Olá, pessoal
Faz muito tempo que sou fã dessa página, acho que tem um conteúdo de muito bom gosto, adoro os contos e aqui tem uma variedade enorme. Sou natural da Venezuela, tenho 32 anos, solteiro e, embora não goste de definir minha sexualidade, me considero bissexual, porque sinto atração pelos dois gêneros, mas amo a diversidade sexual e, mais ainda, curtir o sexo ao máximo. Sou moreno claro, cabelo liso, totalmente depilado, bunda boa (acho, hehe), tenho 1,75 m e peso 65 kg. É a primeira vez que me animo a escrever um conto, aviso que é 100% real, foi algo que me aconteceu há um tempo, espero que gostem:
Naquela época, eu tinha 23 anos, tinha acabado de me formar na universidade (sou Engenheiro da Computação) e comecei a trabalhar na capital (sou do interior do país). Embora tivesse família por perto, naquele momento morava sozinho em uma residência. Era uma fase muito boa, só estragada pelos problemas sentimentais, já que tinha terminado um relacionamento de dois anos com uma namorada. Conto que desde muito jovem soube que era bissexual, acho que sempre senti atração tanto por homens quanto por mulheres (também adoro transexuais). Na adolescência, tive minha primeira experiência com o mesmo sexo, que, embora tenha sido algo rápido, me marcou e acho que gostei (é material para outro conto), porque na universidade tive vários encontros com caras e até cheguei a ter parceiros homens com quem me sentia bem sendo ativo ou passivo — acho que chamam de versátil. Enfim, já sabia bem o que era sexo, penetrar ou ser penetrado, mas ainda assim sempre fui um cara normal, nunca fui afeminado, nem nada de trejeitos. Gosto de esportes e pratico ciclismo de montanha, o que agradeço por ter um corpo legal e, principalmente, uma bunda boa. Nada excepcional, mas tudo durinho e reto onde precisa, nada sobra e nada falta.
Enfim, como estava dizendo, tinha acabado de terminar um relacionamento e me sentia bem deprimido, me sentia traído, mas para não me alongar nisso... Vou te contar que cheguei a pensar que precisava de uma mudança, precisava experimentar algo novo e lembrei que quando estudava na universidade tive um amor platônico por um professor mais velhinho, um cinquentão muito gato e bem conservado, mas nunca cheguei a ter nada com ele, além de nunca ter ficado com alguém mais maduro. Então me propus a arrumar um parecido, e era o momento perfeito, já que estava livre pra tomar minhas decisões e tinha privacidade pra isso.
Resolvi apelar pra internet e pras famosas salas de bate-papo, que no começo me pareceram frustrantes porque eu só encontrava cada maluco, parecia um beco sem saída. Mas acho que me armei de paciência, e às vezes passava noites inteiras batendo papo e conhecendo pessoas, trocando experiências. Até que uma tarde, num intervalo no trabalho, conheci um homem cujo apelido era Zeus e se definia como 100% ativo, maduro e casado. Fiquei conversando com ele por um bom tempo e achei interessante porque não foi direto ao ponto. Ele me contou que tinha 52 anos, era casado, tinha dois filhos (uma moça e um rapaz) adolescentes e era advogado de profissão. Tinha um escritório de consultoria jurídica que, embora pequeno, ia muito bem. Disse que adquiriu o gosto por caras quando estudava na universidade, mas que sempre manteve isso como algo casual, aprendeu a lidar com o tempo, escondendo da família e dos conhecidos. Era muito discreto e procurava um homem jovem que fosse passivo, discreto, normal, bonito e que não exigisse um relacionamento muito sério, mas sim encontros casuais, apaixonados e sem enrolação emocional.
