De colonias (Parte 1): Tragando Semen

Acabávamos de terminar o Ensino Médio e fomos todos os alunos do 4º ano para uma colônia de férias por uma semana, numa cidadezinha perto daqui onde faziam excursões e atividades. Nessa cidade, tinham 3 casas onde dormíamos todos os alunos e professores em quartos com 4 beliches de 2 camas cada.
Uma casa era para as meninas, outra para os meninos, e a terceira era para quem não cabia nas outras duas (meninos e meninas).
Eu estava na terceira casa: no primeiro andar ficavam os meninos, e no segundo, as meninas. No meu quarto, éramos 8: Adrián, Aitor, Iván, Quique, Marcos, Eduardo, Manel e eu.
A gente se juntou no mesmo quarto porque éramos os mais amigos da turma. Sempre fazíamos as mesmas atividades juntos e íamos pra quase tudo pelo menos uns 6 de nós.

Os primeiros dias foram bem normais: acordávamos às 8 e íamos todos tomar banho nuns chuveiros abertos no primeiro andar, onde entre a gente só nos separavam as paredes laterais (que mal tinham uns 30 centímetros), mas não as de trás, então a gente se via o tempo todo.

Marcos: "Pfff, que preguiça de fazer qualquer coisa agora, essa noite dormi pra caralho mal."
Eduardo: "É que essas camas são uma merda, mano."
Marcos: "É, vamo ver o que tem pra café da manhã agora."

Marcos era o mais alto de todos, tinha um corpo mais ou menos atlético porque jogava basquete e nadava direto, não tinha muito pelo e era bem gostoso. Era o que mais pegava geral de nós e um dos poucos que já tinha transado. Tinha uma rola bem grossa e grande pra idade, e depilava ela.

Preciso dizer que não curto caras, mas sempre ficava de pau duro imaginando que tava chupando a rola de algum amigo. Às vezes a gente batia uma junto vendo pornô na internet, e eu não parava de olhar pras picas deles e de salivar. Pra gente, era normal: batíamos uma, gozávamos, nos limpávamos e pronto.

Marcos: "Caralho, faz tempo que não como ninguém, tipo 3 meses, tó com um tesão do caralho."
Eu: "Pois é, desde a Silvia nada, buf, desde... verão passado.
Marcos: Vamo ver se a gente chama alguma mina pra invadir o quarto delas uma dessas noites.
E foi assim, na segunda noite todo mundo tava no quarto delas e começamo a jogar o jogo da garrafa. Dava pra escolher entre pergunta, prenda ou desafio. No fim, quase todo mundo ficou de roupa íntima, com um calor do caralho, algumas minas tinham até tirado a parte de cima, e o Aitor tava pelado.
Alguns de nós conseguiram pegar nuns peitos ou foram tocados na pica, ou se beijaram, então todo mundo tava super tarado.
A coisa foi esquentando cada vez mais, até que parece que um dos professores ouviu a gente, abriu a porta e nos pegou no flagra. Mandou todo mundo pro quarto e nos castigou sem atividades por dois dias.

