Ontem me chamou no Whatsapp um cara que me deixa louca, mas louca mesmo. Já tinha até deletado ele dos meus contatos porque tava doida por ele, mas depois que a gente se viu umas vezes, ele começou a namorar uma promíscua, então não rolou mais nada... até porque eu também tava namorando. Mas ontem chegou uma mensagem dele, e na hora já combinamos algo pra hoje.
Ele é um macho maduro, mas muito bem cuidado, e o jeito dele me excita demais. Nós dois trabalhamos com construção, mas ele tá num nível totalmente diferente. O estilo de vida, a personalidade e o jeitão dele me dominam completamente, esse cara me pega demais.
Chego na casa dele, ele abre a porta, tava falando no telefone. Faz sinal pra eu ficar quieto, mas a gente já se beija de boca aberta. Entro, ele pega na minha mão e a gente vai andando até a sala enquanto ele continua no telefone. Começo a beijar o pescoço dele, ele aperta minha bunda enquanto eu amasso aquele volume que ia crescendo cada vez mais dentro da calça. Ele não aguenta mais e, com a mão livre, solta o cinto, abaixa a calça e a cueca de uma vez, mostrando aquela pica linda, mais grossa e cabeçuda do que eu lembrava. Ele me puxa pra perto, dou um beijo na boca dele enquanto seguro a pica dele, me viro, abaixo minha calça deixando minha bundinha pequena no ar, pego a pica dele e encaixo entre minhas nádegas, começo a me mexer devagar. Mas ele me segura pelo ombro e faz força pra baixo, mandando eu chupar ele. E claro, obedeci. Ele continuava no telefone como se nada estivesse acontecendo, enquanto eu, de joelhos, chupava ele. Como eu sentia falta daquela pica, como eu sentia falta daquele macho! Ele segurava minha nuca e me fazia engolir ela inteira. Levanto o olhar, meus olhos estavam cheios d'água por causa da pica dele. Ele me olha, passa o dedo nos meus olhos, mostrando minhas lágrimas, pisca pra mim, dá um sorrisinho safado e morde os lábios enquanto via como eu tava curtindo a pica dele. Depois de um tempinho assim, ele desligou a chamada: "Que ligação gostosa, como me excita você chupar minha pica. Enquanto eu falava, vadia, continua e enfia os dedinhos", tirei a pica da boca, enchi um dedo de saliva e enfiei na bunda, comecei a gemer que nem uma puta e isso deixava ele louco, me fazia chupar ela inteira. "Vamos, vadia, enfia outro, vai, vadia", enfiei dois, e depois de um tempo ele me mandou parar, me virei e ele encaixou a pica entre minhas nádegas, eu me movia pra cima e pra baixo devagar, masturbando a pica dele. Ele me segurou pela cintura e começou a dar uns tapas fortes na bunda, adoro como ele é safado. "Quer ela toda na sua bucetinha apertada, vadia?" Passei saliva nos dedos, lambuzei o buraquinho, peguei a pica dele e encaixei na entrada, ele começou a fazer força e num instante tava toda dentro. Como aquela pica cabeçuda me fazia sentir! Me segurei no encosto da cadeira, ele me agarrou firme pela cintura e começou a bombar bem forte, me fazendo gritar que nem uma puta. Ficou assim por um tempo me comendo até a campainha tocar. Ele foi ver quem era e me mandou pro banheiro. Tinha me pedido pra levar uma fio dental, então fui pro banheiro e enquanto ele atendia, me troquei. Saí e ficamos um tempão nos pegando. Fico muito, muito carente com um macho que eu gosto de verdade. Cruzei meus braços na cintura dele e nos beijávamos. Ele começou a meter a mão por baixo da minha calça, se afastou e me olhou surpreso. "O que aconteceu aqui, vadia? Você tá de fio dental, fico louco!" "Pois é, meu macho queria que eu fosse bem vadia, né?" Me aproximei e continuamos nos pegando. Ele me pegou pela mão e me levou. "Vem, quero te comer no escritório." Entramos, nos despimos. Ele ficou