Olá, pessoal. Valeu pelos pontos e pelas DMs!! Aqui vai a primeira parte pra vocês.http://www.poringa.net/posts/gay/3306565/Mi-Primera-Vez-Relato.htmle aqui vai a segunda...!
José, cansado, foi tomar um banho pra se limpar. Não tinha muito o que limpar, já que ele tinha gozado quase tudo em mim. Eu fiquei um tempo sentado no chão, pensando no que tinha sido aquela primeira rola na minha boca e sentindo o gosto de porra alheia. Não me desagradava, na verdade, eu gostava. Depois que ele saiu do banho, entrei eu. Tirei toda a porra do meu peito peludo e do rosto. Foi um banho rápido e depois enxaguei a boca com água, mas não tinha resto de porra, tinha engolido tudo. Me sequei e voltei pra cama.
José estava deitado como antes, mexendo no celular e com a rola meio mole. Deitei do lado dele e ele largou o celular na mesa de cabeceira. Me perguntou se eu tinha gostado e eu disse que sim. Ele, gentilmente, me beijou nos lábios. Aquele beijo foi respondido com outro e assim começamos a nos beijar, cada vez mais apaixonados. Ele me beijou o pescoço e lentamente começou a descer. José estava ajoelhado do meu lado, quando começou a me bater uma bronha. Minha rola estava bem dura e logo ficou molhada, e muito. A tesão que eu tinha antes tinha se acumulado e quando ele enfiou na boca, não consegui evitar gemer de prazer. Ele percebeu, me olhou e continuou me chupando. Era uma sensação estranha ter uma boca com barba na minha rola. Especialmente quando ele dava chupões no tronco e os pelinhos dele me picavam um pouco. Mas ele continuou como se nada. Com uma mão, comecei a acariciar as costas dele e tocar a bunda dele. Ele parecia não se importar, porque continuava chupando como se nada. Num momento, ele recostou o corpo e ficamos deitados de lado. José sabia chupar direito e me fazia gozar muito. Ele enfiava tudo, passava a língua, cuspia e brincava com minhas bolas. Parecia uma mulher do jeito que me fazia gemer. Com a mão, peguei na rola dele, que já estava dura, e comecei a bater uma pra ele. Ele aproximou o corpo mais do meu e consegui bater melhor. O jeito que ele me chupava não era forte, mas sim suave, com um ritmo contínuo o tempo todo. Não aguentei a tesão de ter aquela rola tão perto, Me acomodei e coloquei ele na boca. Ele gostou pra caralho e quando sentiu o pau dele dentro da minha boca, começou a chupar mais rápido.
Ficamos assim por um tempo, fazendo um 69 bem lubrificado. José jorrava e eu me certificava de que cada gota não escapasse da minha boca. Num momento, sinto que com a mão que ele usava pra me punhetar, que tava bem molhada, começou a descer ainda mais. Ele acariciou meu períneo e eu gemi abafado com o pau dele. Desceu ainda mais até chegar no meu cu. Eu já tava perdido no prazer e mal senti o dedo dele, abri bem as pernas, quase entregando minha raba. José brincou um pouco com os dedos lubrificados de saliva e, aos poucos, começou a enfiar um. Nunca tinham enfiado nada em mim e eu fiquei duro, meio na expectativa se ia doer. José tirou o dedo e encheu de saliva. Enfiou de novo e entrou melhor. Eu gemia de olhos fechados e ainda com o pau dele duro na boca. Ele me perguntou se eu queria que ele chupasse meu cu e, sem pensar, falei que sim. Era gostoso demais pra recusar. Ele se levantou e me ajeitou. Me virou e me colocou de quatro. Minha bunda bem entregue pra ele. Com as mãos, ele abriu minhas nádegas e senti a língua dele começando a lamber meu cu. Juro que nunca tinha sentido tanto prazer até aquele momento da minha vida. Ele sabia o que fazia e me fazia gemir pra caralho. Ele cuspiu no meu cu e enfiou o dedo de novo. Adorei o que ele me fazia sentir. Enfiava e tirava devagar. Ficou assim por um tempo e depois enfiou dois dedos. Meu cu tava se abrindo aos poucos e dois dedos já custavam um pouco mais, mas nada que me impedisse de ficar louco. Meu pau duro continuava jorrando melado na cama. E finalmente José me perguntou o que queria perguntar: "Quer que eu meta?"
