3ª entrega da minha história, onde, sem saber, conheço a mulher que ia mudar minha vida.
No meu perfil vocês encontram a parte 1 e 2.
Acordei com o barulho da fechadura, a televisão ainda ligada tinha ficado assim a noite toda com vídeos de feminização. Me apressei pra desligar. A porta se abriu devagar, Diego entrou e me cumprimentou com um cordial "bom dia", e eu respondi com outro "bom dia". Minha surpresa foi quando, atrás dele, entrou no quarto uma mulher. "Oi, gostosa", ela se apressou em dizer. Fiquei mudo, em parte pela situação de uma gostosa me vendo vestido só com uma calcinha branca que era cúmplice de revelar a ereção matinal que todo mundo tem ao acordar. A outra razão do meu emudecimento era a beleza dela. Tinha cabelos loiros meio ondulados que caíam até os peitos não muito grandes, mas redondos e durinhos. Tava vestida com uma regata branca que não deixava muito pra imaginação e marcava a cintura, contrastando com os quadris apertados por uma saia preta. Uma delícia de mulher, com uma carinha angelical que eu raramente tinha visto. Não hesitaria em casar com ela nem por 5 segundos, claro, se minha situação fosse outra.
- Sauda, vagabunda. Não demorou pra Diego falar.
Eu tinha ficado paralisado, depois do susto com a saudação inesperada desse anjo.
- Oi, tudo bem? Sou Daiana.
Ela sorriu, eu fiquei vermelho.
Eles conversaram entre si, saíram do quarto enquanto ela agradecia ao Diego pelo "trabalho" e que ia ligar pra ele se precisasse dos "serviços" dele, pediu pra ele mandar um abraço pro Fabián e eu não consegui ouvir mais nada enquanto eles se afastavam.
Não deve ter passado nem uns dois minutos quando ela voltou a entrar no quarto. Ficamos nos olhando, como que nos investigando por alguns segundos. Não sei qual foi a impressão que ela teve de mim, mas pra mim ela parecia um anjo, cada detalhe do corpo dela, cada movimento provocava algo em mim que eu não conseguia descrever.
- Sou Gabriela, prazer em finalmente te conhecer, os caras me disseram que você se comportou muito bem, e seu progresso foi muito rápido pro pouco tempo que você ficou aqui. Eles são meus amigos, e eu encomendei esse trabalho especial, além de cuidar da minha casa enquanto eu estava fora da cidade. Eles me mandaram suas fotos e vídeos da noite passada, sorriu angelicalmente.
Eu me derreti com o sorriso dela, ela percebeu.
- Bem, Daiana, se veste e vamos tomar café, te espero na cozinha.
Depois de me lavar no banheiro, tentei achar roupa masculina, minha busca foi inútil, a coisa mais masculina que encontrei foi um short rosa que mal cobria minha bunda e coloquei por cima da minha calcinha e uma camiseta largona cinza que chegava até abaixo da cintura.
Ao chegar na cozinha, ela estava sentada me esperando, pediu pra eu fazer o mesmo. Me sentia meio desconfortável com a situação, mas ao mesmo tempo sentia uma excitação em descobrir a trama do que tinha me levado até ali. Entre chá e torradas com creme, que eu comia de um jeito delicado, como que tentando imitá-la, fomos nos conhecendo.
Ela me contou que tinha uma empresa de investimentos que funcionava muito bem e cujo crescimento não parava, que o Fabián era um dos Seus funcionários, os de maior confiança, aproveitaram pra me perguntar se eu trabalhava ou estudava. Eu disse que trabalhava numa empresa de software, mas me sentia explorado por um salário miserável e um cargo no fundo da hierarquia empresarial.
Ela parecia interessada, me perguntava coisas da minha vida particular, se eu tinha namorada, com quem morava, até quais eram meus sonhos, e ouvia atentamente cada uma das minhas respostas. A conversa focou em mim tão sutilmente que mal percebi. O clima era relaxado, éramos como duas amigas velhas batendo papo à vontade. Passamos fácil uma hora nos conhecendo. Ela era filha única, morava sozinha, solteira, bem-sucedida, aventureira, o tipo de garota que qualquer homem mortal só podia sonhar. Não pude evitar perguntar qual era o meu papel nessa história toda. Ela fez uma pausa, eu respirei fundo.
