Saímos deixando Agustina e os outros para trás. Caminhamos até o carro do Bruno, estava ventando e senti um pouco de frio no corpo. Tínhamos abandonado a casa onde tanto calor sentimos.
Sentei no banco de trás, quase me recostando. Rubén colocou música.
Estava perdida nos meus pensamentos, eles vinham conversando mas não prestei atenção. Não conseguia tirar da cabeça a imagem da Agustina sendo penetrada por todos os lados, estava com um pouco de ciúme? Será que era isso? 3 dias atrás talvez eu tivesse brigado até com um urso polar por uma chance de ficar com uma mulher como a Agustina e agora queria ser ela, sendo o objeto de desejo de qualquer macho que aparecesse e me entregando aos seus instintos mais baixos e primitivos.
O gosto de porra do Bruno ainda estava presente na minha boca, e sentia minha garganta seca, lembrei também do boquete que tinha dividido com a Gabriela, também teria matado pra ficar com alguém como ela.
- Ou não, Diana? Disse Bruno, o que me fez voltar à realidade, me tirando das fantasias da puta que estava descobrindo em mim e tinha tomado o controle dos meus pensamentos.
- Desculpa, não estava prestando atenção. Respondi
- Se você se divertiu. Gostou?
- Sim, adorei!! Falei com uma voz que até pra mim pareceu feminina e até meio forçada.
- Que bom, eu também gozei muito com vocês.
- A noite é jovem, interveio Gabriela, além disso ainda tem uma surpresa pra Daiana em casa.
- Humm, o que será? Respondeu Bruno em cumplicidade
Fosse o que fosse essa surpresa, eu estava entregue, ia aceitar o que viesse, minha vontade tinha se curvado ao prazer de me sentir mulher e não teria como negar nada. Tentava imaginar o que poderia ser a surpresa, já tinha feito a ideia do Bruno me comendo como uma gata no cio.
O carro acelerava cada vez mais, o motor rugia na estrada e os postes de luz passavam rápidos pela minha janela. Havia um consenso geral, algo que ninguém disse mas Estávamos todos de acordo, tínhamos que chegar rápido, a excitação nos nossos corpos e mentes exigia isso.
Chegamos depois do que pareceu uma eternidade. Quando entramos em casa, Gabriela me disse pra ir pro meu quarto. Por um momento, fiquei triste, pensei que ela tava me deixando de fora do que quer que fossem fazer com o Bruno. Com cara de pesar, obedeci, feito uma menininha que acabou de ser castigada.
Quando tava chegando perto do meu quarto, vi que a luz tava acesa, eu tinha esquecido ligada.
Minha surpresa foi enorme quando descobri que não fui eu quem deixou a luz acesa. Um jovem hercúleo tava se masturbando sentado na minha cama. Ele também tava me descobrindo. Me apoiei no batente da porta, como se minhas pernas tivessem perdido a força. Fiquei uns instantes contemplando a situação. Era um garoto de cabelo curto, meio moreno, com cara de menino, acho que não tinha mais de 17 anos. Tinha o abdômen trincado, os gominhos se marcavam enquanto ele passava a mão no pauzão dele de cima pra baixo devagar, me encarando. O filme que ele tava vendo já não importava mais, e ele tinha focado toda a atenção em mim. Tinha sido deixado ali pela Gabriela, como uma leoa deixa um pedaço de carne pros filhotes se alimentarem, e eu ia aproveitar.
Mordi meus lábios instintivamente, minha puta interior voltou a tomar conta de mim, fazendo minha masculinidade desaparecer por completo mais uma vez. Não consegui evitar andar na direção da minha presa, a fome era grande demais. Ele me olhou nos olhos e depois fixou o olhar no pau dele, balançando ele como se tivesse me convidando.
Subi na cama e fui de quatro até ficar com a boca perto da dele, ele tinha fechado as pernas pra facilitar. Ele tentou me beijar, mas eu peguei no cabelo dele com a mão e, puxando, afastei a boca dele da minha. Ele era um brinquedo que tinham deixado pra mim, e o controle da situação era meu — tava deixando isso bem claro.
