Beleza, galera do Poringa, voltei depois de um tempão e venho contar sobre a última vez que meu tio me fez de putinha. Se quiserem ver como tudo começou, dá uma olhada nos meus outros posts.
Bom, isso aconteceu mais ou menos um ano depois do rolê nas termas. Eram as férias de julho e, como sempre, minhas notas no colégio estavam ótimas. Meus amigos do bairro não iam estar por perto e eu já tava prevendo um tédio astronômico. Aí me veio a ideia de falar com meu primo (aquele que eu chupei) pra ver se eu podia passar pelo menos a primeira semana das férias na casa dele em Durazno. Ele também ia ficar à toa, então conversei com meus pais e eles falaram com meus tios. Tudo foi acertado pra eu passar uns dias lá.
Só de pensar em ficar na casa do meu tio, meu coração já acelerava. Lembrar das surras de rola que eu tinha levado já deixava meu pau durasso (igual agora, enquanto escrevo isso e me lembro).
Sem enrolar muito mais, chegou o dia em que fui pra casa dele em Durazno. Cheguei de manhã, por volta das 9h, e só minha tia estava me esperando. Ela é enfermeira e trabalha no hospital de Durazno no turno da tarde/noite. Meu tio estava no trabalho e meu primo estava dormindo, então por um tempo tive que aguentar minha tia. Por volta das 11h, meu primo acorda. A gente começa a conversar e zoar, saímos pra dar uma volta, ele me apresenta pros amigos dele numa praça. Eu tava com muita vontade de ser agarrada por todos aqueles gauchitos e levar rola sem dó. Gente do interior me deixa muito excitada, mas infelizmente isso não aconteceu.
Voltamos pra almoçar e depois saímos de novo.
Por volta das 19h, voltamos pra casa do meu primo e encontro meu tio sozinho em casa. Ele tava de moletom que marcava bem o pacotão dormindo, e foi impossível não desviar os olhos pra baixo. Fingi que não vi nada e cumprimentei ele de boa. Meu primo foi pro quarto pegar roupa pra tomar banho, já que depois de comer a gente ia sair de novo com os amigos dele. Perguntei por... Minha tia me avisa que já foi trabalhar, faz o horário das 16h à meia-noite.
A conversa não vai muito além disso. Meu tio, como já disse antes, é um cara muito sério e puxar assunto é bem difícil, ainda mais se ele estiver vendo TV, haha.
Meu primo vai tomar banho e eu fico totalmente sozinho com meu tio, os dois sentados no sofá. Do nada, ele toca meu ombro e faz um sinal para eu me aproximar. Obedeço, obviamente — meu coração batia a mil. Ele se aproxima do meu ouvido como se fosse contar um segredo e me diz com aquela voz rouca e grossa:
— Se eu te pego um dia desses sozinho, vou foder bem a sua bucetinha que você tanto gosta.
Meu coração deu um salto. Não imaginei que ele fosse tão direto, pra ser sincero. Olho pra cara dele e ele tinha uma cara de velho tarado que não dava pra aguentar.
Olho pro banheiro — meu primo tinha acabado de entrar no chuveiro. Volto a encará-lo, toco no pau dele por cima do moletom e, com minha melhor cara de puta, digo:
— Tomara que me pegue, porque o seu me deixa doida.
Naquele dia, ficou por isso mesmo. Depois que meu primo saiu, entrei no banheiro, tomei banho e me dei uma bela punheta. Saímos e voltamos por volta da 1h da manhã.
O dia seguinte foi mais ou menos parecido — não saímos, mas nada relevante aconteceu.
No terceiro dia, eu estava com um tesão insuportável. Íamos fazer mais ou menos a mesma coisa com meu primo, mas eu queria que meu tio me comesse. Naquele dia, havíamos combinado de ir na casa de um amigo do meu primo comer uns hambúrgueres. Por volta das 20h, estávamos prontos pra sair, mas eu disse pro meu primo ir sozinho — falei que estava cansado e queria dormir um pouco, que mais tarde eu aparecia, já que era só a algumas quadras e a gente ia ficar até de madrugada no churrasco. Ele topou e foi, então finalmente fiquei sozinho com meu tio.
