Do coração partido à buceta arrombada

Esta história é fictícia e não representa ninguém.
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo ela. 7u7r
Fazia pouco tempo que minha namorada, agora "ex", tinha terminado comigo por causa da minha timidez e falta de intimidade. Enfim, por motivos óbvios, eu tava pra baixo e vivia na inércia de ir e voltar da faculdade, mergulhado em trabalhos, ensaios e apresentações. O golpe de misericórdia veio de uma amiga que eu e minha ex tínhamos em comum, que sabia do nosso problema e tentava me ajudar a reconquistá-la. O ponto é que, conversando com ela, descobri que minha ex já tava num relacionamento com outra pessoa. Isso me afundou ainda mais, só pensava na faculdade. Tempo depois, foi o aniversário de uma amiga. Organizaram uma festa surpresa pra ela, então ajudei com a festa, mas não pretendia ir. Realmente não tava com humor pra sair festejando. Finalmente chegou o dia da festa, era sábado à tarde, eu tava fazendo tarefas como de costume, quando meu telefone tocou.- Alô?respondi sem vontade.—Yisus? Cadê ele? Tamo te esperando, a Nati vai chegar com a Alexa a qualquer hora.comentava meio nervosa a Daniela.—Ahm, o que acontece é que acho que não vou, tenho que entregar uns trabalhos pra segunda e tô muito atrasado, me desculpa, Dani.sentenciava enquanto eu me preparava para desligar.-Sério? Tá brincando, né? Nós dois sabemos que você não demora muito nos seus ensaios, não seja preguiçoso e vem agora mesmo. É o aniversário da Alexa, ela ia adorar ver a gente junto, faz tempo que não nos reunimos.afirmo algo irritada e frustrada, respirei fundo por um instante e aceitei, desliguei meu notebook e fui pra casa da Dani, onde ia ser a festa. Demorei umas hora pra chegar. A Dani me puxou pra gente se esconder, e não demorou nem cinco minutos quando chegaram a Naty e a Alexia.-¡¡Surpresa!!-Gritamos todos em uníssono, a Alexa se surpreendeu de nos ver reunidos. Depois, todo mundo parabenizou ela. Começamos a comer petiscos e a dançar, mas eu não me sentia bem, então sentei num sofá vendo todo mundo dançar e tomando refrigerante. A Dani percebeu meu estado de espírito e sentou do meu lado.—Tá assim por causa daquela mina, né?Tô me perguntando uma coisa, chateada já que ela tinha me visto sofrer nos últimos dias do meu relacionamento com ela. Como não achei resposta, puxei ela pelo braço pra dançar e acabei sendo mais forçado a fazer outra coisa. Fiquei dançando um tempo, e aos poucos, momentaneamente, fui esquecendo. Nisso, fui pegar um pouco de refrigerante e encontrei um amigo da Alexa. Não sei por que, mas a gente começou a conversar.—Yisus, né? Faz tempo que não te via.Leo me dizia enquanto sorria, enquanto atrás Naty e Dani cochichavam enquanto a gente conversava e começavam a rir, nisso Dany falava pra gente.-Nossa, que casalzinho gostoso-Leo, ao ouvir as palavras de Dany, me abraçou.—Não liga pra elas, amor, tão é com inveja.As gurias começaram a rir enquanto mais atrás estava a Alexa com o namorado dela e, ao ver a zoeira que tinha rolado, ela se meteu.—Deixem o Yisus em paz, e Leo, não aprovo sua relação com o Yisus, porque você vai acabar corrompendo ele.(Ok, pra deixar claro, a gente se conhecia há tanto tempo, eu, Dani e Alexa, que viramos uma família. A Alexa tinha se tornado tipo uma segunda mãe pra mim, e um tempo depois, a Naty virou como uma irmã.).— Alexa, você me ofende se eu só posso ensinar um monte de coisa boa pra elas.Leo respondia pra Alexa com um olhar safado e, ao virar pra mim, me deu uma piscadela, entrando na brincadeira. Eu tava confuso e sem saco pra entrar no joguinho dele, mas no fundo me dava curiosidade saber mais sobre aquilo. Lembrei que a Dani tinha me falado que o Leo era gay, e eu mordi o lábio disfarçado — a ideia de um relacionamento diferente me atraía, mas eu ficava na minha pra não me entregar.—Vamos, Alexa, vocês formam um casal bonito... não importa, Dani, vamos shippar eles, vão ser conhecidos como "Yisleo".Naty disse, enquanto eu era o assunto do momento. Eles começaram a rir, aceitando o nome do novo casal que tinha acabado de nascer. Aos poucos, foram voltando para suas próprias conversas.—Naty, mas não é shipp, logo a gente vai casar, Yisus e eu, né, meu amor?O Leo entrou na brincadeira da Nati e do Dani, enquanto eu, com cara de assustado e confuso, ficava dando corda pra eles, mas aos poucos fui deixando de lado essa zoeira do meu ship com o Leo.
