Caso alguém não tenha lido o primeiro capítulohttp://www.poringa.net/posts/gay/3140437/De-colonias-Parte-1-Tragando-Semen.htmlJá tinha provado a porra de todos meus amigos, e agora tava trancado no quarto com Eduardo, o que acontece é bem interessante.
Como vocês já sabem, a gente tava de castigo os 8 por dois dias, então nos separaram de dois em dois e ficávamos trancados em quartos diferentes até meio-dia, de tarde a gente se juntava tudo de novo, de castigo lá fora com um professor cuidando da gente.
Na manhã seguinte de ter provado a porra gostosa dos meus amigos, fomos tomar banho e todo mundo começou a zoar sobre a noite anterior quando não tinha mais ninguém.
Marcos: Qual pau cê acha mais gostoso dos 7? hahahaha
Eu: O que eu mais gosto de ver é teu rabo, Marcos, só penso em arrebentar ele hahahaha
Marcos: Não me fala essas coisas, filho da puta hahahaha, que bad vibes.
Eu: Então não me provoca, otário hahahaha.
Era só risada e putaria, mas tava num clima bom.
Quando acabamos, fomos tomar café, e um professor nos colocou em quartos separados. Eu fiquei com Eduardo.
Eduardo era um cara normal, com uma barriguinha, mas era forte porque também ia na piscina com Marcos de vez em quando.
Eduardo: Que tédio, agora 3 putas horas aqui trancados.
Eu: Pois é, que merda.
Eduardo: Ei, e o de ontem, cê curtiu? Sabia que você via porno gay e tal, mas não que curtia essas paradas.
Eu: Bom... na real não curto homem, mas me dá muito tesão sexo homossexual.
Eduardo: Mas como pode gostar de paus se não gosta de homem?
Eu: Sei lá, só sei que me deixa de pau duro hahahaha.
Eduardo: Hahahaha que viciado, aliás, ontem entrei no banheiro e vi a gozada que você deixou no chão.
Eu: Desculpa, esqueci de limpar, mano.
Eduardo: De boa, mas sei lá, fiquei curioso e toquei um pouco com os dedos, mas limpei com papel higiênico.
Eu: Hahahaha, não fode, agora te passei a "bichice" também. — Falei fazendo aspas com os dedos pra fazer a brincadeira.
Eduardo: Que nada, mas sei lá, só curiosidade mesmo... bom, que tal a gente bater umas punhetas pra passar o tempo?
Eu: Beleza, vale.
A gente se pelou e começou a passar a mão nas rolas, a minha pica era normal, um pouco grossa e depilada, lembro que tinha uns 15cm, a dele era mais fina, mas mais comprida e morena, tinha uns ovos mais gordos que os meus, e dava pra ver que tava há algumas semanas sem depilar, acho que media uns 17cm. A cabecinha dele era roxa e grossa, diferente da minha, que era vermelha e do mesmo tamanho do tronco praticamente. Rapidinho a gente ficou duro e começou a se punhetar.
Eduardo: Ei cara, cê curte minha pica? – Falou meio envergonhado e gaguejando
Eu: Bom... sim...
Eduardo: Cê topa bater uma pra mim...?
Não pensei duas vezes, larguei minha pica e peguei a dele, comecei a mexer devagar, perto do meu rosto, vendo como a cabecinha gorda aparecia e sumia, notando cada detalhe da pica dele na minha mão. Tava quente e muito dura, ele tava suspirando e me olhando com tesão, em poucos minutos já tava saindo porra e eu olhava com desejo, babando.
Eduardo: Porra cara, como cê bate bem uma punheta, vou te falar isso mais vezes hein.
Eu: Nós dois temos pica, eu sei onde é bom também haha.
Eduardo: Isso é verdade, mas puta merda, vou acabar explodindo.
Era verdade, a pica dele tava pulsando, querendo soltar todo o jato de porra, mas eu era meio sacana e quando via que ele tava quase gozando, parava.
Eduardo: Cara, quero gozar logo, não seja filho da puta.
Nessa hora, cuspi na pica dele e comecei a bater com força. Ele gozou, não parava de gozar, era inacreditável, jatos e jatos de esperma pra todo lado, na barriga dele, na minha mão, no meu rosto, no chão, na cama... E ele continuava gozando, e gemendo, e gozando, e gemendo, e eu não parava de bater na maior velocidade, apertando a pica dele pra não deixar escapar nem uma gota. Quando ele parou de ter espasmos e de soltar porra, a pica dele voltou ao estado flácido e percebeu que tinha enchido tudo de porra.
