Olá, antes de começar, vou me descrever: tenho 47 anos, sou moreno, tenho 1,90m de altura, sou bem forte mas não gordo. Durante toda minha infância, adolescência e parte da juventude pratiquei esportes, então tenho pernas muito boas, sou grandão e muito forte, mas já tenho barriga e pelos por todo lado, peito e pernas com alguns fios brancos. Um clássico daddy grisalho e grandão.
Viajo a trabalho o ano inteiro e passo por várias das principais cidades do mundo. Mas fui criado e vivi vários anos da minha juventude em Buenos Aires. Amo Buenos Aires, sempre está acordada, com possibilidades de tudo: drogas, sexo, álcool, música e teatro. Gosto de ficar no Four Season por causa da localização. Embora seja muito ostentoso, gosto de usar transporte público, andar pelas praças, explorar San Telmo, Constitución e algumas estações de trem nos arredores da Capital. Tenho um fetiche, e é pagar por sexo, mas não pagar por quem já trabalha com isso, e sim por quem precisa do dinheiro, aqueles virgens no negócio da prostituição, os que se deixam seduzir pela grana.
Numa das minhas últimas viagens durante o verão, eu estava na linha H do metrô de Buenos Aires, no horário do meio-dia. Sempre nessa linha dá pra ver músicos nas estações tocando tango, rock, reggae, etc. Eu ia olhando como de costume e me chamou a atenção um garoto loiro, bem rústico, que estava cantando uma música do Manu Chao. Cantava com muita vontade, sentia a letra e cada coisa que dizia. Olhei bem pra ele: era um rapaz de no máximo 27 anos, muito bonito, com uma barba loira de alguns dias, bem bronzeado pelo sol, cabeça raspada e óculos escuros, media cerca de 1,75m de altura. Fiquei olhando e olhando, e notei que ele percebia que eu estava observando há um tempo. Quando terminou o número, passou com o chapéu e, generosamente, dei uns cem pesos argentinos. Não é comum deixar essa quantia pra um artista de rua. Vi seu lindo sorriso em Esses lábios cor-de-rosa. Pagaria isso e muito mais pra ver o sorriso dele de novo. Quando ele terminou de passar com o chapéu, desceu e mudou de vagão pra continuar tocando, e eu fui atrás. Escutei as músicas dele por mais umas estações, sem tirar os olhos dele e tentando imaginá-lo pelado. Olhava pras pernas dele, que também usava um short meio rasgado, tinha uns pelos loiros, com umas panturrilhas bem grandes, o que me fez pensar que esse cara pratica ou praticou algum esporte. Preferi imaginar que jogava futebol nas horas vagas, coisa que depois confirmei.
Daí a pouco ele passa de novo com o chapéu, me reconheceu e fez uma cara de surpresa, mas dessa vez deixei menos, não queria assustar ele, mas queria que percebesse que eu tava muito interessado. Quando ele mudou de vagão de novo e passou com o chapéu, levantei e desci sem deixar nada, não queria espantar ele. Quando ele desceu do metrô porque não tinha mais trajeto, me aproximei e falei com ele, me apresentei e notei que ele não quis puxar muito papo. Falei que amei como ele tocava violão, e que nunca tinha ouvido ninguém cantar as músicas do Manu Chao com tanta paixão igual ele cantou. O olhar dele mudou e ele me perguntou se eu conhecia o Manu ou se já tinha ouvido ele ao vivo. Falei que em algum momento tinha ouvido ele tocar na Espanha, ele se animou na conversa e daí consegui tirar um pouco mais de informação. Era um cara que viajava pela América do Sul de mochilão, era de Santa Fé, uma província da Argentina. Ele falou que tinha percorrido toda a costa Atlântica da América. Que tinha voltado pra Argentina porque não tinha mais grana e esperava fazer algo aqui pra poder viajar de novo, queria rever a família e seguir o caminho pela costa do Pacífico. Pronto, um gato lindo e músico que precisava de dinheiro, meus olhos brilharam. Falei que tinha um trampo e perguntei se ele tava interessado, disse que se ele quisesse vir pro hotel onde eu tô hospedado e dar um pequeno recital que eu adoraria ouvir longe do barulho do metrô. A proposta encantou ele, me perguntou quanto e eu disse que uns mil e quinhentos pela apresentação, mas que esse valor podia subir dependendo de quanto tempo ele ficasse. Ele apareceu, tirou os óculos e apertou minha mão, quando vi os olhos fiquei ainda mais fascinado, uns olhos cor de mel, meio esverdeados, realmente lindos, ele disse o nome e a idade. O nome dele era Nicolas e tinha 26 anos. Combinamos no Four Season às 23 horas naquele mesmo dia, falei pra ele vir vestido como costuma tocar em qualquer estação, só que bem limpinho.
