Esta história é fictícia e não representa ninguém.
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo. 7u7rFazia pouco tempo que minha namorada, agora "ex", tinha terminado comigo por causa da minha timidez e falta de intimidade, enfim, por motivos óbvios, eu estava na fossa e vivia no automático, indo e voltando da faculdade, afogado em trabalhos, ensaios e apresentações. O golpe final veio de uma amiga que minha ex e eu tínhamos em comum, que sabia do nosso problema e tentava me ajudar a reconquistá-la. A questão é que, conversando com ela, descobri que minha ex já estava em outro relacionamento. Isso me afundou ainda mais, só pensava na faculdade. Tempo depois, foi o aniversário de uma amiga. Organizaram uma festa surpresa pra ela, então ajudei com a festa, mas não pretendia ir. Realmente não estava com humor pra sair festejando. Finalmente, chegou o dia da festa, era sábado à tarde, eu estava fazendo trabalhos como de costume, quando de repente meu telefone toca.- Alô?respondi sem vontade.—Yisus? Cadê ele? Tamo te esperando, a Nati chega a qualquer hora com a Alexa.comentava meio nervosa a Daniela.—Ahm, o negócio é que acho que não vou, tô precisando entregar uns trabalhos pra segunda e tô bem atrasado, me desculpa, Dani.sentenciava enquanto eu me preparava para desligar.-É sério? Tá de brincadeira, né? Nós dois sabemos que você não demora muito nos seus ensaios, não seja preguiçoso e vem agora mesmo. É o aniversário da Alexa, ela ia adorar ver a gente junto, faz tempo que não nos reunimos.afirmo algo irritada e frustrada, respirei fundo por um instante e aceitei, desliguei meu notebook e fui pra casa da Dani, onde ia ser a festa. Demorei umas boas horas pra chegar. A Dani me puxou pra gente se esconder, e não demorou nem cinco minutos quando a Naty e a Alexia chegaram.-¡¡Surpresa!!-Gritamos todos em uníssono, a Alexa se surpreendeu de nos ver reunidos. Depois, todo mundo parabenizou ela. Começamos a comer petiscos e a dançar, mas eu não me sentia bem, então sentei num sofá vendo todo mundo dançar e tomando refrigerante. A Dani percebeu meu estado de espírito e sentou do meu lado.—Tá desse jeito por aquela mina, né?Tô me perguntando uma coisa, irritada já que ela tinha me visto sofrer nos últimos dias do meu relacionamento com ela. Sem encontrar resposta, puxei ela pelo braço pra dançar e fui meio que forçado a fazer outra coisa. Fiquei dançando um tempo, aos poucos fui esquecendo momentaneamente. Nisso, fui pegar um refri e encontrei um amigo da Alexa. Não sei por que, mas a gente começou a conversar.—Yisus, né? Faz tempo que não te via.Leo me dizia enquanto sorria, enquanto atrás Naty e Dani cochichavam enquanto conversávamos e começavam a rir, nisso Dany falava pra gente.-Ai, que casalzinho gostosoLeo, ao ouvir as palavras de Dany, me abraçou.—Não dá bola pra elas, amor, tão com inveja.As meninas começaram a rir, enquanto mais atrás estava a Alexa com o namorado dela e, ao ver a zoeira que tinha sido feita, ela interveio.—Deixem o Yisus em paz, e Leo, não aprovo sua relação com o Yisus, porque você vai acabar corrompendo ele.(Ok, pra deixar claro, a gente se conhecia há tanto tempo, eu, Dani e Alexa, que viramos uma família. A Alexa virou tipo minha segunda mãe, e um tempo depois a Naty se tornou como uma irmã pra mim.).— Alexa, você me ofende se eu só posso ensinar coisas boas pra elas.Leo respondia pra Alexa com um olhar safado e, ao virar pra mim, me deu uma piscada, entrando na brincadeira. Eu tava confuso e sem saco pra entrar no joguinho dele, mas por dentro tava curioso pra saber mais. Lembrei que a Dani tinha me falado que o Leo era gay, então mordi o lábio disfarçado — a ideia de um lance diferente me atraía, mas fiquei na minha pra não me entregar.—Vamos, Alexa, vocês formam um casal bonito... não importa, Dani, vamos shippar eles, vão ser conhecidos como "Yisleo".Naty dizia, sendo eu o assunto do momento, começaram a rir aceitando o nome do novo shipp que tinha nascido, aos poucos foram voltando pros seus assuntos.—Naty, mas não é shipp, logo a gente vai casar, Yisus e eu, né meu amor?O Leo entrou na brincadeira da Nati e do Dani, enquanto eu, com cara de assustado e confuso, ficava só concordando, dando corda pra eles, mas aos poucos fui deixando de lado essa zoeira do meu ship com o Leo.
