Passaram-se alguns dias desde meu encontro com Juan Carlos, meu homem maduro e casado. Eu me sentia cada vez mais atraído por ele, mantivemos contato por telefone, conversávamos todo dia. Depois do nosso encontro furtivo, a confiança entre nós dois tinha aumentado, acho que já compartilhávamos aquela intimidade típica de casais clandestinos, aquele elemento de estar escondidos, de buscar privacidade, de ninguém nos ver, que faz cada conversa, cada mensagem, cada encontro ser tão excitante.
Eu, por minha parte, me sentia muito ansioso, desejava pra caralho aquele homem e deixava isso bem claro pra ele, não via a hora de tê-lo só pra mim, não acreditava que me sentia assim por um homem. Ele era tão másculo, tão sério, tão responsável, tão respeitável, não conseguia acreditar que ele me desejava, que desejava meu corpo, que queria estar dentro de mim, me fazer seu amante. Isso me fazia ver estrelas, era algo totalmente novo pra mim.
Enquanto isso, o fim de semana se aproximava e meu homem me ligou, disse que não via a hora de me ver, que já tinha tudo preparado pra gente fugir no próximo sábado. Só de ouvir isso, meu corpo reagiu e eu comecei a tremer. Ele pediu que eu não me comprometesse com nada nem com ninguém, que o dia estava reservado pra nós dois e que não aceitaria um não como resposta. A verdade é que com ele eu me sentia totalmente submisso, mas adorava que ele assumisse o controle de decidir onde, quando e como a gente se via. Claro que aceitei na hora.
Quando o dia chegou, eu estava um pouco nervoso, acho que é normal numa situação dessas, mas mais do que isso, eu estava ansioso. Naquele dia acordei cedo, queria me preparar com calma pra que tudo ficasse perfeito. Juan Carlos disse que passaria me buscar depois das 10 da manhã, então tive tempo pra arrumar a roupa que ia levar. Escolhi algo confortável e esportivo, imaginei que ficaria com a roupa por pouco tempo (hehe). Fiz uma lavagem intestinal, o que acho sempre importante, já que A última coisa que você quer é estragar o momento. Também depilei os poucos pelos que tenho no corpo (sempre fui bem lisinho, exceto por alguns pelos nas pernas) e, por último, passei hidratante no corpo todo. Admito que esse homem despertava meu lado mais feminino, e eu queria que meu corpo ficasse bem macio para as mãos dele. Também preparei uma nécessaire de viagem com algumas roupas extras, uma toalha e, claro, um vidro de lubrificante anal (o que uso é da marca WetUranus, à base d'água, adoro). Também levei alguns preservativos, mas não tinha certeza se usaríamos. Geralmente, sou bem cuidadoso com isso, mas acho que estava tão afim de Juan Carlos que pensei em deixar ele escolher se queria usar ou não. Tinha certeza de que ele não era um homem promíscuo, além de ter percebido que ele estava em boa forma física e era um cara que se cuidava muito.
Na hora marcada, ele chegou como tinha dito (sempre era muito pontual). Me mandou uma mensagem e eu saí. Entrei na caminhonete dele e lá estava ele, com uma aparência bem fresca. A primeira coisa que notei foi o perfume dele, bem másculo, mas ele estava com roupa formal. Quando fechei a porta, ele me beijou na boca, exatamente como se eu fosse a namorada dele (e era assim que eu me sentia). Partimos e ele me contou que tinha tudo preparado: iríamos para uma cabana pequena e bem privada que ele já tinha alugado outras vezes (depois me disse que pertencia a um amigo de muita confiança). Estávamos saindo da cidade e tivemos que dirigir quase uma hora para chegar. Durante a viagem, ele foi muito carinhoso comigo, segurou minha mão e conversamos sobre vários assuntos. Ele me contou o que disse para a esposa: "que ia viajar para outra cidade a trabalho", o que era algo bem comum para ele, então ela já estava acostumada. A conversa fez a viagem parecer bem curta. A cabana ficava numa área alta e montanhosa, com florestas bem densas. Quando nos aproximamos, saímos da estrada principal e entramos numa trilha de terra, bem limpa e cuidada. Pois é, nem sei quanta distância a gente percorreu até chegar na cabana, mas lá estávamos nós. Era uma casa pequena, mas muito bonita. Me surpreendi que não tinha outras casas por perto, era bem privada. Tinha um terreno amplo, cheio de vegetação e árvores frutíferas. Havia um portão grande (que ele abriu feito um cavalheiro), entramos e ele estacionou bem na frente da porta principal. Tinha uma varanda comprida na frente, com duas janelonas nas laterais e a porta principal no centro. O chão era de terracota e o teto de madeira. Achei o lugar muito bonito, e fiquei ainda mais impressionado que o Juan Carlos escolheu um lugar assim pro nosso primeiro encontro (bom, o primeiro não vale, hehe), podendo ter me levado pra qualquer motel barato de estrada (com a vontade que eu tava de ficar com ele, também não ia me importar).
