Fala, galera! Voltei com mais um relato. Isso é o que rolou na semana passada, quando fui com meu chefe pra casa dele no sítio. Meu chefe avisou que a gente tinha que ir trabalhar uns dias na casa de campo dele, então arrumei a mochila com roupa pra semana toda. Assim que minha esposa descuidou, enfiei umas tangas e sutiãs pra dormir de noite.
Lá na casa de campo, tive que fazer uns reparos na bancada da cozinha. Tava de quatro arrumando, quando chega o chefe e fala: "Que rabo lindo, hein. Tá pedindo pra ser arrombado." E eu: "Arrombar o quê, se você não come nem a sua mulher?" Tudo na brincadeira, porque a gente tem uma amizade muito boa. Depois disso, tudo seguiu normal. Mas minha cabeça não parou de pensar no que ele disse.
Chegou a noite, tomei banho e, como sempre faço quando tô sozinho e ninguém vai descobrir, vesti uma tanga que trouxe. Depois da janta, a gente ficou bebendo umas, até que vi que ele já tava bêbado. Aí eu parei um pouco e só fiquei beijando o copo. Enquanto a gente conversava, ele lembrou do meu rabo e do que eu tinha respondido.
Ele: "Então não como nem minha mulher, né?"
Eu: "Mal consegue ficar de pé e já quer arrombar um cu?"
Ele puxou o pau pra fora, balançava e dizia: "Olha essa pica, vai te destruir."
Eu: "Vai destruir nada, dá até pena de tão murcha. Melhor guardar."
Tava uma delícia de ver, flácido mas grandão, e eu já imaginava quando ele acordasse, ia ficar gigante. Ficava com água na boca. Mas ele não sabia nada do meu tesão por pica, então eu fazia que não queria.
Ele: "Vem, acaricia, toca, vai, toca que você vai gostar."
Eu, bancando o machão: "Guarda isso, não seja porco."
Ele: "Olha o que as mulheres comem."
Eu não aguentava mais, até meu cu tava desejando. Mas continuei falando pra ele guardar. Só que dessa vez eu falei: "Guarda ou vou agarrar e não vou deixar nem uma gota de porra."
Ele: "Vem, pega que tô com vontade de transar."
Já tava duro e, como imaginei, era grande. Ele se jogou em cima de mim e colocou o pau perto da minha cara. Eu, tentando tirar ele, coloquei a mão na pica dele e apertei. Ele gostou. Tentei afastar de novo, mas minha mão foi direto pra pica dele de novo, só que dessa vez eu acariciei. Ele: "Viu, você gostou." "Toma, é toda sua." E eu continuei com os carinhos. Já tinha perdido a postura de durona. Comecei a subir e descer com a mão na pica dele. Ele adorou. Ele chegou perto do meu rosto e começou a me beijar, primeiro perto da boca e depois foi me beijando o rosto todo, até chegar na minha boca. Eu respondia com uns gemidinhos de prazer e, quando ele chegou na minha boca, foi a parte mais gostosa daqueles beijos. As mãos dele começaram a me acariciar e eu só aproveitava. Adoro quando um homem faz isso comigo. Me faz sentir mulher. Enquanto isso, minha mão não largava a pica dele, que já tava toda molhada. As mãos dele continuavam me acariciando e a boca dele, me beijando. Dessa vez, os beijos desceram pro meu pescoço. A gente se levantou sem parar de se beijar e se acariciar, e fomos pro sofá. Aí sim, ficamos mais confortáveis. Os carinhos dele começaram a desabotoar minha camisa, e as minhas mãos, a calça dele. Quando o peito dele ficou nu, ele se dedicou a chupar. Chupou meus peitos, meu pescoço, minha orelha. E eu não largava a pica dele. Batia uma e mais uma. Comecei a puxar a calça e a cueca dele até tirar tudo. Ele ficou só de camiseta, e eu tirei também. Aí começou minha vez de chupar. Comecei descendo pelos peitos dele, passei pela barriga e cheguei no que eu queria: a pica dele. Dei um beijão e meti na boca o máximo que consegui. Não entrava