Aitor: Po, eu tô com um tesão do caralho ainda, hahahaha.
Manel: Bate uma punheta que nem eu, hahahaha.
Eu: Hahahaha, filho da puta, então, eu tô na mesma, vamo bater umas punhetas todo mundo e ver quem goza por último ou algo assim.
Todo mundo topou, cedo ou tarde.
Então lá estávamos nós, os oito, compartilhando umas páginas rasgadas de uma revista pornô, até que o Marcos falou:
— Ei, cês conhecem o jogo da bolacha?
Todo mundo concordou.
Marcos: A gente goza tudo numa tigela de cereal, e o último mete o dedo e prova, hahahaha.
Aitor: Que porra é essa, mano? Cê é um puta porco.
Marcos: Qual é, nunca provou o próprio leite?
Aitor: Já, mas não é a mesma coisa.
Marcos: Então não goza por último, hahahaha.
Todo mundo riu, e no fim, entre risadas, decidimos fazer.
Começamos a bater punheta com força, eu tava com um tesão do caralho, então gozei cedo, mesmo sem querer, peguei o pote, mirei e soltei tudo. Gozei pra caralho, muito mesmo, acho que nunca tinha soltado tanta porra. Eles viram e ficaram impressionados, eu fui o terceiro, o último foi o Aitor. A tigela tava pela metade e com porra escorrendo pelas bordas, quase não dava pra transar sem se sujar de porra.
Aitor: Não vou provar essa merda não, seus filhos da puta.
Eu: Kkkkkkkkk mano, é o que tem.
Aitor: Nem fodendo, cara.
Todo mundo ria.
Eu: Eu provaria, também não é o fim do mundo, é porra, aposta é aposta kkkkkk
Aitor: Porque você é um viadinho do caralho, acha que a gente não vê como você olha pra nossas rolas no chuveiro e quando a gente bate punheta, seu viadinho?
Eu: Kkkkkkkk é só pra comparar, seu filho da puta.
Na hora, todos me olharam.
Marcos: É sim, pra comparar... A gente já sabe, seu otário, vimos seu histórico no notebook da sua casa.
Eu calei a boca, fiquei vermelho, que vergonha. Às vezes eu via pornô gay, ou com trans, mas repito, EU NÃO GOSTO DE HOMENS, só me dá muito tesão sexo homossexual, adoro ver rolas grandes sendo engolidas e jorrando porra, adorava ver homens, mulheres ou transexuais, cobertos de porra, me deixava muito excitado.
Marcos: De boa, cara, a gente não liga, já falamos disso várias vezes entre a gente, se você é viado, é viado, mas como você é o único viado aqui, vai provar a sopa de leite toda kkkkkk.
Eu: ...
Sem dizer nada, me levantei pelado e peguei a tigela, enfiei dois dedos, e enquanto todos me olhavam, enchi os dedos de porra dos 8 e coloquei na boca.
Fiquei com muita vergonha, mas me deu muito tesão, fiquei duro de novo sem querer. A porra tinha um gosto entre doce, salgado e amargo, mas achei um sabor delicioso.
Aitor: Você gostou, é? Ficou duro e tudo, seu viadinho kkkkkk
Eu: Bem...
Marcos: Bebe tudo, sei que você tá com vontade, seu viadinho kkkkk
Eu: Qual é, como vou beber isso, você é louco ou o quê, nem gostei, não me deu nojo, mas não gostei.
Aitor se levantou e se jogou em cima de mim pelado pra eu não conseguir me mexer, e 4 dos outros fizeram o mesmo. Eu tentava escapar, mas não conseguia com os 5, tamparam meus olhos e pouco depois Comecei a perceber que o esperma escorria todo pelo meu rosto aos poucos, enquanto eles riam.
Aitor: Ou ele vira viado de vez e a gente ri disso tudo, ou ele nunca mais fala com a gente, hahahaha, vamos ver o que acontece.

Fiquei quieto e comecei a saborear aquele néctar delicioso que estavam me dando. Enchi a boca e comecei a brincar e a curtir com a língua, engolia um pouco e às vezes vazava algo da boca. Tava completamente duro e prestes a gozar sem ter me tocado em nada. Já não me seguravam mais pra me imobilizar, só ficavam me olhando, e eu tava totalmente parado saboreando a porra dos meus 7 amigos e a minha própria. Quando engoli tudo, prestei atenção nos meus amigos e todos estavam me encarando, e de repente começaram a rir.

Manel: Tá com a cara toda lambuzada de porra, seu filho da puta, hahahahaha. Lava essa cara de puta antes de olhar pra gente de novo, pelo menos, hahaha.

Todos riam.

Sem dizer uma palavra, fui pro banheiro que ficava no quarto e, quando me vi no espelho, me vi coberto de esperma, sorri, limpei o rosto e comecei a dar gargalhadas.

Eu: Rimos, seus filhos da puta, vocês todos, já que pelo menos podiam ter me dado o biberão direto, né? Hahahahaha

Todos rimos e começamos a zoar sobre aquilo por pelo menos uma hora, como se nada de estranho tivesse acontecido.

No dia seguinte, algumas coisas começaram a ser diferentes.

Continua...

4 comentários - De colonias (Parte 1): Tragando Semen

Que rico , me imagino ya se las comiste a tus amigos EH jaja
wow que buen relato!! que rico tenerlleno de semen toda tu cara!!!