Quando entramos, ele disse: "Bem-vindo, fica à vontade". Desceu todas as coisas do carro e começamos a nos acomodar. Ele trouxe comida, várias garrafas de vinho e água. A gente tinha geladeira e fogão. A casa não era muito grande: a sala de jantar e a cozinha eram juntas, e tinha uma pequena sala de estar com móveis de madeira mogno. À direita, um corredor que dava pro quarto principal, pra onde eu fui. Tinha uma cama grande no centro, à esquerda um closet pequeno e à direita a porta do banheiro. O quarto tinha uma janela com cortina verde do lado esquerdo da cama. Eu tava de pé na frente dela quando o Juan Carlos me abraçou por trás. Me virei e ele me deu um beijo na boca cheio de paixão. Senti a língua dele se entrelaçando com a minha. Abracei ele pelo pescoço, e ele foi direto pra minha bunda, apertou bem forte com as duas mãos. Meu corpo se eletrificou. Eu tava colado no corpo dele. A gente se fundiu em carícias e beijos, até que ele se separou e disse: "Tô com muita vontade de você". Pegou minha camisa e tirou, foi direto pros meus mamilos, começou a lamber e chupar eles. Dava pra sentir a língua molhada e quente dele percorrendo meu peito. Era totalmente novo pra mim, nunca... Ninguém nunca tinha feito isso comigo, eu gostei muito e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, tava bem duro.
Aí tomei a iniciativa e terminei de me despir, tirei os sapatos, as meias e o macacão esportivo que eu tava usando. Ele só ficou em pé me olhando. Por último, virei de costas e abaixei minha cueca branca, já tava completamente pelado na frente dele. Ele me observou por um momento e com a mão direita acariciou minhas nádegas, aí se despiu também. Eu me virei pra ver ele melhor, tava com uma ereção enorme, o corpo nu dele tinha pelos no peito e na barriga, a região genital tava depilada mas com uns pelinhos crescendo, e mesmo já tendo visto antes, o pau dele me pareceu delicioso, dava pra ver umas veias por causa da ereção e a cabeça tava completamente exposta, media uns 23 cm, sem dúvida era o homem mais dotado que eu já tinha pego.
Ao ver aquela imagem, me ajoelhei instintivamente na frente dele, ele se aproximou e com minhas mãos comecei a passar a mão no pau dele de cima pra baixo, tava quente e pulsando. Parei e beijei a ponta, o cheiro de macho dele me hipnotizou, aí abri a boca e enfiei até o fundo da garganta, notei que ele suspirou. Comecei a chupar com força, sugando tudo, de vez em quando parava e batia uma pra ele, depois continuava com o boquete. Coloquei as mãos nos quadris dele e enfiava até onde dava, fazendo ânsia de vômito, vi que ele gostava daquilo e repeti várias vezes. Ouvi ele falar com a voz trêmula "come todo, sua putinha, você é minha rabuda, te desejo, que boquete gostoso, mamãe" e isso me excitava ainda mais, me sentia uma verdadeira rabuda. Aí comecei a chupar as bolas dele, uma por uma e depois juntas, enquanto batia uma pra ele, dava pra ver que ele tava adorando, tava de olhos fechados e respiração acelerada.
