A rua é minha nova casa e meu primeiro amante.Oi, meu nome é Lucas. Isso aconteceu comigo quando eu tinha 12 anos.
Lá por 2001, eu tinha 10 anos. Não era muito alto pra minha idade, cabelo curto, pele morena por parte da minha mãe e olhos verdes por parte do meu pai. Pratiquei esporte desde muito novo, fiz natação e futebol, tinha um corpo atlético. Naquela época, morava com minha mãe e meu padrasto em Buenos Aires, Capital Federal. Meu pai biológico tinha deixado uma grana boa quando morreu, mas minha mãe casou com Javier — é assim que meu padrasto se chama — quando eu tinha 8 anos. Ele era um cara cheio de vícios, negócios sujos, trambiques e outras coisas. Era agressivo e mal-educado. Com o tempo e a crise daquela época, fomos perdendo tudo.Eu quando tinha 13 (deixo links, não consigo subir as fotos): https://78.media.tumblr.com/a3f2a171a33d699e189e5f4f2585fbd5/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o4_1280.jpg
https://78.media.tumblr.com/ad754bcbfba2cdc950a88ac3875f5241/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o1_640.jpg
https://78.media.tumblr.com/ca92ca0be380e2d491edaa1a98b8b2a3/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o2_1280.jpg
https://78.media.tumblr.com/c517ea9fe2b002f7b544474e9ff515c4/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o3_640.jpgJavier tinha 35 anos, media uns 185 cm, branco, loiro, com um visual rústico. Nunca me comeu, mas me tocava, em algumas ocasiões quando ele se embriagava em casa, ficava todo carente comigo e agia como "bom pai", mas com outras intenções. Me fazia sentar em cima dele e falava bem comigo, mas quando ninguém via, encostava o pau dele duro por cima da roupa. Eu sentava bem no meio das pernas dele e esfregava minha bunda no pau dele. Se eu tava de shorts, que era na maioria das vezes porque voltava do clube com short de futebol, ele metia a mão por baixo e acariciava minhas pernas, passava a mão em todas as pernas sem tocar no meu pau, mas os dedos dele chegavam até minha bunda e ali ele brincava um pouco. Os abusos dele não passavam disso e às vezes ele me dava dinheiro, acho que pra comprar meu silêncio. Às vezes eu me sentia excitado, só por sentir o roçar de um corpo no meu, e outras vezes me sentia mal porque odiava ele. Quando fiz 11 anos, subi de divisão no clube de futebol e comecei a me interessar por garotas da minha idade. A brincadeira que eu tinha com meu padrasto deixou de me agradar e eu me recusava a sentar em cima dele, foi aí que começaram os tapas e os maus-tratos. Foi um ano inteiro de assédio, ele me espiava quando eu tomava banho, minha bunda enlouquecia ele. Uma vez estávamos sozinhos em casa e ele entrou no banheiro pra mijar enquanto eu tomava banho, abriu a cortina e ficou me olhando. Eu fiquei de costas debaixo do chuveiro, sem fazer muito, esperando que ele não me batesse nem ficasse violento. Ele se aproximou e beijou minhas nádegas, abriu elas e enfiou a língua. Naquele momento eu não gostava, mas deixei por um tempo. Quando fiquei desconfortável, mandei ele ir embora. Ele me agarrou pela cintura enquanto se masturbava e mordia minhas nádegas, dizendo "cala a boca, viado". Tentei me soltar e ele mordeu forte uma nádega. Gritei de dor e ouvi a respiração dele acelerar e ele gozar. Ele levantou as calças e me deu um tapa na cabeça. Na banheira, dava pra ver um jato de sangue, ele tinha apertado tão forte com os dentes... dentes que me machucou.
Minha mãe não ajudava muito na situação, toda vez que eu contava que ele me batia, ela ficava do lado dele.
