De alfa a esclava III (Roles)

Já faziam alguns meses desde que conheci a Valéria. O negócio tinha melhorado muito, ser um acompanhante masculino era o que me fazia feliz naquele momento, era minha vocação, meu trabalho dos sonhos. Ficou tão lucrativo que larguei meu emprego de atendimento ao público na agência de encomendas e mesmo assim ganhava mais me dedicando em tempo integral a alugar meu corpo para mulheres libidinosas, infiéis, pervertidas e até umas ninfomaníacas aqui e ali.

Embora não fosse um trabalho perfeito, era agradável. Às vezes era só acompanhar senhoras que não queriam se sentir sozinhas em reuniões de trabalho, jantares, viagens; outras vezes, era ser usado por elas como um pedaço de carne submisso que satisfazia todos os desejos delas. Quando a gente se dedica a isso, acho que começa a reconhecer a verdade nas pessoas, aprende a enxergar através daquela máscara que fica transparente na intimidade de um quarto escuro, liberando o verdadeiro ser primal que se solta com o desejo sexual e a ânsia de poder.

No pouco tempo das minhas atividades, já tinha visto de tudo: mulheres boas, carinhosas, maternais, e também do outro extremo, manipuladoras, movidas pela vingança de alguma traição do marido, ou que simplesmente queriam saborear por um tempo o poder de controlar uma pessoa, mesmo que só no âmbito sexual.

Eram os perrengues do ofício, como sempre dizíamos eu e a Valéria. Ela estava sempre interessada em ouvir minhas experiências da semana e, embora eu percebesse um certo ciúme da parte dela, continuava aceitando meu trabalho e consentia que nosso relacionamento fosse aberto, contanto que eu fosse o "papi" dela, o garanhão que a satisfazia por completo e por quem ela se sacrificava para realizar cada um dos seus desejos.

A verdade é que a gente se divertia muito juntos, aos poucos, talvez quase imperceptivelmente, quase sem perceber, fomos nos apaixonando um pelo outro.

Ela estava cada vez mais feminina, o corpo dela ia mudando com o passar do tempo, sua... O corpo e a mente iam se moldando com os hormônios, e, tirando algum desvario emocional causado por eles, a gente se dava super bem. Éramos amigos, amantes, almas gêmeas. Eu fui me soltando com a minha sexualidade — na verdade, com a sexualidade dela —, fui criando coragem pra sair em público com ela e aceitá-la como era.

A feminilidade dela fazia passar despercebido em público o sexo verdadeiro dela, se é que ainda restava algo disso nela. A gente saía junto sempre que dava, buscava aproveitar a companhia um do outro, desde que não atrapalhasse nossos trabalhos ou obrigações. Eu ficava quase todos os fins de semana, religiosamente, no apartamento dela; adorava ter a intimidade da convivência com ela, que só era quebrada por algum pedido de trabalho.

Eu sabia que ela se quebrava, que alguma coisa na alma dela pegava fogo sem jeito, refletindo nos olhos dela toda vez que eu tinha que me despedir pra transar com alguma mulher que precisava dos meus serviços. Eu também não gostava muito, sentia um peso na consciência por abandonar ela assim, mesmo que fosse só por algumas horas. Esse sentimento de culpa fazia com que, ao voltar, eu sempre desse uma surpresa pra reparar o estrago que eu fazia tão frequentemente nela. A compensação vinha de vários jeitos: às vezes era material, roupas, acessórios, saídas pra um bar, cinema ou pra comer; às vezes era uma boa trepada, um café na cama ou um abraço quentinho.

Eu sabia que ela sofria por mim, mesmo que nunca dissesse, mas meu amor pelo dinheiro fácil falava mais alto que minha vontade.

Foi no dia do aniversário dela, na casa dela — ela completava 20 anos. Organizou um jantar com os poucos amigos que tinha conseguido fazer em tão pouco tempo: um casal do escritório e um homem mais velho que ela me apresentou como chefe dela. Esse último ficou um tempo e foi embora, dizendo que tinha que acordar cedo.

Lembro que naquele dia ela estava radiante, os olhos dela refletiam felicidade, nada conseguia apagar o sorriso dela. Ela usava uma correntinha de prata que eu tinha dado de presente na noite anterior. Ele me abraçava e se exibia como se quisesse dar inveja nos amigos dele pela gostosa que tinha conseguido, pela nossa felicidade juntos.
Já eram umas 3 da manhã e, depois de várias garrafas de álcool, histórias e risadas, eles anunciaram que iam embora. Valéria acompanhou eles até a porta e voltou correndo, eu soube pelo som dos saltos dela se aproximando de mim enquanto eu estava sentado lá. Ela me abraçou por trás e apoiou a cabeça no meu ombro.