A Alexa tava falando com o namorado dela, o Dani e a Naty continuavam se acabando de rir às nossas custas, imaginando o novo ship deles, e eu seguia conversando com o Leo sobre qualquer merda que viesse na cabeça. Assim foi passando a tarde-noite, e lá pelas 9:30 eu me preparei pra voltar pra casa. Me despedi da Alexa e do Dani, que ainda iam continuar batendo papo, saí da casa do Dani e, sem perceber, o Leo saiu atrás de mim. Nem notei que ele vinha na mesma direção — eu porque ia passar no mercado comprar umas paradas, ele porque a casa dele era pra esse lado. Caminhamos uns 5 minutos, e o Leo chegou por trás e me abraçou.-Querido, você não pode fugir de mim.Ele sussurrou no meu ouvido com uma voz sedutora, eu me assustei e, instintivamente, soltei um soco na cara dele, mas ele conseguiu desviar.—Jesus, calma, sou eu... Léo.Virei pra olhar ele de novo e reagi.-Desculpa, Léo... é que eu tava pensando em outras coisas... e por instinto eu reagi-Contei um pouco sobre os trabalhos da faculdade e meu término amoroso. Leo entendeu e começou a rir do soco que quase acertei nele.Não acontece nada.Quando ela terminou de falar, o céu começou a trovejar e veio uma chuva forte.-¡Ei!! Quer vir pro meu apê? Não é longe, pra se proteger da chuva.Assenti com a cabeça e corremos em direção à casa dele, que ficava virando a esquina.
Chegamos no apê do Leo, que tava meio bagunçado, mas deixando isso de lado, era um lugar bonito e bem aconchegante.-Nossa, que apê gostoso você temLeio algo molhado, ela começou a rir por causa da bagunça.-Hahaha, que engraçado você é, desculpa a bagunça é que não esperava visita.Disse meio sem graça enquanto tirava a camiseta que tinha molhado mais do que a minha.O Leo tem 1,70m e, mesmo sendo magro, tem o corpo trabalhado. A pele dele é morena, os olhos são castanho-escuros, quase puxando pro preto. Ele usa barba e bigode, o cabelo é ondulado, mas ele sempre mantém curto.)Do coração partido à buceta arrombada(Por mim, também tenho 1,70, mas sou de pele clara, sou de corpo magro mas cheinho, meus olhos são castanhos claros e, diferente do Leo, quase não tenho pelos, só na região genital e um pouco nas pernas. Meu cabelo é liso e um pouco comprido.)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Do coração partido à buceta arrombadaFoi assim que, pela primeira vez, vi aquele torso nu. Minha curiosidade começou a me atacar, queria passar a mão no peito peludo dele. Ele se virou em direção ao quarto, e eu mordi o lábio, tentando segurar minha curiosidade. Respirei fundo pra me acalmar. Não demorou muito e o Leo saiu com uma camiseta verde.—E aí, o que você quer fazer enquanto a chuva passa?Será que o Leo tá tentando quebrar o silêncio que se formou?- Pois é, não sei o que você tem em mente hehe é sua casa -Comentava meio nervoso, deixando a adrenalina inicial de escapar da chuva de lado. Leo pegou o controle da TV e ligou, começando a mudar de canal pra ver o que tinha de bom.Ahm, olha só, tão passando um filme de Harry Potter.disse Leo empolgado como um menino, ele parecia tão fofo.Senta aqui, vamos ver esse filme. Cê curte Harry Potter?Disse Leo todo empolgado, eu sorri e concordei com a cabeça, sentando do lado dele.—É o Prisioneiro de Azkaban, é minha favorita da saga.Comentei, ele sorriu aceitando minha resposta e assim passamos uma boa parte do filme, aí ele me perguntou.-Ei, posso te abraçar?Fiquei surpreso com a pergunta dele, mas a curiosidade e meu estado atual me fizeram baixar a guarda, então aceitei. Ele me abraçou com o braço e me puxou um pouco para perto dele. Senti o ombro dele roçando no meu e também a mão morna dele pousar no meu ombro. Continuamos vendo o filme, e não parecia nada estranho um cara abraçando outro — inclusive, tenho que admitir que me senti confortável e acolhido, quando de repente o Leo me dá um beijo na boca. A primeira coisa que pensei foi:MAS QUE PORRA TÁ ACONTECENDO?!e qualquer homem hétero no meu lugar teria dado um soco na cara dele ou pelo menos afastado ele de mim, mas eu... eu fiz foi corresponder o beijo, pareceu que o Leo também ficou surpreso por eu ter respondido o beijo, acho que algo que era de brincadeira acabou se tornando real, o Leo ia se afastar em reação, mas eu não deixei, era a primeira vez que beijava... melhor dizendo, era a primeira vez que um homem me beijava, era uma sensação estranha, obviamente não era como o beijo suave de uma mulher, era algo mais bruto, mas não era desagradável, depois nos afastamos e ficamos nos olhando atônitos, surpresos com o que tinha acontecido.