sentado na cadeira com as pernas abertas, eu fiquei de quatro e voltei a chupar ela toda. Ele segurou a pica e pediu pra eu chupar as bolas, obviamente obedeci. E eu, que sou um puta chupa-cu de macho, comecei devagar a descer a língua. "Quer chupar meu cu, vadia?" Ele levantou as pernas e colocou em cima da mesa, e eu lambi com muita vontade aquele cu de macho. "Faz anos que não deixava ninguém chupar meu cu." Ele dizer isso me deixou com muito tesão. Depois de um tempo, voltei Acariciando ele, deixei bem molhadinha, sentei em cima e comecei a pular naquela pica enorme. "Devagar, putinha, você vai fazer eu gozar e eu ainda não quero gozar, quero continuar te comendo." Então me virei com a pica dele ainda dentro, e ficamos nos beijando de boca por um tempo, mas não aguentava a vontade de montar naquela pica, então aos poucos comecei a cavalgar de novo. "Como você gosta, vagabunda." Peguei a pica dele pra deixar parada, enfiava tudo na minha bunda, e tirava, enfiava de novo e tirava... fiquei assim por um bom tempo, a pica dele é tão gostosa quando entra e sai. "Como você gosta da pica, putinha, agora você vai ver." Apoiei a barriga na mesa, ele abriu minhas pernas, puxou minha calcinha fio dental e começou a meter com tudo, filho da puta. Eu sentia ele bem fundo e amava. Ele parou um pouco porque sentia que a pica ia explodir, me segurava e dizia: "Como a putinha goza pelo cu, me deixa com muito tesão ver você de pau duro, goza pela buceta." Me virou, nos beijamos, me colocou em cima da mesa, me deitou com as perninhas no ombro e enfiou de novo até o fundo. Depois fomos andando com a pica dele na minha bunda do escritório até a cozinha, isso me deixou com muito mais tesão porque lembro claramente de ter feito isso na primeira vez que nos vimos há alguns anos, andar com aquela pica enorme dentro, aff! Vocês não sabem como é gostoso. Descansamos um pouco, ele fumou um cigarro enquanto eu, bem putinha mimada, acariciava o peito dele e beijava o pescoço. A verdade é que esse cara me domina demais, mas demais. Ele quis me comer de novo, mas não deixei. "Vai sentar no sofá", falei. Ele foi, e eu sentei na pica enorme dele, peguei a pica e enfiei tudo de uma vez. Ele jogava a cabeça pra trás e suspirava enquanto eu me montava. "Você vai fazer eu gozar toda, puta!" Ele se levantou, fiquei de quatro no sofá e ele me deu uma montada violenta. Parou num momento porque ia gozar, mas não aguentou mais. Me encheu a bunda de porra "ah, desculpa, puta, queria continuar te comendo", "tudo bem, meu amor, mas não tira, continua me comendo, por favor". E ficou mais um tempo, tirou e senti a porra escorrendo pela minha bunda e pernas, tinha gozado pra caralho. Depois ficamos conversando sobre a vida, sobre nossos ex-parceiros "você me caiu muito bem, puta, é zero drama, zero confusão, super tranquila, e muito puta" *risadas*. Me troquei, tirei a tanga e a parte de trás estava toda molhada, levei perto do nariz e senti aquele cheiro tão gostoso que é uma mistura de porra, pau e cu. Depois falamos de política (aí ele se ferrou, é macrista), e depois falamos de trabalho, já que a gente trabalha mais ou menos com a mesma coisa. Fiquei tão excitada com uma história que ele contou: no canteiro de obras, um dos pedreiros perguntou se o cara da foto de perfil era filho dele, e ele respondeu que não, que era o namorado dele. Ser tão macho, tão lindo, e ter tanta coragem pra esclarecer sem o menor problema que é gay. Os caras do estilo dele que conheci costumam ser muito bitolados com a própria sexualidade, são muito bitolados. E nada... ficamos nos acariciando até ficar tarde e eu vim pra casa. No ônibus, sentia a bunda toda molhadinha.