Quando voltei pro hotel, pedi pra trocar de quarto pra um maior, pedi a suíte royal com uma janelona enorme. Chegando às 11 da noite, esperei ele no hall da entrada do hotel, lá vinha ele com uma regata vermelha daquelas camisetas cortadas e bem decotadas nas laterais, com um short jeans desfiado, um tênis velho, tudo no estilo dele, realmente lindo e excitante. Nunca tinha ficado com um homem desse tipo. Gosto de ir colecionando estereótipos, já comi roqueiros, dançarinos, atores, jogadores de futebol, manos da quebrada, atletas, etc.
Ele chegou, me cumprimentou e perguntou onde ia tocar, tinha trazido todo o equipamento igual toca no metrô. Falei pra ele subir, que a apresentação ia ser lá em cima. Fomos no elevador e consegui dar uma olhada na bunda dele, não dava pra ver muito, mas como sou bem olheiro, reconheço uma boa bunda por mais roupa larga que a pessoa esteja usando. Rapidamente percebi que esse garoto vinha muito bem de trás. Eu já tava ficando excitado. Ah, esqueci de contar, como já disse antes, sou tarado, então toda vez que como um garoto por necessidade dele, visto um terno bem chamativo, mostrando poder e dinheiro. Subimos e falei que era no meu quarto. Ele hesitou e eu falei sem rodeios que a apresentação ia ser só pra mim, que não precisava de outros espectadores, não tinha nenhuma festa. nem nada. Disse a ele que era um homem que curtia os prazeres da vida de um jeito excêntrico e do meu próprio jeito, que se ele não se importava de cantar só pra mim. Ele me olhou estranho e hesitante. Abri a porta e ofereci pra ele entrar, ele entrou sem muitas palavras.
Fiquei ouvindo ele cantar e tocar violão por uns 30 minutos, ele realmente cantava bem, eu sentado numa poltrona e ele na frente, a uns metros, com uma luz suave. Quando ele terminou as primeiras músicas, perguntei se queria algo pra comer, beber ou fumar, que tudo era por minha conta, que podia pedir absolutamente qualquer coisa que o hotel tivesse. O cara, já ficando mais à vontade, aceitou e pediu algo pra comer e uma garrafa de vinho pra beber. Falei pra ele pedir duas, que imaginava que com tudo que cantou devia estar com sede.
Fumamos uns charutos e bebemos vinho enquanto eu puxava conversa, deve ter passado uma hora desde que ele parou de tocar, no meio da conversa o vinho acabou e pedi mais duas. Ele me falou dos amores dele, das minas que deixou pelo caminho, das que se apaixonou e das que só transou. Já abrindo a quarta garrafa, ele me perguntou sobre mim, o que eu fazia, qual era meu trampo e sobre minhas mulheres. Falei a verdade, que não tava nem aí pra mulheres, que eu gosto é de homem, e mais ainda de homens lindos e loiros como ele. Ele sorriu e pegou o violão pra tocar de novo, já meio bêbado, meio tonto tentou tocar enquanto continuava rindo, ele já sabia o que tava rolando e por que eu tinha levado ele até ali, mas claramente a intenção dele era sair dali cumprindo o trampo e só. Pedi pra ele tocar mais perto, que a mistura que ele representava era linda, essa mistura de música, arte e beleza. Que queria olhar ele de pertinho, que quase nunca se encontra todas essas qualidades numa pessoa só. Deixei ele sentado na minha frente a menos de um metro, a boca dele com hálito de tabaco e vinho me deixava louco, via como daquela boca saía uma música linda e aquele cheiro que eu amava, como o O bigode dele se mexia junto com os lábios rosados, aquelas cores lindas que ele carregava nos lindos e na pele. Olhei pro joelho dele, bronzeado e dourado de tantos lindos loiros, e aí a calentura me pegou e coloquei minha mão lá. Ele automaticamente se jogou pra trás. Pedi desculpas e falei que não aguentava mais, ele me parecia muito lindo. Elogiei ele tanto, de um jeito tão poético, tão educado e sedutor, que deixei ele quase paralisado me olhando, sem acreditar que alguém podia falar algo assim dele, já tinha ele quase onde queria. Passei a mão no rosto dele e me aproximei da boca dele, dei um beijo suave, pegando o lábio inferior dele com os meus, só um pra testar como ele reagia, ele ficou duro. Ele falou que não gostava de homens e que não podia fazer aquilo. Ofereci uns três mil a mais, somado ao que já tinha dado pra tocar pra