muito, mas eu chupava e chupava. Ele acariciava minha cabeça, mas não me empurrava pra enfiar tudo, só acariciava e gemia. Ele começou a me despir, tirou minha camisa e me mandou levantar pra tirar a calça. Aí veio a surpresa. Quando a calça caiu, ele viu que eu tava de tanguinha. Me abraçou, começou a me beijar e passou a mão na minha bunda. Ele começou a falar no meu ouvido: "Você veio preparada." "Sim, sempre saio preparada." "E você se fazendo de difícil. Tinha que me fazer de difícil, senão o que você ia pensar. O mesmo que eu penso agora. E o que você pensa? Que você é uma puta que gosta de pau. Eu. Sim. Sou uma puta e quero provar seu pau. Ele. Já provou algum? Eu. Não sei. Descobre e a gente continua com os beijos e carícias. Eu abaixo a calcinha fio-dental e fico toda nua. Minha bucetinha estava toda molhada de tesão. As mãos dele continuavam na minha bunda. Pedi pra gente ir pra cama. A gente levantou, ele me colocou na frente e me levou até a cama dele. O caminho todo ele me abraçou e beijou minha nuca e minha orelha, como se soubesse que eu gosto disso. Já na cama, a gente deitou e eu continuei chupando o pau dele. Ele me fez subir pra continuar nos beijando. Me virou de bruços. Começou a beijar minhas costas todas e chegou até minha bundinha. Chupou minha bunda toda, depois subiu e apoiou o pau no meu cu. Senti o pau babado dele na porta. Me preparei pra receber. Não tava com medo. Sabia que ia me dar muito prazer. Mas ele só apoiou e se mexia devagar pra me fazer desejar. Ficou assim um tempão enquanto me acariciava e beijava. Eu mexia minha bunda e ele o pau dele. Molhou minha bunda toda com o líquido do pau dele. Tudo lubrificante natural. Ele pediu permissão pra entrar. Eu respondi feito uma puta, mexendo minha bunda em direção ao pau dele. Ele começou bem devagar a empurrar. E entrou fácil. Ele falou no meu ouvido enquanto me beijava que já tinha descoberto que minha bunda era arrombada. Um pouquinho, eu falei. Enquanto continuava mexendo a bunda feito uma puta. Ele, com movimentos suaves e lentos, continuava me comendo, abrindo caminho lá dentro. Penetrando até o pau dele chegar no fundo. Senti os ovos dele roçando na minha bunda. Fiquei quieta pra aproveitar. Não doeu em nenhum momento. Deve ser porque eu tava com muito tesão, ou porque, sei lá. Mas o pau dele era grande. Eu, como sempre, bem fogosa, gozei quando senti os ovos dele na minha bunda. E já tava pronta pra gozar de novo. Ele me comia e me comia. Que prazer que eu sentia. Sempre muito suave. Saía devagar e devagar voltava a entrar. Que prazer. Ele me acariciava e Eu tava babando o tempo todo. Tava me fazendo de love. Dei uma pausa sem tirar pra gente trocar de posição. A gente ficou de conchinha e ele continuou com o mete e sai devagar. Já tava quase uma hora me penetrando. Eu não tava nem aí, até gostava mais. Gozei de novo. Meu cuzinho soltou mais porra sem eu nem me tocar. Era o segundo orgasmo que eu tinha. Pedi pra montar nele e ele não recusou. Então a gente se separou pra se ajeitar. Sentei no pau dele e entrou como se fosse a casa dele. Comecei a ter o controle do movimento. Cavalguei nele e os dois tavam gozando. Da minha boca saíam gemidos suaves e da dele também. Sinal de que ele tava curtindo minha buceta. Ele falava comigo, me chamava de puta. Dizia que eu ia ser a puta dele a semana toda. E eu, toda feliz, falava que sim. Que com prazer. Ele levantou e a gente se beijou. Ele avisou que ia gozar. Vai, vai. Enche minha bunda de porra. Enche, enche. E eu senti o pau dele soltando a porra. Diminui o movimento pra ele gozar