- Gor… te amo.

A declaração dela me impactou pra caralho, pra ser sincero, não esperava. Era a primeira vez que alguém declarava amor por mim. Por uns segundos, não soube como reagir, dava pra sentir o calor do abraço dela. Tava confuso, lisonjeado, com medo de não corresponder aos sentimentos dela.

- Eu também, Valéria. Te amo.

Ela deu a volta e, sem dizer uma palavra, abriu as pernas e, me envolvendo com elas, sentou no meu colo e me deu um beijo que acabou expressando tudo o que as palavras não teriam conseguido.

- Vale, você é linda
- Você mais, bombom
- Isso com certeza, mas não tira o fato de você ser linda
- Haha metido, mas sim, somos lindos.
- Tem uma coisa que sempre quis falar com você, mas não sei como você vai levar.
- Humm, fala aí
- Não, não sei, é difícil
- Fala, bobinho, tamo na confiança.
- Tá, mas é difícil. Na verdade, sempre me perguntei se você gostaria de "afirmar" mais sua feminilidade.
- Não entendo o que você quer dizer… me sinto uma mulher linda, "sua mulher linda"
- Quero dizer… (enquanto com as mãos fiz o gesto de pegar dois peitões no meu peito)
- Ahh. Peitos? Eu tenho peitos, mas pequenos!! Você não gosta??? Verdade, já pensei nisso, mas não teria como pagar a cirurgia.
- Amo tudo em você, mas só se você quiser, posso ajudar a pagar e de quebra a gente tira uns dias de férias pra ficar juntinho sem ninguém encher o saco, sem trabalhar, só nós dois.
- Humm, não sei, acho que não Que bom que você faz esse sacrifício por mim.
- Mas eu quero fazer, além disso quem vai aproveitar mais sou eu.
- Hahaha, seu bobo. Não sei, deixa eu pensar direitinho e te falo. Agora vamos pra cama que vou te mostrar o que uma mina de peitinho pequeno pode fazer com você.
- Socorro, uma adolescente tarada quer me estuprar!!!!
- Hahaha, bobo, não me faz rir.

Quando chegamos no quarto, ela me sentou na cama, eu me afastei me apoiando na cabeceira e ela colocou uma música. Nunca vou esquecer aquela música, era de um filme antigo de vampiros, mas encaixou da forma mais perfeita possível na situação.
https://www.youtube.com/watch?v=3Pc_KMsR6rcEla virou de costas pra mim e, levantando os braços, começou a mexer os quadris bem devagar e de um jeito muito sensual, quase tímido. O efeito do álcool e aquele fluxo repentino de sangue que parecia ter saído da minha cabeça naquele momento fizeram o quarto parecer girar, acompanhando o ritmo da cintura dela.

Era o paraíso, se é que existe mesmo, devia ser algo parecido com aquilo.
Sem parar de dançar, ela deixou cair uma das alças daquele vestido preto curto, depois a outra. O vestido deslizou até a cintura dela, deixando as costas nuas. Eu tava tão perdido na imagem do corpo dela, só existíamos eu e ela naquele instante, pensei em dizer como ela era gostosa, o que ela me fazia sentir, mas qualquer palavra teria estragado o momento, o silêncio era perfeito.

Ela se abaixou um pouco e, rebolando, fez o vestido cair aos pés dela, assim como eu naquele momento. A bunda dela era perfeita, não consegui me segurar e tive que abaixar um pouco a calça pra soltar minha pica dolorida de ficar presa, queria participar do espetáculo e ela tava me avisando.
A imagem daquela bunda se mexendo no ritmo da música fez minha ereção parecer que ia explodir, incontrolável. A única coisa que restava da roupa dela eram os saltos finos.
Ela terminou de se despir tirando uma pequena calcinha fio dental branca que deslizou pelas pernas dela. Pegou alguma coisa na gaveta e se virou pra mim.

Nas mãos dela, tinha umas algemas e um consolo azul. Ela sorria enquanto eu me perdia nos olhos dela. Ela me fez voltar a mim quando jogou as algemas pra mim, e eu peguei no ar.

— E isso?
— Pra você, coloca.
— Não!
— Não?
— Hoje é seu dia especial, seu aniversário, se tem alguém que tem que aproveitar é você, vem!
Ela tentou dar um passo pra frente.

— Assim não.
— E como?
— De quatro, putinha.

Ela hesitou um pouco, não sabia o que fazer com o consolo.