mim, se ele deixasse eu beijar um pouco. Ele aceitou, mas pediu outra garrafa de vinho, pedi mais duas. Quando o pedido chegou, ele virou uma taça de um gole só e falou que tava pronto. Levantei, a gente ficou de frente um pro outro, segurei o rosto dele, olhei nos olhos dele e falei pra mim mesmo que ia dar o beijo mais gostoso que já dei, beijei ele tão suave, mordi os lábios dele e apertei com os meus. Brinquei com minha língua dentro da boca dele por um bom tempo, com uma mão segurava o rosto e a barba dele, com a outra a cintura, dava pra ver que ele tinha abdômen marcado, era magro e tava todo duro, isso me excitou mais e empurrei com as mãos os braços dele pros meus ombros e segurei ele com as duas mãos na cintura, continuei beijando ele o máximo que ele deixasse, até sentir que a língua dele começou a responder e entrou na minha boca. Meu pau ficou duro e encostei ele em cima do dele, percebi que ele também tava excitado, ele me segurou com as mãos atrás da minha cabeça e assim começou.
Eu esfregava meu pau no dele, já sentia ele, ele tava excitado igual a mim. Desci minhas mãos e por baixo da calça dele peguei nas nádegas dele, eram como eu imaginava, macias, fofinhas e com uns pelinhos muito Chiquitos e loiros. Uma bunda linda, peluda e loira. Fiquei um tempão acariciando a bunda e o corpo dele, tocando aqueles abdominais e o corpo lindo. Depois de um tempo, virei ele, coloquei as mãos dele na parede e abaixei a calça. Ele não disse nada, só se deixou levar e aceitou tudo que pedi. Mandei ele abrir as nádegas enquanto enfiava a cara naquela bunda linda. Comecei mordendo e chupando as nádegas dele, passei a língua em cada canto e deixei o buraquinho por último. Quando cheguei lá, fiz uns círculos pequenos no cu dele. O Nico soltou um gemidinho de prazer, acho que nunca tinha sentido aquilo antes. A pele dele se arrepiou, e eu passei a língua inteira no cu dele, chupando devagar às vezes e frenético em outras. Quando ouvi os gemidos dele ficando mais fortes, mais intensos e menos inibidos, enfiei um dedo bem devagar. Ele gemeu de novo, baixinho e seco. Toquei no pau dele e tava durasso, vazando pré-gozo. Bati uma pra ele por um tempo enquanto enfiava um dedo no cu dele. O moleque só conseguia gemer, tava completamente sequestrado por aquele prazer novo que tava sentindo. Molhei meus dedos com o pré-gozo dele e enfiei dois dedos devagar. Quando percebi que o nível de excitação dele já tava alto, mandei ele chupar pau. Levantei a calça dele e sentei no sofá, peguei outro charuto e mais uma taça de vinho. Passei a mão no meu pau por cima da calça enquanto ele olhava sem fazer nada. Pedi pra ele se ajoelhar e me chupar. Ele não disse nada, só se ajoelhou e começou a tocar no meu pau por cima da calça. Mas eu precisava dar um empurrãozinho a mais e ofereci uma taça de vinho pra ele. Ele tomou de novo de um gole só. Abaixei minha calça e deixei ele bater uma pra mim enquanto criava coragem pra fazer o primeiro boquete. Ele abaixou o pescoço e deu uns beijinhos na cabeça do meu pau, que tava todo melado de pré-gozo. Cuspiu um pouco, mas não se animava. Peguei o popper que tava no bolso, abri e mandei ele aspirar. Sem perguntar o que era, só obedeceu. nada mais, inalo um bom tempo, tapo a boca e o nariz dele até fazer efeito. Quando vi o rosto vermelho dele, era a hora, soltei e abri a boca dele com um dedo, pedi pra ele me olhar, ele tava agitado, com as pupilas dilatadas, a testa franzida e os olhos vermelhos quase chorando, como se tivesse se segurando. Dei mais um pouco de Popper e aproximei a boca dele sem tirar meu dedo, até chegar no meu pau, ele chupou como se não fosse a primeira vez, enfiou até o fundo, chupou com tanta vontade, engasgou mas não ligou, respirava e enfiava tudo de novo de uma vez, a boca cheia de pré-gozo e saliva, os olhos lacrimejando e o rosto vermelho. Deixei ele um bom tempo me fazendo um boquete, olhei pro lado e me vi num espelho, a imagem era de filme pornô de qualidade, um homem grande bem vestido e poderoso, com um charuto e uma taça na mão, com um cara loiro hippie ajoelhado aos meus pés chupando meu pau, drogado e bêbado, novinho experimentando a primeira vez com um homem.