Deixei meus quadris caírem sobre o pau dele, sentei em cima, fiquei presa entre as nádegas da minha bunda. Ele me segurou pela cintura com as duas mãos enquanto eu passava as minhas pelo rosto dele, pelo peito e por aqueles abdominais duros que me deixavam louca. Cada vez que minhas mãos chegavam perto da boca dele, ele tentava chupar meus dedos, mas eu tirava rápido, impedindo. Dava pra sentir o pau dele entre minhas pernas, era comprido, as bolas roçavam na minha bunda e, passando por baixo da minha calcinha, a cabeça aparecia entre minhas coxas. Eu mexia os quadris pra trás e pra frente pra sentir melhor, estava duríssimo, eu adorava sentir aquilo. Ele começou a ofegar e me perguntou se era assim, bebê. Coloquei um dedo na boca dele pra calá-lo, só eu podia gemer.
Levei as mãos à minha boca e chupei dois dedos, que depois desci pro meu cu. Me inclinei um pouco pra frente e, levantando a bunda, puxei a tanga pro lado, deixando meu buraquinho livre, que começou a receber o carinho dos meus dedos. Fiquei assim um tempo até me lubrificar completamente e, com um pouco de jeito e esforço, dois dedos entravam com relativa facilidade.
A situação me dominou, eu não pensava, só agia. Me levantando um pouco, com a mesma mão que tava dando prazer pro meu cu, peguei o pau dele e guiei pro meu rabo. Apesar de ser comprido, não era tão grosso quanto nenhum dos paus que eu tive o prazer de conhecer nesse fim de semana. Gabriela pensava em tudo, tinha arrumado um macho na medida certa pra desvirginar meu cu, e eu era muito grata por isso.
Me deixei cair um pouco sobre aquele pau, a cabeça fazia pressão contra meu ânus, tentava relaxar, mas sentia uma dorzinha e não consegui fazer entrar. Passei mais saliva pra lubrificar e enfiei dois dedos de novo, dessa vez doeu um pouco mais quando entraram. Quando minha mão encostou, mexi os dedos dentro do meu cu, apesar da dor, nada ia me impedir de aproveitar aquele presente. Fiquei assim um tempo, uma segunda vez não foi suficiente e repeti o processo. Com meus dedos pra dentro, tomei uma lufada de ar, respirei fundo e enquanto me comia com 2 dedos tentava relaxar meu esfíncter sob o olhar atento do moleque adolescente que tinha entre minhas pernas, ele mordia os lábios sem soltar um som. Essa última tentativa e um pouco mais de saliva permitiram o feito, já tinha a cabeça da pica dele pra dentro. Me causava desconforto e um pouco de dor, mexia meus quadris um pouco pra acostumar meu corpo com aquele intruso. Me deixei cair um pouco mais sentindo cada milímetro de pica que começava a abrir caminho em mim. Tirava um pouquinho me levantando e voltava a me empalar naquela pica, ele começou a gemer, eu já não ligava mais, tava concentrada em fazer meu cu devorar aquela pica.
Entrava cada vez mais fundo, minhas pernas tinham chegado no limite e meu esfíncter apertava o máximo que podia. Já tinha entrado mais da metade do pau dele, minhas pernas me traíram e me deixaram cair sobre a pica inteira, senti os ovos dele no meu cu, fazendo tope, tinha conseguido. Minha satisfação por tal façanha não durou muito, a dor tomou conta de mim, sentia aquele falo intruso pressionando minhas entranhas, soltei um gritinho feminino. Fiquei parada como se esperasse me acostumar a estar empalada, a dor foi sumindo aos poucos. Comecei a cavalgar devagar, me sentia excitada além do desconforto, toda a preparação dos dias anteriores culminava naquele momento, eu tinha virado uma mulher, tinha uma pica dentro de mim e tava aproveitando. Enquanto cavalgava me sentindo uma amazona possessa galopando no seu garanhão, ele bombeava pra cima fazendo os ovos baterem na minha bunda, garantindo que chegava no mais fundo que podia.
Minha pica lutava pra ficar dura dentro da prisão dela, me fazia doer mas era superada pela luxúria e pelo prazer que aquele adolescente gerava em mim e no meu cu.
- Parece que você gostou do presente, ouvi a voz do bruno.
Parei Olhei por cima do ombro e vi Gabriela e Bruno, eles estavam curtindo o show que ela tinha preparado tão detalhadamente pra mim, enquanto ele enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental e masturbava Gabriela, que gemia enquanto olhava pra gente.