Colocou ele de lado na boca e segurou entre os dentes. Se ajoelhou. enquanto olhava pro meu pau duro com os olhos cheios de luxúria, ela se deixou cair sobre as mãos, ficando de quatro.
Ela se aproximou devagar, rebolando a raba de um jeito sexy, subindo na cama e vindo na minha direção, parecia uma eternidade. Tava difícil me segurar e continuar no ritmo do jogo.
Quando chegou perto o suficiente, abriu os lábios, deixando o consolo cair no meu peito e, sem hesitar, procurou minha boca e mordeu meus lábios com a força certa pra me dar uma sensação impossível de definir entre prazer ou dor.
Sem pensar, tentou pegar no meu pau.

- Não, não te dei permissão
- Desculpa, meu amo
- Shhh, cachorrinha não fala.

Ela ficou em silêncio e na expectativa, esperando uma ordem. Quando mostrei as algemas, ela se levantou, ficou de joelhos e, virando de costas, colocou as mãos atrás da cintura, que eu não demorei a algemar.

Ela virou o rosto de novo, ainda de joelhos, algemada, submissa. Peguei o consolo e coloquei a ponta nos lábios dela, ela esticou a língua de leve e começou a passar por ele devagar. Brinquei com o consolo no rosto dela, passando por todo lado, e ela tentava lamber sempre que passava perto da boca.
Esfreguei ele na cabeça do meu pau, molhando com meu líquido pré-seminal. Ela abriu a boca como se esperasse provar todo o meu gosto. Aproximei o suficiente pra ela tomar a iniciativa de chupar, mas não ia facilitar. Quando tentou levar à boca, puxei rápido, ela me olhou meio braba, soltando um “grrrr”, imitando uma putinha irritada.

Brincamos assim por um tempo até eu deixar ela provar o próprio gosto, ela curtiu, brincando com a língua enquanto tava dentro da boca dela.

Fui pra trás dela e, empurrando pelas costas, a cabeça dela ficou grudada no colchão, me dando acesso total àquela bunda linda que não hesitei em lamber e, se der, penetrar com a língua de um jeito bestial.
Fiz ela gemer de prazer, tinha certeza de que, se pudesse falar, teria me pedido pra Penetrei como um touro no cio, sem piedade, mas ela tava na personagem que eu tinha dado, só gemia como uma cadela, curtindo nosso jogo.

Sentir o consolo passando entre a bunda dela, roçando no cu, deixou ela ainda mais excitada, ela mexia a bunda e dava pequenos pulinhos como se implorando pela recompensa.
Eu gostava de estar no controle da situação, fazendo a pessoa que eu mais queria naquele momento implorar em silêncio.

Cuspi na bunda dela e passei o consolo mais algumas vezes, lubrificando bem. Ela entendeu o que vinha, a cintura dela já não mexia, tava esperando ser penetrada.
Não consegui me segurar. Quando fiz um pouco de pressão, ela abriu mais as pernas e não aguentou mais, soltou um gemido que ensurdeceu o quarto.

Minha mão foi rápida pra bunda dela, dei um tapa no rabo que fez ela tremer toda, deixando o quarto em silêncio de novo.

— Cadelinha não geme, parece que você não tá entendendo.

Mais tapas não demoraram. Não lembro quantos foram, mas lembro que a bunda dela ficou vermelha de tanto castigo. Eu também sabia fazer ela gozar brincando no limite entre o prazer e a dor.

Depois do castigo, voltei a lamber o cu dela, dessa vez mordendo a bunda entre as lambidas. Quando achei que tava bem lubrificada, tentei penetrar ela de novo com o brinquedo azul que tinha se feito tão desejado.

Dessa vez em completo silêncio. Ela tinha aceitado o destino, o papel dela. O consolo foi entrando devagar, mas sem parar. Sem resistência, ela soltou um gemidinho quando bateu no fundo. Enfiei até o talo de uma vez só. Enfiava e tirava devagar, fazendo ela sentir cada milímetro daquele brinquedo azul entrando e saindo da bunda dela. Meus movimentos foram ficando cada vez mais rápidos e profundos, até virar brutalidade. Ela gemia sem controle, tentando se segurar enquanto mordia os lábios e, às vezes, as lençóis.

