Amizade Quebrada. Bunda Gostosa

Oi! Tudo bem com vocês?!

Hoje eu quero contar uma história que envolve uma das minhas melhores amigas cross e o namorado dela.

Hoje estamos afastadas por causa desse episódio. Eu gostaria que, além de gostarem ou não da história, vocês me dissessem se eu agi errado ou se deveria ter feito outra coisa.

Obrigada por lerem minha história e nos vemos em breve!!! Beijos!!!

Sofy.-

Ela é a Maia, tem atualmente 28 anos, e nos conhecemos mais ou menos desde os meus 19 anos, idade em que comecei a me vestir de menina e a me animar a ir a baladas, festas e diferentes lugares montada de menina.

Uma amiga travessa que temos em comum me apresentou a ela, e o lugar do encontro naquela época foi uma balada na Capital Federal.

Devo reconhecer que ela, desde o primeiro momento, me caiu super bem, mas eu tinha a sensação de que não era recíproco.

Essa sensação foi se dissipando à medida que fomos nos conhecendo, até que conseguimos ser muito boas amigas.

Sempre nos encontrávamos na casa dela para fazer algumas prévias. Aproveitávamos o grupo de cross que tínhamos para usar o apartamento dela, já que ela morava sozinha. Era a inveja de todas.

Ela sabia que eu morava com meus pais, então sempre foi muito hospitaleira comigo. Trocávamos roupas, contávamos nossas histórias, maquiagem, etc.

Essas prévias com o resto das meninas cross que iam à casa dela não incluíam apenas uns drinks, mas também compartilhar bons momentos entre pessoas que tínhamos gostos muito similares.

Na minha opinião, Maia era a mais gata do grupo. Ela sempre me elogiava, mas eu sempre achei que ela era mais bonita e com um corpo melhor.

Ela não compartilhava meu pensamento, porque dizia que todos os caras que ela conhecia iam perguntar por mim.

Devo reconhecer que em parte ela tinha razão. Ela me apresentou muitos caras com os quais acabei saindo. Até usei o apartamento dela como motel mais de uma vez.

Ela era mais arriscada do que eu. Não tinha problemas em ir à casa de alguém que conhecia na mesma noite, fazer no carro, O que vier. Acho que isso também jogava contra ela com alguns caras, já que a tinham catalogado como "fácil demais", e deixavam ela por último, digamos... se não tivessem sorte de pegar outra cross ou outra vesti. Entendo que também não ajudava o fato de que ela contava todas as suas transas pra todo mundo. Quando a gente se juntava com o resto das minas, era normal que a primeira hora de reunião fosse dedicada a ouvir a Maia contar como tinham comido ela com luxo de detalhes. Ela era super sem noção. A gente se olhava entre nós como quem não queria acreditar que era verdade o que ela contava, uma mina cross super liberal, mente aberta, realmente admirável às vezes. Nosso mundinho é muito pequeno, e também cheio de inveja. Acho que por ela ser tão explícita e talvez pouco reservada, fazia com que fosse difícil ter um chongo fixo. Mas essa sorte da Maia mudou quando conheceu o Cristian. Eu sempre soube que ela morria por ele. Ela sempre esteu atrás, mas o cara não dava bola. Ela não parava de falar dele pra mim, que tinha conseguido o telefone, o Facebook, Instagram, tudo! Óbvio que eu sempre incentivei, que em algum momento ia rolar, mas ela queria mais do que só um treco com ele. Ela tava gamada no cara. Eu conheço o Cristian dos mesmos lugares nada santos que a Maia ia comigo, e justamente o Cristian não era nenhum santinho. Não sei como ele conseguiu meu telefone (algo que quase nunca acontece), e começou a me mandar mensagem. No começo respondi na boa, mas ele começou a ficar intenso. Não só na quantidade de mensagens, mas também nas intenções. Óbvio que começou a me mandar foto do pau, fotos dele pelado, etc., e a dizer que queria me ver, ficar junto... Já sei o que vocês querem saber... como é o Cristian, né? Ele é um macho. Moreno, grandão... deve ter uns 1,85 m. Mesmo não sendo muito musculoso, é um cara que obviamente se cuida e se importa com o corpo, muito forte o fdp hahaha!!! Nas fotos você também parecia ter uma **pica enorme**, mas eu desconfio de fotos. Hoje em dia todo mundo é especialista em **fazer parecer que tem um pauzão** e depois não é bem assim. São uns **gênios do Photoshop**.

