Nunca pensei que no dia em que fosse comido pela primeira vez na bunda e na boca, fosse gozar tanto. Mais ainda: nunca acreditaria que um dia faria isso. Sempre fui hétero, sempre gostei de mulheres e sempre gozei com elas, mas há muitos anos (desde a adolescência) tive um segredo: fantasias sexuais com meu melhor amigo. Apesar da nossa grande amizade de homens, sempre guardei uma curiosidade, um desejo oculto, de saber como seria o sexo com ele. Compartilhávamos coisas de adolescentes homens, olhávamos mulheres, íamos ao cinema, bailes, futebol, etc, juntos, nós dois ou com amigos, e sempre tivemos uma amizade muito especial. Mas sempre até aí, nunca tivemos nada daquelas coisas que às vezes os amigos compartilham, como ver vídeos pornô juntos, ou até bater uma juntos, nada disso. Mais ainda: nunca nos vimos um ao outro pelados. Talvez tenha sido isso que alimentou minhas fantasias: desde minha adolescência, e cada vez mais frequente, fantasiava em vê-lo pelado, ver como seria o pau dele, o que no início era só uma fantasia simples durante minhas punhetas de adolescente. Isso foi se transformando em motivo de excitação, e com o tempo comecei a fantasiar e a bater uma pensando nele pelado, do meu lado, tocando nossos paus e batendo um para o outro. Disso passei a fantasiar e a me excitar com a ideia de até chupá-lo, e até sentir o gozo dele na minha boca... cheguei até a bater uma e, fechando os olhos, tomar meu próprio gozo, imaginando que era o dele e murmurando o nome dele baixinho, com a boca cheia de porra....
Temos a mesma idade, atualmente 48, nos conhecemos desde a infância, e ele também sempre foi hétero como eu. Sempre achei que falar desses assuntos com ele, da possibilidade de um encontro entre homens, o teria repugnado e significaria o fim da nossa amizade. Por isso, semana passada, com minha tesão acumulada por anos no máximo, decidi me jogar de vez. Minha meta era concretar a fantasia mais sonhada: chupar a pica dele. Nunca tive desejos sexuais por um homem, por outro homem, mas fantasiava há anos com a pica dele, sem nunca ter visto ela, e meu maior desejo era chupar e chupar, sentir ela na minha boca, até dar pro meu amigo o melhor dos presentes: um orgasmo na minha boca engolindo toda a porra dele. Eu ficava intrigado em saber como seria a pica dele, que tamanho teria, como seria um orgasmo dele, e que gosto teria o sêmen dele. De qualquer forma, essas fantasias nunca realizadas jamais fizeram meu desejo por sexo feminino diminuir, mas sim conviveram com minha condição de hétero até agora.
Fui na casa dele como de costume, a poucos minutos de ônibus da minha, já que Montevidéu é uma cidade relativamente pequena e tudo fica bem perto. A gente se cumprimentou, ele estava sozinho, e me convidou pra tomar um refri na sala. Eu, que vinha muito tarado por ter ficado navegando em casa por uns sites com fotos de boquetes entre homens pra me dar coragem, fui direto: fechei os olhos, e esperando um empurrão como resposta, agarrei o volume que a pica e os ovos dele formavam debaixo do short que ele vestia. Quando olhei pro D. (falo só a inicial pra evitar detalhes), notei com grande surpresa que ele não me rejeitava: ele estava surpreso, sem saber o que fazer, sem entender se era mais uma brincadeira ou o que realmente era. Evidentemente, ele nunca teria esperado.