Eu hesitei só um segundo, porque o pau do José era grosso, mas falei que sim. Não sabia quando essa oportunidade ia aparecer de novo e, além disso, tava muito tarado. Somado ao fato de que queria experimentar. Queria saber como era ser comido. José procurou nas coisas dele e tirou uma caixinha de camisinhas. Colocou uma e me passou. Lubrificante no cu. Esperei ansioso por aqueles segundos que ele demorou. Só pensava em não sentir muita dor. Senti ele se posicionar atrás de mim e enfiar os dedos de novo. Com o lubrificante, entrava muito melhor e mais fácil. Num instante ele tirou os dedos e senti a cabeça do pau dele no meu cu. Ele esfregava pra cima e pra baixo, como se fosse me acostumando. Mandou eu relaxar e foi o que fiz. A cabeça do pau começou a fazer força no meu cu.
No começo foi difícil, escorregava ou não conseguia, até que ele se ajeitou direito e senti a ponta começando a entrar. Aos poucos, o pau dele foi me abrindo. Não doía, mas era desconfortável. Ele tirou e enfiou de novo, dessa vez um pouco mais fácil, e aquele movimento arrancou um gemido meu.. Aos poucos fui sentindo ele todo, entrando até abrir meu cu inteiro. Doeu um pouquinho num momento, mas aguentei. Sou meio cagão, mas não queria acovardar agora. Quando aquele pau duro e grosso ficou todo dentro de mim, ele começou a tirar devagar, mas não completamente. A cabeça dele ficou lá dentro. Devagar, ele começou a acelerar o ritmo. O desconforto que eu sentia foi sumindo e virou prazer. Levantei a cabeça e me vi refletido num dos espelhos do quarto. O espelho tava na minha frente e eu me vi de quatro, com o José atrás de mim metendo devagar. Finalmente um cara tá me comendo. Isso me deixou com muito tesão.
Aquela metida lenta começou a pegar ritmo e eu comecei a sentir um prazer que não conhecia. O que mais me dava tesão era o calor das bolas dele batendo em mim. Ele não falava nada, só respirava pesado. Eu comecei a gemer cada vez mais alto. Junto com meus gemidos, a intensidade da fodida. Eu gemia e sentia que ia explodir. "Sim", "que gostoso", "continua assim", "deus!" eram palavras que saíam de mim. Me sentia cheio de prazer, me sentia uma puta e adorava. Meus gemidos não eram de homem, eram de uma mulher muito tarada. José me segurava pela cintura e cada vez metia mais forte. Um dos espelhos do lado Da cama, eu tive a melhor visão. Meu corpo de quatro, com a barriga pendurada e o José atrás de mim, me comendo gostoso. Dava pra ver o pau dele entrando e saindo do meu cu. Aquela imagem me deixou ainda mais excitado e eu sabia que ia gozar a qualquer momento. Tentei não me tocar e ver no que dava. O José me deu uns tapas e isso me deixou mais tesudo, falei que ia gozar e ele mandou eu ir. Ele me comeu ainda mais forte. Eu olhava ele pelo espelho do lado e a imagem me fez gozar. Não foi uma gozada normal. Meu leite saiu como sempre, mas o orgasmo que ele me fez chegar foi muito intenso. Nunca tinha sentido algo assim. Senti como se não gozasse com o pau, mas com o cu. Gritei alto e, logo depois, me joguei pra frente sem querer. O pau do José saiu de dentro de mim rápido e eu fiquei lá largado na cama, sem forças. O José levantou e foi pro banheiro tirar a camisinha. Perguntei se tinha saído "limpo" e ele disse que sim.