A verdade é que, como eu **sabia que a Maia estava com muita vontade dele**, acabei bloqueando ele. E ao mesmo tempo a Maia me contando que estava conversando com o Cristian, e que estavam prestes a **marcar algo**.

Claramente tinha tomado a melhor decisão me afastando dele, e não ter nenhum tipo de contato, nem mesmo por telefone.

Resumindo, de fato a Maia começou a sair com o Cristian. E aparentemente tudo estava indo super bem. Prova disso foi que os primeiros encontros que ela teve com ele, ela contou com detalhes no grupo das meninas nas **prévias que a gente fazia**.

Tenho que ser sincera, dava uma **invejinha boa** ouvir ela falando como **chupava o pau do Cristian**, mas por outro lado me deixava muito feliz ver minha amiga bem. Fazia tempo que ela procurava ficar com alguém legal, com **boa cama**, corpo bonito, **pau melhor**, e aparentemente algo estável.

Ela parou de sair alguns fins de semana com a gente, meio que se afastou e perdi contato tanto pessoal quanto por telefone por alguns meses, não mais que três ou quatro. Parecia que as coisas dela estavam indo **vento em popa**.

Até que um dia, recebo uma mensagem dela. Realmente me surpreendeu e me deixou feliz, mas por outro lado pensei que ela tinha brigado com o **ficante**.

Começamos a conversar, e marcamos de nos ver para **bater um papo** e **fofocar** um pouco sozinhas.

Fui na casa dela um dia de semana –atípico para a gente, e de **manhã**–, e nos **matamos de rir** conversando, lembrando momentos. Ela me contou que estava **a todo vapor** com o Cristian, muito **apaixonada**, mais do que nunca.

Até aí tudo normal. Sabia que tinha algo por vir. E assim foi.

Conforme a conversa foi avançando, ela começa a me contar que com o Cristian, apesar de estarem muito bem, queria **retomar saídas**, fazer coisas novas, **arejar o relacionamento**… e tinha pensado em mim… **surpresa!**

Sabia por onde a coisa ia… mas **fingi que não entendi**.

Para não dar mais… voltas… elas estavam pensando em um trio… adicionando outra mina cross, e tinham pensado em mim.
Embora minha primeira reação tenha sido uma gargalhada, ela me encarou firme, forte, meio irritada.--Mai, você tá doida!?!? Que que você tá falando!?!--A gente pensou em você, Sofy... Sabe, eu acho que você é a mais gostosa do grupo e a mais sexual. Além disso, a gente se conhece bem e temos uma puta confiança, amiga.-         Mai, a gente pensou, você pensou, ou foi a Cris que pensou?-         Foi entre nós dois, a gente vem conversando sobre isso desde quase o começo do nosso relacionamento.
Enquanto ela falava, eu sabia que estava mentindo. Não era ideia dela, com certeza era ideia do Cristian. Não quero me valorizar demais, mas acho que ele estava usando a Mai para chegar até mim, pelo menos era o que parecia.

Minha primeira resposta foi NÃO.
Mudei de assunto, mas depois que saí do apartamento dela, ela continuou com a estratégia de me convencer.

Ela me enlouqueceu por duas semanas. Até me chamou de má amiga por não aceitar.

Me convidou de novo para a casa dela, aceitei até com um pouco de raiva. Voltamos a conversar, e aceitei, só por ela.

