio pequeno, e pouca bunda, mas muito bonito. Pelas fotos dele, eu tinha gostado bastante. Ele morava em Tucumán e eu em Salta, então se eu quisesse ver ele, tinha que viajar, de novo, e combinamos de nos ver quando eu fosse pra cidade dele. Como sempre, a gente conversava e se dava super bem. Ele também queria ir em surubas e eu comentei que conhecia o Alan. tb de Tucson (Tucumán) — é assim que a gente chama a cidade. Então, tava falando que lá rolava umas festas, e ele também queria experimentar e conhecer. Aí combinamos de nos ver por lá se pintasse a ocasião.
Com o Alan a gente continuava se falando numa boa, até que um dia ele me disse que numa terça-feira, se não me engano, iam fazer uma party e que eu tava convidado. Esse dia era domingo, então minha empolgação e meu pau pularam juntos hahaha, eu contava as horas pra ir, pegar o carro e cair pra Tucson, mas não avisei o José, queria ir sozinho e ver qual era, porque minha intenção era ver o José só. Chegou a terça-feira, umas 5 da tarde, peguei o carro e tava viajando. Duro. Babando pra experimentar sexo em grupo e também cagado de medo e ansiedade.
Quando cheguei, o Alan me esperava, e subimos pro apê. Tava tudo escuro, tinha que deixar a roupa num lugar e ficar pelado. Tinha bebida e música, eu super nervoso. Assim que fiquei pelado, na real fiquei só de sunga branca de lycra, que apertava bem e marcava uma bunda e um volume bonitos, e assim, cagado de nervosismo e ansiedade, pude olhar em volta. Devia ter umas 13 pessoas no apê. A maioria era bonita, corpos gostosos. O organizador era um gordinho velho — ah, nem liguei, sou muito cuzão e direto quando não curto alguém. E com ele não ia abrir exceção, mesmo sendo o dono do apê.
O que mais me pegou foi que tinha caras de sunga, de cueca, mas mais de sunga, e na hora me rodearam e senti braços e mãos por todo lado. Foi mais excitante do que eu esperava, muitos pacotes pra pegar, principalmente os que estavam de sunga. MINHA MAIOR FRAQUEZA SÃO HOMENS DE SUNGA!!! E eu tava no céu, como sempre quis. Mesmo me limitando a tocar e deixar me tocarem, saí daquele círculo e fui pra parede, tava sobrecarregado. O Alan me perguntou se eu tava bem e eu disse que melhor do que imaginava. Ele me deu um gole e foi comer outro cara. Eu tava vendo a cena, todo mundo contra todo mundo, tinha uns quantos no sofá conversando de pau duro e outros fumando. descansando da surra de buceta que levaram. Tava nessa quando sinto alguém do lado, na escuridão não dava pra ver muito, apalpei ele, não me chamou muita atenção, passei a mão no volume e também não me chamou atenção, mas cheirava bem e tava de cueca branca, igual às que me deixam com tesão só de ver, e me aproximei pra beijar ele. Gostei dos beijos dele, beijava muito bem, mordendo meus lábios, apertando minha bunda, e eu apertando a dele, quando percebo, depois de dar um amasso, ou seja, de beijar ele, comecei a reconhecer: o colar, o corte de cabelo, o tom de pele, o corpo dele, tudo… e aí me toquei que era ELE… JOSÉ.
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