A Alexa tava falando com o namorado dela, o Dani e a Naty continuavam se acabando de rir às nossas custas, imaginando o novo ship deles, e eu seguia conversando com o Leo sobre qualquer besteira que viesse na cabeça. Foi assim que passamos a tarde-noite. Lá pelas 9:30, me preparei pra voltar pra casa, me despedi da Alexa e do Dani, que ainda iam continuar batendo papo. Saí da casa do Dani e, atrás de mim, saiu o Leo. Nem percebi que ele vinha atrás de mim, e, sem querer, estávamos indo na mesma direção — eu porque ia passar no mercado comprar umas coisas, e ele porque a casa dele era pra esse lado. Caminhamos uns 5 minutos, e o Leo chegou por trás e me abraçou.-Querido, você não pode fugir de mim.Ele sussurrou no meu ouvido com uma voz sedutora, eu me assustei e, instintivamente, soltei um soco na cara dele, mas ele conseguiu desviar.—Jesus, calma, sou eu... LéoVirei pra olhar ele de novo e reagi.-Desculpa, Léo... é que eu tava pensando em outras coisas... e por instinto eu reagi-Contei um pouco sobre os trampos da facul e meu término amoroso. Leo entendeu e começou a rir do murro que quase acertei nele.—Não tem problema—Assim que ela terminou de falar, o céu começou a trovejar e veio uma chuva forte.-¡Ei!! Quer vir pro meu apê? Não é longe, dá pra se proteger da chuva.Assenti com a cabeça e corremos na direção da casa dele, que ficava virando a esquina.
Chegamos no apê do Leo, que tava meio bagunçado, mas tirando isso, era um lugar bonito e bem aconchegante.-Nossa, que apartamento lindo você temLeio algo molhado e ela começou a rir por causa da bagunça.-Kkkk que engraçado você é, desculpa a bagunça é que não esperava visita.Disse algo meio sem graça enquanto tirava a camiseta que tinha molhado mais do que a minha.O Leo tem 1,70m e, mesmo sendo magro, tem um corpo trabalhado. A pele dele é morena, os olhos são castanho-escuros, quase puxando pro preto. Ele usa barba e bigode, o cabelo é ondulado, mas ele sempre mantém curto.)
(Por mim, também tenho 1,70, mas sou de pele clara, sou magro mas cheinho, meus olhos são castanho claro e, diferente do Leo, quase não tenho pelo, só na buceta e um pouco nas pernas. Meu cabelo é liso e meio comprido.)
Foi assim que, pela primeira vez, vi aquele torso nu. Minha curiosidade começou a me atacar, queria passar a mão no peito peludo dele. Ele se virou em direção ao quarto e eu mordi o lábio, tentando segurar minha curiosidade. Respirei fundo pra me acalmar. Não demorou muito e o Leo saiu com uma camiseta verde.—E aí, o que você quer fazer enquanto a chuva passa?Será que o Leo tá tentando quebrar o silêncio que se formou?- Pois não sei o que você tem em mente hehe é sua casa-comentava meio nervoso, deixando a adrenalina inicial de fugir da chuva de lado. Leo pegou o controle da TV e ligou, começando a mudar de canal pra ver o que tinha de bom.Ah, olha, tão passando um filme do Harry Potterdisse Leo, animado igual um menino, ele parecia tão fofo.— Senta aqui, vamos ver esse filme. Cê curte Harry Potter?Disse Leo todo empolgado, eu sorri e concordei com a cabeça, sentando do lado dele.—É o Prisioneiro de Azkaban, é a minha favorita da saga.Comentei, ele sorriu aceitando minha resposta e assim passamos boa parte do filme, aí ele me perguntou.-Ei, posso te abraçar?Fiquei surpreso com a pergunta dele, mas a curiosidade e meu estado atual me fizeram baixar a guarda, então aceitei. Ele me abraçou com o braço e me puxou um pouco para perto dele. Senti o ombro dele roçar no meu e também a mão morna dele pousar no meu ombro. Continuamos vendo o filme, e não parecia nada estranho um cara abraçando outro — inclusive, tenho que admitir que me senti confortável e acolhido, quando de repente o Leo me dá um beijo na boca. A primeira coisa que pensei foi:MAS QUE PORRA TÁ ACONTECENDO?!e qualquer homem hétero no meu lugar teria dado um soco na cara dele ou pelo menos afastado ele de mim, mas eu... eu fiz foi corresponder o beijo, pareceu que o Leo também ficou surpreso por eu ter respondido o beijo, acho que algo que era brincadeira acabou se tornando real, o Leo ia se afastar como reação mas eu não deixei, era a primeira vez que beijava... melhor dizendo, era a primeira vez que um homem me beijava, era uma sensação estranha, obviamente não era como o beijo suave de uma mulher, era algo mais bruto, mas não era desagradável, depois nos afastamos e ficamos nos olhando atônitos, nos encarando nos olhos, surpresos com o que tinha acontecido.