O volume dele era firme, sentir o calor da pica dele, que em estado de mole era através da calça mais ou menos do tamanho de uma linguiça (sim, falei certo, grande como uma linguiça) me excitou ao máximo e senti aquele tremor que se sente quando não se consegue acreditar no que está vivendo, era assim que eu me sentia. Ele me disse:
– O que é que eu tenho que fazer? Não entendo o que você tá fazendo… – E sem dar tempo pra ele pensar, respondi: – Só faz o que você tiver vontade… – Sem esperar, tirei do short dele toda aquela pica divina que já, ao contato com minha mão, começava a endurecer. Era a pica que eu imaginava desde os meus 14 anos, e tava ali na minha frente, só pra mim! D. ficou vermelho ao ver a ereção dele, não sabia o que fazer, acho que ele achava que a pica dele não subia se um homem tocasse, então aproveitei pra tomar o controle da situação: empurrei ele devagar e com cuidado pra sentar no sofá, sem nunca soltar a pica dele, que segurei como um troféu; ele sentou de pernas abertas, atônito; abaixei o short dele e depois a cueca preta, me coloquei entre as pernas dele, de joelhos, e meti na minha boca. Aquilo foi divino: mal cabia, era quente, cabeçuda, cheia de veias grossas; a pica dele pulsava na minha boca, passei a língua pelo tronco, pelo sulco entre a cabeça e o tronco (que é onde mais excita), e aí sim, comecei a chupar com força, fazendo vácuo na boca, e isso deixou ele louco, a cabeça inchava a cada sugada. Minha boca tava cheia de uma pica...!!! parecia algo irreal, sentia como se não fosse real... e ao mesmo tempo, era tão real, tão quente na minha boca, tão gostoso... que me sentia cheio de prazer e ao mesmo tempo meio culpado, meio baixo, totalmente puta pelo que tava fazendo. Mas era tanto prazer naquilo, que logo afastei esses pensamentos, pensando que ninguém ia saber, e que, ficando entre nós dois, minha vida ia continuar tão hétero como até agora...
A pica dele era tão comprida que mal inclinava a cabeça e já batia na minha garganta, mas eu continuei, encantado. Nessa altura, D. já tava extasiado, perdeu o controle, me segurou pela nuca com as duas mãos e começou a bombar, mexendo a pélvis, como se tivesse comendo; isso me deixou doida, tirei a pica dele da boca e falei:
-Por favor, fala qualquer putaria que vier na cabeça, me trata como sua putinha, por favor…
Isso deixou ele louco e ele começou a falar as frases que mais me excitaram na vida: "você é minha putinha", ele dizia enquanto bombava e eu chupava, e o tronco entrava e saía da minha boca bem lubrificado pela minha saliva; engole todo meu leite", "chupa bem minha pica, sua putinha" e o que mais me excitou: "tô te comendo pela boca, vagabunda", "sua boca foi melhor que uma buceta, vou encher ela de leite", tudo isso me deixou louco de tesão e eu já queria qualquer coisa. Me senti completamente submissa, embora eu controlasse a situação porque mantinha o ritmo das minhas chupadas pra dar o máximo de prazer pra ele, ao mesmo tempo me sentia realmente comida pela boca, era ele quem tava me comendo e usando minha boquinha chupadora pra ter um orgasmo sublime, que vinha e vinha sem parar...
Minha pica ficou dura pra caralho, e o que mais me surpreendeu: senti meu cu como nunca, meu ânus tava excitado e pulsando, contraindo e relaxando em sincronia com cada bombada da pica do D. na minha boca. De repente ele começou a gemer, aquilo parecia não ter fim. Eu tava no paraíso, então vendo que o orgasmo dele tava chegando, comecei a chupar mais e mais rápido, e no gemido mais forte do meu amigo, de repente saiu da pica dele um jato de leite com uma força incrível que encheu minha boca com aquele gosto entre doce e azedo que eu amei: o leite escorria pelos meus lábios e eu continuava chupando e engolindo, encantado. Era muito mais gostoso que o meu, no meu gosto... Quando terminei de limpar ele, e o gosto de leite ainda inundava minha boca, D. disse: "agora é sua vez", e pra minha surpresa (já que pensei que ele só fosse ativo e que tudo acabaria ali), ele desceu do sofá, se colocou entre minhas pernas e, pra minha surpresa, já que não esperava, começou a me chupar... pra vocês verem, uma fotinha da minha pica....