Não sei quanto tempo ficamos nessa, até que ele me levantou e me sentou na ponta da cama, pediu pra eu deitar de barriga pra cima com as pernas abertas, se meteu entre elas e começou a chupar meu pau. (muito menor que o dele, claro), no começo fiquei surpresa, verdade que não imaginei que ele faria isso (porque é um macho 100%), mas amei que ele fez, além disso com uma técnica muito boa, estava muito gostoso.
Com os dedos da mão direita começou a esfregar meu cu de cima pra baixo, depois foi descendo com a língua até tocar meu buraquinho com ela, na hora comecei a gemer, era prazer demais, ele fazia pressão com a língua, sentia como se entrasse um pouco dentro de mim, podia sentir toda aquela umidade entre minhas nádegas, além do calor da respiração dele, coloquei minha mão na cabeça dele e apertei um pouco (agora que penso foi puro instinto), eu dizia “come minha buceta, papi, quero ser sua mulher, enfia toda sua língua, ahhh que gostoso, papi, come meu cu gostoso” (a gente não sabe que pode dizer essas coisas até sentir algo assim).
Eu me sentia fora de mim, de repente ele parou por um momento e colocou o dedo médio na entrada do meu cu, apertou um pouco e entrou até o fundo, não senti dor, só um prazer imenso, como se uma corrente elétrica percorresse todo meu corpo, ele enfiava, tirava e girava, e eu, como uma boa puta, levantei minhas pernas e segurei com as mãos por debaixo dos joelhos, pra ficar mais confortável pro meu amante e pra ele entrar mais fundo. Nisso, ele colocou os dedos indicador e médio juntos, os dois entraram com facilidade, meu cu já estava bem dilatado e pedia mais, ele ficou assim por um momento brincando com os dedos no meu cu até que três entravam com facilidade, nisso ele se levantou, ficando sobre mim com as pernas ainda no chão, eu já imaginei o que vinha e comecei a tremer, naquele momento lembrei que trouxe lubrificante e falei pra ele pegar na minha bolsa, enquanto coloquei um travesseiro debaixo dos meus quadris, ele lubrificou o pau e também meu cu, se posicionou sobre mim e coloquei minhas pernas nos ombros dele (me senti muito puta), senti a glande pulsando na entrada do meu cu, ele começou a apertar forte, por um momento Pensei que ia rasgar minha buceta, mas meu amante era um verdadeiro expert, já tinha dilatado bem meu cu e meu esfíncter não ofereceu muita resistência, foi entrando devagar, sem pressa, sem dor, só prazer. Ele parava e deixava meu reto se acostumar, enquanto isso eu abria minha bunda com as mãos, a sensação era magnífica, ver meu homem bem entre minhas pernas, tantos meses desejando ele e finalmente era meu. Ficou assim até entrar tudo, parou quieto por um momento e depois começou a bombar, pra dentro e pra fora num ritmo lento e constante, eu comecei a gemer como uma verdadeira puta "ai assim papai, me come gostoso, ahhh ahhh rasga meu cu papai, quero ser sua mulher, sinto você papai, me dá duro, ahhh que gostoso você come" (essas são as frases que lembro).
Ficamos assim por vários minutos, me impressionou a resistência dele, parecia um touro me comendo pelo cu, só bufava e resfolegava, sentia a batida do quadril dele na minha bunda. Depois ele parou, se levantou um pouco e disse: "quero que você monte em mim", saiu do meu cu e se deitou na cama de barriga pra cima, eu levantei, peguei um pouco de lubrificante e passei na minha bunda (sentia uma ardência gostosa), depois me posicionei por cima de frente pra ele, peguei a vara gostosa dele e coloquei na entrada do meu cu, que recebeu com gosto, me deixei cair e entrou tudo (soltei um gemido de puta "ahhhh que gostoso"), comecei a me mexer pra trás e pra frente e pra cima e pra baixo, coloquei as mãos no peito dele (senti ele duro) e acelerei o movimento, ele com as duas mãos agarrou minha bunda, eu só conseguia gemer como uma puta e ver a cara de tesão do meu macho, beijei ele na boca e ele correspondeu (não tem nada mais sensual que um beijo apaixonado quando o pau dele tá todo dentro de você). Quando cansei dessa posição, me virei em cima do pau dele ficando de costas pra ele, coloquei as mãos pra trás e comecei a mexer minha cintura o mais rápido que podia pra cima e pra baixo, o som dos nossos corpos batendo Eu tomei conta do quarto, dava pra sentir inteiramente o pau dele entrando e saindo do meu cu, as bolas batendo na minha bunda, assim como meu próprio pau duro, que com o movimento e a excitação, batia na minha barriga.