—Posso te perguntar uma coisa?disse Leo, surpreso.—Claro—falei calmamente pra ela.—Você é hétero?Fico me perguntando, Leo, enquanto acariciava o próprio pescoço.- Pois é, até que deveria ser, mas... sei lá, estando com você é diferente, me sinto confortado. Não sei como explicar, só sei que gosto de estar com você.disse timidamente, encolhendo os ombros. Leo me abraçou.—Aliás... cê acha que eu teria deixado abraçar?Leo sorriu e, em seguida, segurou meu queixo e me olhou com carinho.-Agora quero um longo e devagar.Leo disse, e começou a me beijar. Meu coração começou a bater mais forte. Fechei os olhos, sentindo seus lábios roçarem devagar nos meus. Por instinto, ou sei lá o que, me apertei mais nele e coloquei minha língua pra brincar com a dele. Leo se surpreendeu, mas não se importou — ele até gostou, porque começou a acariciar minhas costas enquanto a gente se beijava, e o calor começou a aumentar. E não tô falando do calor do ambiente, porque tava chovendo pra caralho, mas sim da nossa putaria. Foi um beijo longo e apaixonado. Nós dois não acreditávamos no que tava rolando. Mordi meu lábio lembrando do torso nu dele. A gente se beijou de novo, ele me puxou pra subir nas pernas dele enquanto continuávamos nos beijando, ele acariciando minhas costas e eu enfiando a mão na camiseta dele, sentindo o peito dele, acariciando os mamilos que ficavam durinhos quando eu tocava. Do outro lado, Leo descia a mão e me agarrava pelas nádegas, começava a acariciar e apertar enquanto eu sentia algo crescendo entre as pernas dele. Nossa respiração ficava ofegante entre cada beijo que nos deixava mais quentes a cada segundo. De repente, Leo pegou minha camiseta e arrancou ela de mim, literalmente rasgando, pra continuar acariciando minhas costas agora peladas. Eu tirei a camiseta dele e comecei a lamber os mamilos dele, que já tavam excitados de tanto brincar com eles. Depois fui subindo com beijinhos no pescoço dele devagar, enquanto ele fechava os olhos e eu sentia a rola dura dele roçando na minha bunda pequenininha, prestes a explodir. Ao sentir aquela rola, minhas costas se arqueavam de tesão — era a primeira vez que eu sentia algo assim, nunca tinha transado com ninguém. Sentir aquela rola quente na minha bunda pequenininha era estranho. Leo me abaixou, sentando no sofá, enquanto ele se ajoelhava na minha frente e apertava o botão da minha calça.—Posso?Tô me perguntando de um jeito sedutor, eu comecei a rir porque já tinha rasgado minha camiseta fazia um tempo e agora ela pedia permissão pra tirar minha calça.KKKKKK, depois de ter rasgado minha camiseta você pergunta se pode me despir pra gente transar?Perguntei meio nervoso por ser minha primeira vez, ele me olhou sedutor.-Querido, mas já estamos transando.Quando ouvi as palavras dela, fiquei meio vermelho e balancei a cabeça. Meu pau já tava quase explodindo quando ela abriu minha calça. Na minha cueca dava pra ver o volume, e aí a Leo deu uma risadinha quando viu minha cueca de dinossauro (olha, de manhã eu não sabia que ia rolar um love hoje, então não podem me culpar).-Hahaha, que calcinha linda, ao ouvir isso, cobri o rosto com as mãos de vergonha. Leo tirou minha calça e minha cueca, acariciou meu pau pelado.-Que menino lindo-Se levantou e me carregou pelado até o quarto dela, a única vista que eu tinha era a bunda gostosa dela coberta pela calça, e via como se mexia enquanto caminhava. Com cuidado, me deitou na cama dela, depois subiu em cima de mim, me beijou pra eu me acalmar. Eu acariciava as costas dela, devagarzinho ela foi descendo os beijos pelo meu corpo, beijando meu pescoço, meu peito, minha barriga e finalmente chegando na minha virilha. Beijou meu pau e começou a chupar, eu me arrepiava todo, me agarrava nos lençóis. Leo percebeu e começou a acariciar minhas pernas enquanto continuava chupando meu pau, e começaram a se ouvir meus gemidos baixinhos e leves.