Eduardo: Porra, mano, nunca gozei tanto assim, não sei o que deu em mim, enchi tudo, kkkk.
Eu: Pois é, me encheu também, seu filho da puta, olha minha cara.
Eduardo: Kkkkkk, desculpa, vou limpar tudo.
Eu: Espera.
Parei ele com a mão e passei a mão cheia de porra na boca, depois passei o dedo no rosto todo arrastando a porra pra boca, virei um puta porco, mas adorava. Eduardo me olhou impressionado. A porra dele era uma delícia, meio áspera, mas adorei o gosto.
Eduardo: Caralho, mano, já vi que você gosta.
Eu: Amo... — falei com a boca e as mãos cheias de porra dele.
Eduardo: kkkk já vi, vou limpar isso.
Ele levantou, pegou papel e começou a limpar tudo, eu ainda tava duro, com o pau no talo, ele percebeu.
Eduardo: E aí, e você? Não vai gozar?
Eu só ficava limpando os restos de porra do Eduardo no meu corpo com a mão e levando pra língua.
Eu: Vou... — suspirei.
Eduardo: Ei... posso te perguntar uma coisa?
Eu: Fala.
Eduardo: Qual é o gosto da porra?
Eu: Não sei explicar, se quer saber tem que provar.
Eduardo: Bom...
Comecei a bater uma com vontade, e não levei nem 15 segundos pra gozar, gozei pra caralho, igual na noite anterior ou mais, me enchi do peito até o umbigo de porra, algumas gotas caíram perto do rosto porque eu tava deitado. Quando parei de gozar, vi o Eduardo do meu lado com o pau meio duro de novo.
Eduardo: Posso provar?
Eu: Claro, kkkk
Ele passou vários dedos em cima de mim, encheu os dedos com minha porra e levou à boca enquanto me olhava.
Eduardo: É boa, kkkk
Eu: Kkkkkkkk
Isso me deixou com muito tesão. Ele trouxe papel e me limpei, depois ficamos zoando um pouco sobre isso.
Eduardo: Vamos bater outra bronha? Pra passar o tempo.
Eu: Quer que eu bata de novo ou você quer bater a sua? O que você tá fazendo? Kkkk.
Eduardo: Como quiser kkkk.
Peguei na pica dele, ainda meio mole, cuspi na minha mão e comecei a bater uma pra ele devagar. Quanto mais ela crescia, mais vontade eu tinha de chupar, mas não sabia se ele ia gostar. Quando a pica tava bem dura, no auge do esplendor, olhei pra ele.
Eu: Ei, e se eu te chupar?
Eduardo: Bom... Não sei.
Foi o suficiente, me ajoelhei e meti na boca, comecei a chupar, ele gemeu. Não sabia direito como fazer, então comecei a lembrar como faziam nos vídeos. Passei a língua por todo o tronco até chegar na cabeça e, aos poucos, fui brincando com ela.
Eduardo: Porra, mano, como você chupa, no final vou gozar super rápido.
Isso me deixou mais excitado, comecei a bater uma pra ele enquanto chupava a cabeça com os lábios e, com a outra mão, acariciava os ovos dele. A pica tava pulsando e cheia de saliva. De vez em quando, sentia um pouco de porra saindo e eu saboreava, era uma delícia.
Eduardo: Se continuar assim, vou gozar na sua boca, mano.
Tentei enfiar a pica inteira na boca, mas era muito comprida e batia na minha garganta, ele adorava isso. Mesmo assim, ele continuava apertando minha cabeça contra ele até eu quase engasgar.
Eduardo: Vou gozar jááá.
Ele segurou minha cabeça e me apertou contra ele, a pica tava na minha campainha, eu quase não conseguia respirar, e ele soltou todo o sêmen na minha garganta. Entre engasgos, a porra foi enchendo minha boca enquanto ele não parava de ter espasmos. Tirei a pica do Eduardo da boca e o leite começou a escorrer da minha boca pro meu peito. Ele sentou na cama e começou a rir enquanto eu não conseguia nem falar de tanta porra na boca. Engoli como pude e limpei o resto de sêmen do rosto e do peito. Era a primeira vez que eu chupava uma pica e tinha sido incrível.
Mas algo tava errado. Parecia que a porta tinha batido de repente. Pode ser que alguém tentou entrar e, ao nos ver, foi embora de novo. Mas sem a gente perceber. Enterráramos?
Corri pro banheiro pra me limpar e Eduardo vestiu a calça de moletão e foi até a porta, abriu e olhou, mas já não tinha ninguém.