Ele me dizia "que eu era a puta mais gostosa que ele já tinha tido, que a partir de agora ele seria meu marido, que me comeria quantas vezes quisesse e do jeito que quisesse", eu só respondia "sim, papai, o que você quiser, continua, me come gostoso, me faz sua". Depois de um tempo, ele pediu pra trocar de posição, queria "me comer de quatro", eu só concordei e fiquei à disposição dele, com a bunda bem levantada apontando pro meu macho. Adorei que antes de se colocar atrás de mim, ele me deu um beijo gostoso, mordendo meu lábio inferior, depois pegou o lubrificante e passou no pau, me segurou pelos quadris e me penetrou até o fundo. Meu esfíncter já estava tão relaxado que entrava de uma vez só, então ele meteu e tirou completamente várias vezes. Me surpreendeu o barulho que meu cu fazia ao abrir e fechar com a entrada e saída do pau dele (era como se fosse de borracha, ou algo assim, tipo quando você estala os lábios hehe). Depois, ele me segurou firme pelos quadris e começou a me comer com força, as pernas dele batiam na minha bunda e eu sentia ele entrando até o fundo, sentia meu cu super aberto, já estava me sentindo perdido, meu corpo não aguentava mais tanto prazer. Ele me bombou por vários minutos (parece que foi por um bom tempo), depois parou e ficou grudado em mim, se deixou cair e ficamos deitados na cama, eu de bruços e ele em cima de mim com o pau ainda dentro. Com minhas mãos, eu abri minha bunda e ele continuou me comendo, cada vez mais rápido, acelerando o movimento do quadril. Eu, por outro lado, não conseguia me mexer com o peso do corpo dele, era como se ele tivesse me prendido. Todas eram sensações novas pra mim, e muito interessantes também. Com o atrito da cama e meu pau, comecei a sentir que ia gozar, meus gemidos me entregaram e ele começou a meter mais forte (tanto que por um momento senti muita dor no cu). De repente, ele Ouvi ele dizer: "ai meu amor, vou gozar, vou gozar no seu cu, que gostoso" e foi o que ele fez, senti o pau dele inchar dentro de mim, aquele calor intenso me percorreu e ele continuava metendo forte no meu cu, foi uma sensação tão incrível, que eu também gozei, os músculos do meu ânus fizeram eu contrair o pau dele, senti que apertei bem forte, por um momento ficamos grudados um no outro, sem dúvida foi o melhor orgasmo da minha vida, não conseguia acreditar no que tinha vivido, foi algo fora deste mundo. Ficamos deitados do jeito que estávamos por um tempo, os dois recuperando as forças, ele me abraçando e beijando meu pescoço, até que senti o pau dele mole saindo da minha bunda, que estava bem arrebentada, devo dizer, mas mesmo assim eu me sentia em êxtase.
Quando me levantei pra ir ao banheiro, senti minhas pernas bambas, por um momento me segurei na cama pra não cair, ao caminhar até o banheiro, senti o leite do meu homem escorrer do meu cu e descer pelas minhas pernas, virei e vi ele deitado recuperando o fôlego e me olhando, com uma cara de safado e muito satisfeito, acho que aquela imagem de me ver andando com a bunda ardendo, praticamente arrombada e escorrendo o leite dele, fez ele se apaixonar por mim, naquele momento eu soube que a nossa seria uma relação longa e que eu poderia amá-lo como meu marido, meu homem e meu amante, mesmo que fosse na clandestinidade, mas ainda assim me sentia feliz, me sentia propriedade dele e ele minha, sentia que o amava e sabia que podia confiar nele e satisfazê-lo como ninguém mais faria, que juntos compartilhávamos aquele mundo de sexualidade sem limites, e que pela primeira vez eu não me sentia sozinho.