-Ufff, ahh, tá estranho.dizia enquanto eu tremia e sentia a sensação percorrer meu corpo, minhas pernas eram as que manifestavam esse tremor das novas sensações que meu corpo experimentava.— Cê tá gostando?dizia o Leo, dando uma pausa, mas sem parar de bater uma pra minha pica.- Ahhh sim, eu gostoEm resposta, Leo lambeu minha cabecinha. Fiz ele se levantar e voltar pra cama. Agora, deitei ele, tirei a calça e a cueca dele, que tava coladinha e deixava a ereção ainda mais evidente. Quando tirei a cueca, vi aquele pau que ia me empalar daqui a pouco. É comprido e meio grosso, e diferente do tom da pele dele, era um pouco mais clarinho. Fiquei de 69 pra não ficar pra trás e comecei a chupar o pau dele enquanto, curiosa, brincava com aquele cuzinho enrugado, tentando enfiar meu dedo.-Ô meu amor, cê deixou a melhor parte pra mimdisse Leo enquanto abria minhas nádegas e via meu cuzinho enrugado.—Que gostoso teu cuzinho rosado—acrescentou e, em seguida, enfiou a cara na minha bucetinha apertada, começando a lamber meu cuzinho e enfiando a língua nele. Gemíamos em harmonia enquanto ele lambia meu cuzinho, metendo a língua lá dentro. Eu enfiava meu dedo no cuzinho dele enquanto chupava seu pau carnudo, sugando o máximo que podia.
-Ohhh, assim sim, você é bom nisso, ahhh-Eu ouvia o Leo entre gemidos, assim ficamos por um tempo. Depois ele me levantou e me colocou de quatro. Eu fiquei nervoso, já que era minha primeira vez transando e a primeira vez que eu ia ser sodomizado. Ele percebeu meu nervosismo, porque eu fechava as mãos e puxava os lençóis.—Tranquilo, Yisus, te prometo que a gente vai fazer isso direto e você vai se acostumar.Deu pra sentir ele por trás, senti o pau dele roçando minha bucetinha apertada enquanto ele beijava minhas costas devagar pra me acalmar e relaxar. Subiu com os beijos até meu pescoço, quando menos esperava, enfiou tudo de uma vez na minha bucetinha apertada. Sinto meu cu sendo forçado, um gemido dolorido escapa dos meus lábios, seguido por mais uma e outra estocada sem piedade. Leo segura minha cintura com as duas mãos, continuando as metidas sem compaixão. Tento apertar meu cuzinho pra evitar as investidas contínuas, mas não adianta muito. Isso excitou Leo, e as estocadas continuaram. Meu pobre cuzinho só aguentava.Aaahhh Leo... não tão... oohh forte..., você vai ahhh me rasgar—, minhas palavras entrecortadas mostravam que eu não estava curtindo, eram gemidos mais dolorosos que prazerosos, mas Leo não dizia nada e continuava metendo no ritmo das estocadas, mas a dor ia diminuindo. Quando ele percebeu que meu cuzinho já tinha dado o jeito, começou a beijar meu pescoço e me abraçar. A sensação era estranha, já que era a primeira vez que eu sentia algo entrando e saindo.Então, gostosa, continua, papai.- Os gemidos de dor se transformaram em prazer, senti os gemidos do Leo na minha nuca, me senti tão protegido por ele, nas minhas costas sentia o peito peludo dele se esfregando.Amor, se eu tivesse que ser assim, senão você não ia curtir mais.— disse sussurrando enquanto investia mais devagar, pegou meu pau e começou a masturbar, senti que ia gozar logo pelo jeito que acelerou as investidas e também a punheta, gemíamos em uníssono.
Eu ajudei seguindo o ritmo e batia minha bucetinha nele pra ficar mais coordenado, quando eu tava quase gozando ele acelerou as estocadas e eu apertei meu cuzinho, o que deixou ele ainda mais louco.
—Uff, amor, ohhhh, você sabe o que seu papai gosta!!! — ele exclamou e deu a última metida, senti o leite dele encher meu buraquinho e vazar, antes mesmo de tirar o pau gostoso, ele enfiou até o fundo e gozou de novo. Minhas pernas fraquejaram e o peso dele caiu sobre mim, cansado. Leo me abraçou e tirou o pau, quando saiu, o leite começou a escorrer pelo meu cuzinho arrebentado, ele virou pra olhar, exausto.Foi sua primeira vez?- perguntou Leo com a voz trêmula, sorriu e com o olhar eu deixei claro que sim, ele me beijou.Querida, vai se acostumando porque a gente vai fazer isso direto.- Nisso fechei meus olhos e acabei dormindo, a última coisa que senti foi o Leo se encaixando pra dormir de conchinha comigo.