A gente se olhou com cara de susto.
O que aconteceu depois eu conto no próximo capítulo.
Continua.........
Como vocês já sabem, a gente tava de castigo os 8 por dois dias, então nos separaram de dois em dois e ficávamos trancados em quartos diferentes até meio-dia, de tarde a gente se juntava tudo de novo, de castigo lá fora com um professor cuidando da gente.
Na manhã seguinte de ter provado a porra gostosa dos meus amigos, fomos tomar banho e todo mundo começou a zoar sobre a noite anterior quando não tinha mais ninguém.
Marcos: Qual pau cê acha mais gostoso dos 7? hahahaha
Eu: O que eu mais gosto de ver é teu rabo, Marcos, só penso em arrebentar ele hahahaha
Marcos: Não me fala essas coisas, filho da puta hahahaha, que bad vibes.
Eu: Então não me provoca, otário hahahaha.
Era só risada e putaria, mas tava num clima bom.
Quando acabamos, fomos tomar café, e um professor nos colocou em quartos separados. Eu fiquei com Eduardo.
Eduardo era um cara normal, com uma barriguinha, mas era forte porque também ia na piscina com Marcos de vez em quando.
Eduardo: Que tédio, agora 3 putas horas aqui trancados.
Eu: Pois é, que merda.
Eduardo: Ei, e o de ontem, cê curtiu? Sabia que você via porno gay e tal, mas não que curtia essas paradas.
Eu: Bom... na real não curto homem, mas me dá muito tesão sexo homossexual.
Eduardo: Mas como pode gostar de paus se não gosta de homem?
Eu: Sei lá, só sei que me deixa de pau duro hahahaha.
Eduardo: Hahahaha que viciado, aliás, ontem entrei no banheiro e vi a gozada que você deixou no chão.
Eu: Desculpa, esqueci de limpar, mano.
Eduardo: De boa, mas sei lá, fiquei curioso e toquei um pouco com os dedos, mas limpei com papel higiênico.
Eu: Hahahaha, não fode, agora te passei a "bichice" também. — Falei fazendo aspas com os dedos pra fazer a brincadeira.
Eduardo: Que nada, mas sei lá, só curiosidade mesmo... bom, que tal a gente bater umas punhetas pra passar o tempo?
Eu: Beleza, vale.
A gente se pelou e começou a passar a mão nas rolas, a minha pica era normal, um pouco grossa e depilada, lembro que tinha uns 15cm, a dele era mais fina, mas mais comprida e morena, tinha uns ovos mais gordos que os meus, e dava pra ver que tava há algumas semanas sem depilar, acho que media uns 17cm. A cabecinha dele era roxa e grossa, diferente da minha, que era vermelha e do mesmo tamanho do tronco praticamente. Rapidinho a gente ficou duro e começou a se punhetar.
Eduardo: Ei cara, cê curte minha pica? – Falou meio envergonhado e gaguejando
Eu: Bom... sim...
Eduardo: Cê topa bater uma pra mim...?
Não pensei duas vezes, larguei minha pica e peguei a dele, comecei a mexer devagar, perto do meu rosto, vendo como a cabecinha gorda aparecia e sumia, notando cada detalhe da pica dele na minha mão. Tava quente e muito dura, ele tava suspirando e me olhando com tesão, em poucos minutos já tava saindo porra e eu olhava com desejo, babando.
Eduardo: Porra cara, como cê bate bem uma punheta, vou te falar isso mais vezes hein.
Eu: Nós dois temos pica, eu sei onde é bom também haha.
Eduardo: Isso é verdade, mas puta merda, vou acabar explodindo.
Era verdade, a pica dele tava pulsando, querendo soltar todo o jato de porra, mas eu era meio sacana e quando via que ele tava quase gozando, parava.
Eduardo: Cara, quero gozar logo, não seja filho da puta.
Nessa hora, cuspi na pica dele e comecei a bater com força. Ele gozou, não parava de gozar, era inacreditável, jatos e jatos de esperma pra todo lado, na barriga dele, na minha mão, no meu rosto, no chão, na cama... E ele continuava gozando, e gemendo, e gozando, e gemendo, e eu não parava de bater na maior velocidade, apertando a pica dele pra não deixar escapar nem uma gota. Quando ele parou de ter espasmos e de soltar porra, a pica dele voltou ao estado flácido e percebeu que tinha enchido tudo de porra.
Eduardo: Porra, mano, nunca gozei tanto assim, não sei o que deu em mim, enchi tudo, kkkk.