Aquilo foi tão divino, ele lambia como se fosse um expert, meu pau ficava tão bonito nas mãos dele (segurava firme com as duas mãos enquanto chupava e lambia como se fosse um sorvete...) e ele fez com tanta vontade (talvez, pensei, ele tivesse as mesmas fantasias escondidas que eu) que não consegui segurar meu gozo e acabei rápido, mais ou menos um minuto depois que D. começou a me chupar, porque quando ele gozou na minha boca eu já estava à beira do orgasmo, então o boquete dele foi curto, mas suficiente pra me causar um orgasmo intensíssimo que banhou a boca e o rosto dele com meu esperma, que D. engoliu com gosto. Depois, pra minha surpresa ser ainda maior, ele se aproximou de mim e, vendo que ainda tinha gozo dele nos meus lábios, chegou mais perto e disse: “agora vamos misturar meu gozo com o seu” e me deu um beijo longo e profundo na boca. Sentir a língua dele molhada no meu esperma percorrendo minha boca, saborear meu gozo, e passar minha língua com restos do gozo dele pela boca dele foi uma experiência única, que eu nunca tinha imaginado, porque minha perversão nunca tinha ido tão longe.
Parece que aquilo excitou D. ainda mais, e além disso, ele se recuperou do orgasmo rápido o bastante pra passar pelo período refratário, então o pau dele já estava duro de novo. Eu pensei que tudo tinha acabado, estava feliz, satisfeito pela minha fantasia realizada, por ver que não fui rejeitado, que com certeza nossa amizade sobreviveria a tudo aquilo e continuaria sem problemas, e principalmente, estava satisfeito também pelo orgasmo que tinha dado ao meu amigo de alma e de toda a vida. Mas eu estava enganado: nem tudo tinha acabado ali, D. tinha fôlego pra mais... e o que veio depois foi uma surpresa que eu não tinha ido buscar nem nunca tinha sonhado.
Só a ideia de ser comido, antes de tudo isso, me causava repulsa e me fazia sentir totalmente submisso e gay, coisa que não sentia se imaginava chupando um pau, sei lá por quê. Além disso, não entendia o que poderia ter de prazeroso numa coisa que parecia tão dolorosa. Mas D., como já falei, ainda tava com vontade de continuar, e dava pra ver que minha chupada tinha sido tão foda que, enquanto a gente se beijava (naquele beijo final de troca de leite), percebi que o pau dele tinha endurecido de novo. Ele falou suave, mas ao mesmo tempo firme, como se quisesse recuperar a masculinidade que supostamente perdeu por ter chupado minha rola: "por favor, fica de quatro, me deixa fazer isso que você não vai se arrepender... vou te dar algo mais..." disse, pegando no pau dele e batendo uma leve com a mão pra manter e reforçar a ereção. Eu, todo excitado, com o cu ainda molhado, pulsando, aceitei, pensando: "não acredito que isso tá acontecendo, vou deixar comer e não me sinto culpado", e me deixei levar pela excitação; fiquei de quatro como ele mandou, arqueando minhas costas o máximo que dava e apoiando meu rosto e cotovelos no sofá, pra oferecer meu cu mais aberto e facilitar o serviço dele... já que sentia que a comida era inevitável, tinha que facilitar e tentar gozar... D. me segurou firme com as duas mãos na cintura, ele tava de pé bem do lado do braço do sofá, e eu de quatro com os joelhos no braço do sofá e minha cabeça mais baixa, na altura do assento, então meu cu ficava bem pra cima e totalmente exposto. Ele encostou o pau na entrada do meu cu virgem, e sem avisar, lubrificando com um pouco de saliva, enfiou tudo de uma vez só até o fundo... Aqui vão umas fotos da minha bunda numa posição parecida com a daquele dia, pra vocês imaginarem melhor...