Por volta de 2003, quando eu tinha 12 anos, de vez em quando eu fugia de casa quando as coisas ficavam muito tensas. Javier tinha tretas com a polícia, com algumas favelas, e cada vez a situação piorava mais. Uma noite de junho daquele mesmo ano, por uma jogada errada do Javier, a polícia chegou com um mandado de busca, entraram na porrada derrubando a porta. Em casa tinha muita gente e rolou uma confusão de gritos, empurrões e gente correndo pra todo lado. Aproveitei a situação e fugi com a roupa do corpo. Não tinha pra onde ir e eram duas da manhã. Como a gente morava perto do Congresso, caminhei tranquilo umas quadras até chegar num cyber. Tinha um dinheiro no bolso e fiquei numa cabine dormindo. De manhã fui em casa, tava tudo isolado com fita da polícia. Decidi passar o dia em outro lugar. Caminhei até chegar em Once, um bairro comercial e cheio de marginalidade no centro de Buenos Aires, naquela época com mais moradores de rua e famílias vivendo na rua nos arredores do bairro. Quando a noite chegou, tava na praça sozinho, sem saber pra onde ir e sem grana. Era pleno inverno e eu tava quase sem agasalho, sem saber o que fazer. Desabei a chorar sentado num banco um tempo até que um senhor se aproximou. Walter se chamava, corpo robusto, barba, barrigudo e muito alto, umas luvas pretas e um casaco comprido. Ele me perguntou o que tinha acontecido, se eu tava sozinho e por que tava chorando. Contei mais ou menos minha situação e falei que não podia voltar pra casa. Ele me ofereceu dormir na casa dele naquela noite e no dia seguinte a gente ia ver como minha mãe tava e onde. Disse que não morava muito longe da praça, então fui com ele. Morava na esquina da estação de trem, num cantinho perto dos trilhos. Ele afastou uns pedaços grandes de papelão e falou: "É aqui, isso aqui é minha casa e, se quiser, pode ficar pra dormir pelo menos hoje. É o que Que eu tenho. Hesitei, mas não tinha outra opção, ele me ofereceu um pouco de comida que guardava numa sacola e depois eu deitei num colchão velho que ele tinha e me cobri com uns cobertores, ele deitou do lado e se cobriu com a mesma coisa, então naquela noite dormimos juntos. Tava meio assustado com o que podia me acontecer, entendia o que Javier tinha feito comigo e tinha medo daquilo. No meio da noite, Walter me abraçou por trás e chegou bem perto, encostou o pau dele duro na minha bunda por cima da roupa e ficou um tempão assim, respirando no meu pescoço. Adormeci sem querer pensar naquilo. Naquela idade e por causa dos esportes que praticava, eu tinha umas pernas muito boas, era magro e definido, com uma bunda gostosa e um rosto bonito, a tentação de muitos homens, entendi depois.
Naquela noite não rolou mais nada, pelo menos foi o que percebi quando acordei. Fomos em casa pra ver se já tinham voltado, mas tava tudo igual. Walter foi até a casa de uma vizinha e me mandou me esconder, perguntou o que tinha acontecido na casa ao lado, que ele era amigo da família. Minha vizinha disse que os dois foram presos por tráfico de drogas, que ela não achava que iam voltar e que tinham um filho que desapareceu naquela noite, que esperava que ele estivesse bem e ficasse longe, que qualquer coisa era melhor do que ser levado pra um reformatório ou pior, que a gente com quem Javier tinha problemas se vingasse em mim.
Aqui começa uma parte da minha vida que nunca vou esquecer, nunca pensei que algo assim pudesse acontecer com um garoto da minha idade, forte e às vezes bonito, experiências sexuais muito cedo.
Fiquei com Walter por uns meses, nos primeiros dias não saía muito da casa dele, aos poucos fui ajudando ele a catar papelão e trabalhávamos juntos. Comecei a conhecer os caras que moravam na estação, aprendi a roubar e a me virar na Once como se o bairro inteiro fosse minha casa. Não tinha notícias da minha família e não precisava delas. Walter era um homem sozinho, tinha 45 anos e era viúvo, me tratava muito bem e me mimava no que podia. podia. Nos primeiros meses ele não fez nada. A gente continuava dormindo junto porque não tinha outro lugar. Quando ficamos mais íntimos, como uma "brincadeira", ele me agarrava as nádegas ou falava umas coisas.