Me ajudando com a cabeceira da cama, tirei devagar a pica do meu cu e me levantei, sentindo ela escorrer pelo meu rabo enquanto fazia isso.
Aproveitei pra tirar a calcinha fio dental e, me virando, fiquei de quatro, oferecendo minha bunda de novo pro meu amante, que, ao entender minha proposta, se preparou pra me satisfazer. Me deu um tapa forte na bunda, cujo som estremeceu o quarto. Abriu meu cu com as duas mãos e, sentindo meu buraquinho exposto, senti ele cuspir ali. Se ajoelhou atrás de mim e enfiou de novo, já não tinha resistência, me bombou devagar e foi acelerando o ritmo. As bolas dele batiam na minha bunda, me deixava louca.
Bruno masturbava Gabriela brutalmente, que tentava fechar as pernas enquanto soltava gritos de prazer. Bruno empurrou ela pra cama, fazendo com que ela apoiasse as duas mãos no colchão, o rostinho angelical dela ficou na minha frente, nos olhamos nos olhos, como se agradecendo uma à outra por tudo que estávamos vivendo. A calcinha de Gabriela foi puxada até os joelhos quase agressivamente, e um gemido dela, enquanto abria a boca e as pupilas reviravam, me fez entender que o amante dela tinha enfiado fundo e sem piedade.
Naquele momento, senti meu garanhão deixar a pica enterrada, e cada bombada fazia meu esfíncter se expandir enquanto enchia meu cu de porra.
A cama se mexia violentamente com as investidas de Bruno em Gabriela, as respirações ofegantes deles chegavam no meu rosto como um vento quentinho suave e relaxante, eu tava cheia de porra, minha pica cuspia os sucos dela pela segunda vez na noite, e meu amante, sem ter tirado a pica de dentro de mim, começava a me massagear de novo. O ritmo das nossas fodas foi acelerando junto com nossos gemidos, logo o barulho de... suas pélvis e bolas batendo contra nossas bundas tinham ensurdecido o quarto
A gente se olhava com a Gaby como duas cúmplices e sorria toda vez que nossos olhos se encontravam, a gente tava gozando como nunca.
Meu garoto tirou o pau dele e, pegando na parte de dentro da minha coxa, me deu a entender que queria que eu me virasse. Não demorei pra fazer isso, me sentia vazia e queria que ele enchesse aquele espaço de novo rapidinho. Ele pegou minhas pernas nos braços e, me puxando pra perto, enfiou de novo.
A Gabriela também aproveitou pra se ajeitar, depois de tirar a calcinha, passou os joelhos por cima da minha cara, ficando de quatro em cima de mim. O Bruno se abaixando passava a língua no cu dela, era um espectador de luxo da situação. Enfiou os dedos dentro do cu da Gaby e os sucos dela escorriam na minha cara, tentei receber com minha língua, tinham um gosto ácido, um néctar proibido que eu degustava enquanto continuavam arrombando minha bunda, um prazer que não demoraram pra dar pra Gabriela também, fazendo ela gemer como possessa. Eu via as bolas do Bruno balançando e batendo na buceta que continuava derramando o líquido dela na minha cara enquanto me socavam. A gente ficou assim por um tempo, o Bruno tirava o pau e me oferecia pra eu chupar, coisa que eu nunca pensaria em recusar, era uma provadora dos sabores da Gabriela e do Bruno, ele alternava entre o cu dela e a buceta dela. A Gabriela devia estar fazendo o mesmo, o pau sumia de dentro de mim pra voltar a enfiar brutalmente uns segundos depois. A gente era uma máquina de satisfazer instintos sexuais trabalhando em equipe.
Vou gozar, disse o Bruno, ela rapidamente saiu e se deitou do meu lado abrindo a boca e olhando praquele pau lindo disse “dá a gozada pra gente”. Foi meu sinal pra copiar o gesto dela e abrir minha boca esperando o tão desejado manjar.