Juro que foi só por ela.
Ela me disse que o Cristian estava distante com ela, que era uma forma de salvar o relacionamento. Coitada, ele estava manipulando ela.-         Mai, o que vocês querem fazer? Como é a história?-         Nada de outro mundo, amiga. Um ménage, carícias, beijos, brincadeiras, mãos, tesão, haha!-         Mas e aí, qual é a minha? O que eu tô fazendo no meio de vocês? Entende que é estranho pra mim. Você não deixa de ser minha amiga e ele é seu ficante. Devo esclarecer antes de continuar, que com a Maia a gente já tinha tido umas festinhas, mas nunca nada entre a gente, além de transar e se matar de beijar.-         Sofy, você só tipo acompanharia. Nós três ficaríamos juntos, podemos nos beijar livremente entre nós três, tocar, e... se você não se importa... eu não tenho problema nenhum de você chupar o pau do Cris...-         Mai... você tava bebendo?-         Já tá combinado! A Cris não tem problema nenhum. Ela me disse que um boquete de duas bocas com a gente ia acabar com ele.-         Eu não acredito! Por que eu estou aceitando isso!?-         Kkkk! Não seja covarde, amiga! Vamos nos divertir pra caralho! Esquece!-         Não sei… conheço ele, é seu boy…-         Não vai passar disso… na verdade, a ideia é que nós três fiquemos com tesão, e você mais no estilo voyeur, não tão participativa.
Claro que você vai ter que dar uma chupada, putinha! Hahahaha!-         Você tá muito doida, Mai... não sei no que tô me metendo...-         Então é um sim, né? Vou falar com o Cris e acertar os últimos detalhes… te aviso!

Sim, eu tinha aceitado, mas devo dizer, com uma baita culpa. Reforço, não quero me achar, mas o Cristian estava usando a Maia para chegar até mim, na minha humilde opinião.

E eu não queria que minha amiga perdesse a pessoa que estava fazendo bem pra ela, ou pelo menos parecia. Por isso aceitei.

Me informaram a data e o lugar (óbvio, apartamento da Mai). A ideia era nos arrumarmos lá e tomar alguma coisa pra descontrair.

E foi assim. Como a Maia me conhecia muito bem, não ia decepcioná-la no meu visual. Ela adorava quando eu me vestia de preto. Levei um conjuntinho preto de lingerie com push-up porque sou muito sem peito, salto alto, e um vestidinho curtíssimo, que deixava imaginar o começo da minha bunda.

A Maia estava uma deusa. Sempre achei ela muito gata, desde que a conheci. Salto agulha do mal, um jeans rasgado não só na frente, mas que também deixava ver um pouco do bumbum dela, e um topzinho branco. Uma bomba!

O Cris estava muito gato também, mais simples, óbvio. Jeans, camiseta branca colada, e um tênis bem de boa.

Ele não parava de me olhar. Isso me intimidava, sentia que a Maia podia começar a suspeitar de algo estranho ou ficar brava.

Mas como eu via ela bebendo, acho que não ia rolar. Ela é daquelas que fica "alegrinha" tomando um vinho ou champanhe. Eu não sou de beber álcool.