Esperei uns 5 minutos depois que meu primo saiu do quarto. Meu tio estava no sofá, como sempre, assistindo TV. Ele me olha e, imediatamente, começa a esfregar o pau por cima da calça. Me aproximo dele e me ajoelho... Na frente das suas pernas, faço minha melhor cara de puta e agarro o pau dele, sem perder tempo desço a calça e a cueca e contemplo o pau dele na minha frente, ainda estava meio mole, meio gosmento, agarro com uma mão, levanto e passo a língua, fiquei assim brincando alguns minutos, metendo na boca, passando a língua, descia e chupava um pouco as bolas até que ele ficou duro
Aí comecei a chupar com mais vontade, tentando chegar até o fundo. Nessa altura, já tinha ficado com vários caras além do meu tio e tinha um pouco mais de prática do que nos nossos encontros anteriores. Ele me empurrava com uma mão enquanto segurava meu cabelo, era meu chefe de putinha.
Ficamos assim um tempo e, de repente, ele agarra meu cabelo com força e joga minha cabeça para trás, me obrigando a olhar para a cara dele.
– Vou arrombar seu cu, viado. Você vai ver o que é levar uma boa fodida.
Me limitei a morder o lábio e dar mais um dos meus olhares de puta.
Ele me fez levantar e me levou pro quarto, me jogou de bruços na cama e tirou minha calça, me deixando só de camiseta e cueca. Aí me colocou de quatro e me deixou com a cueca presa, eu estava louco de tesão.
Ele cuspiu na mão, passou a saliva no pau e puxou minha cueca para mostrar minha bunda (dessa vez fui mais esperto que antes e, enquanto tomava banho um tempinho antes, fiquei brincando com meu cu pra dilatar, conhecendo meu tio, sabia que ele não ia ficar de enrolação na hora de me comer).
Senti a cabeça do pau grosso dele na minha bunda e abri pra facilitar a entrada.
Custou um pouco e doeu, mas não deu pra comparar com as vezes anteriores.
Assim que ele entrou, começou a se mexer, primeiro empurrando o pau mais fundo até, eu movia o quadril em movimento circular para senti-lo bem dentro e aproveitar seu pau grosso na minha bunda.
Depois disso, ele começou a me comer como um macho de verdade, socadas fortes e rápidas, diminuía um pouco o ritmo e depois retomava, me agarrava pelo cabelo e puxava minha cabeça para trás, ficou assim um tempo, sempre na mesma posição e me fodendo enquanto me mantinha enganchado com minha cueca.
Quando estava quase gozando, ele parou, tirou o pau de uma vez e me disse:
– Quero que engula tudo, puto. Vem aqui.
Me agarrou pelo quadril, me puxou bem bruto da cama, me virou e me deixou no chão, ajoelhado com as costas contra a cama e ele na minha frente, colocou o pau na minha boca e me agarrou pelo cabelo, aí começou a me comer a boca fundo, me deu umas boas engasgadas e tentei afastar um pouco, mas ele não deixou, empurrava mais com a mão, tentei me soltar de novo por causa das engasgadas e ele tirou a mão com força, continuou me comendo a boca, cada vez mais forte até que o pau começou a pulsar e ele gozou no fundo da minha garganta, me deu um monte de engasgadas e os olhos ficaram cheios de lágrimas.
- Engole tudo, vai, puto.
Foi inevitável tossir e o gozo escapar, indo parar no chão, meus olhos lacrimejavam e a garganta ainda incomodava.
- Mandei engolir tudo, limpa isso agora!
Olhei para ele e imediatamente obedeci, me inclinei no chão e comecei a lamber o gozo, como a boa putinha que sou.
Assim que terminei, olho pro meu tio com cara de putinha orgulhosa e ele me diz:
- Limpa meu pau também.
Continuo ajoelhado e ele aproxima o pau dele, aperta e saem duas gotas grossas de porra. Passo a língua e engulo.
- Disso a gente não fala.
Aceno afirmativamente e me levanto, pego minha calça e vou pro quarto do meu primo.
Tomo outro banho pra não ir pro churrasco com cheiro e escovo os dentes. Minha cueca era uma mancha só de pré-gozo na parte da frente, a punheta que bati no banho não tem nome.
Quando saio lá pelas 22h30, meu tio estava de novo na poltrona como se nada tivesse acontecido. Cumprimento ele e vou embora, com o cu arrombado e o coração feliz.