Isso me atraiu nele, não ficava com rodeios, o jeito que falava e, principalmente, a segurança dele. Contei sobre minha vida, o que gostava e o que não gostava. Foram várias sessões de chat, até combinamos pelo Messenger (muito usado naquela época). Trocamos fotos, ele era muito gato, pra falar a verdade. O nome verdadeiro dele é Juan Carlos, pele branca, meio peludo, cabelo preto. Com uns fios brancos, olhos castanhos, meio forte mas de corpo normal (nem gordo nem magro), tinha lábios definidos e nariz afilado, se vestia muito bem com ternos sob medida, dava pra ver que cuidava muito da aparência, usava um corte de cabelo bonito, me disse que media 1,83, era mais alto que eu, isso eu gostei. Enfim, nos demos super bem e sempre que podíamos a gente trocava altos papos, principalmente dávamos muito tempo pra putaria, ele me descrevia tudo que queria fazer comigo, com todos os detalhes, e eu pra ele, me contou que gostava de fazer de tudo, inclusive beijar na boca, a única coisa que não curtia era ser penetrado, mas pra mim tava de boa, eu tava atrás de um ativo; até lembro que a gente chegou a ter sexo telefônico uma noite, foi uma punheta foda que eu bati ouvindo ele bufando quando gozou, me dizendo que queria estar dentro de mim, porra, que eu fosse a putinha dele e que provasse o leite grosso dele, isso me deixou a mil e eu não via a hora de ter ele pessoalmente, outras vezes me despi pra ele pela webcam, ele no escritório dele e eu na minha casa, mostrei meu corpo inteiro, fiz tudo que ele pedia, abri meu cu pra ele. Ele me mostrou a piroca dura gostosa dele, era enorme, 23 cm e bem grossa, me impressionou pra caralho, pude ver cada detalhe, ele gostava de depilar tudo, amei os ovos dele, pareciam bem cheios (lembro que na hora pensei que a esposa não dava conta dele, haha) e tinha um monte de veias marcadas, mas o que mais me encantou foi a cabeça, era de um tom mais claro e muito grande, o diâmetro era maior que o tronco, fiquei apaixonado; naquela tarde a gente acabou gozando gostoso, eu na minha cama brincando com meus dedos no meu cu e ele sentado na cadeira executiva de couro preto, recolhendo o esperma num lenço.
Ficamos quase um mês trocando ideia e falando por telefone, e apesar de eu estar morrendo de vontade de conhecer ele, ele era mais precavido e se fez de rogado, mas achei normal ele ser muito cuidadoso com esse tipo de coisa, pela discrição, no final ele tinha muito mais a perder do que eu, por isso tentei Não pressionar ele.
Quando chegou o dia tão esperado, ele me ligou e disse que queria me ver. Lembro que foi de manhã e eu estava no trabalho. Ele perguntou se a gente podia se ver à tarde para se conhecer pessoalmente, dar uma volta e bater um papo rápido, porque estava cheio de serviço, mas precisava se distrair um pouco. Aceitei de boa e falei pra ele me pegar quando eu saísse do trampo. A verdade é que passei o dia todo ansioso e pensativo, acho que estava com os nervos à flor da pele, mas já tinha decidido e queria seguir em frente.
Quando chegou a hora de sair, 4:30 da tarde pra ser exato, saí do trabalho, caminhei até a esquina mais próxima e lá estava ele estacionado numa caminhonete do ano, marca Ford, cor prata. Me aproximei, entrei pelo lado do carona, cumprimentei ele e arrancamos.
Ele disse que era um prazer me conhecer, que sabia que tinha me feito esperar muito, mas só estava esperando o momento certo. Falei pra ele não se preocupar, que entendia totalmente (ele estava vestindo uma camisa branca e calça social cinza; eu tava de calça social preta e camisa azul com o logo do serviço). Ele dirigiu por uns 20 minutos até os arredores da cidade, fomos para uma área industrial e chegamos num galpão (paredes e teto alto) que tava sem uso. Ele abriu o portão e entramos, disse pra eu não me preocupar que o lugar era propriedade dele, que ali a gente ia ficar sozinho e ninguém ia incomodar. Dentro do galpão não tinha nada, então ficamos dentro da caminhonete dele. A gente foi conversando e criando intimidade, ele disse que eu atraía ele pra caramba, principalmente porque eu era muito ousado e que desde o tempo que a gente tava se conhecendo, a libido dele tava a mil. Eu fui mais direto e perguntei se podia beijar ele. Acho que fui eu quem deu o primeiro passo. Ele se aproximou e me beijou na boca, foi um beijo meigo, tipo de adolescente, só os lábios se encostaram. Senti eles mornos e meio molhados, mas deu uma corrente nas costas. Depois ele se afastou por um momento e se aproximou de novo. Mas, dessa vez foi mais sexy. Ela abriu a boca e eu senti a língua dela tocar meu lábio superior. Por reflexo, abri passagem e ela encontrou a minha, e elas se entrelaçaram. Foi um beijo incrível, me deixou sem fôlego por um momento, e assim começou uma sessão apaixonada de beijos. Literalmente, senti a língua dela até minha garganta.