A Gabriela enfiava os dedos na buceta e com a outra mão massageava os peitos, enquanto o Bruno se masturbava cada vez mais rápido. Eu sentia que as As investidas do meu brinquedo estuprador aceleravam e ficavam mais fortes, os dois estavam esquentando a ponto de gozar. Um gemido anunciou a gozada do Bruno, que gentilmente compartilhou a porra dele com a gente, levando o pau dele pra cada uma das nossas bocas. O gosto era intoxicante e agridoce. Brinquei com ele na boca por um tempinho, e depois engoli. Abri a boca de novo mostrando que tinha engolido tudo, e o Bruno disse que a gente era umas putinhas obedientes. A Gabriela limpou a rola dele, tirando até o último resquício de porra. Agradecemos como boas putinhas.
Consegui me concentrar de novo no meu macho e na foda que ele tava me dando, tava doendo um pouco mas eu não queria que parasse. A Gabi acariciava minhas bolas, eu tava adorando pra caralho.
- Assim mesmo me come!!!, me dá mais forte!!!, me come como uma puta!!!, vai, me come como um homem, viadinho!!!
Essa última parte tocou uma fibra nele. Ele falou "toma, filha da puta" e começou a meter, tirando o pau quase todo pra enfiar de novo até o fundo, com uma cadência digna de máquina de costura. Gozei de novo, muito mais forte dessa vez. Cada estocada fazia sair mais porra do meu pau. Minha mente ficou em branco, o sangue tinha ido embora da minha cabeça, o quarto tava girando, eu tava no céu. Ele tirou o pau de dentro de mim e, se levantando na cama, nos banhou numa chuva de porra que espalhou por todos os nossos corpos, na cama e no chão. Era minha primeira foda e eu tinha aproveitado ao máximo. Tava exausta, a última coisa que lembro era uma língua lambendo minhas bochechas docemente. Fechei os olhos e apaguei, tinha dormido. A última coisa que lembro daquela noite é a Gabriela levantando minha cabeça pra colocar um travesseiro embaixo, deitou do meu lado e, passando a perna dela por cima das minhas, abraçou minha cintura apoiando a cabeça no meu ombro.
- Você vai ficar comigo, né? Falou com voz angelical.
- Sim, meu amor, nunca conseguiria te deixar.
O plano perfeito da Gabriela tinha sido executado com uma precisão milimétrica, eu tava nas mãos dela. Onde queria estar.
Talvez eu continue? xD
Muito obrigada por ler. Deixem seus comentários ou me escrevam o que acharam da história. Beijos.
Sentei no banco de trás, quase me recostando. Rubén colocou música.
Estava perdida nos meus pensamentos, eles vinham conversando mas não prestei atenção. Não conseguia tirar da cabeça a imagem da Agustina sendo penetrada por todos os lados, estava com um pouco de ciúme? Será que era isso? 3 dias atrás talvez eu tivesse brigado até com um urso polar por uma chance de ficar com uma mulher como a Agustina e agora queria ser ela, sendo o objeto de desejo de qualquer macho que aparecesse e me entregando aos seus instintos mais baixos e primitivos.
O gosto de porra do Bruno ainda estava presente na minha boca, e sentia minha garganta seca, lembrei também do boquete que tinha dividido com a Gabriela, também teria matado pra ficar com alguém como ela.
- Ou não, Diana? Disse Bruno, o que me fez voltar à realidade, me tirando das fantasias da puta que estava descobrindo em mim e tinha tomado o controle dos meus pensamentos.
- Desculpa, não estava prestando atenção. Respondi
- Se você se divertiu. Gostou?
- Sim, adorei!! Falei com uma voz que até pra mim pareceu feminina e até meio forçada.
- Que bom, eu também gozei muito com vocês.
- A noite é jovem, interveio Gabriela, além disso ainda tem uma surpresa pra Daiana em casa.
- Humm, o que será? Respondeu Bruno em cumplicidade
Fosse o que fosse essa surpresa, eu estava entregue, ia aceitar o que viesse, minha vontade tinha se curvado ao prazer de me sentir mulher e não teria como negar nada. Tentava imaginar o que poderia ser a surpresa, já tinha feito a ideia do Bruno me comendo como uma gata no cio.
O carro acelerava cada vez mais, o motor rugia na estrada e os postes de luz passavam rápidos pela minha janela. Havia um consenso geral, algo que ninguém disse mas Estávamos todos de acordo, tínhamos que chegar rápido, a excitação nos nossos corpos e mentes exigia isso.