Os outros dois dias passaram sem muito mais pra contar, então vou deixando por aqui. Infelizmente perdi contato com meu tio por causa de uma briga que meu pai teve com a mulher dele, então nunca mais o vi. Mas sempre vou me lembrar das fodelas que levei do meu tio e de como foi o primeiro macho que tive dentro. Se vocês curtiram, não esqueçam de deixar pontinhos e comentar!
Bom, isso aconteceu mais ou menos um ano depois do rolê nas termas. Eram as férias de julho e, como sempre, minhas notas no colégio estavam ótimas. Meus amigos do bairro não iam estar por perto e eu já tava prevendo um tédio astronômico. Aí me veio a ideia de falar com meu primo (aquele que eu chupei) pra ver se eu podia passar pelo menos a primeira semana das férias na casa dele em Durazno. Ele também ia ficar à toa, então conversei com meus pais e eles falaram com meus tios. Tudo foi acertado pra eu passar uns dias lá.
Só de pensar em ficar na casa do meu tio, meu coração já acelerava. Lembrar das surras de rola que eu tinha levado já deixava meu pau durasso (igual agora, enquanto escrevo isso e me lembro).
Sem enrolar muito mais, chegou o dia em que fui pra casa dele em Durazno. Cheguei de manhã, por volta das 9h, e só minha tia estava me esperando. Ela é enfermeira e trabalha no hospital de Durazno no turno da tarde/noite. Meu tio estava no trabalho e meu primo estava dormindo, então por um tempo tive que aguentar minha tia. Por volta das 11h, meu primo acorda. A gente começa a conversar e zoar, saímos pra dar uma volta, ele me apresenta pros amigos dele numa praça. Eu tava com muita vontade de ser agarrada por todos aqueles gauchitos e levar rola sem dó. Gente do interior me deixa muito excitada, mas infelizmente isso não aconteceu.
Voltamos pra almoçar e depois saímos de novo.
Por volta das 19h, voltamos pra casa do meu primo e encontro meu tio sozinho em casa. Ele tava de moletom que marcava bem o pacotão dormindo, e foi impossível não desviar os olhos pra baixo. Fingi que não vi nada e cumprimentei ele de boa. Meu primo foi pro quarto pegar roupa pra tomar banho, já que depois de comer a gente ia sair de novo com os amigos dele. Perguntei por... Minha tia me avisa que já foi trabalhar, faz o horário das 16h à meia-noite.
A conversa não vai muito além disso. Meu tio, como já disse antes, é um cara muito sério e puxar assunto é bem difícil, ainda mais se ele estiver vendo TV, haha.
Meu primo vai tomar banho e eu fico totalmente sozinho com meu tio, os dois sentados no sofá. Do nada, ele toca meu ombro e faz um sinal para eu me aproximar. Obedeço, obviamente — meu coração batia a mil. Ele se aproxima do meu ouvido como se fosse contar um segredo e me diz com aquela voz rouca e grossa:
— Se eu te pego um dia desses sozinho, vou foder bem a sua bucetinha que você tanto gosta.
Meu coração deu um salto. Não imaginei que ele fosse tão direto, pra ser sincero. Olho pra cara dele e ele tinha uma cara de velho tarado que não dava pra aguentar.
Olho pro banheiro — meu primo tinha acabado de entrar no chuveiro. Volto a encará-lo, toco no pau dele por cima do moletom e, com minha melhor cara de puta, digo:
— Tomara que me pegue, porque o seu me deixa doida.
Naquele dia, ficou por isso mesmo. Depois que meu primo saiu, entrei no banheiro, tomei banho e me dei uma bela punheta. Saímos e voltamos por volta da 1h da manhã.
O dia seguinte foi mais ou menos parecido — não saímos, mas nada relevante aconteceu.
No terceiro dia, eu estava com um tesão insuportável. Íamos fazer mais ou menos a mesma coisa com meu primo, mas eu queria que meu tio me comesse. Naquele dia, havíamos combinado de ir na casa de um amigo do meu primo comer uns hambúrgueres. Por volta das 20h, estávamos prontos pra sair, mas eu disse pro meu primo ir sozinho — falei que estava cansado e queria dormir um pouco, que mais tarde eu aparecia, já que era só a algumas quadras e a gente ia ficar até de madrugada no churrasco. Ele topou e foi, então finalmente fiquei sozinho com meu tio.