Com as mãos grandes e dedos longos (lembro do anel de formatura na mão direita), ela começou a tocar minhas pernas. E eu, nem curto nem preguiçoso, coloquei minha mão na perna direita dela e comecei a subir até chegar na virilha. Consegui sentir aquela besta presa por cima da calça. Comecei a deslizar minha mão sobre o pacote dele de cima pra baixo. Ele não aguentou, parou de me beijar, se afastou e me perguntou se eu topava fazer um boquete nele. Eu só mordi os lábios e comecei a desafivelar o cinto e a calça dele. Ele ajustou o banco pra trás e se reclinou. Abaixou a calça, uma cueca box branca, e ali estava: aquele membro enorme e suculento. Finalmente tinha ele nas minhas mãos, aquele pinto duro e gostoso que já tinha me feito bater tanta punheta. Sem hesitar, me joguei nele. Enfiei na minha boca e pude sentir o calor e o gosto (meio salgado). Notei com a língua que ele tinha muito líquido pré-seminal na glande. Achei que era porque ele me desejava, e isso me excitou ainda mais. Com meus dedos, puxei o prepúcio e de uma vez enfiei até a garganta (pude ouvir um suspiro do meu amante). Com a mão esquerda, acompanhei o boquete. Era o pinto mais delicioso que já tinha provado. Era o Guevo (como a gente chama vulgarmente aqui na Venezuela) de um homem de verdade. Depois de um tempo, não consegui evitar: com a mão, cutuquei as bolas dele, queria dar uma lambida, e foi o que fiz. Chupei elas à vontade (ele disse que adorava). O boquete durou uns 30 minutos (alternava entre o membro e as bolas). Lambeu de cima até embaixo. Queria alcançar com a língua o cu dele, mas não tinha espaço. A gente se divertiu muito, e eu não conseguia parar de pensar que ele era casado e estava traindo a esposa comigo. Isso me Me transportava para o êxtase total, nunca tinha sentido aquilo, acho que tornava o ato em si muito mais excitante, me sentia uma verdadeira puta, com nenhum outro homem tinha me sentido assim, era algo novo pra mim.
Ele com a mão pressionava minha cabeça pra baixo, queria comer minha boca o máximo possível, depois de um tempo senti a respiração dele acelerar, ouvi ele falar "engole toda minha porra", eu acelerei o boquete com minha mão e minha boca, aí senti a glande dele inchar e explodir dentro de mim, o primeiro jato de porra foi tão rápido que quase não senti o gosto, foi direto pra minha garganta, o segundo inundou minha língua, senti o calor, a viscosidade e principalmente o sabor e o cheiro, engoli tudo como meu homem mandou. Fiquei completamente cheia, esperei meu amante se recuperar e com minha boca terminei de limpar o pinto dele dos restos daquele doce néctar, foi sensacional, depois ele pegou uns lenços umedecidos do porta-luvas e me deu, usei o espelho pra me limpar enquanto ele arrumava a calça, aí me beijou na boca com a mesma paixão de antes, isso me fez me apaixonar de vez.
E assim foi nosso primeiro encontro, meio rápido, eu acho, mas com tanto tempo e tesão acumulados, a paixão transbordou sobre nós, me sentia dele, acho que naquele momento eu soube que ele seria meu homem e eu totalmente dele, não conseguia evitar me sentir feminina.