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo. 7u7rFazia pouco tempo que minha namorada, agora "ex", tinha terminado comigo por causa da minha timidez e falta de intimidade, enfim, por motivos óbvios, eu estava na fossa e vivia no automático, indo e voltando da faculdade, afogado em trabalhos, ensaios e apresentações. O golpe final veio de uma amiga que minha ex e eu tínhamos em comum, que sabia do nosso problema e tentava me ajudar a reconquistá-la. A questão é que, conversando com ela, descobri que minha ex já estava em outro relacionamento. Isso me afundou ainda mais, só pensava na faculdade. Tempo depois, foi o aniversário de uma amiga. Organizaram uma festa surpresa pra ela, então ajudei com a festa, mas não pretendia ir. Realmente não estava com humor pra sair festejando. Finalmente, chegou o dia da festa, era sábado à tarde, eu estava fazendo trabalhos como de costume, quando de repente meu telefone toca.- Alô?respondi sem vontade.—Yisus? Cadê ele? Tamo te esperando, a Nati chega a qualquer hora com a Alexa.comentava meio nervosa a Daniela.—Ahm, o negócio é que acho que não vou, tô precisando entregar uns trabalhos pra segunda e tô bem atrasado, me desculpa, Dani.sentenciava enquanto eu me preparava para desligar.-É sério? Tá de brincadeira, né? Nós dois sabemos que você não demora muito nos seus ensaios, não seja preguiçoso e vem agora mesmo. É o aniversário da Alexa, ela ia adorar ver a gente junto, faz tempo que não nos reunimos.afirmo algo irritada e frustrada, respirei fundo por um instante e aceitei, desliguei meu notebook e fui pra casa da Dani, onde ia ser a festa. Demorei umas boas horas pra chegar. A Dani me puxou pra gente se esconder, e não demorou nem cinco minutos quando a Naty e a Alexia chegaram.-¡¡Surpresa!!-Gritamos todos em uníssono, a Alexa se surpreendeu de nos ver reunidos. Depois, todo mundo parabenizou ela. Começamos a comer petiscos e a dançar, mas eu não me sentia bem, então sentei num sofá vendo todo mundo dançar e tomando refrigerante. A Dani percebeu meu estado de espírito e sentou do meu lado.—Tá desse jeito por aquela mina, né?Tô me perguntando uma coisa, irritada já que ela tinha me visto sofrer nos últimos dias do meu relacionamento com ela. Sem encontrar resposta, puxei ela pelo braço pra dançar e fui meio que forçado a fazer outra coisa. Fiquei dançando um tempo, aos poucos fui esquecendo momentaneamente. Nisso, fui pegar um refri e encontrei um amigo da Alexa. Não sei por que, mas a gente começou a conversar.—Yisus, né? Faz tempo que não te via.Leo me dizia enquanto sorria, enquanto atrás Naty e Dani cochichavam enquanto conversávamos e começavam a rir, nisso Dany falava pra gente.-Ai, que casalzinho gostosoLeo, ao ouvir as palavras de Dany, me abraçou.—Não dá bola pra elas, amor, tão com inveja.As meninas começaram a rir, enquanto mais atrás estava a Alexa com o namorado dela e, ao ver a zoeira que tinha sido feita, ela interveio.—Deixem o Yisus em paz, e Leo, não aprovo sua relação com o Yisus, porque você vai acabar corrompendo ele.(Ok, pra deixar claro, a gente se conhecia há tanto tempo, eu, Dani e Alexa, que viramos uma família. A Alexa virou tipo minha segunda mãe, e um tempo depois a Naty se tornou como uma irmã pra mim.).— Alexa, você me ofende se eu só posso ensinar coisas boas pra elas.Leo respondia pra Alexa com um olhar safado e, ao virar pra mim, me deu uma piscada, entrando na brincadeira. Eu tava confuso e sem saco pra entrar no joguinho dele, mas por dentro tava curioso pra saber mais. Lembrei que a Dani tinha me falado que o Leo era gay, então mordi o lábio disfarçado — a ideia de um lance diferente me atraía, mas fiquei na minha pra não me entregar.—Vamos, Alexa, vocês formam um casal bonito... não importa, Dani, vamos shippar eles, vão ser conhecidos como "Yisleo".Naty dizia, sendo eu o assunto do momento, começaram a rir aceitando o nome do novo shipp que tinha nascido, aos poucos foram voltando pros seus assuntos.—Naty, mas não é shipp, logo a gente vai casar, Yisus e eu, né meu amor?O Leo entrou na brincadeira da Nati e do Dani, enquanto eu, com cara de assustado e confuso, ficava só concordando, dando corda pra eles, mas aos poucos fui deixando de lado essa zoeira do meu ship com o Leo.
