Meu tio me comeu, segunda vez

E aí, como tão as pessoas lindas? Faz um tempinho já que fiz meu último post, tava meio ocupado com o trampo, mas aproveitando o turismo e porque faz tempo que meu tio me comeu pela segunda vez, tô escrevendo esse post.

Isso aconteceu uns 4 ou 5 anos atrás, não lembro direito, talvez até mais. Eu ainda tava no colégio e, como sempre, ia bem. Chegou o turismo e a gente tem o costume de ir pras termas passar a semana toda. Geralmente íamos com uns amigos dos meus pais, alugávamos uma casa grande nas termas e ficávamos todos juntos. Esse ano foi diferente: os amigos que iam sempre com a gente mudaram de destino e foram pro Brasil, então meus pais convidaram meu tio. Quando eu soube, podem imaginar que deu aquele frio na barriga e o cu ficou molinho. Já tinha passado um tempo desde que perdi a virgindade e já tinha dado pra outros caras, geralmente mais velhos. Adoro como eles te pegam e te comem como se você fosse uma putinha, te puxam pelo cabelo, te fazem chupar a pica deles ou te colocam de quatro e te enfiam como se não houvesse amanhã. Mas ninguém era tão bruto e me dava tanto tesão quanto meu tio.

Voltando ao assunto das férias, meu tio demorou pra confirmar pros meus pais se ia ou não, mas quando confirmou, já não conseguimos mais casa nas termas (Dayman). Pra quem é uruguaio e sai, deve saber que é foda conseguir alugar se não tiver tempo de sobra no turismo, ainda mais nas termas que são cheias pra caralho.

A solução foi simples: alugamos uma casa em Salto cidade e de lá íamos todo dia de manhã cedo pras termas.

Chegou o turismo e passamos em Durazno pra encontrar meus tios e primo (aquele que chupei a pica). Nos cumprimentamos como se nada tivesse acontecido e partimos pra Salto. Nos instalamos na casa, muito bonita, de dois andares com dois quartos em cada piso. Decidimos que a gente ficava no térreo porque minha mãe tem problema nas costas e odeia subir escada. Meus tios e Primo, eles ficavam lá em cima.

O primeiro dia foi bem tranquilo, chegamos de manhã, nos instalamos, fomos fazer umas compras no supermercado e de tarde fomos pras termas aproveitar o que restava do dia.

No dia seguinte acordamos cedo, umas 6:30 já de pé pra pegar um lugar bom e passar o dia inteiro nas termas. Depois de ficar um tempão nas piscinas com meu tio e minha mãe, decidimos sair da piscina e tomar uma ducha pra almoçar.

Minha mãe entrou no banheiro feminino e eu fui pras duchas com meu tio. É estilo academia, com vestiário, e os chuveiros não tinham porta, ou pelo menos naquela época não tinham. Esse foi o momento de ficar promíscua, meu tio me dava muito tesão e me exibir feito uma puta pra ele fodia minha mente.

Me despi de costas pra ele e me abaixei pra mostrar a raba, arqueando a lombar e levantando a bunda. Tava sozinha no vestiário, então não precisei me segurar com o quanto eu era vadia. Não tinha certeza se ele tava me olhando, mas depois ia descobrir.

Deixei ele entrar primeiro no chuveiro e entrei na que ficava de frente pra dele. Como eu disse, não tinha porta, então ele podia me ver e eu podia ver ele. Tava de lado e o pau dele aparecia, tava mole mas não deixava de ser grosso e grande, um pouco mais escuro que o resto da pele dele.

Virei de costas e comecei a me ensaboar, deixando a água cair no meu rosto e na minha boca, tentando ser o mais puta que pudesse. Comecei a encher a bunda de sabão e a abrir ela pra deixar a água entrar. Nessa hora olhei pra ele e vi que ele tava me encarando. Ele se ensaboava o pau e me olhou com uma cara de "que puta que você é" enquanto mordia o lábio inferior. Disso eu nunca vou esquecer, a cara de "se eu te pegar, vou te destruir, sua promíscua" que ele fez. Terminou de tomar banho e saiu, eu segui ele. Nos vestimos e saímos do banheiro. O resto do dia passou como se nada tivesse acontecido.

Passaram uns 4 dias tranquilos, sem nada de mais pra contar. A gente tava a Sexta-feira já, e naquela noite a gente tinha saído pra comer, tudo numa boa. Depois disso, meu tio me convidou, eu e meu primo, pra dar um rolê pela orla de Salto, e meus pais foram com minha tia pra casa. A gente voltou bem mais tarde, umas 2 da manhã, e fui direto pra cama. Tava moído de cansaço.

No dia seguinte, às 6:30, como sempre, era hora de levantar, e eu não aguentava mais de sono. Meu primo e meu tio também tinham dormido pouco, então a proposta foi que meus pais e minha tia fossem como sempre, pegassem um lugar, e a gente fosse depois. Meu primo, no entanto, quis ir com eles, já que ia tirar um cochilo e pronto, queria aproveitar o máximo possível. Então eles foram, me deixando sozinho com meu tio.