bem. Minha bunda pequena queria toda a porra dele. Deitei em cima do corpo dele sem o pau sair e minha bunda continuava se mexendo bem devagar até o pau dele dormir. A gente se beijava, se dizia que se amava. Como se fôssemos um casal de anos. Desci e fui no banheiro esvaziar a porra. Já tinha vazado um pouco e ficou no pau dele, então ele foi comigo no banheiro. Falei pra gente tomar banho porque eu tava todo suado. Fizemos isso, entramos no chuveiro e nos lavamos. Aquele banho foi puro beijo e carinho. Quase fizemos de novo. A gente deitou abraçado como um casal de namorados. Minha mão no pau dele. Assim a gente dormiu. No dia seguinte acordei na mesma posição. De lado, ele me abraçando e eu com a mão no pau dele, dormindo. Como era cedo, desci pro pau dele e comecei a chupar. O pau acordou e ele mal se mexia. Sentei devagar no pau dele e aí sim ele acordou. Meu amor, como você é boa. Vai tomar porra no café da manhã. Ele falou. E sim, meu dono, quero toda sua porra. Fiz ele gozar bem. A gente tomou banho de novo. O resto do dia foi normal. O chefe e eu, seu funcionário. À noite, virei a mulher dele de novo. Tomei banho e dei a surpresa. Saí do quarto só de fio dental e sutiã. Minha rola é bem pequena, então não aparecia no fio dental, e como sou gordinho, formaram uns peitinhos pequenos que enchem o sutiã. Ele amou. Como em casa e no sítio não fica ninguém à noite, fiquei vestido assim. Toda uma mulher. Naquela semana, tirei toda a porra do meu chefe. Fui a mulher dele. Agora sou sua amante. Ele disse que vai preparar a casa do sítio pra quando tivermos que voltar. Vamos sair pra comprar roupas pra mim. Óbvio que tudo roupa pra eu ser a putinha dele. Vou escolher as tangas mais minúsculas, sandálias de salto agulha e vestidos bem curtinhos pra ele ficar com tesão e me dar muita porra. Quando voltarmos e acontecer algo mais bonito e diferente, vou contar pra vocês. Se for a mesma coisa, não, pra não entediar vocês. Muito obrigada por lerem. E desculpa se foi muito longo. Beijos pra todos.
Lá na casa de campo, tive que fazer uns reparos na bancada da cozinha. Tava de quatro arrumando, quando chega o chefe e fala: "Que rabo lindo, hein. Tá pedindo pra ser arrombado." E eu: "Arrombar o quê, se você não come nem a sua mulher?" Tudo na brincadeira, porque a gente tem uma amizade muito boa. Depois disso, tudo seguiu normal. Mas minha cabeça não parou de pensar no que ele disse.
Chegou a noite, tomei banho e, como sempre faço quando tô sozinho e ninguém vai descobrir, vesti uma tanga que trouxe. Depois da janta, a gente ficou bebendo umas, até que vi que ele já tava bêbado. Aí eu parei um pouco e só fiquei beijando o copo. Enquanto a gente conversava, ele lembrou do meu rabo e do que eu tinha respondido.
Ele: "Então não como nem minha mulher, né?"
Eu: "Mal consegue ficar de pé e já quer arrombar um cu?"
Ele puxou o pau pra fora, balançava e dizia: "Olha essa pica, vai te destruir."
Eu: "Vai destruir nada, dá até pena de tão murcha. Melhor guardar."
Tava uma delícia de ver, flácido mas grandão, e eu já imaginava quando ele acordasse, ia ficar gigante. Ficava com água na boca. Mas ele não sabia nada do meu tesão por pica, então eu fazia que não queria.
Ele: "Vem, acaricia, toca, vai, toca que você vai gostar."
Eu, bancando o machão: "Guarda isso, não seja porco."
Ele: "Olha o que as mulheres comem."
Eu não aguentava mais, até meu cu tava desejando. Mas continuei falando pra ele guardar. Só que dessa vez eu falei: "Guarda ou vou agarrar e não vou deixar nem uma gota de porra."
Ele: "Vem, pega que tô com vontade de transar."