Eu estava no controle total dela, os dedos das mãos dela algemadas nas costas se contraíam e esticavam, cedendo ao prazer. Eu vi quando ela gozou, o pinto minúsculo dela parecia cuspir pequenos jatos de líquido pré-seminal, eu continuei enfiando o consolo até ver que a ejaculação dela tinha parado. Deixei aquela pica de plástico cravada no fundo do cu dela e, pegando ela pelo cabelo violentamente, a deitei de barriga pra cima e aproximei minha pica do rosto dela. Ela respondeu abrindo a boca, desesperada pra sentir ela. Passei a cabeça da minha pica por toda a cara dela e pela língua enquanto ela mantinha a boca aberta. Quando enfiei dentro da boca dela, ela chupava e brincava com a língua, estava possuída pelo prazer.

- Abre bem a boca.

Ela respondeu se esforçando pra abrir o máximo possível, e eu enfiei até onde dava. Tava com meio pau dentro, minha cabeça tocou o fundo do céu da boca dela, o que fez ela tossir e dar uns engasgos.

Quando tirei, ela tentou cuspir, derramando saliva pelo próprio rosto. Isso me excitou pra caralho, me senti degradando ela, usando ela, estuprando ela. Era nosso jogo e a gente tava curtindo. Aproximei minhas bolas da boca dela e ela lambeu desesperada, ficou parada um instante e abriu a boca de novo, se oferecendo. Cuspi dentro da boca dela e enfiei de novo o mais fundo que pude, dessa vez um pouco mais. Ficamos assim um tempo, entre a asfixia, a saliva, a submissão e a dominação, até que entrou tudo e minhas bolas encostaram no nariz dela, caindo por cima dos olhos. Quando tirei, ela, depois de uns segundos pra respirar e cuspir, esboçou um sorriso e me olhou orgulhosa por ter cumprido um objetivo tão sacrificado.

Eu não aguentava mais, minha pica ia explodir como um vulcão de porra. Rapidamente ajudei ela a se levantar. Ela custou a ficar de pé, ainda com o consolo enfiado dentro dela. Deixei ela em pé na frente da cama, fiz ela se inclinar pra frente e, com a cabeça apoiada no colchão, tirei o consolo dela e, de uma só enfiada, troquei pela minha pica.

De alfa a esclava III (Roles)

Eu meti bem forte mesmo enquanto segurava os braços dela algemados. A intensidade dos gritos dela e a força com que eu tava comendo ela fariam qualquer um que não soubesse da situação pensar que era um estupro. Minhas bolas batiam na bunda dela e faziam barulho no impacto. Cada estocada minha era mais funda que a anterior, até que veio a última, e com todo meu pau enterrado o mais fundo possível, eu senti quando jorrei porra e enchi ela por dentro. Foi um prazer que eu nunca tinha sentido antes. Ela não aguentou mais, e quando soltei os braços dela, ela caiu na cama como um peso morto.
Dava pra ver o corpo e as pernas dela tremendo. Eu deitei por cima dela, dei um beijo na bochecha dela e ficamos em silêncio.

Ficamos assim por um tempo, até decidirmos tomar banho. Entramos juntos no chuveiro, onde nos perdemos em beijos e ensaboamos um ao outro, contando como tínhamos aproveitado tudo e como éramos felizes por ter nos encontrado e estar juntos.

Tinham passado umas duas semanas desde o aniversário dela, era um dia de semana qualquer quando ela me falou.

— Gordo
— O que foi, bebê?
— Nada, queria te falar que uma amiga minha me pediu um favor. Ela perguntou se eu conhecia alguém que pudesse arrumar umas coisas na casa dela, mas tinha que ser super discreto, você vai entender quando for. Eu falei de você.
— Sinceramente, não tô muito a fim de fazer esses trampos, mas beleza, se é amiga sua, posso fazer um favor.
— Valeu, obrigada. Vou mandar uma mensagem pra ela agora e avisar.
— Ok

Combinamos que eu iria no dia seguinte à tarde. Preparei uma caixa de ferramentas e fui pro local. Custei um pouco pra achar a casa porque não conhecia a região. Quando cheguei, toquei a campainha e fui atendido por uma loira gostosa, com um corpo que parecia uma ampulheta, mesmo por baixo daquelas roupas largas que ela tava usando. O cabelo dela era comprido e meio cacheado, e os olhos azuis escondiam um pouco de dor — eu sabia porque encontrei algo de O olhar dos meus pais no dela. Mesmo assim, aquela mulher me parecia um anjo.
E foi assim, num dia de semana qualquer, numa tarde como tantas outras de um dia que se perdia na rotina, que conheci a pessoa que iria destruir minha vida por completo.

- Olá, Joaquim, sou Gabriela, prazer em te conhecer. Entra...

Continua.

3 comentários - De alfa a esclava III (Roles)

TebiJ
Venía justo a comentar que no me imaginaba como pasaba a ser esclava... ya me voy dando una idea