Este relato é 100% real e aconteceu há vários anos, na minha adolescência... Tinha chegado na minha cidade um primo do sul, uns dois anos mais novo que eu e que eu não via desde criança, então os pais dele me convidaram pra passar o fim de semana na casa que alugaram pra temporada de verão.
De manhã, a gente conversou sobre coisas em comum — escola, esportes, garotas e a ideia dos pais dele de virem morar na minha cidade — e depois do almoço e da sobremesa, fomos jogar bola um pouco. A casa era enorme, com dois pátios, e num deles tinha um corredor que terminava numa escada que levava ao terraço... num momento, a bola vai na direção daquela escada e fica debaixo dela. A gente corre pra lá, e ele cobre a bola com o corpo pra eu não pegar. Na briga, a gente luta pela bola, e o roçar faz meu pau ficar duro na hora... ele percebe, ri e fala: "Vai me furar!!" ... a gente riu junto e continuou jogando no pátio.
Uns minutos depois, meu primo joga a bola na direção do corredor da escada e, ao chegar, se joga de quatro, cobrindo ela. Eu chego e me jogo por cima dele, seguro ele pela cintura, e de novo o contato faz os hormônios dispararem e eu deixo ele saber da minha dureza, esfregando o pau na bunda dele... Edu — era assim que chamavam ele — fica parado no começo, mas depois começa a mexer os quadris, elevando minha tesão ao máximo, e a gente tava nessa quando ouvimos a voz da mãe dele chamando pra merendar.
A gente entra em casa, e minha tia fala pra gente tomar um banho pra se refrescar e depois sentar na mesa. Edu vai primeiro pro banheiro, toma o banho dele e demora pra sair, então minha tia grita pra ele se apressar e me manda entrar, dizendo que éramos dois homenzinhos e não íamos ver nada de estranho.
Entro no banheiro, começo a me despir, e ele tava apoiado no espelho da parede com a toalha na cintura. Quando passo por trás dele, ele se inclina e não me deixa espaço pra passar. Com meu pau a mil, eu seguro ele pela cintura e tiro a toalha dela e começo a esfregar a pica no cu dela - a melhor bunda que eu vi em anos, tenho que dizer - quando de novo a voz da mãe dela apressa ela pra sair. Ela pega na minha pica e fala: "à noite a gente se acaba de tanto bater punheta, quer?
De manhã, a gente conversou sobre coisas em comum — escola, esportes, garotas e a ideia dos pais dele de virem morar na minha cidade — e depois do almoço e da sobremesa, fomos jogar bola um pouco. A casa era enorme, com dois pátios, e num deles tinha um corredor que terminava numa escada que levava ao terraço... num momento, a bola vai na direção daquela escada e fica debaixo dela. A gente corre pra lá, e ele cobre a bola com o corpo pra eu não pegar. Na briga, a gente luta pela bola, e o roçar faz meu pau ficar duro na hora... ele percebe, ri e fala: "Vai me furar!!" ... a gente riu junto e continuou jogando no pátio.
Uns minutos depois, meu primo joga a bola na direção do corredor da escada e, ao chegar, se joga de quatro, cobrindo ela. Eu chego e me jogo por cima dele, seguro ele pela cintura, e de novo o contato faz os hormônios dispararem e eu deixo ele saber da minha dureza, esfregando o pau na bunda dele... Edu — era assim que chamavam ele — fica parado no começo, mas depois começa a mexer os quadris, elevando minha tesão ao máximo, e a gente tava nessa quando ouvimos a voz da mãe dele chamando pra merendar.
A gente entra em casa, e minha tia fala pra gente tomar um banho pra se refrescar e depois sentar na mesa. Edu vai primeiro pro banheiro, toma o banho dele e demora pra sair, então minha tia grita pra ele se apressar e me manda entrar, dizendo que éramos dois homenzinhos e não íamos ver nada de estranho.
Entro no banheiro, começo a me despir, e ele tava apoiado no espelho da parede com a toalha na cintura. Quando passo por trás dele, ele se inclina e não me deixa espaço pra passar. Com meu pau a mil, eu seguro ele pela cintura e tiro a toalha dela e começo a esfregar a pica no cu dela - a melhor bunda que eu vi em anos, tenho que dizer - quando de novo a voz da mãe dela apressa ela pra sair. Ela pega na minha pica e fala: "à noite a gente se acaba de tanto bater punheta, quer?
7 comentários - Conhecendo Meu Primo (1ª Parte)
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