Chegamos depois do que pareceu uma eternidade. Quando entramos em casa, Gabriela me disse pra ir pro meu quarto. Por um momento, fiquei triste, pensei que ela tava me deixando de fora do que quer que fossem fazer com o Bruno. Com cara de pesar, obedeci, feito uma menininha que acabou de ser castigada.
Quando tava chegando perto do meu quarto, vi que a luz tava acesa, eu tinha esquecido ligada.
Minha surpresa foi enorme quando descobri que não fui eu quem deixou a luz acesa. Um jovem hercúleo tava se masturbando sentado na minha cama. Ele também tava me descobrindo. Me apoiei no batente da porta, como se minhas pernas tivessem perdido a força. Fiquei uns instantes contemplando a situação. Era um garoto de cabelo curto, meio moreno, com cara de menino, acho que não tinha mais de 17 anos. Tinha o abdômen trincado, os gominhos se marcavam enquanto ele passava a mão no pauzão dele de cima pra baixo devagar, me encarando. O filme que ele tava vendo já não importava mais, e ele tinha focado toda a atenção em mim. Tinha sido deixado ali pela Gabriela, como uma leoa deixa um pedaço de carne pros filhotes se alimentarem, e eu ia aproveitar.
Mordi meus lábios instintivamente, minha puta interior voltou a tomar conta de mim, fazendo minha masculinidade desaparecer por completo mais uma vez. Não consegui evitar andar na direção da minha presa, a fome era grande demais. Ele me olhou nos olhos e depois fixou o olhar no pau dele, balançando ele como se tivesse me convidando.
Subi na cama e fui de quatro até ficar com a boca perto da dele, ele tinha fechado as pernas pra facilitar. Ele tentou me beijar, mas eu peguei no cabelo dele com a mão e, puxando, afastei a boca dele da minha. Ele era um brinquedo que tinham deixado pra mim, e o controle da situação era meu — tava deixando isso bem claro.
Deixei meus quadris caírem sobre o pau dele, sentei em cima, fiquei presa entre as nádegas da minha bunda. Ele me segurou pela cintura com as duas mãos enquanto eu passava as minhas pelo rosto dele, pelo peito e por aqueles abdominais duros que me deixavam louca. Cada vez que minhas mãos chegavam perto da boca dele, ele tentava chupar meus dedos, mas eu tirava rápido, impedindo. Dava pra sentir o pau dele entre minhas pernas, era comprido, as bolas roçavam na minha bunda e, passando por baixo da minha calcinha, a cabeça aparecia entre minhas coxas. Eu mexia os quadris pra trás e pra frente pra sentir melhor, estava duríssimo, eu adorava sentir aquilo. Ele começou a ofegar e me perguntou se era assim, bebê. Coloquei um dedo na boca dele pra calá-lo, só eu podia gemer.Levei as mãos à minha boca e chupei dois dedos, que depois desci pro meu cu. Me inclinei um pouco pra frente e, levantando a bunda, puxei a tanga pro lado, deixando meu buraquinho livre, que começou a receber o carinho dos meus dedos. Fiquei assim um tempo até me lubrificar completamente e, com um pouco de jeito e esforço, dois dedos entravam com relativa facilidade.
A situação me dominou, eu não pensava, só agia. Me levantando um pouco, com a mesma mão que tava dando prazer pro meu cu, peguei o pau dele e guiei pro meu rabo. Apesar de ser comprido, não era tão grosso quanto nenhum dos paus que eu tive o prazer de conhecer nesse fim de semana. Gabriela pensava em tudo, tinha arrumado um macho na medida certa pra desvirginar meu cu, e eu era muito grata por isso.
Me deixei cair um pouco sobre aquele pau, a cabeça fazia pressão contra meu ânus, tentava relaxar, mas sentia uma dorzinha e não consegui fazer entrar. Passei mais saliva pra lubrificar e enfiei dois dedos de novo, dessa vez doeu um pouco mais quando entraram. Quando minha mão encostou, mexi os dedos dentro do meu cu, apesar da dor, nada ia me impedir de aproveitar aquele presente. Fiquei assim um tempo, uma segunda vez não foi suficiente e repeti o processo. Com meus dedos pra dentro, tomei uma lufada de ar, respirei fundo e enquanto me comia com 2 dedos tentava relaxar meu esfíncter sob o olhar atento do moleque adolescente que tinha entre minhas pernas, ele mordia os lábios sem soltar um som. Essa última tentativa e um pouco mais de saliva permitiram o feito, já tinha a cabeça da pica dele pra dentro. Me causava desconforto e um pouco de dor, mexia meus quadris um pouco pra acostumar meu corpo com aquele intruso. Me deixei cair um pouco mais sentindo cada milímetro de pica que começava a abrir caminho em mim. Tirava um pouquinho me levantando e voltava a me empalar naquela pica, ele começou a gemer, eu já não ligava mais, tava concentrada em fazer meu cu devorar aquela pica.