Uma noite eu tava deitado e ele chegou bêbado, chegou muito chapado, mas não liguei e tentei dormir, era normal ele chegar assim, mas geralmente se jogava vestido e roncava sem incomodar. Essa noite ele entrou murmurando coisas que não dava pra entender, deitou do meu lado e se cobriu, eu tava de lado, de costas pra ele, sentia um cheiro forte de vinho e cigarro. Ele começou a xingar sem articular direito, de tão bêbado que tava, dava pra ver que tava puto. Ouvi ele desafivelar o cinto e começar a se masturbar, respirando pesado. Eu tava de costas, então foi fácil pra ele baixar minha calça de moletom e me tocar a bunda com uma mão enquanto com a outra se batia. As mãos dele eram muito calejadas e ásperas, dedos longos e grossos. Ele cuspiu num dedo e enfiou no meio da minha bunda, tocou meu buraquinho e começou a esfregar, a única coisa que eu ouvia era "uh que gostoso". A mão dele era tão grande que com um dedo ele massageava meu furinho e com os outros me agarrava as nádegas. Eu tava excitado, mas ao mesmo tempo o cheiro de álcool era desagradável. Ele tirou a mão e baixou minha calça toda, baixou a dele e encostou o pau no meio da minha bunda. Eu continuei sem me mexer, fingindo que tava dormindo, olhando pra parede (de chapa e papelão). Ele se esfregou um tempo, respirando no meu ouvido, sentia a barba dele roçando meu pescoço todo e parte do rosto, e da boca dele saía um bafo forte de vinho. Quando percebeu que eu tava acordado, perguntou bem baixinho "cê tá gostando?". Não tentou meter, só ficou se esfregando assim e cuspindo de vez em quando. Me abraçou bem forte por trás e, como se fosse um cachorro no cio, começou a se mexer rápido, e continuava perguntando "cê tá gostando?". Eu tava muito excitado, com o pau duro, respondi, falei "sim" bem baixinho. Ele parou um segundo e me virou. Ele me olhou e viu na minha cara que eu tava tão excitado quanto ele, me deu um beijo sem pensar duas vezes, forte, mordeu meus lábios e abriu minha boca com a dele, enfiando a língua de um jeito bestial. Reagi e respondi o beijo, me movendo igual a ele, muito desesperado e tarado. O Walter tirou toda a minha roupa e também ficou completamente nu, ele era cheio de pelos pelo corpo todo e com alguns fios brancos. Me beijou de novo e tava totalmente fora de si, se esfregava no meu corpo, me apertava a bunda com as duas mãos, cuspiu no dedo e tentou enfiar em mim, mas não conseguia, doía pra caralho. Passou a língua no meu rosto inteiro, mordeu meu pescoço e chupou, deixou tudo cheio de marcas. Me beijou e chupou meus mamilos até descer pro meu pau e me fez o primeiro boquete da minha vida. Eu tava totalmente extasiado, flutuando de tesão, gozei na boca dele. Vi a barba dele cheia de porra e ele me deu um beijo com tudo aquilo. Eu continuava igualmente excitado. Ele me virou e ficou atrás de mim, tipo colherinha, enfiando o pau dele entre minhas pernas e se movendo forte. Me segurou pela cintura, tocando meus abdominais, dizendo que eu tinha um corpo muito gostoso. Com uma mão me segurou pela cintura e com a outra tapou minha boca, colou o corpo dele no meu e assim gozou. Senti como se ele fosse me dar alguma coisa, grudou a barriga grande, peluda e suada nas minhas costas, me deu várias estocadas como se tivesse me comendo, gritou alto e encheu minhas pernas de porra, literalmente, senti tudo molhado quase até os pés. Molhou um dos dedos com porra e enfiou no meu buraco, tentou colocar toda a goza que meu cu podia aguentar naquela hora. A gente se limpou e naquela mesma noite dormi em cima do peito peludo do Walter, com a mão dele numa das minhas nádegas, apoiando uma das minhas pernas em cima da dele. Ele beijava minha cabeça e dizia que foi muito lindo, que eu era muito lindo e que queria que eu ficasse com ele.
Durante um ou dois meses a gente continuou fazendo nossas coisas, trabalhávamos juntos e transávamos. Mas isso não acabava por aí, eu não sabia que ser bonito e ter um corpo atlético ia me trazer problemas e, ao mesmo tempo, ia me abrir portas e oportunidades muito boas. Que eu podia vender meu corpo ou que podiam abusar de mim. Once não era só um lugar perigoso, escondia um mundinho de perversões sexuais e droga.