Eu: Pois é, me encheu também, seu filho da puta, olha minha cara.
Eduardo: Kkkkkk, desculpa, vou limpar tudo.
Eu: Espera.
Parei ele com a mão e passei a mão cheia de porra na boca, depois passei o dedo no rosto todo arrastando a porra pra boca, virei um puta porco, mas adorava. Eduardo me olhou impressionado. A porra dele era uma delícia, meio áspera, mas adorei o gosto.
Eduardo: Caralho, mano, já vi que você gosta.
Eu: Amo... — falei com a boca e as mãos cheias de porra dele.
Eduardo: kkkk já vi, vou limpar isso.
Ele levantou, pegou papel e começou a limpar tudo, eu ainda tava duro, com o pau no talo, ele percebeu.
Eduardo: E aí, e você? Não vai gozar?
Eu só ficava limpando os restos de porra do Eduardo no meu corpo com a mão e levando pra língua.
Eu: Vou... — suspirei.
Eduardo: Ei... posso te perguntar uma coisa?
Eu: Fala.
Eduardo: Qual é o gosto da porra?
Eu: Não sei explicar, se quer saber tem que provar.
Eduardo: Bom...
Comecei a bater uma com vontade, e não levei nem 15 segundos pra gozar, gozei pra caralho, igual na noite anterior ou mais, me enchi do peito até o umbigo de porra, algumas gotas caíram perto do rosto porque eu tava deitado. Quando parei de gozar, vi o Eduardo do meu lado com o pau meio duro de novo.
Eduardo: Posso provar?
Eu: Claro, kkkk
Ele passou vários dedos em cima de mim, encheu os dedos com minha porra e levou à boca enquanto me olhava.
Eduardo: É boa, kkkk
Eu: Kkkkkkkk
Isso me deixou com muito tesão. Ele trouxe papel e me limpei, depois ficamos zoando um pouco sobre isso.
Eduardo: Vamos bater outra bronha? Pra passar o tempo.
Eu: Quer que eu bata de novo ou você quer bater a sua? O que você tá fazendo? Kkkk.
Eduardo: Como quiser kkkk.
Peguei na pica dele, ainda meio mole, cuspi na minha mão e comecei a bater uma pra ele devagar. Quanto mais ela crescia, mais vontade eu tinha de chupar, mas não sabia se ele ia gostar. Quando a pica tava bem dura, no auge do esplendor, olhei pra ele.
Eu: Ei, e se eu te chupar?
Eduardo: Bom... Não sei.
Foi o suficiente, me ajoelhei e meti na boca, comecei a chupar, ele gemeu. Não sabia direito como fazer, então comecei a lembrar como faziam nos vídeos. Passei a língua por todo o tronco até chegar na cabeça e, aos poucos, fui brincando com ela.
Eduardo: Porra, mano, como você chupa, no final vou gozar super rápido.
Isso me deixou mais excitado, comecei a bater uma pra ele enquanto chupava a cabeça com os lábios e, com a outra mão, acariciava os ovos dele. A pica tava pulsando e cheia de saliva. De vez em quando, sentia um pouco de porra saindo e eu saboreava, era uma delícia.
Eduardo: Se continuar assim, vou gozar na sua boca, mano.
Tentei enfiar a pica inteira na boca, mas era muito comprida e batia na minha garganta, ele adorava isso. Mesmo assim, ele continuava apertando minha cabeça contra ele até eu quase engasgar.
Eduardo: Vou gozar jááá.
Ele segurou minha cabeça e me apertou contra ele, a pica tava na minha campainha, eu quase não conseguia respirar, e ele soltou todo o sêmen na minha garganta. Entre engasgos, a porra foi enchendo minha boca enquanto ele não parava de ter espasmos. Tirei a pica do Eduardo da boca e o leite começou a escorrer da minha boca pro meu peito. Ele sentou na cama e começou a rir enquanto eu não conseguia nem falar de tanta porra na boca. Engoli como pude e limpei o resto de sêmen do rosto e do peito. Era a primeira vez que eu chupava uma pica e tinha sido incrível.
Mas algo tava errado. Parecia que a porta tinha batido de repente. Pode ser que alguém tentou entrar e, ao nos ver, foi embora de novo. Mas sem a gente perceber. Enterráramos?
Corri pro banheiro pra me limpar e Eduardo vestiu a calça de moletão e foi até a porta, abriu e olhou, mas já não tinha ninguém.
A gente se olhou com cara de susto.
O que aconteceu depois eu conto no próximo capítulo.
Continua.........
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