A Alexa tava falando com o namorado dela, o Dani e a Naty continuavam se acabando de rir às nossas custas, imaginando o novo ship deles, e eu seguia conversando com o Leo sobre qualquer besteira que viesse na cabeça. Foi assim que passamos a tarde-noite. Lá pelas 9:30, me preparei pra voltar pra casa, me despedi da Alexa e do Dani, que ainda iam continuar batendo papo. Saí da casa do Dani e, atrás de mim, saiu o Leo. Nem percebi que ele vinha atrás de mim, e, sem querer, estávamos indo na mesma direção — eu porque ia passar no mercado comprar umas coisas, e ele porque a casa dele era pra esse lado. Caminhamos uns 5 minutos, e o Leo chegou por trás e me abraçou.-Querido, você não pode fugir de mim.Ele sussurrou no meu ouvido com uma voz sedutora, eu me assustei e, instintivamente, soltei um soco na cara dele, mas ele conseguiu desviar.—Jesus, calma, sou eu... LéoVirei pra olhar ele de novo e reagi.-Desculpa, Léo... é que eu tava pensando em outras coisas... e por instinto eu reagi-Contei um pouco sobre os trampos da facul e meu término amoroso. Leo entendeu e começou a rir do murro que quase acertei nele.—Não tem problema—Assim que ela terminou de falar, o céu começou a trovejar e veio uma chuva forte.-¡Ei!! Quer vir pro meu apê? Não é longe, dá pra se proteger da chuva.Assenti com a cabeça e corremos na direção da casa dele, que ficava virando a esquina.
Chegamos no apê do Leo, que tava meio bagunçado, mas tirando isso, era um lugar bonito e bem aconchegante.-Nossa, que apartamento lindo você temLeio algo molhado e ela começou a rir por causa da bagunça.-Kkkk que engraçado você é, desculpa a bagunça é que não esperava visita.Disse algo meio sem graça enquanto tirava a camiseta que tinha molhado mais do que a minha.O Leo tem 1,70m e, mesmo sendo magro, tem um corpo trabalhado. A pele dele é morena, os olhos são castanho-escuros, quase puxando pro preto. Ele usa barba e bigode, o cabelo é ondulado, mas ele sempre mantém curto.)
(Por mim, também tenho 1,70, mas sou de pele clara, sou magro mas cheinho, meus olhos são castanho claro e, diferente do Leo, quase não tenho pelo, só na buceta e um pouco nas pernas. Meu cabelo é liso e meio comprido.)
Foi assim que, pela primeira vez, vi aquele torso nu. Minha curiosidade começou a me atacar, queria passar a mão no peito peludo dele. Ele se virou em direção ao quarto e eu mordi o lábio, tentando segurar minha curiosidade. Respirei fundo pra me acalmar. Não demorou muito e o Leo saiu com uma camiseta verde.—E aí, o que você quer fazer enquanto a chuva passa?Será que o Leo tá tentando quebrar o silêncio que se formou?- Pois não sei o que você tem em mente hehe é sua casa-comentava meio nervoso, deixando a adrenalina inicial de fugir da chuva de lado. Leo pegou o controle da TV e ligou, começando a mudar de canal pra ver o que tinha de bom.Ah, olha, tão passando um filme do Harry Potterdisse Leo, animado igual um menino, ele parecia tão fofo.— Senta aqui, vamos ver esse filme. Cê curte Harry Potter?Disse Leo todo empolgado, eu sorri e concordei com a cabeça, sentando do lado dele.—É o Prisioneiro de Azkaban, é a minha favorita da saga.Comentei, ele sorriu aceitando minha resposta e assim passamos boa parte do filme, aí ele me perguntou.-Ei, posso te abraçar?Fiquei surpreso com a pergunta dele, mas a curiosidade e meu estado atual me fizeram baixar a guarda, então aceitei. Ele me abraçou com o braço e me puxou um pouco para perto dele. Senti o ombro dele roçar no meu e também a mão morna dele pousar no meu ombro. Continuamos vendo o filme, e não parecia nada estranho um cara abraçando outro — inclusive, tenho que admitir que me senti confortável e acolhido, quando de repente o Leo me dá um beijo na boca. A primeira coisa que pensei foi:MAS QUE PORRA TÁ ACONTECENDO?!e qualquer homem hétero no meu lugar teria dado um soco na cara dele ou pelo menos afastado ele de mim, mas eu... eu fiz foi corresponder o beijo, pareceu que o Leo também ficou surpreso por eu ter respondido o beijo, acho que algo que era brincadeira acabou se tornando real, o Leo ia se afastar como reação mas eu não deixei, era a primeira vez que beijava... melhor dizendo, era a primeira vez que um homem me beijava, era uma sensação estranha, obviamente não era como o beijo suave de uma mulher, era algo mais bruto, mas não era desagradável, depois nos afastamos e ficamos nos olhando atônitos, nos encarando nos olhos, surpresos com o que tinha acontecido.—Posso te perguntar uma coisa?disse Leo, surpreso.—Claro—falei calmamente pra ela.—Você é hétero?Fico me perguntando, Leo, enquanto acariciava o próprio pescoço.- Pois é, até que deveria ser, mas... sei lá, estando com você é diferente, me sinto confortado. Não sei como explicar, só sei que gosto de estar com você.disse timidamente, encolhendo os ombros. Leo me abraçou.