Senti que eu me partia ao meio, minha bunda doía e ardia com aquela pica tão grossa, sentia que chegava no fundo, e confirmei algo que uma vez li numa página da internet:Nada faz um homem se sentir tão submisso e dominado quanto ter uma pica enfiada no cu.D. bombava com uma vontade, com uma maestria e um ritmo, que rapidamente a dor sumiu, eu relaxei e comecei a gozar. Minha rola ficou dura enquanto ele me comia, então uma mão de D. soltou meu quadril e foi pegar meu pau e bater uma enquanto me macetava, dizendo: "não pense que porque eu te como não fiquei fascinado com a rola que você tem... adoro ter ela na mão enquanto te como..." Ao sentir prazer no meu pau, meu cu relaxava mais, o pau dele entrava mais fundo e melhor, e D. gozava mais a cada movimento e me comia melhor: éramos a combinação perfeita... Entrava como um ferro no meu cu, eu sentia ele se mexer dentro de mim, eu pensava por favor que prazer, que safado, como ele me come, e D. continuava falando coisas incríveis que só me deixavam mais e mais excitada: "você é melhor que uma buceta", "te como do jeito que quero, vou encher teu cu de porra como enchi tua boca", e mais mil coisas. Quando ele não aguentou mais, na metida mais profunda, parando por um instante o movimento de entra e sai, com o pau enfiado até o fundo no meu cu virgem, D. explodiu, jorrou um gozo bem dentro do meu cu, senti a porra inundar de novo como antes na boca, mas dessa vez inundando meu cu, um gozo que parecia ainda mais quente que o pau dele, e sentir o gozo dele acelerou o orgasmo que a mão dele me deu batendo uma, enchendo a mão dele de porra que eu jorrei, e D. levou rápido à boca para beber da própria mão, enquanto com a outra me segurava dando os últimos solavancos do orgasmo dele, agitando o pau ainda dentro do meu cu. Era incrível: ele gozava dentro do meu cu e tomava meu gozo ao mesmo tempo; gozamos quase juntos. Mais tarde D. me disse que isso deu ainda mais prazer ao orgasmo dele, já que enquanto eu gozava na mão dele, meu cu fazia contrações automáticas e rítmicas (isso sempre acontece, prestem atenção quando gozarem e vão ver como a gozada vem sempre acompanhada de... contrações anais) que espremiam com força o pau dele enquanto ele gozava também. Eu, exausto, caí no sofá, rendido, e D. por cima de mim, ainda com o pau dentro, e ficamos assim uns minutos, um em cima do outro, até que ele finalmente tirou, mole e já no tamanho normal, deixando meu cu meio ardendo e lambuzado de porra por fora.
Depois me vesti, ele se vestiu, e antes que eu fosse embora ele disse: — Não sei o que você pensa, mas prefiro que isso fique por aqui, que a amizade não se perca… — E eu falei: — E você não quer que se repita nunca mais? — Ele me olhou, ficou pensando, e disse: — Agora não sei, mas acho que não vou aguentar a vontade de repetir… da próxima vez é você que me come, eu prometo…
O fato é que já faz uma semana e ainda não saí do meu espanto, quando penso que chupei o pau do meu melhor amigo, e não só isso, mas ele chupou o meu extraordinariamente melhor do que as mulheres que até hoje me mamaram, e depois me comeu tão bem que me fez gozar como nunca imaginei, e agora não vejo a hora de nos encontrarmos de novo, porque quero comer ele também, fantasio muito com isso desde que ficamos juntos, e quero repetir tudo o que fizemos; acho que isso vai continuar como uma nova fase da nossa amizade. O que acontecer, contarei em outra oportunidade. Quem quiser compartilhar comigo seus relatos de experiências parecidas, e depois trocarmos e-mails, por favor, me escrevam e deixem pontos...
Temos a mesma idade, atualmente 48, nos conhecemos desde a infância, e ele também sempre foi hétero como eu. Sempre achei que falar desses assuntos com ele, da possibilidade de um encontro entre homens, o teria repugnado e significaria o fim da nossa amizade. Por isso, semana passada, com minha tesão acumulada por anos no máximo, decidi me jogar de vez. Minha meta era concretar a fantasia mais sonhada: chupar a pica dele. Nunca tive desejos sexuais por um homem, por outro homem, mas fantasiava há anos com a pica dele, sem nunca ter visto ela, e meu maior desejo era chupar e chupar, sentir ela na minha boca, até dar pro meu amigo o melhor dos presentes: um orgasmo na minha boca engolindo toda a porra dele. Eu ficava intrigado em saber como seria a pica dele, que tamanho teria, como seria um orgasmo dele, e que gosto teria o sêmen dele. De qualquer forma, essas fantasias nunca realizadas jamais fizeram meu desejo por sexo feminino diminuir, mas sim conviveram com minha condição de hétero até agora.