Não devia ter passado nem uma hora de papo, drinks e flertes, quando a Mai quebrou o gelo…-         Vamos pro quarto pra ficarmos mais à vontade?-         Vamos! A Sofy vem também? Entre os dois meio que ficavam rindo, e eu, que nem uma otária, toda nervosa. Fomos pro quarto, e do nada a Maia agarra o Cristian e a mim e começa a nos beijar que nem louca. O Cristian entra na onda da Maia, e eu meio retraída. Ele com as mãos já começa a apertar a bunda das duas, mas sem parar de distribuir beijos um tempo pra cada. Enquanto o Cristian aperta nossas bundas com força nas mãos, ele pede pra Maia e eu nos beijarmos, e foi o que fizemos. Confesso que comecei a me soltar a partir daí, e a situação já não me desagradava tanto. Além disso, fiquei tranquila porque as reglas tinham sido claras com a Maia. Na verdade, ela que tinha proposto… beijos, pegação, carícias, toques, e até chupar o pau do Cristian tava tudo liberado. A situação foi evoluindo, até que nós três nos ajudamos a tirar toda a roupa. Ele ficou de cueca, a Maia só de calcinha fio dental e eu com meu conjunto de lingerie preta. Já pelados, nos jogamos na cama que nem mortos. Já não dava pra distinguir os corpos, as mãos, as bocas, as línguas. Era todo mundo contra todo mundo, e com muita temperatura. A Maia, nesse meio tempo, quando nossos olhares se cruzavam, ela sorria, como concordando com o que eu tava fazendo. O Cristian de barriga pra cima recebendo meus beijos, enquanto a Maia foi descendo pra descobrir o membro dele, que já tava duro por baixo da cueca. Notei que a Maia tinha deixado ele totalmente pelado, e tinha começado a chupar o pau dele, mas eu não conseguia desviar o olhar pra ver, porque tava metendo o beijo de língua com o macho da minha amiga. O Cristian me segurava com um dos braços por trás, apertava uma das minhas nádegas com a mãozona dele, e tentava com o dedão enfiar no meu cu. Isso não tava nos planos nem no combinado com a Maia, mas não falei nada enquanto ele achava meu buraco. A Maia, lá de baixo, sem parar de chupar o pau do Cris, agarra minha mão direita e leva até o pau do cara, pra que eu segurasse. Era hora de testar se o que eu tinha visto nas fotos que o Cristian me mandou, correspondia à realidade. E não tinha sido photoshop, hehe!
Que tranca alta aquele filho da puta tinha! Uma rola linda, com veias bem marcadas. Parecia uma rola com varizes, haha!!!
Enquanto eu me encarregava de punhetar ele, a Maia desceu ainda mais e começou a chupar as bolas dele, e com certeza deu uma lambida no cu também... conhecendo como ela é puta...
Em um momento, ouço a voz da Maia...-         Vem, desce, me ajuda.
Não recusei o convite. Ela me deixou o espaço necessário para me apoderar do pau do macho dela. Ela já tinha deixado ele duro como uma estaca, então meu trabalho era só aproveitar aquele pedaço de carne ereta na minha boca.

Enquanto eu chupava, eles trocavam algo em voz baixa, que não consegui ouvir. Mas imaginei que até ali meu trabalho estava completo, como havíamos combinado.

Cristian nesse momento me agarrou com as duas mãos por trás da cabeça e começou a fazer movimentos com a pelve, como se estivesse fodendo minha boca, enquanto beijava Maia com selvageria.

Eu só me limitei a tentar aguentar aquela investida daquele pausão na minha boca, e com as palmas das minhas mãos, apoiei no abdômen do Cris para fazer força pra trás e não me engasgar, mesmo sem conseguir muito além da força que eu fazia.

Era claro que a tesão tinha pegado nós três, mas isso autorizava a quebrar o combinado?

Maia veio me resgatar, pedindo pra eu cuidar das bolas do macho dela.

A essa altura Cris já estava de pé na beirada da cama, eu ajoelhada na frente dele chupando as bolas, e Maia fazendo um ótimo trabalho na cabeça e no tronco da rola do macho dela.

Tudo fervia. Muita tesão. Tanto que minha amiga, em um momento, oferecendo com as mãos o pau do macho dela, me disse…-         Chupa ela bem devagar... o que você sente? Adivinha?-         Tem gostinho de líquido pré-ejaculatório… esse cara já tá quase gozando?
Juntas começamos a rir, achando que tínhamos feito o Cristian chegar ao limite. Sem dúvidas, a ponta do pau dele já estava liberando doses de lubrificante natural. O sabor era inconfundível.

Mas eu não conhecia o Cristian sexualmente, e errei em subestimar a resistência dele.

Tenho que admitir que, a essa altura, eu estava tão excitada e me divertindo quanto a Mai e o Cristian. Estava solta, com vontade de continuar a brincadeira. Mas tudo ia ficar estranho.

E digo isso porque, embora a Mai e eu tivéssemos estabelecido regras para a brincadeira, ela claramente não tinha alinhado isso com o namorado dela, e isso ia ser um problema, um grande problema.