Tinha jatos de pré-gozo na cara toda dele, a barba loira encharcada e ele com uma expressão de cansaço e prazer, todo vermelho. Levantei e joguei ele de bruços na cama, tirei a calça dele e subi em cima, com meu pau na altura do cu dele, passei o pau molhado inteiro na racha do cu, ouvia ele gemer, entendi que já tava gostando e pra garantir perguntei se podia chupar o cu dele mais um pouco, ele concordou com a cabeça e mergulhei no cu loiro dele, mordi, chupei e deixei marcas de chupão nas nádegas. Fui enfiando um dedo até ele não reclamar mais e coloquei outro, quando senti que não tinha tanta dor, me preparei pra penetrar. Tirei o que restava da roupa dele, tirei a minha e deixei ele de bruços enfiando dois dedos, meu pau tava explodindo, tirei os dedos e meti a cabeça do meu pau de uma vez só, ele gritou e pediu por favor que não, tentou se levantar e eu esmaguei ele na cama, peguei ele pelos braços e coloquei pra trás, impedindo que ele se levantasse, com a outra mão esmaguei a cabeça dele e tentei penetrar mais, mas tava muito apertado e não ia ceder, soltei ele por um tempo e ele ficou largado na cama, perguntei se queria continuar e ele disse que não, falei que teria mais três mil pesos se a gente seguisse, ele aceitou meio resignado e coloquei ele de quatro olhando no espelho, dei mais popper, mas dessa vez dei bastante e deixei ele sem respirar um pouco, quando vi o rosto dele todo vermelho de novo soltei e notei que ele empurrava a bunda mais pra trás, tava agitado e meti sem perder mais tempo, deixou entrar tudo de uma vez e gritou alto mas sem resistir, bombeei muito a bunda dele, enquanto segurava ele pela cintura com uma mão, com a outra peguei um colar de metal que ele tinha no pescoço e puxava pra trás, igual um cachorrinho, pedia pra ele me olhar pelo espelho, com os olhos cheios de lágrima ele me olhava e gemia alto. Toquei na cock dele e tava duríssima, vazando pré-gozo. Sem tirar a cock de dentro virei ele e coloquei as perninhas no ombro, chupei todas aquelas pernas trabalhadas e punhetei ele enquanto comia, ele soltava jatos de pré-gozo mas sem gozar ainda. Eu tinha virado uma besta, suava pra caralho, sentia o suor escorrendo do meu rosto no corpo dele, me aproximei e dei um beijão na boca dele, me apoiei nele com todo meu peito peludo e molhado, abracei ele e comecei a bombear a bunda dele mais forte até sentir que ia gozar, minha cock inchou tanto que ouvi o Nico gritar de novo de dor, a bunda dele tava muito apertada, doía um pouco minha cock mas sentia muito prazer em sentir os jorros e jorros saindo dentro dele, e enchi ele de porra, caí em cima dele e notei que ele tava gozando com o roçar do meu corpo no dele.
Depois de um tempo, quando nossa respiração acalmou e a gente conseguiu voltar a si, tirei minha cock ainda dura e vi a porra escorrendo da bunda dele, a cock tava cheia de porra e sangue. Perguntei se ele tava bem e ele Dormiu na cama. Tava completamente bêbado e drogado, eu meio que sequei ele e limpei, passei uma toalha no rostão lindo dele e não conseguia acreditar que tinha estado dentro de um puta macho, doce e rústico. Deitei do lado dele, cobri nós dois e dormi fazendo conchinha.
No outro dia, Nico acordou todo tímido, tomou banho e se vestiu sem falar muito comigo. Dei a grana que a gente combinou e ele foi embora. Deixei meu número e meu e-mail, falei que ia ficar em Buenos Aires até amanhã, mas que sempre volto, e que a gente podia repetir quando eu voltasse. Sem dizer muito, ele vazou.
Uns meses depois, ele entrou em contato comigo e eu vi ele de novo, mas isso é história pra outro relato, embora já faz um tempo que a gente não se vê mais.