Entrava cada vez mais fundo, minhas pernas tinham chegado no limite e meu esfíncter apertava o máximo que podia. Já tinha entrado mais da metade do pau dele, minhas pernas me traíram e me deixaram cair sobre a pica inteira, senti os ovos dele no meu cu, fazendo tope, tinha conseguido. Minha satisfação por tal façanha não durou muito, a dor tomou conta de mim, sentia aquele falo intruso pressionando minhas entranhas, soltei um gritinho feminino. Fiquei parada como se esperasse me acostumar a estar empalada, a dor foi sumindo aos poucos. Comecei a cavalgar devagar, me sentia excitada além do desconforto, toda a preparação dos dias anteriores culminava naquele momento, eu tinha virado uma mulher, tinha uma pica dentro de mim e tava aproveitando. Enquanto cavalgava me sentindo uma amazona possessa galopando no seu garanhão, ele bombeava pra cima fazendo os ovos baterem na minha bunda, garantindo que chegava no mais fundo que podia.
Minha pica lutava pra ficar dura dentro da prisão dela, me fazia doer mas era superada pela luxúria e pelo prazer que aquele adolescente gerava em mim e no meu cu.
- Parece que você gostou do presente, ouvi a voz do bruno.
Parei Olhei por cima do ombro e vi Gabriela e Bruno, eles estavam curtindo o show que ela tinha preparado tão detalhadamente pra mim, enquanto ele enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental e masturbava Gabriela, que gemia enquanto olhava pra gente.
Me ajudando com a cabeceira da cama, tirei devagar a pica do meu cu e me levantei, sentindo ela escorrer pelo meu rabo enquanto fazia isso.
Aproveitei pra tirar a calcinha fio dental e, me virando, fiquei de quatro, oferecendo minha bunda de novo pro meu amante, que, ao entender minha proposta, se preparou pra me satisfazer. Me deu um tapa forte na bunda, cujo som estremeceu o quarto. Abriu meu cu com as duas mãos e, sentindo meu buraquinho exposto, senti ele cuspir ali. Se ajoelhou atrás de mim e enfiou de novo, já não tinha resistência, me bombou devagar e foi acelerando o ritmo. As bolas dele batiam na minha bunda, me deixava louca.
Bruno masturbava Gabriela brutalmente, que tentava fechar as pernas enquanto soltava gritos de prazer. Bruno empurrou ela pra cama, fazendo com que ela apoiasse as duas mãos no colchão, o rostinho angelical dela ficou na minha frente, nos olhamos nos olhos, como se agradecendo uma à outra por tudo que estávamos vivendo. A calcinha de Gabriela foi puxada até os joelhos quase agressivamente, e um gemido dela, enquanto abria a boca e as pupilas reviravam, me fez entender que o amante dela tinha enfiado fundo e sem piedade.
Naquele momento, senti meu garanhão deixar a pica enterrada, e cada bombada fazia meu esfíncter se expandir enquanto enchia meu cu de porra.
A cama se mexia violentamente com as investidas de Bruno em Gabriela, as respirações ofegantes deles chegavam no meu rosto como um vento quentinho suave e relaxante, eu tava cheia de porra, minha pica cuspia os sucos dela pela segunda vez na noite, e meu amante, sem ter tirado a pica de dentro de mim, começava a me massagear de novo. O ritmo das nossas fodas foi acelerando junto com nossos gemidos, logo o barulho de... suas pélvis e bolas batendo contra nossas bundas tinham ensurdecido o quarto
A gente se olhava com a Gaby como duas cúmplices e sorria toda vez que nossos olhos se encontravam, a gente tava gozando como nunca.