Lá pelas 9:30, meio zumbi e com muito esforço, me levantei pra tomar café porque o alarme tinha tocado lá em cima e achei que já era hora de encarar o dia. Enquanto preparava o café, ouvi meu tio descendo e gritei da cozinha pra cumprimentá-lo, quando ele chegou por trás e se encostou em mim, me apertando contra a ilha da cozinha (se leram o relato anterior, sabem que ele é um cara grandão, e eu tenho 1,60, sou bem pequeno). Ali, meu coração parou.

Ele: "Tá procurando pica que nem da outra vez, olha só que viado você é."
Eu não respondi nada, só joguei a bunda pra trás, sinalizando que queria pica.
Ele: "Que viado de merda você é, se quer pica, fuck you."

Aí ele me pegou e disse: "Vem." No térreo, a gente tinha uma sala com um sofá e uma TV. Ele sentou lá, tirou o short e puxou a pica pra fora. Já tava dura. Fez sinal com a cabeça pra eu me ajoelhar, e eu me meti entre as pernas dele. Olhava pra ele de baixo, a barriga redonda e peluda, igual as pernas, as bolas grandes — era o que eu queria.

"Vai, viadinho, chupa a porra e a gente vai pras piscinas."
Como negar isso? Comecei a chupar ele. Tinha um gosto forte, parecia que ele tinha mijado agora e, além disso, não tomava banho desde No dia anterior, eu tinha um pouco de queijinho entre a pele e a cabeça da pica, a gente tinha dado umas voltas e caminhado bastante, isso ajudou, acho. Mas o gosto não me incomodou, pelo contrário, me deixava mais tarado aquela situação, um macho de verdade, desleixado, que não ligava pra nada, só queria que eu fosse a putinha dele.

Ele me pegou pela nuca e disse: "Vai fundo, viado, engole direito", enquanto me empurrava pra eu engolir mais a pica. Eu já tinha prática chupando pica, mas o calibre do meu tio não é pouca coisa, então engasguei e tentei me afastar um pouco, mas ele não deixou.

"Manda ver, putinha que te pariu, chupa com gosto."

Meus olhos começaram a lacrimejar e eu tive ânsia, então tive que parar. Tirei a pica dele da boca e continuei chupando um pouco, mas não conseguia ir até o fundo.

Aí ele falou: "Para, chupar minha pica assim não dá, vem que vou te foder e pronto, vou gozar dentro de você do mesmo jeito."

Ele me levou pra cama de cima e me jogou de bruços na cama. Cuspiu na própria pica, que, comparado com a vez anterior, foi até uma gentileza, e subiu em cima de mim.

"Abre o cu, vai."

Eu obedeci e afastei as nádegas. Ele pegou a pica dele e apontou direto pro meu cu, enquanto eu olhava pra ele por cima do ombro.

"Abre o cu", repetiu, enquanto começava a meter.

Pra falar a verdade, doeu pra caralho e eu reclamei. Não estava dilatado e a pica do meu tio é grossa. Pedi pra ele parar um pouco e enfiar um dedo, mas a resposta dele foi:

"Para de frescura, aguenta que eu gosto assim", e fez mais força pra meter. Aí entrou de uma vez, como se tivesse destravado o que estava segurando, e me fez arquear de dor.

"Agora sim, entrou", ele disse, deixou ela lá dentro e jogou o peso do corpo em cima de mim, meio que me esmagando. Aí começou a se mexer, primeiro só empurrando a pica mais pra dentro sem tirar um milímetro pra fora, e depois começou a me comer, cada vez mais forte, metendo e tirando a pica quase por completo, sem me deixar mexer, sempre me empurrando pra baixo. Doeu, mas eu curti cada metida. Ele ficou uns 10 minutos assim, até que começou de novo a enfiar bem fundo e deixar lá por uns segundos. Fez isso umas duas vezes e começou a bufar. Me deu umas últimas metidas fortíssimas e eu senti o pau dele pulsando. Sabia que tinha acabado. Ele se largou em cima de mim e ficou um minuto mais ou menos respirando pesado, com o pau ainda enfiado no meu cu. Depois tirou e começou a se vestir. Eu me virei, olhei pra ele e ele disse: "Aí está sua porra, viado. Veste logo pra gente ir."

Falei que ia no banheiro e já me vestia pra sair. Ele me olhou bem sério e disse:
"Pobre de você se for jogar a porra fora. Deixa ela dentro, já que queria tanto."

Eu ainda tava de pau duro e, no calor do momento, obedeci. Me vesti, saímos e quando chegamos, como se nada tivesse acontecido.

Depois disso, não rolou mais nada naquela semana, e no domingo cada um foi pro seu lado. Ainda bato uma pensando nisso — foi uma das melhores fodas que já levei.

Bom, espero que tenham gostado. Com meu tio ainda tenho mais uma experiência, quando passei um verão na casa dele e ele me comeu várias vezes, mas isso fica pra outras histórias.

Comentem e deixem pontos pra eu continuar postando conteúdo. Beijinhos onde vocês mais gostam, e se você é um coroa, não hesita em me mandar um Private Message.

5 comentários - Meu tio me comeu, segunda vez

Hermoso relato...
Quisiera cigerte igual que tu tío...
O darte verga entre los dos...