Continua...
Eu, por minha parte, me sentia muito ansioso, desejava pra caralho aquele homem e deixava isso bem claro pra ele, não via a hora de tê-lo só pra mim, não acreditava que me sentia assim por um homem. Ele era tão másculo, tão sério, tão responsável, tão respeitável, não conseguia acreditar que ele me desejava, que desejava meu corpo, que queria estar dentro de mim, me fazer seu amante. Isso me fazia ver estrelas, era algo totalmente novo pra mim.
Enquanto isso, o fim de semana se aproximava e meu homem me ligou, disse que não via a hora de me ver, que já tinha tudo preparado pra gente fugir no próximo sábado. Só de ouvir isso, meu corpo reagiu e eu comecei a tremer. Ele pediu que eu não me comprometesse com nada nem com ninguém, que o dia estava reservado pra nós dois e que não aceitaria um não como resposta. A verdade é que com ele eu me sentia totalmente submisso, mas adorava que ele assumisse o controle de decidir onde, quando e como a gente se via. Claro que aceitei na hora.
Quando o dia chegou, eu estava um pouco nervoso, acho que é normal numa situação dessas, mas mais do que isso, eu estava ansioso. Naquele dia acordei cedo, queria me preparar com calma pra que tudo ficasse perfeito. Juan Carlos disse que passaria me buscar depois das 10 da manhã, então tive tempo pra arrumar a roupa que ia levar. Escolhi algo confortável e esportivo, imaginei que ficaria com a roupa por pouco tempo (hehe). Fiz uma lavagem intestinal, o que acho sempre importante, já que A última coisa que você quer é estragar o momento. Também depilei os poucos pelos que tenho no corpo (sempre fui bem lisinho, exceto por alguns pelos nas pernas) e, por último, passei hidratante no corpo todo. Admito que esse homem despertava meu lado mais feminino, e eu queria que meu corpo ficasse bem macio para as mãos dele. Também preparei uma nécessaire de viagem com algumas roupas extras, uma toalha e, claro, um vidro de lubrificante anal (o que uso é da marca WetUranus, à base d'água, adoro). Também levei alguns preservativos, mas não tinha certeza se usaríamos. Geralmente, sou bem cuidadoso com isso, mas acho que estava tão afim de Juan Carlos que pensei em deixar ele escolher se queria usar ou não. Tinha certeza de que ele não era um homem promíscuo, além de ter percebido que ele estava em boa forma física e era um cara que se cuidava muito.
Na hora marcada, ele chegou como tinha dito (sempre era muito pontual). Me mandou uma mensagem e eu saí. Entrei na caminhonete dele e lá estava ele, com uma aparência bem fresca. A primeira coisa que notei foi o perfume dele, bem másculo, mas ele estava com roupa formal. Quando fechei a porta, ele me beijou na boca, exatamente como se eu fosse a namorada dele (e era assim que eu me sentia). Partimos e ele me contou que tinha tudo preparado: iríamos para uma cabana pequena e bem privada que ele já tinha alugado outras vezes (depois me disse que pertencia a um amigo de muita confiança). Estávamos saindo da cidade e tivemos que dirigir quase uma hora para chegar. Durante a viagem, ele foi muito carinhoso comigo, segurou minha mão e conversamos sobre vários assuntos. Ele me contou o que disse para a esposa: "que ia viajar para outra cidade a trabalho", o que era algo bem comum para ele, então ela já estava acostumada. A conversa fez a viagem parecer bem curta. A cabana ficava numa área alta e montanhosa, com florestas bem densas. Quando nos aproximamos, saímos da estrada principal e entramos numa trilha de terra, bem limpa e cuidada. Pois é, nem sei quanta distância a gente percorreu até chegar na cabana, mas lá estávamos nós. Era uma casa pequena, mas muito bonita. Me surpreendi que não tinha outras casas por perto, era bem privada. Tinha um terreno amplo, cheio de vegetação e árvores frutíferas. Havia um portão grande (que ele abriu feito um cavalheiro), entramos e ele estacionou bem na frente da porta principal. Tinha uma varanda comprida na frente, com duas janelonas nas laterais e a porta principal no centro. O chão era de terracota e o teto de madeira. Achei o lugar muito bonito, e fiquei ainda mais impressionado que o Juan Carlos escolheu um lugar assim pro nosso primeiro encontro (bom, o primeiro não vale, hehe), podendo ter me levado pra qualquer motel barato de estrada (com a vontade que eu tava de ficar com ele, também não ia me importar).