—Posso te perguntar uma coisa?disse Leo, surpreso.-Claro-falei tranquilamente pra ela.—Você é hétero?Fico me perguntando, Leo, enquanto acariciava o próprio pescoço.- Pois é, até que deveria ser, mas... sei lá, estando com você é diferente, me sinto confortado. Não sei como explicar, só sei que gosto de estar com você.disse timidamente, encolhendo os ombros. Leo me abraçou.—Aliás... cê acha que eu teria deixado abraçar?Leo sorriu e, em seguida, segurou meu queixo e me olhou com ternura.-Agora quero um longo e devagar.Leo disse, e foi me beijando. Meu coração começou a bater mais forte. Fechei os olhos sentindo os lábios dele roçando devagar nos meus. Por instinto, sei lá, me apertei mais nele e meti minha língua pra brincar com a dele. Leo se surpreendeu, mas não incomodou, ele até gostou, porque começou a acariciar minhas costas enquanto a gente se beijava e o calor começava a aumentar — e não tô falando do calor do ambiente, porque tava chovendo pra caralho, mas sim da nossa putaria. Foi um beijo longo e apaixonado, nós dois sem acreditar no que tava rolando. Mordi meu lábio lembrando do torso nu dele. A gente se beijou de novo, ele me puxou pra subir nas pernas dele enquanto continuava se beijando, me acariciando as costas e eu enfiava a mão na camiseta dele, sentindo o peito, acariciando os mamilos que endureciam quando eu tocava. Do outro lado, Leo descia a mão e me agarrava pelas nádegas, começava a acariciar e apertar enquanto eu sentia algo crescendo entre as pernas dele. Nossa respiração ficava ofegante entre cada beijo que nos deixava mais quentes a cada segundo. De repente, Leo pegou minha camiseta e arrancou ela, literalmente rasgando, pra continuar acariciando minhas costas agora nuas. Eu tirei a camiseta dele e comecei a lamber os mamilos dele, que já tavam excitados de tanto brincar com eles. Depois fui subindo com beijinhos no pescoço dele devagar, enquanto ele fechava os olhos e eu sentia a piroca dele roçando na minha bunda minúscula, prestes a explodir. Ao sentir aquela piroca, minhas costas se arqueavam de tesão — era a primeira vez que eu sentia algo assim, nunca tinha transado com ninguém. Sentir aquela piroca quente na minha bunda minúscula era estranho. Leo me baixou, sentando no sofá, enquanto se ajoelhava na minha frente e apertava o botão da minha calça.—Posso?Tô me perguntando de um jeito sedutor, eu comecei a rir porque já tinha rasgado minha camiseta fazia um tempo e agora ela pedia permissão pra tirar minha calça.Hahahaha, depois de ter rasgado minha camiseta você pergunta se pode me despir pra gente transar?Perguntei meio nervoso por ser minha primeira vez, ele me olhou sedutor.-Querido, mas já estamos transando.Quando ouvi as palavras dela, fiquei meio vermelho e balancei a cabeça. Meu pau já tava quase explodindo quando ela abriu minha calça. Na minha cueca dava pra ver o volume, e a Leo deu uma risadinha ao ver minha cueca de dinossauros (olha, de manhã eu não sabia que ia rolar um love hoje, então não podem me culpar).-Hahaha, que calcinha linda, ao ouvir isso, cobri o rosto com as mãos de vergonha. Leo tirou minha calça e minha cueca, acariciou meu pau pelado.-Que menino lindo-Ele se levantou e me carregou pelado até o quarto dele, a única vista que eu tinha era a bunda gostosa dele coberta pela calça, e via como ela se mexia enquanto ele caminhava. Com cuidado, ele me deitou na cama, depois subiu em cima de mim e me beijou pra me acalmar. Eu acariciava as costas dele, enquanto ele lentamente ia descendo os beijos pelo meu corpo, beijando meu pescoço, meu peito, minha barriga e finalmente chegando na minha entreperna. Ele beijou meu pau e começou a chupar, eu me arrepiava inteiro, me agarrava nos lençóis. Leo percebeu e começou a acariciar minhas pernas enquanto continuava chupando meu pau, e aí começaram a sair meus gemidos baixinhos e leves.-Ufff, ahh, parece estranhodizia enquanto eu tremia e sentia a sensação percorrer meu corpo, minhas pernas eram as que manifestavam esse tremor das novas sensações que meu corpo experimentava.