Se vocês curtiram, posso escrever outras das minhas aventuras com caras que entregaram a bunda por uns trocados.
Viajo a trabalho o ano inteiro e passo por várias das principais cidades do mundo. Mas fui criado e vivi vários anos da minha juventude em Buenos Aires. Amo Buenos Aires, sempre está acordada, com possibilidades de tudo: drogas, sexo, álcool, música e teatro. Gosto de ficar no Four Season por causa da localização. Embora seja muito ostentoso, gosto de usar transporte público, andar pelas praças, explorar San Telmo, Constitución e algumas estações de trem nos arredores da Capital. Tenho um fetiche, e é pagar por sexo, mas não pagar por quem já trabalha com isso, e sim por quem precisa do dinheiro, aqueles virgens no negócio da prostituição, os que se deixam seduzir pela grana.
Numa das minhas últimas viagens durante o verão, eu estava na linha H do metrô de Buenos Aires, no horário do meio-dia. Sempre nessa linha dá pra ver músicos nas estações tocando tango, rock, reggae, etc. Eu ia olhando como de costume e me chamou a atenção um garoto loiro, bem rústico, que estava cantando uma música do Manu Chao. Cantava com muita vontade, sentia a letra e cada coisa que dizia. Olhei bem pra ele: era um rapaz de no máximo 27 anos, muito bonito, com uma barba loira de alguns dias, bem bronzeado pelo sol, cabeça raspada e óculos escuros, media cerca de 1,75m de altura. Fiquei olhando e olhando, e notei que ele percebia que eu estava observando há um tempo. Quando terminou o número, passou com o chapéu e, generosamente, dei uns cem pesos argentinos. Não é comum deixar essa quantia pra um artista de rua. Vi seu lindo sorriso em Esses lábios cor-de-rosa. Pagaria isso e muito mais pra ver o sorriso dele de novo. Quando ele terminou de passar com o chapéu, desceu e mudou de vagão pra continuar tocando, e eu fui atrás. Escutei as músicas dele por mais umas estações, sem tirar os olhos dele e tentando imaginá-lo pelado. Olhava pras pernas dele, que também usava um short meio rasgado, tinha uns pelos loiros, com umas panturrilhas bem grandes, o que me fez pensar que esse cara pratica ou praticou algum esporte. Preferi imaginar que jogava futebol nas horas vagas, coisa que depois confirmei.
Daí a pouco ele passa de novo com o chapéu, me reconheceu e fez uma cara de surpresa, mas dessa vez deixei menos, não queria assustar ele, mas queria que percebesse que eu tava muito interessado. Quando ele mudou de vagão de novo e passou com o chapéu, levantei e desci sem deixar nada, não queria espantar ele. Quando ele desceu do metrô porque não tinha mais trajeto, me aproximei e falei com ele, me apresentei e notei que ele não quis puxar muito papo. Falei que amei como ele tocava violão, e que nunca tinha ouvido ninguém cantar as músicas do Manu Chao com tanta paixão igual ele cantou. O olhar dele mudou e ele me perguntou se eu conhecia o Manu ou se já tinha ouvido ele ao vivo. Falei que em algum momento tinha ouvido ele tocar na Espanha, ele se animou na conversa e daí consegui tirar um pouco mais de informação. Era um cara que viajava pela América do Sul de mochilão, era de Santa Fé, uma província da Argentina. Ele falou que tinha percorrido toda a costa Atlântica da América. Que tinha voltado pra Argentina porque não tinha mais grana e esperava fazer algo aqui pra poder viajar de novo, queria rever a família e seguir o caminho pela costa do Pacífico. Pronto, um gato lindo e músico que precisava de dinheiro, meus olhos brilharam. Falei que tinha um trampo e perguntei se ele tava interessado, disse que se ele quisesse vir pro hotel onde eu tô hospedado e dar um pequeno recital que eu adoraria ouvir longe do barulho do metrô. A proposta encantou ele, me perguntou quanto e eu disse que uns mil e quinhentos pela apresentação, mas que esse valor podia subir dependendo de quanto tempo ele ficasse. Ele apareceu, tirou os óculos e apertou minha mão, quando vi os olhos fiquei ainda mais fascinado, uns olhos cor de mel, meio esverdeados, realmente lindos, ele disse o nome e a idade. O nome dele era Nicolas e tinha 26 anos. Combinamos no Four Season às 23 horas naquele mesmo dia, falei pra ele vir vestido como costuma tocar em qualquer estação, só que bem limpinho.