Esperei uns 5 minutos depois que meu primo saiu do quarto. Meu tio estava no sofá, como sempre, assistindo TV. Ele me olha e, imediatamente, começa a esfregar o pau por cima da calça. Me aproximo dele e me ajoelho... Na frente das suas pernas, faço minha melhor cara de puta e agarro o pau dele, sem perder tempo desço a calça e a cueca e contemplo o pau dele na minha frente, ainda estava meio mole, meio gosmento, agarro com uma mão, levanto e passo a língua, fiquei assim brincando alguns minutos, metendo na boca, passando a língua, descia e chupava um pouco as bolas até que ele ficou duro
Aí comecei a chupar com mais vontade, tentando chegar até o fundo. Nessa altura, já tinha ficado com vários caras além do meu tio e tinha um pouco mais de prática do que nos nossos encontros anteriores. Ele me empurrava com uma mão enquanto segurava meu cabelo, era meu chefe de putinha.Ficamos assim um tempo e, de repente, ele agarra meu cabelo com força e joga minha cabeça para trás, me obrigando a olhar para a cara dele.
– Vou arrombar seu cu, viado. Você vai ver o que é levar uma boa fodida.
Me limitei a morder o lábio e dar mais um dos meus olhares de puta.
Ele me fez levantar e me levou pro quarto, me jogou de bruços na cama e tirou minha calça, me deixando só de camiseta e cueca. Aí me colocou de quatro e me deixou com a cueca presa, eu estava louco de tesão.
Ele cuspiu na mão, passou a saliva no pau e puxou minha cueca para mostrar minha bunda (dessa vez fui mais esperto que antes e, enquanto tomava banho um tempinho antes, fiquei brincando com meu cu pra dilatar, conhecendo meu tio, sabia que ele não ia ficar de enrolação na hora de me comer).
Senti a cabeça do pau grosso dele na minha bunda e abri pra facilitar a entrada.
Custou um pouco e doeu, mas não deu pra comparar com as vezes anteriores.
Depois disso, ele começou a me comer como um macho de verdade, socadas fortes e rápidas, diminuía um pouco o ritmo e depois retomava, me agarrava pelo cabelo e puxava minha cabeça para trás, ficou assim um tempo, sempre na mesma posição e me fodendo enquanto me mantinha enganchado com minha cueca.
Quando estava quase gozando, ele parou, tirou o pau de uma vez e me disse:
– Quero que engula tudo, puto. Vem aqui.
Me agarrou pelo quadril, me puxou bem bruto da cama, me virou e me deixou no chão, ajoelhado com as costas contra a cama e ele na minha frente, colocou o pau na minha boca e me agarrou pelo cabelo, aí começou a me comer a boca fundo, me deu umas boas engasgadas e tentei afastar um pouco, mas ele não deixou, empurrava mais com a mão, tentei me soltar de novo por causa das engasgadas e ele tirou a mão com força, continuou me comendo a boca, cada vez mais forte até que o pau começou a pulsar e ele gozou no fundo da minha garganta, me deu um monte de engasgadas e os olhos ficaram cheios de lágrimas.

- Engole tudo, vai, puto.Foi inevitável tossir e o gozo escapar, indo parar no chão, meus olhos lacrimejavam e a garganta ainda incomodava.
- Mandei engolir tudo, limpa isso agora!
Olhei para ele e imediatamente obedeci, me inclinei no chão e comecei a lamber o gozo, como a boa putinha que sou.
- Limpa meu pau também.
Continuo ajoelhado e ele aproxima o pau dele, aperta e saem duas gotas grossas de porra. Passo a língua e engulo.
- Disso a gente não fala.
Aceno afirmativamente e me levanto, pego minha calça e vou pro quarto do meu primo.
Tomo outro banho pra não ir pro churrasco com cheiro e escovo os dentes. Minha cueca era uma mancha só de pré-gozo na parte da frente, a punheta que bati no banho não tem nome.
Quando saio lá pelas 22h30, meu tio estava de novo na poltrona como se nada tivesse acontecido. Cumprimento ele e vou embora, com o cu arrombado e o coração feliz.
Os outros dois dias passaram sem muito mais pra contar, então vou deixando por aqui. Infelizmente perdi contato com meu tio por causa de uma briga que meu pai teve com a mulher dele, então nunca mais o vi. Mas sempre vou me lembrar das fodelas que levei do meu tio e de como foi o primeiro macho que tive dentro. Se vocês curtiram, não esqueçam de deixar pontinhos e comentar!
5 comentários - Me garcho mi tio, final
Besitos.