Em um momento, o Cristian me pediu para me levantar, me colocou de quatro na beirada da cama e, enquanto minha amiga não parava de masturbar o pau dele, ele começou a me dar uma chupada de arrepiar, uma dança sincronizada de língua, dedos e cuspidas na minha bunda.

Tudo que eu conseguia fazer era me segurar firme nos lençóis e arquear bem as costas para que esse machão não tivesse dificuldade em enfiar a língua bem fundo no meu cu.

Enquanto isso, eu não fazia ideia da reação da Maia, nem das expressões dela. Ela estava atrás de mim, agarrada no pau do macho dela, em um trio que ela mesma tinha pedido para fazer. Achei que ela estava curtindo tanto quanto eu, mas mais tarde eu perceberia que não.

Em um momento, percebi que a chupada na bunda do Cristian estava indo além. Não era só uma manipulação com a língua, mas ele claramente estava me preparando o cu para receber o tronco dele.

Minhas sensações eram conflitantes. Por um lado, dúvidas sobre o que tinha sido combinado com a Maia; por outro, minha vontade de ter dentro do meu cu um pauzão daqueles. Eu queria aquele pau cheio de veias, como eu tinha apelidado, dentro da minha bunda.

Obviamente, naquele momento, minhas dúvidas deixaram de ser dúvidas quando senti uma pressão suave no meu asterisco, da cabeça do pau do Cristian… e pra ser sincera… no natural, sem camisinha.
A única coisa que consegui fazer foi me agarrar mais forte nos lençóis, arquear bem as costas, abrir os joelhos e relaxar o abdômen, pra receber de boa aquela rola enorme.
Pelo canto do olho, vejo o Cristian apoiar os pés na cama, do lado do meu corpo, pra me enfiar bem de cima, flexionando as pernas.
Ele me segura firme pela cintura com as mãos, também pra ajudar a manter aquela posição tão gostosa, mas tão exigente fisicamente. Não ia ser um problema pra ele. Ele era muito atlético. O problema ia ser eu aguentar.
Com empurrõezinhos suaves, ele começou a meter centímetro por centímetro o pau na minha bunda, sem camisinha, direto.
A sensibilidade do meu cu me deixava sentir a cabecinha dele avançando dobra por dobra na minha raba, bem devagar, sem violência, até enfiar tudo, batendo o abdômen dele nas minhas nádegas, mostrando que tava enterrado até as bolas.
E a Maia? Quieta, só se limitando a olhar e acariciar minhas costas, com certeza percebendo assim que aquela penetração tinha me arrepiado toda.
O Cristian intensificou a foda. Que nem um carro, conforme vai acelerando e subindo as marchas… primeira… segunda… terceira… quarta… quinta… e o Cristian era um carro de luxo… tinha sexta marcha… e ele me mostrou isso com as metidas.
Uma mão na minha cintura, a outra do Cristian apertando meu pescoço e meu rosto contra o colchão… e o pau martelando sem parar.
Me senti completamente liberada. Isso me deixou curtir, reclamar a cada empurrão de pica na minha bunda, pedir mais, choramingar a cada sensação de dor, relaxar o esfíncter a cada sensação de prazer.
Mesmo tendo perdido a noção do tempo, minha bunda me avisava que já fazia um tempão que tavam socando com muita intensidade. Achei que o Cristian não ia gozar nunca… me enganei com o gosto do líquido pré-gozo quando chupei ele. tava chupando... um alarme falso.
Enquanto eu estava curtindo uma puta, ao mesmo tempo a bunda estava me fazendo mal. A cada puxada pra trás que eu dava, minha bunda enchia de ar e fazia barulho quando eu enterrava o pau com força de novo.

O cheiro de sexo invadia o quarto. Cristian todo suado, com a porra prestes a jorrar como um presente através daquele pau lindo que até então era propriedade da Maia, minha amiga.

Ele começou a me perguntar se eu queria a porra... com vergonha e em voz baixa eu respondi que sim...-         Você quer ela dentro da minha bunda apertada, sua putinha? Eu me perguntava...