Quando voltei pro hotel, pedi pra trocar de quarto pra um maior, pedi a suíte royal com uma janelona enorme. Chegando às 11 da noite, esperei ele no hall da entrada do hotel, lá vinha ele com uma regata vermelha daquelas camisetas cortadas e bem decotadas nas laterais, com um short jeans desfiado, um tênis velho, tudo no estilo dele, realmente lindo e excitante. Nunca tinha ficado com um homem desse tipo. Gosto de ir colecionando estereótipos, já comi roqueiros, dançarinos, atores, jogadores de futebol, manos da quebrada, atletas, etc.
Ele chegou, me cumprimentou e perguntou onde ia tocar, tinha trazido todo o equipamento igual toca no metrô. Falei pra ele subir, que a apresentação ia ser lá em cima. Fomos no elevador e consegui dar uma olhada na bunda dele, não dava pra ver muito, mas como sou bem olheiro, reconheço uma boa bunda por mais roupa larga que a pessoa esteja usando. Rapidamente percebi que esse garoto vinha muito bem de trás. Eu já tava ficando excitado. Ah, esqueci de contar, como já disse antes, sou tarado, então toda vez que como um garoto por necessidade dele, visto um terno bem chamativo, mostrando poder e dinheiro. Subimos e falei que era no meu quarto. Ele hesitou e eu falei sem rodeios que a apresentação ia ser só pra mim, que não precisava de outros espectadores, não tinha nenhuma festa. nem nada. Disse a ele que era um homem que curtia os prazeres da vida de um jeito excêntrico e do meu próprio jeito, que se ele não se importava de cantar só pra mim. Ele me olhou estranho e hesitante. Abri a porta e ofereci pra ele entrar, ele entrou sem muitas palavras.
Fiquei ouvindo ele cantar e tocar violão por uns 30 minutos, ele realmente cantava bem, eu sentado numa poltrona e ele na frente, a uns metros, com uma luz suave. Quando ele terminou as primeiras músicas, perguntei se queria algo pra comer, beber ou fumar, que tudo era por minha conta, que podia pedir absolutamente qualquer coisa que o hotel tivesse. O cara, já ficando mais à vontade, aceitou e pediu algo pra comer e uma garrafa de vinho pra beber. Falei pra ele pedir duas, que imaginava que com tudo que cantou devia estar com sede.
Fumamos uns charutos e bebemos vinho enquanto eu puxava conversa, deve ter passado uma hora desde que ele parou de tocar, no meio da conversa o vinho acabou e pedi mais duas. Ele me falou dos amores dele, das minas que deixou pelo caminho, das que se apaixonou e das que só transou. Já abrindo a quarta garrafa, ele me perguntou sobre mim, o que eu fazia, qual era meu trampo e sobre minhas mulheres. Falei a verdade, que não tava nem aí pra mulheres, que eu gosto é de homem, e mais ainda de homens lindos e loiros como ele. Ele sorriu e pegou o violão pra tocar de novo, já meio bêbado, meio tonto tentou tocar enquanto continuava rindo, ele já sabia o que tava rolando e por que eu tinha levado ele até ali, mas claramente a intenção dele era sair dali cumprindo o trampo e só. Pedi pra ele tocar mais perto, que a mistura que ele representava era linda, essa mistura de música, arte e beleza. Que queria olhar ele de pertinho, que quase nunca se encontra todas essas qualidades numa pessoa só. Deixei ele sentado na minha frente a menos de um metro, a boca dele com hálito de tabaco e vinho me deixava louco, via como daquela boca saía uma música linda e aquele cheiro que eu amava, como o O bigode dele se mexia junto com os lábios rosados, aquelas cores lindas que ele carregava nos lindos e na pele. Olhei pro joelho dele, bronzeado e dourado de tantos lindos loiros, e aí a calentura me pegou e coloquei minha mão lá. Ele automaticamente se jogou pra trás. Pedi desculpas e falei que não aguentava mais, ele me parecia muito lindo. Elogiei ele tanto, de um jeito tão poético, tão educado e sedutor, que deixei ele quase paralisado me olhando, sem acreditar que alguém podia falar algo assim dele, já tinha ele quase onde queria. Passei a mão no rosto dele e me aproximei da boca dele, dei um beijo suave, pegando o lábio inferior dele com os meus, só um pra testar como ele reagia, ele ficou duro. Ele falou que não gostava de homens e que não podia fazer aquilo. Ofereci uns três mil a mais, somado ao que já tinha dado pra tocar pra mim, se ele deixasse eu beijar um pouco. Ele aceitou, mas pediu outra garrafa de vinho, pedi mais duas. Quando o pedido chegou, ele virou uma taça de um gole só e falou que tava pronto. Levantei, a gente ficou de frente um pro outro, segurei o rosto dele, olhei nos olhos dele e falei pra mim mesmo que ia dar o beijo mais gostoso que já dei, beijei ele tão suave, mordi os lábios dele e apertei com os meus. Brinquei com minha língua dentro da boca dele por um bom tempo, com uma mão segurava o rosto e a barba dele, com a outra a cintura, dava pra ver que ele tinha abdômen marcado, era magro e tava todo duro, isso me excitou mais e empurrei com as mãos os braços dele pros meus ombros e segurei ele com as duas mãos na cintura, continuei beijando ele o máximo que ele deixasse, até sentir que a língua dele começou a responder e entrou na minha boca. Meu pau ficou duro e encostei ele em cima do dele, percebi que ele também tava excitado, ele me segurou com as mãos atrás da minha cabeça e assim começou.