Ele é um macho maduro, mas muito bem cuidado, e o jeito dele me excita demais. Nós dois trabalhamos com construção, mas ele tá num nível totalmente diferente. O estilo de vida, a personalidade e o jeitão dele me dominam completamente, esse cara me pega demais.
Chego na casa dele, ele abre a porta, tava falando no telefone. Faz sinal pra eu ficar quieto, mas a gente já se beija de boca aberta. Entro, ele pega na minha mão e a gente vai andando até a sala enquanto ele continua no telefone. Começo a beijar o pescoço dele, ele aperta minha bunda enquanto eu amasso aquele volume que ia crescendo cada vez mais dentro da calça. Ele não aguenta mais e, com a mão livre, solta o cinto, abaixa a calça e a cueca de uma vez, mostrando aquela pica linda, mais grossa e cabeçuda do que eu lembrava. Ele me puxa pra perto, dou um beijo na boca dele enquanto seguro a pica dele, me viro, abaixo minha calça deixando minha bundinha pequena no ar, pego a pica dele e encaixo entre minhas nádegas, começo a me mexer devagar. Mas ele me segura pelo ombro e faz força pra baixo, mandando eu chupar ele. E claro, obedeci. Ele continuava no telefone como se nada estivesse acontecendo, enquanto eu, de joelhos, chupava ele. Como eu sentia falta daquela pica, como eu sentia falta daquele macho! Ele segurava minha nuca e me fazia engolir ela inteira. Levanto o olhar, meus olhos estavam cheios d'água por causa da pica dele. Ele me olha, passa o dedo nos meus olhos, mostrando minhas lágrimas, pisca pra mim, dá um sorrisinho safado e morde os lábios enquanto via como eu tava curtindo a pica dele. Depois de um tempinho assim, ele desligou a chamada: "Que ligação gostosa, como me excita você chupar minha pica. Enquanto eu falava, vadia, continua e enfia os dedinhos", tirei a pica da boca, enchi um dedo de saliva e enfiei na bunda, comecei a gemer que nem uma puta e isso deixava ele louco, me fazia chupar ela inteira. "Vamos, vadia, enfia outro, vai, vadia", enfiei dois, e depois de um tempo ele me mandou parar, me virei e ele encaixou a pica entre minhas nádegas, eu me movia pra cima e pra baixo devagar, masturbando a pica dele. Ele me segurou pela cintura e começou a dar uns tapas fortes na bunda, adoro como ele é safado. "Quer ela toda na sua bucetinha apertada, vadia?" Passei saliva nos dedos, lambuzei o buraquinho, peguei a pica dele e encaixei na entrada, ele começou a fazer força e num instante tava toda dentro. Como aquela pica cabeçuda me fazia sentir! Me segurei no encosto da cadeira, ele me agarrou firme pela cintura e começou a bombar bem forte, me fazendo gritar que nem uma puta. Ficou assim por um tempo me comendo até a campainha tocar. Ele foi ver quem era e me mandou pro banheiro. Tinha me pedido pra levar uma fio dental, então fui pro banheiro e enquanto ele atendia, me troquei. Saí e ficamos um tempão nos pegando. Fico muito, muito carente com um macho que eu gosto de verdade. Cruzei meus braços na cintura dele e nos beijávamos. Ele começou a meter a mão por baixo da minha calça, se afastou e me olhou surpreso. "O que aconteceu aqui, vadia? Você tá de fio dental, fico louco!" "Pois é, meu macho queria que eu fosse bem vadia, né?" Me aproximei e continuamos nos pegando. Ele me pegou pela mão e me levou. "Vem, quero te comer no escritório." Entramos, nos despimos. Ele ficou sentado na cadeira com as pernas abertas, eu fiquei de quatro e voltei a chupar ela toda. Ele segurou a pica e pediu pra eu chupar as bolas, obviamente obedeci. E eu, que sou um puta chupa-cu de macho, comecei devagar