Eu apenas murmurava... e da minha boca só saíam gemidos e choramingos a cada metida violenta.

Foi aí que ouvi de novo a voz da Maia, dizendo pra ele gozar na nossa cara.

Acho que o Cristian não estava muito convencido disso. Seu corpo, e o fato de não diminuir a intensidade da foda, mostravam o contrário. O filho da puta não tinha a menor intenção de parar de me comer até sentir o gozo na ponta do pau.

E foi assim. E foi aí que terminei de fazer merda com a Maia e quebrar o acordo que tínhamos feito sobre até onde cada uma iria nessa experiência.

Quando senti que o Cris puxou o pau de repente da minha bunda, dei um salto giratório de puta, como se a Maia não estivesse presente, e me ajoelhei de novo na frente do macho, me agarrando ao pau de um jeito que anulei a Maia completamente.

Cristian segurou minha cabeça com as duas mãos por trás, me fazendo engolir seu pau de uma vez, e chupá-lo até ele gozar completamente.

Juro que conseguia sentir claramente na minha boca o gosto do gozo dele, sua carne dura e irritada pela penetração, o gosto das minhas fezes com um pouco de sangue alojadas ao longo do tronco do pau dele.

Minha tesão fazia com que meus olhos só vissem um pau lindo e bem suado cuspindo porra... leite que era a conquista da minha bunda trabalhando e aguentando o rigor do macho... era a única que merecia tomar a porra naquele quarto.

Tudo foi tesão até o Cristian desabar na cama... eu ajoelhada, totalmente violada, com alguns resquícios de porra nos meus lábios que não consegui engolir, e ainda mais a Maia... estupefata, seu rosto meio desfigurado, sem dúvidas com raiva.

Ela se levantou e, sem dizer uma palavra, foi ao banheiro. Ao sentir a porta bater, Cristian se recompôs e aproveitou para esfregar o pau na minha cara, e empurrar os últimos vestígios de sêmen dentro da minha boca, para depois selar tudo com um beijo de língua entre nós dois.

Também fui ao banheiro, me troquei e guardei Minha roupa de menininha na mochila. Senti que era hora de vazar para evitar um papo constrangedor.

Cumprimentei o Cristian, a Maia desceu para me abrir e me cumprimentou com um beijo, mas séria, tipo desacreditada pelo que tinha visto e vivido, com certeza puta da vida com minhas atitudes e as do namorado dela.

De um lado me senti culpada, mas acho que ela também tem responsabilidade no que aconteceu. Mesmo sem a gente se falar nem por mensagem há uns meses, acho que numa boa conversa, dá pra voltar a ser grandes amigas, como a gente era.

Pelos comentários de amigas em comum, sei que ela ainda tá saindo com o Cristian, mas todas as minas sabem que ele mete chifre nela com toda cross ou travesti que aparece. Não sei até quando vão ficar juntos... isso já não é problema meu.

5 comentários - Amizade Quebrada. Bunda Gostosa

Excelente tu historia, muy muy descriptiva... Yo opino que tu no hiciste nada malo, ella hasta te rogo para acceder asi que ni modo, fue su deseo y se cumplio... Ni modo❤
Gracias por pasarte por mi relato y por tu opinión! Besos!
Octys93 +2
Excelente relato, no hiciste nada malo. Son. Las reglas del. Juego cuando incluis a alguien más, me encantaría tenerte en mi cama vestida de nena jeje
Muchas gracias por tu comentario! Beso!
Muy bueno! Disculpa pero me intriga te reconciliaste con maia?
Hola! Gracias por tu comentario! No, no me amigue. Nos cruzamos ocasionalmente en algunos lugares...pero no me registra.-
@Aportepositivo que mal 😞, ojala eso cambie, saludos
Me parece que él quiere estar con todas y tu amiga te hace cargo de eso.
Hola Ro! Yo creo lo mismo. Pero no quiero decirselo porque se enoja mas aun conmigo.