Fui na casa dele como de costume, a poucos minutos de ônibus da minha, já que Montevidéu é uma cidade relativamente pequena e tudo fica bem perto. A gente se cumprimentou, ele estava sozinho, e me convidou pra tomar um refri na sala. Eu, que vinha muito tarado por ter ficado navegando em casa por uns sites com fotos de boquetes entre homens pra me dar coragem, fui direto: fechei os olhos, e esperando um empurrão como resposta, agarrei o volume que a pica e os ovos dele formavam debaixo do short que ele vestia. Quando olhei pro D. (falo só a inicial pra evitar detalhes), notei com grande surpresa que ele não me rejeitava: ele estava surpreso, sem saber o que fazer, sem entender se era mais uma brincadeira ou o que realmente era. Evidentemente, ele nunca teria esperado.
O volume dele era firme, sentir o calor da pica dele, que em estado de mole era através da calça mais ou menos do tamanho de uma linguiça (sim, falei certo, grande como uma linguiça) me excitou ao máximo e senti aquele tremor que se sente quando não se consegue acreditar no que está vivendo, era assim que eu me sentia. Ele me disse:
– O que é que eu tenho que fazer? Não entendo o que você tá fazendo… – E sem dar tempo pra ele pensar, respondi: – Só faz o que você tiver vontade… – Sem esperar, tirei do short dele toda aquela pica divina que já, ao contato com minha mão, começava a endurecer. Era a pica que eu imaginava desde os meus 14 anos, e tava ali na minha frente, só pra mim! D. ficou vermelho ao ver a ereção dele, não sabia o que fazer, acho que ele achava que a pica dele não subia se um homem tocasse, então aproveitei pra tomar o controle da situação: empurrei ele devagar e com cuidado pra sentar no sofá, sem nunca soltar a pica dele, que segurei como um troféu; ele sentou de pernas abertas, atônito; abaixei o short dele e depois a cueca preta, me coloquei entre as pernas dele, de joelhos, e meti na minha boca. Aquilo foi divino: mal cabia, era quente, cabeçuda, cheia de veias grossas; a pica dele pulsava na minha boca, passei a língua pelo tronco, pelo sulco entre a cabeça e o tronco (que é onde mais excita), e aí sim, comecei a chupar com força, fazendo vácuo na boca, e isso deixou ele louco, a cabeça inchava a cada sugada. Minha boca tava cheia de uma pica...!!! parecia algo irreal, sentia como se não fosse real... e ao mesmo tempo, era tão real, tão quente na minha boca, tão gostoso... que me sentia cheio de prazer e ao mesmo tempo meio culpado, meio baixo, totalmente puta pelo que tava fazendo. Mas era tanto prazer naquilo, que logo afastei esses pensamentos, pensando que ninguém ia saber, e que, ficando entre nós dois, minha vida ia continuar tão hétero como até agora...
A pica dele era tão comprida que mal inclinava a cabeça e já batia na minha garganta, mas eu continuei, encantado. Nessa altura, D. já tava extasiado, perdeu o controle, me segurou pela nuca com as duas mãos e começou a bombar, mexendo a pélvis, como se tivesse comendo; isso me deixou doida, tirei a pica dele da boca e falei:
-Por favor, fala qualquer putaria que vier na cabeça, me trata como sua putinha, por favor…
Isso deixou ele louco e ele começou a falar as frases que mais me excitaram na vida: "você é minha putinha", ele dizia enquanto bombava e eu chupava, e o tronco entrava e saía da minha boca bem lubrificado pela minha saliva; engole todo meu leite", "chupa bem minha pica, sua putinha" e o que mais me excitou: "tô te comendo pela boca, vagabunda", "sua boca foi melhor que uma buceta, vou encher ela de leite", tudo isso me deixou louco de tesão e eu já queria qualquer coisa. Me senti completamente submissa, embora eu controlasse a situação porque mantinha o ritmo das minhas chupadas pra dar o máximo de prazer pra ele, ao mesmo tempo me sentia realmente comida pela boca, era ele quem tava me comendo e usando minha boquinha chupadora pra ter um orgasmo sublime, que vinha e vinha sem parar...