—Aliás... cê acha que eu teria deixado abraçar?Leo sorriu e, em seguida, segurou meu queixo e me olhou com carinho.-Agora quero um longo e devagar.Leo disse, e começou a me beijar. Meu coração começou a bater mais forte. Fechei os olhos, sentindo seus lábios roçarem devagar nos meus. Por instinto, ou sei lá o que, me apertei mais nele e coloquei minha língua pra brincar com a dele. Leo se surpreendeu, mas não se importou — ele até gostou, porque começou a acariciar minhas costas enquanto a gente se beijava, e o calor começou a aumentar. E não tô falando do calor do ambiente, porque tava chovendo pra caralho, mas sim da nossa putaria. Foi um beijo longo e apaixonado. Nós dois não acreditávamos no que tava rolando. Mordi meu lábio lembrando do torso nu dele. A gente se beijou de novo, ele me puxou pra subir nas pernas dele enquanto continuávamos nos beijando, ele acariciando minhas costas e eu enfiando a mão na camiseta dele, sentindo o peito dele, acariciando os mamilos que ficavam durinhos quando eu tocava. Do outro lado, Leo descia a mão e me agarrava pelas nádegas, começava a acariciar e apertar enquanto eu sentia algo crescendo entre as pernas dele. Nossa respiração ficava ofegante entre cada beijo que nos deixava mais quentes a cada segundo. De repente, Leo pegou minha camiseta e arrancou ela de mim, literalmente rasgando, pra continuar acariciando minhas costas agora peladas. Eu tirei a camiseta dele e comecei a lamber os mamilos dele, que já tavam excitados de tanto brincar com eles. Depois fui subindo com beijinhos no pescoço dele devagar, enquanto ele fechava os olhos e eu sentia a rola dura dele roçando na minha bunda pequenininha, prestes a explodir. Ao sentir aquela rola, minhas costas se arqueavam de tesão — era a primeira vez que eu sentia algo assim, nunca tinha transado com ninguém. Sentir aquela rola quente na minha bunda pequenininha era estranho. Leo me abaixou, sentando no sofá, enquanto ele se ajoelhava na minha frente e apertava o botão da minha calça.—Posso?Tô me perguntando de um jeito sedutor, eu comecei a rir porque já tinha rasgado minha camiseta fazia um tempo e agora ela pedia permissão pra tirar minha calça.KKKKKK, depois de ter rasgado minha camiseta você pergunta se pode me despir pra gente transar?Perguntei meio nervoso por ser minha primeira vez, ele me olhou sedutor.-Querido, mas já estamos transando.Quando ouvi as palavras dela, fiquei meio vermelho e balancei a cabeça. Meu pau já tava quase explodindo quando ela abriu minha calça. Na minha cueca dava pra ver o volume, e aí a Leo deu uma risadinha quando viu minha cueca de dinossauro (olha, de manhã eu não sabia que ia rolar um love hoje, então não podem me culpar).-Hahaha, que calcinha linda, ao ouvir isso, cobri o rosto com as mãos de vergonha. Leo tirou minha calça e minha cueca, acariciou meu pau pelado.-Que menino lindo-Se levantou e me carregou pelado até o quarto dela, a única vista que eu tinha era a bunda gostosa dela coberta pela calça, e via como se mexia enquanto caminhava. Com cuidado, me deitou na cama dela, depois subiu em cima de mim, me beijou pra eu me acalmar. Eu acariciava as costas dela, devagarzinho ela foi descendo os beijos pelo meu corpo, beijando meu pescoço, meu peito, minha barriga e finalmente chegando na minha virilha. Beijou meu pau e começou a chupar, eu me arrepiava todo, me agarrava nos lençóis. Leo percebeu e começou a acariciar minhas pernas enquanto continuava chupando meu pau, e começaram a se ouvir meus gemidos baixinhos e leves.-Ufff, ahh, tá estranho.dizia enquanto eu tremia e sentia a sensação percorrer meu corpo, minhas pernas eram as que manifestavam esse tremor das novas sensações que meu corpo experimentava.— Cê tá gostando?dizia o Leo, dando uma pausa, mas sem parar de bater uma pra minha pica.- Ahhh sim, eu gostoEm resposta, Leo lambeu minha cabecinha. Fiz ele se levantar e voltar pra cama. Agora, deitei ele, tirei a calça e a cueca dele, que tava coladinha e deixava a ereção ainda mais evidente. Quando tirei a cueca, vi aquele pau que ia me empalar daqui a pouco. É comprido e meio grosso, e diferente do tom da pele dele, era um pouco mais clarinho. Fiquei de 69 pra não ficar pra trás e comecei a chupar o pau dele enquanto, curiosa, brincava com aquele cuzinho enrugado, tentando enfiar meu dedo.-Ô meu amor, cê deixou a melhor parte pra mimdisse Leo enquanto abria minhas nádegas e via meu cuzinho enrugado.—Que gostoso teu cuzinho rosado—acrescentou e, em seguida, enfiou a cara na minha bucetinha apertada, começando a lamber meu cuzinho e enfiando a língua nele. Gemíamos em harmonia enquanto ele lambia meu cuzinho, metendo a língua lá dentro. Eu enfiava meu dedo no cuzinho dele enquanto chupava seu pau carnudo, sugando o máximo que podia.
