Durante 2017 e parte de 2018, só dei uns pegas no Bruno e umas vezes com o Fernando, mas não avancei muito por medo da minha mulher me descobrir. Isso aconteceu ontem, terça-feira à tarde. Este ano, fiz amizade com um engenheiro eletromecânico chamado Javier, de 29 anos, pele morena, cabelo enrolado, barbinha, magro, uns 1,75m e 76 kg, olhos castanhos, muito gostoso. O cara se formou faz pouco tempo e faz serviços de manutenção e instalações elétricas. A gente se deu super bem, amigos sem nenhuma intenção. Um dia ele tinha que fazer um trampo na casa de um cliente e, como não tinha quem ajudasse, me chamou pra dar uma mão. Era um serviço de uma tarde, eu topei e fomos. No meio do trampo, surgiram papos de todo tipo, inclusive sobre putaria e pegação. Contei várias experiências que tive antes de casar, de festas e bagunças, sem mencionar as experiências gays. Javier ficou surpreso, porque não imaginava que alguém como eu, tão profissional, sério e tal, fizesse essas loucuras todas na cama. Haha. Aí eu incentivei ele a contar algo sobre ele, e foi assim que passamos a tarde morrendo de rir e trocando histórias de sexo. Eu não consegui evitar de ficar um pouco excitado, e vi que Javier também não, porque ele tava com o pau meio duro. Terminamos o trampo e fomos pro apartamento dele guardar todas as ferramentas. Quando entramos, falei: "Cara, fiquei todo excitado lembrando das minhas experiências, e notei que você também, tava com o pau meio duro." E ele responde: "Como não ficar excitado? Agora, quando você for embora, vou bater uma com certeza." Eu falei: "Eu também. Se quiser, bota um pornô e a gente faz alguma coisa." Javier ficou sem reação, não esperava essa resposta. Eu puxei meu pau e falei: "Olha como eu tô." Ele continuava sem dizer nada, aí eu agi: me aproximei, afrouxei a calça jeans dele e falei: "Tira o seu." Ele topou e começamos a nos masturbar. Eu coloquei um pornô no celular. Javier não falava nada, mas continuava batendo uma com força. Eu peguei no pau dele, e ele tentou se esquivar, mas... Eu falei "tranquilo, não tem problema", e ele se entregou. Depois continuei batendo uma pra ele, me abaixei e chupei ele, via como ele gozava. Depois de um tempo, perguntei: "Você topa chupar a minha?"
Javier me disse que não, que nunca tinha feito aquilo. Falei pra ele tentar e, se não gostasse, parar. Então ele se abaixou e começou a me chupar bem timidamente, só a cabeça, e não parou mais até engolir tudo. Eu peguei ele pelo cabelo e empurrava pra engolir toda a minha pica.
Nessa altura, o celular ficou de lado. Eu terminei de me despir e falei: "Tira tudo." Ele tirou, e fomos pra cama dele, continuando com um 69 foda. Eu tava tão excitado que comecei a explorar o cu dele com a mão. Ele afastou, mas depois de mais duas tentativas, não falou mais nada. Eu enfiava um dedo, e ele reclamava. Então virei ele de bruços e comecei a chupar o cu dele, não conseguia parar de chupar. Depois de um tempo, perguntei: "Quer que eu te coma?" Ele respondeu: "Bota um pouco." Me deu uma camisinha, e eu penetrei. Foi difícil entrar porque o cara era virgem, apertava muito minha pica. A cada estocada, ele gemia forte e dizia: "Não acredito que você tá me comendo." Continuamos um pouco, e ele falou: "Quero te comer."
A última vez que fui comido foi aos 22 anos, ou seja, tava virgem de novo. Falei: "Beleza, vamos tentar", porque eu também nunca fui comido (mentira). Tentamos um pouco, e ele broxou. Chupei ele, ele ficou duro, e dessa vez eu dirigi a parada e entrou bem. Como aquela pica me fez sentir, graças a deus, ele não demorou pra gozar, foi uns dois minutos mais ou menos. Depois eu me levantei e gozei no peito dele.
Ficamos os dois largados na cama, ninguém falava nada. Depois de um tempo, levantei, fui no banheiro, tomei banho, me troquei e saí. Quando eu tava indo embora, ele se aproximou e disse: "Disso pra ninguém, por favor." Eu falei: "Relaxa, mano, não esquenta. Mas se quiser repetir, é só avisar." Passaram dois dias, e ele me escreveu falando que gostou e quer repetir. Combinamos de nos encontrar neste sábado no apê dele.
Espero que vocês tenham gostado.
Javier me disse que não, que nunca tinha feito aquilo. Falei pra ele tentar e, se não gostasse, parar. Então ele se abaixou e começou a me chupar bem timidamente, só a cabeça, e não parou mais até engolir tudo. Eu peguei ele pelo cabelo e empurrava pra engolir toda a minha pica.
Nessa altura, o celular ficou de lado. Eu terminei de me despir e falei: "Tira tudo." Ele tirou, e fomos pra cama dele, continuando com um 69 foda. Eu tava tão excitado que comecei a explorar o cu dele com a mão. Ele afastou, mas depois de mais duas tentativas, não falou mais nada. Eu enfiava um dedo, e ele reclamava. Então virei ele de bruços e comecei a chupar o cu dele, não conseguia parar de chupar. Depois de um tempo, perguntei: "Quer que eu te coma?" Ele respondeu: "Bota um pouco." Me deu uma camisinha, e eu penetrei. Foi difícil entrar porque o cara era virgem, apertava muito minha pica. A cada estocada, ele gemia forte e dizia: "Não acredito que você tá me comendo." Continuamos um pouco, e ele falou: "Quero te comer."
A última vez que fui comido foi aos 22 anos, ou seja, tava virgem de novo. Falei: "Beleza, vamos tentar", porque eu também nunca fui comido (mentira). Tentamos um pouco, e ele broxou. Chupei ele, ele ficou duro, e dessa vez eu dirigi a parada e entrou bem. Como aquela pica me fez sentir, graças a deus, ele não demorou pra gozar, foi uns dois minutos mais ou menos. Depois eu me levantei e gozei no peito dele.
Ficamos os dois largados na cama, ninguém falava nada. Depois de um tempo, levantei, fui no banheiro, tomei banho, me troquei e saí. Quando eu tava indo embora, ele se aproximou e disse: "Disso pra ninguém, por favor." Eu falei: "Relaxa, mano, não esquenta. Mas se quiser repetir, é só avisar." Passaram dois dias, e ele me escreveu falando que gostou e quer repetir. Combinamos de nos encontrar neste sábado no apê dele.
Espero que vocês tenham gostado.
9 comentários - Transa com o Engenheiro - Conto Gay