Quando entramos, ele disse: "Bem-vindo, fica à vontade". Desceu todas as coisas do carro e começamos a nos acomodar. Ele trouxe comida, várias garrafas de vinho e água. A gente tinha geladeira e fogão. A casa não era muito grande: a sala de jantar e a cozinha eram juntas, e tinha uma pequena sala de estar com móveis de madeira mogno. À direita, um corredor que dava pro quarto principal, pra onde eu fui. Tinha uma cama grande no centro, à esquerda um closet pequeno e à direita a porta do banheiro. O quarto tinha uma janela com cortina verde do lado esquerdo da cama. Eu tava de pé na frente dela quando o Juan Carlos me abraçou por trás. Me virei e ele me deu um beijo na boca cheio de paixão. Senti a língua dele se entrelaçando com a minha. Abracei ele pelo pescoço, e ele foi direto pra minha bunda, apertou bem forte com as duas mãos. Meu corpo se eletrificou. Eu tava colado no corpo dele. A gente se fundiu em carícias e beijos, até que ele se separou e disse: "Tô com muita vontade de você". Pegou minha camisa e tirou, foi direto pros meus mamilos, começou a lamber e chupar eles. Dava pra sentir a língua molhada e quente dele percorrendo meu peito. Era totalmente novo pra mim, nunca... Ninguém nunca tinha feito isso comigo, eu gostei muito e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, tava bem duro.
Aí tomei a iniciativa e terminei de me despir, tirei os sapatos, as meias e o macacão esportivo que eu tava usando. Ele só ficou em pé me olhando. Por último, virei de costas e abaixei minha cueca branca, já tava completamente pelado na frente dele. Ele me observou por um momento e com a mão direita acariciou minhas nádegas, aí se despiu também. Eu me virei pra ver ele melhor, tava com uma ereção enorme, o corpo nu dele tinha pelos no peito e na barriga, a região genital tava depilada mas com uns pelinhos crescendo, e mesmo já tendo visto antes, o pau dele me pareceu delicioso, dava pra ver umas veias por causa da ereção e a cabeça tava completamente exposta, media uns 23 cm, sem dúvida era o homem mais dotado que eu já tinha pego.
Ao ver aquela imagem, me ajoelhei instintivamente na frente dele, ele se aproximou e com minhas mãos comecei a passar a mão no pau dele de cima pra baixo, tava quente e pulsando. Parei e beijei a ponta, o cheiro de macho dele me hipnotizou, aí abri a boca e enfiei até o fundo da garganta, notei que ele suspirou. Comecei a chupar com força, sugando tudo, de vez em quando parava e batia uma pra ele, depois continuava com o boquete. Coloquei as mãos nos quadris dele e enfiava até onde dava, fazendo ânsia de vômito, vi que ele gostava daquilo e repeti várias vezes. Ouvi ele falar com a voz trêmula "come todo, sua putinha, você é minha rabuda, te desejo, que boquete gostoso, mamãe" e isso me excitava ainda mais, me sentia uma verdadeira rabuda. Aí comecei a chupar as bolas dele, uma por uma e depois juntas, enquanto batia uma pra ele, dava pra ver que ele tava adorando, tava de olhos fechados e respiração acelerada.
Não sei quanto tempo ficamos nessa, até que ele me levantou e me sentou na ponta da cama, pediu pra eu deitar de barriga pra cima com as pernas abertas, se meteu entre elas e começou a chupar meu pau. (muito menor que o dele, claro), no começo fiquei surpresa, verdade que não imaginei que ele faria isso (porque é um macho 100%), mas amei que ele fez, além disso com uma técnica muito boa, estava muito gostoso.