Fiquei deitado na cama por um tempo e ele se deitou do meu lado e perguntou se eu tinha gostado e como tinha sentido. O cu começou a arder, mas eu tava com um sorriso de orelha a orelha. Pedi desculpa por não ter feito ele gozar, mas ele falou que tava tudo bem. Olhou o celular, que tinha tocado várias vezes durante a trepada. Me disse que daqui a pouco tinha que ir, porque tinha escapado do trampo e precisava continuar a rotina.
Levantamos e fomos tomar banho juntos. Meu cu tava estranho e ardia. Ele disse que era normal e eu lembrei das vezes que tinha feito isso com uma ex e acontecia a mesma coisa. No chuveiro, nos lavamos um ao outro e notei que o pau dele ainda tava duro. Saímos do chuveiro e começamos a nos beijar de novo. A gente tinha que se trocar e ir embora, mas uns beijos não faziam mal. Senti o pau duro dele colado no meu corpo e comecei a bater uma pra ele. Batia rápido e o José segurou meu rosto com as mãos e começou a me beijar com paixão. Quando ele ia gozar, decidi descer e receber o leite na minha boca. Ele meteu o pau e, com uns movimentos, senti como O sêmen quente dele entrava na minha boca e ele gemia. Engoli aquela porra toda e, depois de enxaguar a boca, nos trocamos e nos vestimos. Saímos do quarto do mesmo jeito que entramos, e ele me acompanhou até a estação de trem. Nos despedimos com um beijo no rosto e combinamos de nos ver de novo. Desci do trem e a bunda já tava doendo. Durante a viagem pra casa, não parava de pensar em tudo que tinha rolado. Não só tinha provado minha primeira rola, como também tinha beijado um cara e, melhor de tudo, tinha sido comido. Lembrava do jeito que ele me fez gozar e de como tudo foi gostoso.
Nunca mais vi o José, nem tive muitos outros encontros com homens. A maioria que conheci ou queria foder sem camisinha ou era bruto pra caralho. Mesmo assim, continuo na busca por alguém como o José daquela primeira vez em que me comeram e eu senti um macho me fazendo gozar.
Espero que tenham gostado!! Valeu pelos pontos!!!!!!
José, cansado, foi tomar um banho pra se limpar. Não tinha muito o que limpar, já que ele tinha gozado quase tudo em mim. Eu fiquei um tempo sentado no chão, pensando no que tinha sido aquela primeira rola na minha boca e sentindo o gosto de porra alheia. Não me desagradava, na verdade, eu gostava. Depois que ele saiu do banho, entrei eu. Tirei toda a porra do meu peito peludo e do rosto. Foi um banho rápido e depois enxaguei a boca com água, mas não tinha resto de porra, tinha engolido tudo. Me sequei e voltei pra cama.
José estava deitado como antes, mexendo no celular e com a rola meio mole. Deitei do lado dele e ele largou o celular na mesa de cabeceira. Me perguntou se eu tinha gostado e eu disse que sim. Ele, gentilmente, me beijou nos lábios. Aquele beijo foi respondido com outro e assim começamos a nos beijar, cada vez mais apaixonados. Ele me beijou o pescoço e lentamente começou a descer. José estava ajoelhado do meu lado, quando começou a me bater uma bronha. Minha rola estava bem dura e logo ficou molhada, e muito. A tesão que eu tinha antes tinha se acumulado e quando ele enfiou na boca, não consegui evitar gemer de prazer. Ele percebeu, me olhou e continuou me chupando. Era uma sensação estranha ter uma boca com barba na minha rola. Especialmente quando ele dava chupões no tronco e os pelinhos dele me picavam um pouco. Mas ele continuou como se nada. Com uma mão, comecei a acariciar as costas dele e tocar a bunda dele. Ele parecia não se importar, porque continuava chupando como se nada. Num momento, ele recostou o corpo e ficamos deitados de lado. José sabia chupar direito e me fazia gozar muito. Ele enfiava tudo, passava a língua, cuspia e brincava com minhas bolas. Parecia uma mulher do jeito que me fazia gemer. Com a mão, peguei na rola dele, que já estava dura, e comecei a bater uma pra ele. Ele aproximou o corpo mais do meu e consegui bater melhor. O jeito que ele me chupava não era forte, mas sim suave, com um ritmo contínuo o tempo todo. Não aguentei a tesão de ter aquela rola tão perto, Me acomodei e coloquei ele na boca. Ele gostou pra caralho e quando sentiu o pau dele dentro da minha boca, começou a chupar mais rápido.