Eu esfregava meu pau no dele, já sentia ele, ele tava excitado igual a mim. Desci minhas mãos e por baixo da calça dele peguei nas nádegas dele, eram como eu imaginava, macias, fofinhas e com uns pelinhos muito Chiquitos e loiros. Uma bunda linda, peluda e loira. Fiquei um tempão acariciando a bunda e o corpo dele, tocando aqueles abdominais e o corpo lindo. Depois de um tempo, virei ele, coloquei as mãos dele na parede e abaixei a calça. Ele não disse nada, só se deixou levar e aceitou tudo que pedi. Mandei ele abrir as nádegas enquanto enfiava a cara naquela bunda linda. Comecei mordendo e chupando as nádegas dele, passei a língua em cada canto e deixei o buraquinho por último. Quando cheguei lá, fiz uns círculos pequenos no cu dele. O Nico soltou um gemidinho de prazer, acho que nunca tinha sentido aquilo antes. A pele dele se arrepiou, e eu passei a língua inteira no cu dele, chupando devagar às vezes e frenético em outras. Quando ouvi os gemidos dele ficando mais fortes, mais intensos e menos inibidos, enfiei um dedo bem devagar. Ele gemeu de novo, baixinho e seco. Toquei no pau dele e tava durasso, vazando pré-gozo. Bati uma pra ele por um tempo enquanto enfiava um dedo no cu dele. O moleque só conseguia gemer, tava completamente sequestrado por aquele prazer novo que tava sentindo. Molhei meus dedos com o pré-gozo dele e enfiei dois dedos devagar. Quando percebi que o nível de excitação dele já tava alto, mandei ele chupar pau. Levantei a calça dele e sentei no sofá, peguei outro charuto e mais uma taça de vinho. Passei a mão no meu pau por cima da calça enquanto ele olhava sem fazer nada. Pedi pra ele se ajoelhar e me chupar. Ele não disse nada, só se ajoelhou e começou a tocar no meu pau por cima da calça. Mas eu precisava dar um empurrãozinho a mais e ofereci uma taça de vinho pra ele. Ele tomou de novo de um gole só. Abaixei minha calça e deixei ele bater uma pra mim enquanto criava coragem pra fazer o primeiro boquete. Ele abaixou o pescoço e deu uns beijinhos na cabeça do meu pau, que tava todo melado de pré-gozo. Cuspiu um pouco, mas não se animava. Peguei o popper que tava no bolso, abri e mandei ele aspirar. Sem perguntar o que era, só obedeceu. nada mais, inalo um bom tempo, tapo a boca e o nariz dele até fazer efeito. Quando vi o rosto vermelho dele, era a hora, soltei e abri a boca dele com um dedo, pedi pra ele me olhar, ele tava agitado, com as pupilas dilatadas, a testa franzida e os olhos vermelhos quase chorando, como se tivesse se segurando. Dei mais um pouco de Popper e aproximei a boca dele sem tirar meu dedo, até chegar no meu pau, ele chupou como se não fosse a primeira vez, enfiou até o fundo, chupou com tanta vontade, engasgou mas não ligou, respirava e enfiava tudo de novo de uma vez, a boca cheia de pré-gozo e saliva, os olhos lacrimejando e o rosto vermelho. Deixei ele um bom tempo me fazendo um boquete, olhei pro lado e me vi num espelho, a imagem era de filme pornô de qualidade, um homem grande bem vestido e poderoso, com um charuto e uma taça na mão, com um cara loiro hippie ajoelhado aos meus pés chupando meu pau, drogado e bêbado, novinho experimentando a primeira vez com um homem.