Com os dedos da mão direita começou a esfregar meu cu de cima pra baixo, depois foi descendo com a língua até tocar meu buraquinho com ela, na hora comecei a gemer, era prazer demais, ele fazia pressão com a língua, sentia como se entrasse um pouco dentro de mim, podia sentir toda aquela umidade entre minhas nádegas, além do calor da respiração dele, coloquei minha mão na cabeça dele e apertei um pouco (agora que penso foi puro instinto), eu dizia “come minha buceta, papi, quero ser sua mulher, enfia toda sua língua, ahhh que gostoso, papi, come meu cu gostoso” (a gente não sabe que pode dizer essas coisas até sentir algo assim).
Eu me sentia fora de mim, de repente ele parou por um momento e colocou o dedo médio na entrada do meu cu, apertou um pouco e entrou até o fundo, não senti dor, só um prazer imenso, como se uma corrente elétrica percorresse todo meu corpo, ele enfiava, tirava e girava, e eu, como uma boa puta, levantei minhas pernas e segurei com as mãos por debaixo dos joelhos, pra ficar mais confortável pro meu amante e pra ele entrar mais fundo. Nisso, ele colocou os dedos indicador e médio juntos, os dois entraram com facilidade, meu cu já estava bem dilatado e pedia mais, ele ficou assim por um momento brincando com os dedos no meu cu até que três entravam com facilidade, nisso ele se levantou, ficando sobre mim com as pernas ainda no chão, eu já imaginei o que vinha e comecei a tremer, naquele momento lembrei que trouxe lubrificante e falei pra ele pegar na minha bolsa, enquanto coloquei um travesseiro debaixo dos meus quadris, ele lubrificou o pau e também meu cu, se posicionou sobre mim e coloquei minhas pernas nos ombros dele (me senti muito puta), senti a glande pulsando na entrada do meu cu, ele começou a apertar forte, por um momento Pensei que ia rasgar minha buceta, mas meu amante era um verdadeiro expert, já tinha dilatado bem meu cu e meu esfíncter não ofereceu muita resistência, foi entrando devagar, sem pressa, sem dor, só prazer. Ele parava e deixava meu reto se acostumar, enquanto isso eu abria minha bunda com as mãos, a sensação era magnífica, ver meu homem bem entre minhas pernas, tantos meses desejando ele e finalmente era meu. Ficou assim até entrar tudo, parou quieto por um momento e depois começou a bombar, pra dentro e pra fora num ritmo lento e constante, eu comecei a gemer como uma verdadeira puta "ai assim papai, me come gostoso, ahhh ahhh rasga meu cu papai, quero ser sua mulher, sinto você papai, me dá duro, ahhh que gostoso você come" (essas são as frases que lembro).
Ficamos assim por vários minutos, me impressionou a resistência dele, parecia um touro me comendo pelo cu, só bufava e resfolegava, sentia a batida do quadril dele na minha bunda. Depois ele parou, se levantou um pouco e disse: "quero que você monte em mim", saiu do meu cu e se deitou na cama de barriga pra cima, eu levantei, peguei um pouco de lubrificante e passei na minha bunda (sentia uma ardência gostosa), depois me posicionei por cima de frente pra ele, peguei a vara gostosa dele e coloquei na entrada do meu cu, que recebeu com gosto, me deixei cair e entrou tudo (soltei um gemido de puta "ahhhh que gostoso"), comecei a me mexer pra trás e pra frente e pra cima e pra baixo, coloquei as mãos no peito dele (senti ele duro) e acelerei o movimento, ele com as duas mãos agarrou minha bunda, eu só conseguia gemer como uma puta e ver a cara de tesão do meu macho, beijei ele na boca e ele correspondeu (não tem nada mais sensual que um beijo apaixonado quando o pau dele tá todo dentro de você). Quando cansei dessa posição, me virei em cima do pau dele ficando de costas pra ele, coloquei as mãos pra trás e comecei a mexer minha cintura o mais rápido que podia pra cima e pra baixo, o som dos nossos corpos batendo Eu tomei conta do quarto, dava pra sentir inteiramente o pau dele entrando e saindo do meu cu, as bolas batendo na minha bunda, assim como meu próprio pau duro, que com o movimento e a excitação, batia na minha barriga.
