Olá, essa é minha 1ª história, espero que vocês gostem.
Antes vou me descrever, tenho 18 anos, meço 1,71, peso uns 68kg, tenho cabelo castanho e olhos verdes. Desde os 11 anos percebi que era gay, e desde os 13 comecei a experimentar no sexo.
Essa história aconteceu há 3 anos. Tenho uma irmã 6 anos mais velha, que é casada há 2 anos, mas namorava há 5, com um cara lindo, 1,90m, todo sarado, moreno, olhos castanhos, barba bem feita, o homem ideal, atualmente com 30 anos.
Ninguém da minha família sabe da minha condição sexual, uma família retrógrada que, sei, não me aceitaria. Por isso tive várias namoradas pra "disfarçar", mas era muito desconfortável pra mim.
Na real, quando minha irmã trouxe o namorado dela, o L..., pra apresentar em casa, eu fiquei de boca aberta com a gostosa que ela tava pegando. Tive que disfarçar, mas à noite tive que usar meu consolo imaginando aquele garanhão me comendo todinha. Por um tempo, era assim: minha irmã chamava ele pra casa, eu via ele na piscina ou pela casa, e à noite enfiava o consolo. Morria de vontade daquele potro, precisava dele dentro de mim.
O problema é que ela não gostava de homens, ou pelo menos era o que eu pensava. Naquela época, eu tinha uns colegas da escola que me davam a buceta que eu precisava, mas desde que tinha visto a L...., já não era a mesma coisa, me sentia incompleto. Uns 6 meses depois de conhecer meu cunhado, ele marcou um encontro com um professor de pilates que trabalhava perto da minha casa, um macho lindo também, alto, corpulento, cara bonito, um bebê.
Combinamos de nos ver num hotel a umas 30 quadras da minha casa, pra evitar qualquer problema, já que ele era casado. Fomos pro hotel e a gente se divertiu pra caramba, verdade seja dita. O professor comia muito bem e me deixou bem satisfeita, com a minha buceta bem aberta. Pra minha má sorte (ou pelo menos eu achava), quando saí do hotel, com outra roupa, porque tomei banho e troquei como se tivesse ido pra academia, quando ele me deixou numa esquina a umas 10 quadras da minha casa, quem eu vejo? Meu cunhado, com o carro na esquina também (pode acreditar ou não).
Me chamei pro carro e não tive escolha a não ser ir.
-Felipe: Oi L...., beleza? Tudo certo?
-L....: Sim, te vi descendo do carro daquele homem e com outra roupa diferente da que você estava hoje na sua casa, e você disse que ia pra academia, que fica pro outro lado.
- Felipe: Sim, mano, fui pra academia, só que o cara se enganou e me largou aqui.
-L....: Você é ruim mentindo, não erra 10 quarteirões. Me conta o que você tava fazendo, pode confiar em mim.
-Felipe: Nada, mano, acredita, não é nada.
-L....: Você é viado?
-Felipe: (silêncio longo) N...ã..ão
-L....: Você é viado ou não?
-Felipe: Sim, mas por favor, ninguém pode saber, jura que não vai contar pra ninguém.
-L....: você vai ter que merecer (uma risadinha safada)
-Felipe: como?
-L....: (tirando a rola do short) faz tempo que tô de olho em você, cara. Anda usando esses shorts apertados que marcam essa bunda impressionante. Quer chupar, putinha?
-Felipe: Se eu soubesse antes, perdemos tempo pra foder potro, desde o primeiro dia que te vi, você já me deixou com o cu dilatado.
Liguei o carro e comecei a fazer um trajeto de poucas casas, poucos carros, pra gente ir tranquilo e eu poder chupar ele sem medo de ser descoberto. Comecei a lamber aquele tronco de 21x5, nunca tinha visto uma rola tão grande e gostosa, era perfeita aquela rola, passava a língua de cima a baixo, enfiava até a garganta, a língua no freio e na cabeça, tava apaixonado por aquela rola. Nisso, meu cunhado baixou minha calça de moletom e começou a brincar com os dedos na porta do meu cu, isso me excitou pra caralho e continuei chupando com mais vontade do que nunca.
Depois de 10 minutos, enchi minha boca de porra.
-L....: AAAAAAH AAAAAAH, toma essa buceta toda, bebê
-Felipe: Que porra gostosa, bem grossinha e quentinha.
-L....:SIIIII gostosa, quero arrebentar toda essa raba linda que você tem, mas tão nos esperando.
-Felipe: cê tem razão, mas espero que cumpra a promessa de me comer.
-L....: te garanto, promíscua.
Enquanto íamos pra casa, eu ia apalpando a porra da pica que esse potranco carrega.
Espero que vocês tenham gostado, desculpem por possíveis erros ou enredo, mas é meu 1º conto. Se gostaram, no próximo eu conto como, com a desculpa de me chamar pra jogar no videogame, ficamos sozinhos na casa dela e ela me abriu de pernas abertas.