— Cê gosta?Leo me dizia, enquanto descansava, mas sem parar de bater uma pra minha pica.- Ahhh sim, eu gostoEm resposta, Leo lambeu minha cabecinha. Fiz ele se levantar e voltar pra cama. Agora, deitei ele, tirei a calça e a cueca dele, que tava bem coladinha e deixava a ereção ainda mais evidente. Quando tirei a cueca, vi aquele pau que ia me empalar daqui a pouco. É comprido e um pouco grosso, e diferente do tom de pele dele, era um pouco mais clarinho. Fiquei de 69 pra não ficar atrás e comecei a chupar o pau dele, enquanto, curiosa, brincava com aquele cuzinho enrugado, tentando enfiar meu dedo.-Ô meu amor, cê deixou a melhor parte pra mim-disse Leo enquanto abria minhas nádegas e via meu cuzinho enrugado.—Que gostoso teu cuzinho rosado—Ele acrescentou e, em seguida, enfiou a cara na minha bucetinha minúscula, começando a lamber meu cuzinho e enfiando a língua. Gemíamos em harmonia enquanto ele lambia meu cuzinho, metendo a língua lá dentro. Eu enfiava meu dedo no cuzinho dela enquanto chupava o pau carnudo dele, sugando o máximo que podia.Do coração partido à buceta arrombada


-Ohhh, assim, cê é bom nisso, ahhh-Eu ouvia o Leo entre gemidos, assim ficamos por um tempo, depois ele me levantou e me colocou de quatro. Eu fiquei nervoso, já que era minha primeira vez transando e a primeira vez que eu ia ser sodomizado. Ele percebeu meu nervosismo, porque eu fechava as mãos e puxava os lençóis.—Tranquilo, Yisus, te prometo que a gente vai fazer isso direto e você vai se acostumar.Deu pra sentir ele por trás, senti o pau dele roçando na minha bucetinha enquanto ele beijava minhas costas devagar pra me acalmar e relaxar. Subiu com os beijos até meu pescoço, quando menos esperava, enfiou tudo de uma vez na minha bucetinha apertada. Sinto meu cuzinho sendo forçado, um gemido dolorido escapa dos meus lábios, seguido por mais uma e outra estocada sem piedade. Leo segura minha cintura com as duas mãos, continuando as metidas sem compaixão. Tento apertar meu cuzinho pra evitar as estocadas contínuas, mas não adianta muito, isso só excita Leo e as investidas continuam. Meu pobre cuzinho só aguentava.Aaahhh Leo... não tão... oohh forte..., você vai ahhh me rasgar—, minhas palavras entrecortadas mostravam que eu não estava gostando, eram gemidos mais dolorosos que prazerosos, mas Leo não dizia nada e continuava arremetendo no ritmo das investidas, mas a dor foi diminuindo. Quando ele percebeu que meu cuzinho já tinha dado, começou a beijar meu pescoço e me abraçar. A sensação era estranha, já que era a primeira vez que sentia algo entrando e saindo.Então, gostosa, continua, papai.- Os gemidos de dor se transformaram em prazer. Senti os gemidos do Leo na minha nuca, me senti tão protegido por ele, nas minhas costas sentia o peito peludo dele se esfregando.Amor, se eu tivesse que ser assim, senão você não ia curtir mais.— disse sussurrando enquanto investia mais devagar, pegou meu pau e começou a masturbar, senti que ia gozar logo pelo jeito que acelerou as investidas e também a punheta, gemíamos em uníssono.Do coração partido à buceta arrombadaEu ajudei seguindo o ritmo e batia minha bucetinha nele pra ficar mais coordenado, quando tava quase gozando ele acelerou as enfiadas e eu apertei meu cuzinho, o que deixou ele mais doido.
– Ufff, amor, ohhhh você sabe o que seu papai gosta!!! – ele exclamou e deu a última estocada, senti o leite dele encher meu cuzinho e vazar, antes mesmo de tirar o pau gostoso ele meteu até o fundo e gozou de novo, minhas pernas fraquejaram e o peso dele caiu em cima de mim, cansado. Leo me abraçou e tirou o pau, quando puxou o leite começou a escorrer pelo meu cuzinho arrombado, ele virou pra olhar, exausto.Foi sua primeira vez?- perguntou Léo com a voz ofegante, sorriu e com o olhar eu deixei claro que sim, ele me beijou.Querido, vai se acostumando porque a gente vai fazer isso direto.- Nisso fechei meus olhos e acabei dormindo, a última coisa que senti foi o Leo se encaixando pra dormir de conchinha comigo.Do coração partido à buceta arrombada

1 comentários - Do coração partido à buceta arrombada

Uff 7u7 seguro que te basaste en algo para escribir eso, me calenté al leerla.
Gorz8
Los sueños frustrados de un virgen x'DDDD