Minha pica ficou dura pra caralho, e o que mais me surpreendeu: senti meu cu como nunca, meu ânus tava excitado e pulsando, contraindo e relaxando em sincronia com cada bombada da pica do D. na minha boca. De repente ele começou a gemer, aquilo parecia não ter fim. Eu tava no paraíso, então vendo que o orgasmo dele tava chegando, comecei a chupar mais e mais rápido, e no gemido mais forte do meu amigo, de repente saiu da pica dele um jato de leite com uma força incrível que encheu minha boca com aquele gosto entre doce e azedo que eu amei: o leite escorria pelos meus lábios e eu continuava chupando e engolindo, encantado. Era muito mais gostoso que o meu, no meu gosto... Quando terminei de limpar ele, e o gosto de leite ainda inundava minha boca, D. disse: "agora é sua vez", e pra minha surpresa (já que pensei que ele só fosse ativo e que tudo acabaria ali), ele desceu do sofá, se colocou entre minhas pernas e, pra minha surpresa, já que não esperava, começou a me chupar... pra vocês verem, uma fotinha da minha pica....

Parece que aquilo excitou D. ainda mais, e além disso, ele se recuperou do orgasmo rápido o bastante pra passar pelo período refratário, então o pau dele já estava duro de novo. Eu pensei que tudo tinha acabado, estava feliz, satisfeito pela minha fantasia realizada, por ver que não fui rejeitado, que com certeza nossa amizade sobreviveria a tudo aquilo e continuaria sem problemas, e principalmente, estava satisfeito também pelo orgasmo que tinha dado ao meu amigo de alma e de toda a vida. Mas eu estava enganado: nem tudo tinha acabado ali, D. tinha fôlego pra mais... e o que veio depois foi uma surpresa que eu não tinha ido buscar nem nunca tinha sonhado.
Só a ideia de ser comido, antes de tudo isso, me causava repulsa e me fazia sentir totalmente submisso e gay, coisa que não sentia se imaginava chupando um pau, sei lá por quê. Além disso, não entendia o que poderia ter de prazeroso numa coisa que parecia tão dolorosa. Mas D., como já falei, ainda tava com vontade de continuar, e dava pra ver que minha chupada tinha sido tão foda que, enquanto a gente se beijava (naquele beijo final de troca de leite), percebi que o pau dele tinha endurecido de novo. Ele falou suave, mas ao mesmo tempo firme, como se quisesse recuperar a masculinidade que supostamente perdeu por ter chupado minha rola: "por favor, fica de quatro, me deixa fazer isso que você não vai se arrepender... vou te dar algo mais..." disse, pegando no pau dele e batendo uma leve com a mão pra manter e reforçar a ereção. Eu, todo excitado, com o cu ainda molhado, pulsando, aceitei, pensando: "não acredito que isso tá acontecendo, vou deixar comer e não me sinto culpado", e me deixei levar pela excitação; fiquei de quatro como ele mandou, arqueando minhas costas o máximo que dava e apoiando meu rosto e cotovelos no sofá, pra oferecer meu cu mais aberto e facilitar o serviço dele... já que sentia que a comida era inevitável, tinha que facilitar e tentar gozar... D. me segurou firme com as duas mãos na cintura, ele tava de pé bem do lado do braço do sofá, e eu de quatro com os joelhos no braço do sofá e minha cabeça mais baixa, na altura do assento, então meu cu ficava bem pra cima e totalmente exposto. Ele encostou o pau na entrada do meu cu virgem, e sem avisar, lubrificando com um pouco de saliva, enfiou tudo de uma vez só até o fundo... Aqui vão umas fotos da minha bunda numa posição parecida com a daquele dia, pra vocês imaginarem melhor...