Contato: felipemuito1@gmail.com
Antes vou me descrever, tenho 18 anos, meço 1,71, peso uns 68kg, tenho cabelo castanho e olhos verdes. Desde os 11 anos percebi que era gay, e desde os 13 comecei a experimentar no sexo.
Essa história aconteceu há 3 anos. Tenho uma irmã 6 anos mais velha, que é casada há 2 anos, mas namorava há 5, com um cara lindo, 1,90m, todo sarado, moreno, olhos castanhos, barba bem feita, o homem ideal, atualmente com 30 anos.
Ninguém da minha família sabe da minha condição sexual, uma família retrógrada que, sei, não me aceitaria. Por isso tive várias namoradas pra "disfarçar", mas era muito desconfortável pra mim.
Na real, quando minha irmã trouxe o namorado dela, o L..., pra apresentar em casa, eu fiquei de boca aberta com a gostosa que ela tava pegando. Tive que disfarçar, mas à noite tive que usar meu consolo imaginando aquele garanhão me comendo todinha. Por um tempo, era assim: minha irmã chamava ele pra casa, eu via ele na piscina ou pela casa, e à noite enfiava o consolo. Morria de vontade daquele potro, precisava dele dentro de mim.
O problema é que ela não gostava de homens, ou pelo menos era o que eu pensava. Naquela época, eu tinha uns colegas da escola que me davam a buceta que eu precisava, mas desde que tinha visto a L...., já não era a mesma coisa, me sentia incompleto. Uns 6 meses depois de conhecer meu cunhado, ele marcou um encontro com um professor de pilates que trabalhava perto da minha casa, um macho lindo também, alto, corpulento, cara bonito, um bebê.
Combinamos de nos ver num hotel a umas 30 quadras da minha casa, pra evitar qualquer problema, já que ele era casado. Fomos pro hotel e a gente se divertiu pra caramba, verdade seja dita. O professor comia muito bem e me deixou bem satisfeita, com a minha buceta bem aberta. Pra minha má sorte (ou pelo menos eu achava), quando saí do hotel, com outra roupa, porque tomei banho e troquei como se tivesse ido pra academia, quando ele me deixou numa esquina a umas 10 quadras da minha casa, quem eu vejo? Meu cunhado, com o carro na esquina também (pode acreditar ou não).
Me chamei pro carro e não tive escolha a não ser ir.
-Felipe: Oi L...., beleza? Tudo certo?
-L....: Sim, te vi descendo do carro daquele homem e com outra roupa diferente da que você estava hoje na sua casa, e você disse que ia pra academia, que fica pro outro lado.
- Felipe: Sim, mano, fui pra academia, só que o cara se enganou e me largou aqui.
-L....: Você é ruim mentindo, não erra 10 quarteirões. Me conta o que você tava fazendo, pode confiar em mim.
-Felipe: Nada, mano, acredita, não é nada.
-L....: Você é viado?
-Felipe: (silêncio longo) N...ã..ão
-L....: Você é viado ou não?
-Felipe: Sim, mas por favor, ninguém pode saber, jura que não vai contar pra ninguém.
-L....: você vai ter que merecer (uma risadinha safada)
-Felipe: como?
-L....: (tirando a rola do short) faz tempo que tô de olho em você, cara. Anda usando esses shorts apertados que marcam essa bunda impressionante. Quer chupar, putinha?
-Felipe: Se eu soubesse antes, perdemos tempo pra foder potro, desde o primeiro dia que te vi, você já me deixou com o cu dilatado.
Liguei o carro e comecei a fazer um trajeto de poucas casas, poucos carros, pra gente ir tranquilo e eu poder chupar ele sem medo de ser descoberto. Comecei a lamber aquele tronco de 21x5, nunca tinha visto uma rola tão grande e gostosa, era perfeita aquela rola, passava a língua de cima a baixo, enfiava até a garganta, a língua no freio e na cabeça, tava apaixonado por aquela rola. Nisso, meu cunhado baixou minha calça de moletom e começou a brincar com os dedos na porta do meu cu, isso me excitou pra caralho e continuei chupando com mais vontade do que nunca.
Depois de 10 minutos, enchi minha boca de porra.
-L....: AAAAAAH AAAAAAH, toma essa buceta toda, bebê
-Felipe: Que porra gostosa, bem grossinha e quentinha.
-L....:SIIIII gostosa, quero arrebentar toda essa raba linda que você tem, mas tão nos esperando.
-Felipe: cê tem razão, mas espero que cumpra a promessa de me comer.
-L....: te garanto, promíscua.
Enquanto íamos pra casa, eu ia apalpando a porra da pica que esse potranco carrega.
Espero que vocês tenham gostado, desculpem por possíveis erros ou enredo, mas é meu 1º conto. Se gostaram, no próximo eu conto como, com a desculpa de me chamar pra jogar no videogame, ficamos sozinhos na casa dela e ela me abriu de pernas abertas.
Contato: felipemuito1@gmail.com
9 comentários - Meu cunhado gostosão
y para cuando la segunda parte?
😍😘😍