Ficamos assim por um tempo, fazendo um 69 bem lubrificado. José jorrava e eu me certificava de que cada gota não escapasse da minha boca. Num momento, sinto que com a mão que ele usava pra me punhetar, que tava bem molhada, começou a descer ainda mais. Ele acariciou meu períneo e eu gemi abafado com o pau dele. Desceu ainda mais até chegar no meu cu. Eu já tava perdido no prazer e mal senti o dedo dele, abri bem as pernas, quase entregando minha raba. José brincou um pouco com os dedos lubrificados de saliva e, aos poucos, começou a enfiar um. Nunca tinham enfiado nada em mim e eu fiquei duro, meio na expectativa se ia doer. José tirou o dedo e encheu de saliva. Enfiou de novo e entrou melhor. Eu gemia de olhos fechados e ainda com o pau dele duro na boca. Ele me perguntou se eu queria que ele chupasse meu cu e, sem pensar, falei que sim. Era gostoso demais pra recusar. Ele se levantou e me ajeitou. Me virou e me colocou de quatro. Minha bunda bem entregue pra ele. Com as mãos, ele abriu minhas nádegas e senti a língua dele começando a lamber meu cu. Juro que nunca tinha sentido tanto prazer até aquele momento da minha vida. Ele sabia o que fazia e me fazia gemir pra caralho. Ele cuspiu no meu cu e enfiou o dedo de novo. Adorei o que ele me fazia sentir. Enfiava e tirava devagar. Ficou assim por um tempo e depois enfiou dois dedos. Meu cu tava se abrindo aos poucos e dois dedos já custavam um pouco mais, mas nada que me impedisse de ficar louco. Meu pau duro continuava jorrando melado na cama. E finalmente José me perguntou o que queria perguntar: "Quer que eu meta?"
Eu hesitei só um segundo, porque o pau do José era grosso, mas falei que sim. Não sabia quando essa oportunidade ia aparecer de novo e, além disso, tava muito tarado. Somado ao fato de que queria experimentar. Queria saber como era ser comido. José procurou nas coisas dele e tirou uma caixinha de camisinhas. Colocou uma e me passou. Lubrificante no cu. Esperei ansioso por aqueles segundos que ele demorou. Só pensava em não sentir muita dor. Senti ele se posicionar atrás de mim e enfiar os dedos de novo. Com o lubrificante, entrava muito melhor e mais fácil. Num instante ele tirou os dedos e senti a cabeça do pau dele no meu cu. Ele esfregava pra cima e pra baixo, como se fosse me acostumando. Mandou eu relaxar e foi o que fiz. A cabeça do pau começou a fazer força no meu cu.
No começo foi difícil, escorregava ou não conseguia, até que ele se ajeitou direito e senti a ponta começando a entrar. Aos poucos, o pau dele foi me abrindo. Não doía, mas era desconfortável. Ele tirou e enfiou de novo, dessa vez um pouco mais fácil, e aquele movimento arrancou um gemido meu.. Aos poucos fui sentindo ele todo, entrando até abrir meu cu inteiro. Doeu um pouquinho num momento, mas aguentei. Sou meio cagão, mas não queria acovardar agora. Quando aquele pau duro e grosso ficou todo dentro de mim, ele começou a tirar devagar, mas não completamente. A cabeça dele ficou lá dentro. Devagar, ele começou a acelerar o ritmo. O desconforto que eu sentia foi sumindo e virou prazer. Levantei a cabeça e me vi refletido num dos espelhos do quarto. O espelho tava na minha frente e eu me vi de quatro, com o José atrás de mim metendo devagar. Finalmente um cara tá me comendo. Isso me deixou com muito tesão.