Depois de nos recuperarmos do boquete espetacular que eu dei, saímos do local onde estávamos, ele disse que tinha que voltar pro trabalho e me levou pra casa, dirigiu o tempo todo com minha mão na dele e eu com meu corpo o mais colado possível nele, ele disse que a próxima era fugirmos pra um hotel, que queria me comer de mil maneiras possíveis e me fazer dele, quando chegou em casa me beijou mais discretamente, nos despedimos e eu desci, entrei correndo na minha residência e ao entrar tirei toda a roupa, me joguei na cama, me masturbei intensamente, me tocando na buceta e lembrando do sabor de O pau dele, que ainda molhava minha boca e minhas mãos, não demorou muito pra gozar na minha barriga. Foi um orgasmo muito intenso. Fiquei deitado na cama, pelado, ainda com porra no meu corpo. Nessa hora, meu celular tocou. Era uma mensagem de texto, dele. Dizia que tinha sido uma delícia, que esperou muito tempo pra conhecer alguém como eu e que esperava que fosse o começo de algo muito bom…
Continua…
Faz muito tempo que sou fã dessa página, acho que tem um conteúdo de muito bom gosto, adoro os contos e aqui tem uma variedade enorme. Sou natural da Venezuela, tenho 32 anos, solteiro e, embora não goste de definir minha sexualidade, me considero bissexual, porque sinto atração pelos dois gêneros, mas amo a diversidade sexual e, mais ainda, curtir o sexo ao máximo. Sou moreno claro, cabelo liso, totalmente depilado, bunda boa (acho, hehe), tenho 1,75 m e peso 65 kg. É a primeira vez que me animo a escrever um conto, aviso que é 100% real, foi algo que me aconteceu há um tempo, espero que gostem:
Naquela época, eu tinha 23 anos, tinha acabado de me formar na universidade (sou Engenheiro da Computação) e comecei a trabalhar na capital (sou do interior do país). Embora tivesse família por perto, naquele momento morava sozinho em uma residência. Era uma fase muito boa, só estragada pelos problemas sentimentais, já que tinha terminado um relacionamento de dois anos com uma namorada. Conto que desde muito jovem soube que era bissexual, acho que sempre senti atração tanto por homens quanto por mulheres (também adoro transexuais). Na adolescência, tive minha primeira experiência com o mesmo sexo, que, embora tenha sido algo rápido, me marcou e acho que gostei (é material para outro conto), porque na universidade tive vários encontros com caras e até cheguei a ter parceiros homens com quem me sentia bem sendo ativo ou passivo — acho que chamam de versátil. Enfim, já sabia bem o que era sexo, penetrar ou ser penetrado, mas ainda assim sempre fui um cara normal, nunca fui afeminado, nem nada de trejeitos. Gosto de esportes e pratico ciclismo de montanha, o que agradeço por ter um corpo legal e, principalmente, uma bunda boa. Nada excepcional, mas tudo durinho e reto onde precisa, nada sobra e nada falta.
Enfim, como estava dizendo, tinha acabado de terminar um relacionamento e me sentia bem deprimido, me sentia traído, mas para não me alongar nisso... Vou te contar que cheguei a pensar que precisava de uma mudança, precisava experimentar algo novo e lembrei que quando estudava na universidade tive um amor platônico por um professor mais velhinho, um cinquentão muito gato e bem conservado, mas nunca cheguei a ter nada com ele, além de nunca ter ficado com alguém mais maduro. Então me propus a arrumar um parecido, e era o momento perfeito, já que estava livre pra tomar minhas decisões e tinha privacidade pra isso.
Resolvi apelar pra internet e pras famosas salas de bate-papo, que no começo me pareceram frustrantes porque eu só encontrava cada maluco, parecia um beco sem saída. Mas acho que me armei de paciência, e às vezes passava noites inteiras batendo papo e conhecendo pessoas, trocando experiências. Até que uma tarde, num intervalo no trabalho, conheci um homem cujo apelido era Zeus e se definia como 100% ativo, maduro e casado. Fiquei conversando com ele por um bom tempo e achei interessante porque não foi direto ao ponto. Ele me contou que tinha 52 anos, era casado, tinha dois filhos (uma moça e um rapaz) adolescentes e era advogado de profissão. Tinha um escritório de consultoria jurídica que, embora pequeno, ia muito bem. Disse que adquiriu o gosto por caras quando estudava na universidade, mas que sempre manteve isso como algo casual, aprendeu a lidar com o tempo, escondendo da família e dos conhecidos. Era muito discreto e procurava um homem jovem que fosse passivo, discreto, normal, bonito e que não exigisse um relacionamento muito sério, mas sim encontros casuais, apaixonados e sem enrolação emocional.