-Ohhh, assim sim, você é bom nisso, ahhh-Eu ouvia o Leo entre gemidos, assim ficamos por um tempo. Depois ele me levantou e me colocou de quatro. Eu fiquei nervoso, já que era minha primeira vez transando e a primeira vez que eu ia ser sodomizado. Ele percebeu meu nervosismo, porque eu fechava as mãos e puxava os lençóis.—Tranquilo, Yisus, te prometo que a gente vai fazer isso direto e você vai se acostumar.Deu pra sentir ele por trás, senti o pau dele roçando minha bucetinha apertada enquanto ele beijava minhas costas devagar pra me acalmar e relaxar. Subiu com os beijos até meu pescoço, quando menos esperava, enfiou tudo de uma vez na minha bucetinha apertada. Sinto meu cu sendo forçado, um gemido dolorido escapa dos meus lábios, seguido por mais uma e outra estocada sem piedade. Leo segura minha cintura com as duas mãos, continuando as metidas sem compaixão. Tento apertar meu cuzinho pra evitar as investidas contínuas, mas não adianta muito. Isso excitou Leo, e as estocadas continuaram. Meu pobre cuzinho só aguentava.Aaahhh Leo... não tão... oohh forte..., você vai ahhh me rasgar—, minhas palavras entrecortadas mostravam que eu não estava curtindo, eram gemidos mais dolorosos que prazerosos, mas Leo não dizia nada e continuava metendo no ritmo das estocadas, mas a dor ia diminuindo. Quando ele percebeu que meu cuzinho já tinha dado o jeito, começou a beijar meu pescoço e me abraçar. A sensação era estranha, já que era a primeira vez que eu sentia algo entrando e saindo.Então, gostosa, continua, papai.- Os gemidos de dor se transformaram em prazer, senti os gemidos do Leo na minha nuca, me senti tão protegido por ele, nas minhas costas sentia o peito peludo dele se esfregando.Amor, se eu tivesse que ser assim, senão você não ia curtir mais.— disse sussurrando enquanto investia mais devagar, pegou meu pau e começou a masturbar, senti que ia gozar logo pelo jeito que acelerou as investidas e também a punheta, gemíamos em uníssono.
Eu ajudei seguindo o ritmo e batia minha bucetinha nele pra ficar mais coordenado, quando eu tava quase gozando ele acelerou as estocadas e eu apertei meu cuzinho, o que deixou ele ainda mais louco. —Uff, amor, ohhhh, você sabe o que seu papai gosta!!! — ele exclamou e deu a última metida, senti o leite dele encher meu buraquinho e vazar, antes mesmo de tirar o pau gostoso, ele enfiou até o fundo e gozou de novo. Minhas pernas fraquejaram e o peso dele caiu sobre mim, cansado. Leo me abraçou e tirou o pau, quando saiu, o leite começou a escorrer pelo meu cuzinho arrebentado, ele virou pra olhar, exausto.Foi sua primeira vez?- perguntou Leo com a voz trêmula, sorriu e com o olhar eu deixei claro que sim, ele me beijou.Querida, vai se acostumando porque a gente vai fazer isso direto.- Nisso fechei meus olhos e acabei dormindo, a última coisa que senti foi o Leo se encaixando pra dormir de conchinha comigo.
1 comentários - Do coração partido à buceta arrombada