Segunda parte:http://m.poringa.net/posts/gay/3220184/Experiencias-en-la-calle---2da-parte-relato-gay.html
Lá por 2001, eu tinha 10 anos. Não era muito alto pra minha idade, cabelo curto, pele morena por parte da minha mãe e olhos verdes por parte do meu pai. Pratiquei esporte desde muito novo, fiz natação e futebol, tinha um corpo atlético. Naquela época, morava com minha mãe e meu padrasto em Buenos Aires, Capital Federal. Meu pai biológico tinha deixado uma grana boa quando morreu, mas minha mãe casou com Javier — é assim que meu padrasto se chama — quando eu tinha 8 anos. Ele era um cara cheio de vícios, negócios sujos, trambiques e outras coisas. Era agressivo e mal-educado. Com o tempo e a crise daquela época, fomos perdendo tudo.Eu quando tinha 13 (deixo links, não consigo subir as fotos): https://78.media.tumblr.com/a3f2a171a33d699e189e5f4f2585fbd5/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o4_1280.jpg
https://78.media.tumblr.com/ad754bcbfba2cdc950a88ac3875f5241/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o1_640.jpg
https://78.media.tumblr.com/ca92ca0be380e2d491edaa1a98b8b2a3/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o2_1280.jpg
https://78.media.tumblr.com/c517ea9fe2b002f7b544474e9ff515c4/tumblr_pc8zu3mNTP1s5fjp3o3_640.jpgJavier tinha 35 anos, media uns 185 cm, branco, loiro, com um visual rústico. Nunca me comeu, mas me tocava, em algumas ocasiões quando ele se embriagava em casa, ficava todo carente comigo e agia como "bom pai", mas com outras intenções. Me fazia sentar em cima dele e falava bem comigo, mas quando ninguém via, encostava o pau dele duro por cima da roupa. Eu sentava bem no meio das pernas dele e esfregava minha bunda no pau dele. Se eu tava de shorts, que era na maioria das vezes porque voltava do clube com short de futebol, ele metia a mão por baixo e acariciava minhas pernas, passava a mão em todas as pernas sem tocar no meu pau, mas os dedos dele chegavam até minha bunda e ali ele brincava um pouco. Os abusos dele não passavam disso e às vezes ele me dava dinheiro, acho que pra comprar meu silêncio. Às vezes eu me sentia excitado, só por sentir o roçar de um corpo no meu, e outras vezes me sentia mal porque odiava ele. Quando fiz 11 anos, subi de divisão no clube de futebol e comecei a me interessar por garotas da minha idade. A brincadeira que eu tinha com meu padrasto deixou de me agradar e eu me recusava a sentar em cima dele, foi aí que começaram os tapas e os maus-tratos. Foi um ano inteiro de assédio, ele me espiava quando eu tomava banho, minha bunda enlouquecia ele. Uma vez estávamos sozinhos em casa e ele entrou no banheiro pra mijar enquanto eu tomava banho, abriu a cortina e ficou me olhando. Eu fiquei de costas debaixo do chuveiro, sem fazer muito, esperando que ele não me batesse nem ficasse violento. Ele se aproximou e beijou minhas nádegas, abriu elas e enfiou a língua. Naquele momento eu não gostava, mas deixei por um tempo. Quando fiquei desconfortável, mandei ele ir embora. Ele me agarrou pela cintura enquanto se masturbava e mordia minhas nádegas, dizendo "cala a boca, viado". Tentei me soltar e ele mordeu forte uma nádega. Gritei de dor e ouvi a respiração dele acelerar e ele gozar. Ele levantou as calças e me deu um tapa na cabeça. Na banheira, dava pra ver um jato de sangue, ele tinha apertado tão forte com os dentes... dentes que me machucou.
Minha mãe não ajudava muito na situação, toda vez que eu contava que ele me batia, ela ficava do lado dele.