Isso me atraiu nele, não ficava com rodeios, o jeito que falava e, principalmente, a segurança dele. Contei sobre minha vida, o que gostava e o que não gostava. Foram várias sessões de chat, até combinamos pelo Messenger (muito usado naquela época). Trocamos fotos, ele era muito gato, pra falar a verdade. O nome verdadeiro dele é Juan Carlos, pele branca, meio peludo, cabelo preto. Com uns fios brancos, olhos castanhos, meio forte mas de corpo normal (nem gordo nem magro), tinha lábios definidos e nariz afilado, se vestia muito bem com ternos sob medida, dava pra ver que cuidava muito da aparência, usava um corte de cabelo bonito, me disse que media 1,83, era mais alto que eu, isso eu gostei. Enfim, nos demos super bem e sempre que podíamos a gente trocava altos papos, principalmente dávamos muito tempo pra putaria, ele me descrevia tudo que queria fazer comigo, com todos os detalhes, e eu pra ele, me contou que gostava de fazer de tudo, inclusive beijar na boca, a única coisa que não curtia era ser penetrado, mas pra mim tava de boa, eu tava atrás de um ativo; até lembro que a gente chegou a ter sexo telefônico uma noite, foi uma punheta foda que eu bati ouvindo ele bufando quando gozou, me dizendo que queria estar dentro de mim, porra, que eu fosse a putinha dele e que provasse o leite grosso dele, isso me deixou a mil e eu não via a hora de ter ele pessoalmente, outras vezes me despi pra ele pela webcam, ele no escritório dele e eu na minha casa, mostrei meu corpo inteiro, fiz tudo que ele pedia, abri meu cu pra ele. Ele me mostrou a piroca dura gostosa dele, era enorme, 23 cm e bem grossa, me impressionou pra caralho, pude ver cada detalhe, ele gostava de depilar tudo, amei os ovos dele, pareciam bem cheios (lembro que na hora pensei que a esposa não dava conta dele, haha) e tinha um monte de veias marcadas, mas o que mais me encantou foi a cabeça, era de um tom mais claro e muito grande, o diâmetro era maior que o tronco, fiquei apaixonado; naquela tarde a gente acabou gozando gostoso, eu na minha cama brincando com meus dedos no meu cu e ele sentado na cadeira executiva de couro preto, recolhendo o esperma num lenço.
Ficamos quase um mês trocando ideia e falando por telefone, e apesar de eu estar morrendo de vontade de conhecer ele, ele era mais precavido e se fez de rogado, mas achei normal ele ser muito cuidadoso com esse tipo de coisa, pela discrição, no final ele tinha muito mais a perder do que eu, por isso tentei Não pressionar ele.
Quando chegou o dia tão esperado, ele me ligou e disse que queria me ver. Lembro que foi de manhã e eu estava no trabalho. Ele perguntou se a gente podia se ver à tarde para se conhecer pessoalmente, dar uma volta e bater um papo rápido, porque estava cheio de serviço, mas precisava se distrair um pouco. Aceitei de boa e falei pra ele me pegar quando eu saísse do trampo. A verdade é que passei o dia todo ansioso e pensativo, acho que estava com os nervos à flor da pele, mas já tinha decidido e queria seguir em frente.
Quando chegou a hora de sair, 4:30 da tarde pra ser exato, saí do trabalho, caminhei até a esquina mais próxima e lá estava ele estacionado numa caminhonete do ano, marca Ford, cor prata. Me aproximei, entrei pelo lado do carona, cumprimentei ele e arrancamos.
Ele disse que era um prazer me conhecer, que sabia que tinha me feito esperar muito, mas só estava esperando o momento certo. Falei pra ele não se preocupar, que entendia totalmente (ele estava vestindo uma camisa branca e calça social cinza; eu tava de calça social preta e camisa azul com o logo do serviço). Ele dirigiu por uns 20 minutos até os arredores da cidade, fomos para uma área industrial e chegamos num galpão (paredes e teto alto) que tava sem uso. Ele abriu o portão e entramos, disse pra eu não me preocupar que o lugar era propriedade dele, que ali a gente ia ficar sozinho e ninguém ia incomodar. Dentro do galpão não tinha nada, então ficamos dentro da caminhonete dele. A gente foi conversando e criando intimidade, ele disse que eu atraía ele pra caramba, principalmente porque eu era muito ousado e que desde o tempo que a gente tava se conhecendo, a libido dele tava a mil. Eu fui mais direto e perguntei se podia beijar ele. Acho que fui eu quem deu o primeiro passo. Ele se aproximou e me beijou na boca, foi um beijo meigo, tipo de adolescente, só os lábios se encostaram. Senti eles mornos e meio molhados, mas deu uma corrente nas costas. Depois ele se afastou por um momento e se aproximou de novo. Mas, dessa vez foi mais sexy. Ela abriu a boca e eu senti a língua dela tocar meu lábio superior. Por reflexo, abri passagem e ela encontrou a minha, e elas se entrelaçaram. Foi um beijo incrível, me deixou sem fôlego por um momento, e assim começou uma sessão apaixonada de beijos. Literalmente, senti a língua dela até minha garganta.