Meu garoto tirou o pau dele e, pegando na parte de dentro da minha coxa, me deu a entender que queria que eu me virasse. Não demorei pra fazer isso, me sentia vazia e queria que ele enchesse aquele espaço de novo rapidinho. Ele pegou minhas pernas nos braços e, me puxando pra perto, enfiou de novo.
A Gabriela também aproveitou pra se ajeitar, depois de tirar a calcinha, passou os joelhos por cima da minha cara, ficando de quatro em cima de mim. O Bruno se abaixando passava a língua no cu dela, era um espectador de luxo da situação. Enfiou os dedos dentro do cu da Gaby e os sucos dela escorriam na minha cara, tentei receber com minha língua, tinham um gosto ácido, um néctar proibido que eu degustava enquanto continuavam arrombando minha bunda, um prazer que não demoraram pra dar pra Gabriela também, fazendo ela gemer como possessa. Eu via as bolas do Bruno balançando e batendo na buceta que continuava derramando o líquido dela na minha cara enquanto me socavam. A gente ficou assim por um tempo, o Bruno tirava o pau e me oferecia pra eu chupar, coisa que eu nunca pensaria em recusar, era uma provadora dos sabores da Gabriela e do Bruno, ele alternava entre o cu dela e a buceta dela. A Gabriela devia estar fazendo o mesmo, o pau sumia de dentro de mim pra voltar a enfiar brutalmente uns segundos depois. A gente era uma máquina de satisfazer instintos sexuais trabalhando em equipe.
Vou gozar, disse o Bruno, ela rapidamente saiu e se deitou do meu lado abrindo a boca e olhando praquele pau lindo disse “dá a gozada pra gente”. Foi meu sinal pra copiar o gesto dela e abrir minha boca esperando o tão desejado manjar.
A Gabriela enfiava os dedos na buceta e com a outra mão massageava os peitos, enquanto o Bruno se masturbava cada vez mais rápido. Eu sentia que as As investidas do meu brinquedo estuprador aceleravam e ficavam mais fortes, os dois estavam esquentando a ponto de gozar. Um gemido anunciou a gozada do Bruno, que gentilmente compartilhou a porra dele com a gente, levando o pau dele pra cada uma das nossas bocas. O gosto era intoxicante e agridoce. Brinquei com ele na boca por um tempinho, e depois engoli. Abri a boca de novo mostrando que tinha engolido tudo, e o Bruno disse que a gente era umas putinhas obedientes. A Gabriela limpou a rola dele, tirando até o último resquício de porra. Agradecemos como boas putinhas.
Consegui me concentrar de novo no meu macho e na foda que ele tava me dando, tava doendo um pouco mas eu não queria que parasse. A Gabi acariciava minhas bolas, eu tava adorando pra caralho.
- Assim mesmo me come!!!, me dá mais forte!!!, me come como uma puta!!!, vai, me come como um homem, viadinho!!!
Essa última parte tocou uma fibra nele. Ele falou "toma, filha da puta" e começou a meter, tirando o pau quase todo pra enfiar de novo até o fundo, com uma cadência digna de máquina de costura. Gozei de novo, muito mais forte dessa vez. Cada estocada fazia sair mais porra do meu pau. Minha mente ficou em branco, o sangue tinha ido embora da minha cabeça, o quarto tava girando, eu tava no céu. Ele tirou o pau de dentro de mim e, se levantando na cama, nos banhou numa chuva de porra que espalhou por todos os nossos corpos, na cama e no chão. Era minha primeira foda e eu tinha aproveitado ao máximo. Tava exausta, a última coisa que lembro era uma língua lambendo minhas bochechas docemente. Fechei os olhos e apaguei, tinha dormido. A última coisa que lembro daquela noite é a Gabriela levantando minha cabeça pra colocar um travesseiro embaixo, deitou do meu lado e, passando a perna dela por cima das minhas, abraçou minha cintura apoiando a cabeça no meu ombro.
- Você vai ficar comigo, né? Falou com voz angelical.
- Sim, meu amor, nunca conseguiria te deixar.
O plano perfeito da Gabriela tinha sido executado com uma precisão milimétrica, eu tava nas mãos dela. Onde queria estar.
Talvez eu continue? xD
Muito obrigada por ler. Deixem seus comentários ou me escrevam o que acharam da história. Beijos.
3 comentários - Minha feminização V (conto trans)