Por volta de 2003, quando eu tinha 12 anos, de vez em quando eu fugia de casa quando as coisas ficavam muito tensas. Javier tinha tretas com a polícia, com algumas favelas, e cada vez a situação piorava mais. Uma noite de junho daquele mesmo ano, por uma jogada errada do Javier, a polícia chegou com um mandado de busca, entraram na porrada derrubando a porta. Em casa tinha muita gente e rolou uma confusão de gritos, empurrões e gente correndo pra todo lado. Aproveitei a situação e fugi com a roupa do corpo. Não tinha pra onde ir e eram duas da manhã. Como a gente morava perto do Congresso, caminhei tranquilo umas quadras até chegar num cyber. Tinha um dinheiro no bolso e fiquei numa cabine dormindo. De manhã fui em casa, tava tudo isolado com fita da polícia. Decidi passar o dia em outro lugar. Caminhei até chegar em Once, um bairro comercial e cheio de marginalidade no centro de Buenos Aires, naquela época com mais moradores de rua e famílias vivendo na rua nos arredores do bairro. Quando a noite chegou, tava na praça sozinho, sem saber pra onde ir e sem grana. Era pleno inverno e eu tava quase sem agasalho, sem saber o que fazer. Desabei a chorar sentado num banco um tempo até que um senhor se aproximou. Walter se chamava, corpo robusto, barba, barrigudo e muito alto, umas luvas pretas e um casaco comprido. Ele me perguntou o que tinha acontecido, se eu tava sozinho e por que tava chorando. Contei mais ou menos minha situação e falei que não podia voltar pra casa. Ele me ofereceu dormir na casa dele naquela noite e no dia seguinte a gente ia ver como minha mãe tava e onde. Disse que não morava muito longe da praça, então fui com ele. Morava na esquina da estação de trem, num cantinho perto dos trilhos. Ele afastou uns pedaços grandes de papelão e falou: "É aqui, isso aqui é minha casa e, se quiser, pode ficar pra dormir pelo menos hoje. É o que Que eu tenho. Hesitei, mas não tinha outra opção, ele me ofereceu um pouco de comida que guardava numa sacola e depois eu deitei num colchão velho que ele tinha e me cobri com uns cobertores, ele deitou do lado e se cobriu com a mesma coisa, então naquela noite dormimos juntos. Tava meio assustado com o que podia me acontecer, entendia o que Javier tinha feito comigo e tinha medo daquilo. No meio da noite, Walter me abraçou por trás e chegou bem perto, encostou o pau dele duro na minha bunda por cima da roupa e ficou um tempão assim, respirando no meu pescoço. Adormeci sem querer pensar naquilo. Naquela idade e por causa dos esportes que praticava, eu tinha umas pernas muito boas, era magro e definido, com uma bunda gostosa e um rosto bonito, a tentação de muitos homens, entendi depois.
Naquela noite não rolou mais nada, pelo menos foi o que percebi quando acordei. Fomos em casa pra ver se já tinham voltado, mas tava tudo igual. Walter foi até a casa de uma vizinha e me mandou me esconder, perguntou o que tinha acontecido na casa ao lado, que ele era amigo da família. Minha vizinha disse que os dois foram presos por tráfico de drogas, que ela não achava que iam voltar e que tinham um filho que desapareceu naquela noite, que esperava que ele estivesse bem e ficasse longe, que qualquer coisa era melhor do que ser levado pra um reformatório ou pior, que a gente com quem Javier tinha problemas se vingasse em mim.
Aqui começa uma parte da minha vida que nunca vou esquecer, nunca pensei que algo assim pudesse acontecer com um garoto da minha idade, forte e às vezes bonito, experiências sexuais muito cedo.
Fiquei com Walter por uns meses, nos primeiros dias não saía muito da casa dele, aos poucos fui ajudando ele a catar papelão e trabalhávamos juntos. Comecei a conhecer os caras que moravam na estação, aprendi a roubar e a me virar na Once como se o bairro inteiro fosse minha casa. Não tinha notícias da minha família e não precisava delas. Walter era um homem sozinho, tinha 45 anos e era viúvo, me tratava muito bem e me mimava no que podia. podia. Nos primeiros meses ele não fez nada. A gente continuava dormindo junto porque não tinha outro lugar. Quando ficamos mais íntimos, como uma "brincadeira", ele me agarrava as nádegas ou falava umas coisas.