Já tava duro e, como imaginei, era grande. Ele se jogou em cima de mim e colocou o pau perto da minha cara. Eu, tentando tirar ele, coloquei a mão na pica dele e apertei. Ele gostou. Tentei afastar de novo, mas minha mão foi direto pra pica dele de novo, só que dessa vez eu acariciei. Ele: "Viu, você gostou." "Toma, é toda sua." E eu continuei com os carinhos. Já tinha perdido a postura de durona. Comecei a subir e descer com a mão na pica dele. Ele adorou. Ele chegou perto do meu rosto e começou a me beijar, primeiro perto da boca e depois foi me beijando o rosto todo, até chegar na minha boca. Eu respondia com uns gemidinhos de prazer e, quando ele chegou na minha boca, foi a parte mais gostosa daqueles beijos. As mãos dele começaram a me acariciar e eu só aproveitava. Adoro quando um homem faz isso comigo. Me faz sentir mulher. Enquanto isso, minha mão não largava a pica dele, que já tava toda molhada. As mãos dele continuavam me acariciando e a boca dele, me beijando. Dessa vez, os beijos desceram pro meu pescoço. A gente se levantou sem parar de se beijar e se acariciar, e fomos pro sofá. Aí sim, ficamos mais confortáveis. Os carinhos dele começaram a desabotoar minha camisa, e as minhas mãos, a calça dele. Quando o peito dele ficou nu, ele se dedicou a chupar. Chupou meus peitos, meu pescoço, minha orelha. E eu não largava a pica dele. Batia uma e mais uma. Comecei a puxar a calça e a cueca dele até tirar tudo. Ele ficou só de camiseta, e eu tirei também. Aí começou minha vez de chupar. Comecei descendo pelos peitos dele, passei pela barriga e cheguei no que eu queria: a pica dele. Dei um beijão e meti na boca o máximo que consegui. Não entrava muito, mas eu chupava e chupava. Ele acariciava minha cabeça, mas não me empurrava pra enfiar tudo, só acariciava e gemia. Ele começou a me despir, tirou minha camisa e me mandou levantar pra tirar a calça. Aí veio a surpresa. Quando a calça caiu, ele viu que eu tava de tanguinha. Me abraçou, começou a me beijar e passou a mão na minha bunda. Ele começou a falar no meu ouvido: "Você veio preparada." "Sim, sempre saio preparada." "E você se fazendo de difícil. Tinha que me fazer de difícil, senão o que você ia pensar. O mesmo que eu penso agora. E o que você pensa? Que você é uma puta que gosta de pau. Eu. Sim. Sou uma puta e quero provar seu pau. Ele. Já provou algum? Eu. Não sei. Descobre e a gente continua com os beijos e carícias. Eu abaixo a calcinha fio-dental e fico toda nua. Minha bucetinha estava toda molhada de tesão. As mãos dele continuavam na minha bunda. Pedi pra gente ir pra cama. A gente levantou, ele me colocou na frente e me levou até a cama dele. O caminho todo ele me abraçou e beijou minha nuca e minha orelha, como se soubesse que eu gosto disso. Já na cama, a gente deitou e eu continuei chupando o pau dele. Ele me fez subir pra continuar nos beijando. Me virou de bruços. Começou a beijar minhas costas todas e chegou até minha bundinha. Chupou minha bunda toda, depois subiu e apoiou o pau no meu cu. Senti o pau babado dele na porta. Me preparei pra receber. Não tava com medo. Sabia que ia me dar muito prazer. Mas ele só apoiou e se mexia devagar pra me fazer desejar. Ficou assim um tempão enquanto me acariciava e beijava. Eu mexia minha bunda e ele o pau dele. Molhou minha bunda toda com o líquido do pau dele. Tudo lubrificante natural. Ele pediu permissão pra entrar. Eu respondi feito uma puta, mexendo minha bunda em direção ao pau dele. Ele começou bem devagar a empurrar. E entrou fácil. Ele falou no meu ouvido enquanto me beijava que já tinha descoberto que minha bunda era arrombada. Um pouquinho, eu falei. Enquanto continuava mexendo