Ele me dizia "que eu era a puta mais gostosa que ele já tinha tido, que a partir de agora ele seria meu marido, que me comeria quantas vezes quisesse e do jeito que quisesse", eu só respondia "sim, papai, o que você quiser, continua, me come gostoso, me faz sua". Depois de um tempo, ele pediu pra trocar de posição, queria "me comer de quatro", eu só concordei e fiquei à disposição dele, com a bunda bem levantada apontando pro meu macho. Adorei que antes de se colocar atrás de mim, ele me deu um beijo gostoso, mordendo meu lábio inferior, depois pegou o lubrificante e passou no pau, me segurou pelos quadris e me penetrou até o fundo. Meu esfíncter já estava tão relaxado que entrava de uma vez só, então ele meteu e tirou completamente várias vezes. Me surpreendeu o barulho que meu cu fazia ao abrir e fechar com a entrada e saída do pau dele (era como se fosse de borracha, ou algo assim, tipo quando você estala os lábios hehe). Depois, ele me segurou firme pelos quadris e começou a me comer com força, as pernas dele batiam na minha bunda e eu sentia ele entrando até o fundo, sentia meu cu super aberto, já estava me sentindo perdido, meu corpo não aguentava mais tanto prazer. Ele me bombou por vários minutos (parece que foi por um bom tempo), depois parou e ficou grudado em mim, se deixou cair e ficamos deitados na cama, eu de bruços e ele em cima de mim com o pau ainda dentro. Com minhas mãos, eu abri minha bunda e ele continuou me comendo, cada vez mais rápido, acelerando o movimento do quadril. Eu, por outro lado, não conseguia me mexer com o peso do corpo dele, era como se ele tivesse me prendido. Todas eram sensações novas pra mim, e muito interessantes também. Com o atrito da cama e meu pau, comecei a sentir que ia gozar, meus gemidos me entregaram e ele começou a meter mais forte (tanto que por um momento senti muita dor no cu). De repente, ele Ouvi ele dizer: "ai meu amor, vou gozar, vou gozar no seu cu, que gostoso" e foi o que ele fez, senti o pau dele inchar dentro de mim, aquele calor intenso me percorreu e ele continuava metendo forte no meu cu, foi uma sensação tão incrível, que eu também gozei, os músculos do meu ânus fizeram eu contrair o pau dele, senti que apertei bem forte, por um momento ficamos grudados um no outro, sem dúvida foi o melhor orgasmo da minha vida, não conseguia acreditar no que tinha vivido, foi algo fora deste mundo. Ficamos deitados do jeito que estávamos por um tempo, os dois recuperando as forças, ele me abraçando e beijando meu pescoço, até que senti o pau dele mole saindo da minha bunda, que estava bem arrebentada, devo dizer, mas mesmo assim eu me sentia em êxtase.
Quando me levantei pra ir ao banheiro, senti minhas pernas bambas, por um momento me segurei na cama pra não cair, ao caminhar até o banheiro, senti o leite do meu homem escorrer do meu cu e descer pelas minhas pernas, virei e vi ele deitado recuperando o fôlego e me olhando, com uma cara de safado e muito satisfeito, acho que aquela imagem de me ver andando com a bunda ardendo, praticamente arrombada e escorrendo o leite dele, fez ele se apaixonar por mim, naquele momento eu soube que a nossa seria uma relação longa e que eu poderia amá-lo como meu marido, meu homem e meu amante, mesmo que fosse na clandestinidade, mas ainda assim me sentia feliz, me sentia propriedade dele e ele minha, sentia que o amava e sabia que podia confiar nele e satisfazê-lo como ninguém mais faria, que juntos compartilhávamos aquele mundo de sexualidade sem limites, e que pela primeira vez eu não me sentia sozinho.
Continua...
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van 10