Tinha jatos de pré-gozo na cara toda dele, a barba loira encharcada e ele com uma expressão de cansaço e prazer, todo vermelho. Levantei e joguei ele de bruços na cama, tirei a calça dele e subi em cima, com meu pau na altura do cu dele, passei o pau molhado inteiro na racha do cu, ouvia ele gemer, entendi que já tava gostando e pra garantir perguntei se podia chupar o cu dele mais um pouco, ele concordou com a cabeça e mergulhei no cu loiro dele, mordi, chupei e deixei marcas de chupão nas nádegas. Fui enfiando um dedo até ele não reclamar mais e coloquei outro, quando senti que não tinha tanta dor, me preparei pra penetrar. Tirei o que restava da roupa dele, tirei a minha e deixei ele de bruços enfiando dois dedos, meu pau tava explodindo, tirei os dedos e meti a cabeça do meu pau de uma vez só, ele gritou e pediu por favor que não, tentou se levantar e eu esmaguei ele na cama, peguei ele pelos braços e coloquei pra trás, impedindo que ele se levantasse, com a outra mão esmaguei a cabeça dele e tentei penetrar mais, mas tava muito apertado e não ia ceder, soltei ele por um tempo e ele ficou largado na cama, perguntei se queria continuar e ele disse que não, falei que teria mais três mil pesos se a gente seguisse, ele aceitou meio resignado e coloquei ele de quatro olhando no espelho, dei mais popper, mas dessa vez dei bastante e deixei ele sem respirar um pouco, quando vi o rosto dele todo vermelho de novo soltei e notei que ele empurrava a bunda mais pra trás, tava agitado e meti sem perder mais tempo, deixou entrar tudo de uma vez e gritou alto mas sem resistir, bombeei muito a bunda dele, enquanto segurava ele pela cintura com uma mão, com a outra peguei um colar de metal que ele tinha no pescoço e puxava pra trás, igual um cachorrinho, pedia pra ele me olhar pelo espelho, com os olhos cheios de lágrima ele me olhava e gemia alto. Toquei na cock dele e tava duríssima, vazando pré-gozo. Sem tirar a cock de dentro virei ele e coloquei as perninhas no ombro, chupei todas aquelas pernas trabalhadas e punhetei ele enquanto comia, ele soltava jatos de pré-gozo mas sem gozar ainda. Eu tinha virado uma besta, suava pra caralho, sentia o suor escorrendo do meu rosto no corpo dele, me aproximei e dei um beijão na boca dele, me apoiei nele com todo meu peito peludo e molhado, abracei ele e comecei a bombear a bunda dele mais forte até sentir que ia gozar, minha cock inchou tanto que ouvi o Nico gritar de novo de dor, a bunda dele tava muito apertada, doía um pouco minha cock mas sentia muito prazer em sentir os jorros e jorros saindo dentro dele, e enchi ele de porra, caí em cima dele e notei que ele tava gozando com o roçar do meu corpo no dele.
Depois de um tempo, quando nossa respiração acalmou e a gente conseguiu voltar a si, tirei minha cock ainda dura e vi a porra escorrendo da bunda dele, a cock tava cheia de porra e sangue. Perguntei se ele tava bem e ele Dormiu na cama. Tava completamente bêbado e drogado, eu meio que sequei ele e limpei, passei uma toalha no rostão lindo dele e não conseguia acreditar que tinha estado dentro de um puta macho, doce e rústico. Deitei do lado dele, cobri nós dois e dormi fazendo conchinha.
No outro dia, Nico acordou todo tímido, tomou banho e se vestiu sem falar muito comigo. Dei a grana que a gente combinou e ele foi embora. Deixei meu número e meu e-mail, falei que ia ficar em Buenos Aires até amanhã, mas que sempre volto, e que a gente podia repetir quando eu voltasse. Sem dizer muito, ele vazou.
Uns meses depois, ele entrou em contato comigo e eu vi ele de novo, mas isso é história pra outro relato, embora já faz um tempo que a gente não se vê mais.
Se vocês curtiram, posso escrever outras das minhas aventuras com caras que entregaram a bunda por uns trocados.
9 comentários - Velho gostoso e o hippie loiro (fotos)