a bunda feito uma puta. Ele, com movimentos suaves e lentos, continuava me comendo, abrindo caminho lá dentro. Penetrando até o pau dele chegar no fundo. Senti os ovos dele roçando na minha bunda. Fiquei quieta pra aproveitar. Não doeu em nenhum momento. Deve ser porque eu tava com muito tesão, ou porque, sei lá. Mas o pau dele era grande. Eu, como sempre, bem fogosa, gozei quando senti os ovos dele na minha bunda. E já tava pronta pra gozar de novo. Ele me comia e me comia. Que prazer que eu sentia. Sempre muito suave. Saía devagar e devagar voltava a entrar. Que prazer. Ele me acariciava e Eu tava babando o tempo todo. Tava me fazendo de love. Dei uma pausa sem tirar pra gente trocar de posição. A gente ficou de conchinha e ele continuou com o mete e sai devagar. Já tava quase uma hora me penetrando. Eu não tava nem aí, até gostava mais. Gozei de novo. Meu cuzinho soltou mais porra sem eu nem me tocar. Era o segundo orgasmo que eu tinha. Pedi pra montar nele e ele não recusou. Então a gente se separou pra se ajeitar. Sentei no pau dele e entrou como se fosse a casa dele. Comecei a ter o controle do movimento. Cavalguei nele e os dois tavam gozando. Da minha boca saíam gemidos suaves e da dele também. Sinal de que ele tava curtindo minha buceta. Ele falava comigo, me chamava de puta. Dizia que eu ia ser a puta dele a semana toda. E eu, toda feliz, falava que sim. Que com prazer. Ele levantou e a gente se beijou. Ele avisou que ia gozar. Vai, vai. Enche minha bunda de porra. Enche, enche. E eu senti o pau dele soltando a porra. Diminui o movimento pra ele gozar bem. Minha bunda pequena queria toda a porra dele. Deitei em cima do corpo dele sem o pau sair e minha bunda continuava se mexendo bem devagar até o pau dele dormir. A gente se beijava, se dizia que se amava. Como se fôssemos um casal de anos. Desci e fui no banheiro esvaziar a porra. Já tinha vazado um pouco e ficou no pau dele, então ele foi comigo no banheiro. Falei pra gente tomar banho porque eu tava todo suado. Fizemos isso, entramos no chuveiro e nos lavamos. Aquele banho foi puro beijo e carinho. Quase fizemos de novo. A gente deitou abraçado como um casal de namorados. Minha mão no pau dele. Assim a gente dormiu. No dia seguinte acordei na mesma posição. De lado, ele me abraçando e eu com a mão no pau dele, dormindo. Como era cedo, desci pro pau dele e comecei a chupar. O pau acordou e ele mal se mexia. Sentei devagar no pau dele e aí sim ele acordou. Meu amor, como você é boa. Vai tomar porra no café da manhã. Ele falou. E sim, meu dono, quero toda sua porra. Fiz ele gozar bem. A gente tomou banho de novo. O resto do dia foi normal. O chefe e eu, seu funcionário. À noite, virei a mulher dele de novo. Tomei banho e dei a surpresa. Saí do quarto só de fio dental e sutiã. Minha rola é bem pequena, então não aparecia no fio dental, e como sou gordinho, formaram uns peitinhos pequenos que enchem o sutiã. Ele amou. Como em casa e no sítio não fica ninguém à noite, fiquei vestido assim. Toda uma mulher. Naquela semana, tirei toda a porra do meu chefe. Fui a mulher dele. Agora sou sua amante. Ele disse que vai preparar a casa do sítio pra quando tivermos que voltar. Vamos sair pra comprar roupas pra mim. Óbvio que tudo roupa pra eu ser a putinha dele. Vou escolher as tangas mais minúsculas, sandálias de salto agulha e vestidos bem curtinhos pra ele ficar com tesão e me dar muita porra. Quando voltarmos e acontecer algo mais bonito e diferente, vou contar pra vocês. Se for a mesma coisa, não, pra não entediar vocês. Muito obrigada por lerem. E desculpa se foi muito longo. Beijos pra todos.
5 comentários - En el campo. Relato de lo bien que la pase