Aquela metida lenta começou a pegar ritmo e eu comecei a sentir um prazer que não conhecia. O que mais me dava tesão era o calor das bolas dele batendo em mim. Ele não falava nada, só respirava pesado. Eu comecei a gemer cada vez mais alto. Junto com meus gemidos, a intensidade da fodida. Eu gemia e sentia que ia explodir. "Sim", "que gostoso", "continua assim", "deus!" eram palavras que saíam de mim. Me sentia cheio de prazer, me sentia uma puta e adorava. Meus gemidos não eram de homem, eram de uma mulher muito tarada. José me segurava pela cintura e cada vez metia mais forte. Um dos espelhos do lado Da cama, eu tive a melhor visão. Meu corpo de quatro, com a barriga pendurada e o José atrás de mim, me comendo gostoso. Dava pra ver o pau dele entrando e saindo do meu cu. Aquela imagem me deixou ainda mais excitado e eu sabia que ia gozar a qualquer momento. Tentei não me tocar e ver no que dava. O José me deu uns tapas e isso me deixou mais tesudo, falei que ia gozar e ele mandou eu ir. Ele me comeu ainda mais forte. Eu olhava ele pelo espelho do lado e a imagem me fez gozar. Não foi uma gozada normal. Meu leite saiu como sempre, mas o orgasmo que ele me fez chegar foi muito intenso. Nunca tinha sentido algo assim. Senti como se não gozasse com o pau, mas com o cu. Gritei alto e, logo depois, me joguei pra frente sem querer. O pau do José saiu de dentro de mim rápido e eu fiquei lá largado na cama, sem forças. O José levantou e foi pro banheiro tirar a camisinha. Perguntei se tinha saído "limpo" e ele disse que sim.
Fiquei deitado na cama por um tempo e ele se deitou do meu lado e perguntou se eu tinha gostado e como tinha sentido. O cu começou a arder, mas eu tava com um sorriso de orelha a orelha. Pedi desculpa por não ter feito ele gozar, mas ele falou que tava tudo bem. Olhou o celular, que tinha tocado várias vezes durante a trepada. Me disse que daqui a pouco tinha que ir, porque tinha escapado do trampo e precisava continuar a rotina.
Levantamos e fomos tomar banho juntos. Meu cu tava estranho e ardia. Ele disse que era normal e eu lembrei das vezes que tinha feito isso com uma ex e acontecia a mesma coisa. No chuveiro, nos lavamos um ao outro e notei que o pau dele ainda tava duro. Saímos do chuveiro e começamos a nos beijar de novo. A gente tinha que se trocar e ir embora, mas uns beijos não faziam mal. Senti o pau duro dele colado no meu corpo e comecei a bater uma pra ele. Batia rápido e o José segurou meu rosto com as mãos e começou a me beijar com paixão. Quando ele ia gozar, decidi descer e receber o leite na minha boca. Ele meteu o pau e, com uns movimentos, senti como O sêmen quente dele entrava na minha boca e ele gemia. Engoli aquela porra toda e, depois de enxaguar a boca, nos trocamos e nos vestimos. Saímos do quarto do mesmo jeito que entramos, e ele me acompanhou até a estação de trem. Nos despedimos com um beijo no rosto e combinamos de nos ver de novo. Desci do trem e a bunda já tava doendo. Durante a viagem pra casa, não parava de pensar em tudo que tinha rolado. Não só tinha provado minha primeira rola, como também tinha beijado um cara e, melhor de tudo, tinha sido comido. Lembrava do jeito que ele me fez gozar e de como tudo foi gostoso.
Nunca mais vi o José, nem tive muitos outros encontros com homens. A maioria que conheci ou queria foder sem camisinha ou era bruto pra caralho. Mesmo assim, continuo na busca por alguém como o José daquela primeira vez em que me comeram e eu senti um macho me fazendo gozar.
Espero que tenham gostado!! Valeu pelos pontos!!!!!!
5 comentários - Mi Primera Vez 2 (relato)
Felicitaciones por animarte y por las calenturas que generás al leerte!
Van mis puntos!
🤤