a descer a língua. "Quer chupar meu cu, vadia?" Ele levantou as pernas e colocou em cima da mesa, e eu lambi com muita vontade aquele cu de macho. "Faz anos que não deixava ninguém chupar meu cu." Ele dizer isso me deixou com muito tesão. Depois de um tempo, voltei Acariciando ele, deixei bem molhadinha, sentei em cima e comecei a pular naquela pica enorme. "Devagar, putinha, você vai fazer eu gozar e eu ainda não quero gozar, quero continuar te comendo." Então me virei com a pica dele ainda dentro, e ficamos nos beijando de boca por um tempo, mas não aguentava a vontade de montar naquela pica, então aos poucos comecei a cavalgar de novo. "Como você gosta, vagabunda." Peguei a pica dele pra deixar parada, enfiava tudo na minha bunda, e tirava, enfiava de novo e tirava... fiquei assim por um bom tempo, a pica dele é tão gostosa quando entra e sai. "Como você gosta da pica, putinha, agora você vai ver." Apoiei a barriga na mesa, ele abriu minhas pernas, puxou minha calcinha fio dental e começou a meter com tudo, filho da puta. Eu sentia ele bem fundo e amava. Ele parou um pouco porque sentia que a pica ia explodir, me segurava e dizia: "Como a putinha goza pelo cu, me deixa com muito tesão ver você de pau duro, goza pela buceta." Me virou, nos beijamos, me colocou em cima da mesa, me deitou com as perninhas no ombro e enfiou de novo até o fundo. Depois fomos andando com a pica dele na minha bunda do escritório até a cozinha, isso me deixou com muito mais tesão porque lembro claramente de ter feito isso na primeira vez que nos vimos há alguns anos, andar com aquela pica enorme dentro, aff! Vocês não sabem como é gostoso. Descansamos um pouco, ele fumou um cigarro enquanto eu, bem putinha mimada, acariciava o peito dele e beijava o pescoço. A verdade é que esse cara me domina demais, mas demais. Ele quis me comer de novo, mas não deixei. "Vai sentar no sofá", falei. Ele foi, e eu sentei na pica enorme dele, peguei a pica e enfiei tudo de uma vez. Ele jogava a cabeça pra trás e suspirava enquanto eu me montava. "Você vai fazer eu gozar toda, puta!" Ele se levantou, fiquei de quatro no sofá e ele me deu uma montada violenta. Parou num momento porque ia gozar, mas não aguentou mais. Me encheu a bunda de porra "ah, desculpa, puta, queria continuar te comendo", "tudo bem, meu amor, mas não tira, continua me comendo, por favor". E ficou mais um tempo, tirou e senti a porra escorrendo pela minha bunda e pernas, tinha gozado pra caralho. Depois ficamos conversando sobre a vida, sobre nossos ex-parceiros "você me caiu muito bem, puta, é zero drama, zero confusão, super tranquila, e muito puta" *risadas*. Me troquei, tirei a tanga e a parte de trás estava toda molhada, levei perto do nariz e senti aquele cheiro tão gostoso que é uma mistura de porra, pau e cu. Depois falamos de política (aí ele se ferrou, é macrista), e depois falamos de trabalho, já que a gente trabalha mais ou menos com a mesma coisa. Fiquei tão excitada com uma história que ele contou: no canteiro de obras, um dos pedreiros perguntou se o cara da foto de perfil era filho dele, e ele respondeu que não, que era o namorado dele. Ser tão macho, tão lindo, e ter tanta coragem pra esclarecer sem o menor problema que é gay. Os caras do estilo dele que conheci costumam ser muito bitolados com a própria sexualidade, são muito bitolados. E nada... ficamos nos acariciando até ficar tarde e eu vim pra casa. No ônibus, sentia a bunda toda molhadinha.
4 comentários - Mi macho favorito (Relato)
Buen relato, van ocho puntos.