Com as mãos grandes e dedos longos (lembro do anel de formatura na mão direita), ela começou a tocar minhas pernas. E eu, nem curto nem preguiçoso, coloquei minha mão na perna direita dela e comecei a subir até chegar na virilha. Consegui sentir aquela besta presa por cima da calça. Comecei a deslizar minha mão sobre o pacote dele de cima pra baixo. Ele não aguentou, parou de me beijar, se afastou e me perguntou se eu topava fazer um boquete nele. Eu só mordi os lábios e comecei a desafivelar o cinto e a calça dele. Ele ajustou o banco pra trás e se reclinou. Abaixou a calça, uma cueca box branca, e ali estava: aquele membro enorme e suculento. Finalmente tinha ele nas minhas mãos, aquele pinto duro e gostoso que já tinha me feito bater tanta punheta. Sem hesitar, me joguei nele. Enfiei na minha boca e pude sentir o calor e o gosto (meio salgado). Notei com a língua que ele tinha muito líquido pré-seminal na glande. Achei que era porque ele me desejava, e isso me excitou ainda mais. Com meus dedos, puxei o prepúcio e de uma vez enfiei até a garganta (pude ouvir um suspiro do meu amante). Com a mão esquerda, acompanhei o boquete. Era o pinto mais delicioso que já tinha provado. Era o Guevo (como a gente chama vulgarmente aqui na Venezuela) de um homem de verdade. Depois de um tempo, não consegui evitar: com a mão, cutuquei as bolas dele, queria dar uma lambida, e foi o que fiz. Chupei elas à vontade (ele disse que adorava). O boquete durou uns 30 minutos (alternava entre o membro e as bolas). Lambeu de cima até embaixo. Queria alcançar com a língua o cu dele, mas não tinha espaço. A gente se divertiu muito, e eu não conseguia parar de pensar que ele era casado e estava traindo a esposa comigo. Isso me Me transportava para o êxtase total, nunca tinha sentido aquilo, acho que tornava o ato em si muito mais excitante, me sentia uma verdadeira puta, com nenhum outro homem tinha me sentido assim, era algo novo pra mim.
Ele com a mão pressionava minha cabeça pra baixo, queria comer minha boca o máximo possível, depois de um tempo senti a respiração dele acelerar, ouvi ele falar "engole toda minha porra", eu acelerei o boquete com minha mão e minha boca, aí senti a glande dele inchar e explodir dentro de mim, o primeiro jato de porra foi tão rápido que quase não senti o gosto, foi direto pra minha garganta, o segundo inundou minha língua, senti o calor, a viscosidade e principalmente o sabor e o cheiro, engoli tudo como meu homem mandou. Fiquei completamente cheia, esperei meu amante se recuperar e com minha boca terminei de limpar o pinto dele dos restos daquele doce néctar, foi sensacional, depois ele pegou uns lenços umedecidos do porta-luvas e me deu, usei o espelho pra me limpar enquanto ele arrumava a calça, aí me beijou na boca com a mesma paixão de antes, isso me fez me apaixonar de vez.
E assim foi nosso primeiro encontro, meio rápido, eu acho, mas com tanto tempo e tesão acumulados, a paixão transbordou sobre nós, me sentia dele, acho que naquele momento eu soube que ele seria meu homem e eu totalmente dele, não conseguia evitar me sentir feminina.
Depois de nos recuperarmos do boquete espetacular que eu dei, saímos do local onde estávamos, ele disse que tinha que voltar pro trabalho e me levou pra casa, dirigiu o tempo todo com minha mão na dele e eu com meu corpo o mais colado possível nele, ele disse que a próxima era fugirmos pra um hotel, que queria me comer de mil maneiras possíveis e me fazer dele, quando chegou em casa me beijou mais discretamente, nos despedimos e eu desci, entrei correndo na minha residência e ao entrar tirei toda a roupa, me joguei na cama, me masturbei intensamente, me tocando na buceta e lembrando do sabor de O pau dele, que ainda molhava minha boca e minhas mãos, não demorou muito pra gozar na minha barriga. Foi um orgasmo muito intenso. Fiquei deitado na cama, pelado, ainda com porra no meu corpo. Nessa hora, meu celular tocou. Era uma mensagem de texto, dele. Dizia que tinha sido uma delícia, que esperou muito tempo pra conhecer alguém como eu e que esperava que fosse o começo de algo muito bom…
Continua…
8 comentários - Me aventurei com um coroa casado… PARTE 1
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