Uma noite eu tava deitado e ele chegou bêbado, chegou muito chapado, mas não liguei e tentei dormir, era normal ele chegar assim, mas geralmente se jogava vestido e roncava sem incomodar. Essa noite ele entrou murmurando coisas que não dava pra entender, deitou do meu lado e se cobriu, eu tava de lado, de costas pra ele, sentia um cheiro forte de vinho e cigarro. Ele começou a xingar sem articular direito, de tão bêbado que tava, dava pra ver que tava puto. Ouvi ele desafivelar o cinto e começar a se masturbar, respirando pesado. Eu tava de costas, então foi fácil pra ele baixar minha calça de moletom e me tocar a bunda com uma mão enquanto com a outra se batia. As mãos dele eram muito calejadas e ásperas, dedos longos e grossos. Ele cuspiu num dedo e enfiou no meio da minha bunda, tocou meu buraquinho e começou a esfregar, a única coisa que eu ouvia era "uh que gostoso". A mão dele era tão grande que com um dedo ele massageava meu furinho e com os outros me agarrava as nádegas. Eu tava excitado, mas ao mesmo tempo o cheiro de álcool era desagradável. Ele tirou a mão e baixou minha calça toda, baixou a dele e encostou o pau no meio da minha bunda. Eu continuei sem me mexer, fingindo que tava dormindo, olhando pra parede (de chapa e papelão). Ele se esfregou um tempo, respirando no meu ouvido, sentia a barba dele roçando meu pescoço todo e parte do rosto, e da boca dele saía um bafo forte de vinho. Quando percebeu que eu tava acordado, perguntou bem baixinho "cê tá gostando?". Não tentou meter, só ficou se esfregando assim e cuspindo de vez em quando. Me abraçou bem forte por trás e, como se fosse um cachorro no cio, começou a se mexer rápido, e continuava perguntando "cê tá gostando?". Eu tava muito excitado, com o pau duro, respondi, falei "sim" bem baixinho. Ele parou um segundo e me virou. Ele me olhou e viu na minha cara que eu tava tão excitado quanto ele, me deu um beijo sem pensar duas vezes, forte, mordeu meus lábios e abriu minha boca com a dele, enfiando a língua de um jeito bestial. Reagi e respondi o beijo, me movendo igual a ele, muito desesperado e tarado. O Walter tirou toda a minha roupa e também ficou completamente nu, ele era cheio de pelos pelo corpo todo e com alguns fios brancos. Me beijou de novo e tava totalmente fora de si, se esfregava no meu corpo, me apertava a bunda com as duas mãos, cuspiu no dedo e tentou enfiar em mim, mas não conseguia, doía pra caralho. Passou a língua no meu rosto inteiro, mordeu meu pescoço e chupou, deixou tudo cheio de marcas. Me beijou e chupou meus mamilos até descer pro meu pau e me fez o primeiro boquete da minha vida. Eu tava totalmente extasiado, flutuando de tesão, gozei na boca dele. Vi a barba dele cheia de porra e ele me deu um beijo com tudo aquilo. Eu continuava igualmente excitado. Ele me virou e ficou atrás de mim, tipo colherinha, enfiando o pau dele entre minhas pernas e se movendo forte. Me segurou pela cintura, tocando meus abdominais, dizendo que eu tinha um corpo muito gostoso. Com uma mão me segurou pela cintura e com a outra tapou minha boca, colou o corpo dele no meu e assim gozou. Senti como se ele fosse me dar alguma coisa, grudou a barriga grande, peluda e suada nas minhas costas, me deu várias estocadas como se tivesse me comendo, gritou alto e encheu minhas pernas de porra, literalmente, senti tudo molhado quase até os pés. Molhou um dos dedos com porra e enfiou no meu buraco, tentou colocar toda a goza que meu cu podia aguentar naquela hora. A gente se limpou e naquela mesma noite dormi em cima do peito peludo do Walter, com a mão dele numa das minhas nádegas, apoiando uma das minhas pernas em cima da dele. Ele beijava minha cabeça e dizia que foi muito lindo, que eu era muito lindo e que queria que eu ficasse com ele.
Durante um ou dois meses a gente continuou fazendo nossas coisas, trabalhávamos juntos e transávamos. Mas isso não acabava por aí, eu não sabia que ser bonito e ter um corpo atlético ia me trazer problemas e, ao mesmo tempo, ia me abrir portas e oportunidades muito boas. Que eu podia vender meu corpo ou que podiam abusar de mim. Once não era só um lugar perigoso, escondia um mundinho de perversões sexuais e droga.
Segunda parte:http://m.poringa.net/posts/gay/3220184/Experiencias-en-la-calle---2da-parte-relato-gay.html
6 comentários - Experiências na Rua - Parte 1 (Relato Gay)