Senti que eu me partia ao meio, minha bunda doía e ardia com aquela pica tão grossa, sentia que chegava no fundo, e confirmei algo que uma vez li numa página da internet:Nada faz um homem se sentir tão submisso e dominado quanto ter uma pica enfiada no cu.D. bombava com uma vontade, com uma maestria e um ritmo, que rapidamente a dor sumiu, eu relaxei e comecei a gozar. Minha rola ficou dura enquanto ele me comia, então uma mão de D. soltou meu quadril e foi pegar meu pau e bater uma enquanto me macetava, dizendo: "não pense que porque eu te como não fiquei fascinado com a rola que você tem... adoro ter ela na mão enquanto te como..." Ao sentir prazer no meu pau, meu cu relaxava mais, o pau dele entrava mais fundo e melhor, e D. gozava mais a cada movimento e me comia melhor: éramos a combinação perfeita... Entrava como um ferro no meu cu, eu sentia ele se mexer dentro de mim, eu pensava por favor que prazer, que safado, como ele me come, e D. continuava falando coisas incríveis que só me deixavam mais e mais excitada: "você é melhor que uma buceta", "te como do jeito que quero, vou encher teu cu de porra como enchi tua boca", e mais mil coisas. Quando ele não aguentou mais, na metida mais profunda, parando por um instante o movimento de entra e sai, com o pau enfiado até o fundo no meu cu virgem, D. explodiu, jorrou um gozo bem dentro do meu cu, senti a porra inundar de novo como antes na boca, mas dessa vez inundando meu cu, um gozo que parecia ainda mais quente que o pau dele, e sentir o gozo dele acelerou o orgasmo que a mão dele me deu batendo uma, enchendo a mão dele de porra que eu jorrei, e D. levou rápido à boca para beber da própria mão, enquanto com a outra me segurava dando os últimos solavancos do orgasmo dele, agitando o pau ainda dentro do meu cu. Era incrível: ele gozava dentro do meu cu e tomava meu gozo ao mesmo tempo; gozamos quase juntos. Mais tarde D. me disse que isso deu ainda mais prazer ao orgasmo dele, já que enquanto eu gozava na mão dele, meu cu fazia contrações automáticas e rítmicas (isso sempre acontece, prestem atenção quando gozarem e vão ver como a gozada vem sempre acompanhada de... contrações anais) que espremiam com força o pau dele enquanto ele gozava também. Eu, exausto, caí no sofá, rendido, e D. por cima de mim, ainda com o pau dentro, e ficamos assim uns minutos, um em cima do outro, até que ele finalmente tirou, mole e já no tamanho normal, deixando meu cu meio ardendo e lambuzado de porra por fora.Depois me vesti, ele se vestiu, e antes que eu fosse embora ele disse: — Não sei o que você pensa, mas prefiro que isso fique por aqui, que a amizade não se perca… — E eu falei: — E você não quer que se repita nunca mais? — Ele me olhou, ficou pensando, e disse: — Agora não sei, mas acho que não vou aguentar a vontade de repetir… da próxima vez é você que me come, eu prometo…
O fato é que já faz uma semana e ainda não saí do meu espanto, quando penso que chupei o pau do meu melhor amigo, e não só isso, mas ele chupou o meu extraordinariamente melhor do que as mulheres que até hoje me mamaram, e depois me comeu tão bem que me fez gozar como nunca imaginei, e agora não vejo a hora de nos encontrarmos de novo, porque quero comer ele também, fantasio muito com isso desde que ficamos juntos, e quero repetir tudo o que fizemos; acho que isso vai continuar como uma nova fase da nossa amizade. O que acontecer, contarei em outra oportunidade. Quem quiser compartilhar comigo seus relatos de experiências parecidas, e depois trocarmos e-mails, por favor, me escrevam e deixem pontos...
14 comentários - Sou hétero... mas deixei meu melhor amigo me comer
van p
La vida es una sola y hay que vivirla y gozarla.
Felicidades
🙂