Minha intenção é só me divertir. Acho que no fundo, gosto de ter poder, controle sobre as pessoas, e você é tipo meu primeiro "experimento". Não leva a mal, não gosto de te controlar, e te prometo que não vamos fazer nada que você não queira. A partir de agora, você tá totalmente livre pra ir embora se quiser. Suas roupas estão no banco de trás do seu carro, se os caras fizeram o que eu pedi. Mas você não pode negar que pelo menos um pouco você curtiu, digo, de se sentir uma mulher.
- Sim, um pouquinho, respondi.
- É que é muito gostoso se sentir um objeto de desejo, se sentir desejada, descobrir esses olhares cheios de tesão que os caras podem sentir por nós. Te repito, se quiser, pode largar isso e voltar pra sua vida normal. Eu vou apagar os vídeos, então não vai ficar nenhuma prova da sua estadia nessa casa nem de nada que aconteceu, só na sua memória. Entendo que é muito difícil pra você me dar uma resposta agora. Te proponho que pelo menos até essa noite você fique comigo. Eu posso te dar uma experiência melhor de como ser uma verdadeira gatinha, e se você não gostar... Amanhã você me diz: "não gostei de mim" e a gente encerra por aqui.
Fiquei hesitante, não sabia o que fazer. As palavras dela eram suaves e me davam muita confiança. Duvidei, mas aceitei. Disse que até amanhã ia testar o que ela me propunha. A incerteza me excitava. O rosto dela se iluminou, estava feliz. Disse que eu não ia me arrepender.
Levantei a mesa e fui lavar as xícaras. Ela agradeceu, me chamou de "amor", o que me fez corar.
— Sabe, Daiana, ser mulher não é só saber como satisfazer um homem. Tem muitas coisas que você vai ter que aprender a fazer. Cada detalhe conta. Vou tentar te ensinar tudo que puder, mesmo que seja só "o básico" por enquanto. Você precisa aprender a andar, a sentar, sua postura quando estiver de pé, rebolando, a escolher sua roupa, seus assuntos de conversa. Cada movimento na frente de um homem é parte do jogo da sedução.
Eu ouvia cada palavra com atenção. Sentei de novo na frente da mesa, tentando não olhar pros peitos dela e me concentrando no que ela dizia.
— Sua atitude é o mais importante. É você quem vai ter o poder da situação e vai acabar decidindo tudo, desde onde vão até o que vão fazer. Se me der a chance, vou te ensinar a controlar um homem até ele cair rendido aos seus pés — ela soltou uma risada bem feminina enquanto falava. — Sua dieta, alimentação e exercícios vão ser essenciais, principalmente se você decidir seguir com isso. Mais pra frente, se quiser, a gente pode passar pro próximo nível. Mas bom, já devo ter te entediado com essa conversa. Melhor partir pra ação.
— Não, não, de jeito nenhum. Tá interessante.
Eu ia caindo aos poucos diante dos encantos dela. Ela sabia que era daquelas que fazia os homens caírem aos seus pés. E por trás daquele rosto doce e das palavras, ela ia dobrando minha vontade, quase me escravizando e me fazendo acreditar que era eu quem queria aquilo.
— Essa roupa tá me... Matando, vem comigo.
Ela me ofereceu a mão docemente enquanto se levantava e me levou pro quarto onde eu tinha conhecido os dois caras na noite anterior. Deviam ter limpado o lugar, porque a cama estava arrumada e transbordava limpeza. Sentei na cama.
Ela foi até o guarda-roupa e jogou umas roupas na cama. Pegou também um tênis esportivo com detalhes rosa.
Sem aviso prévio e de frente pra mim, apoiando uma das mãos no guarda-roupa ainda de costas, ela levantou uma perna e, dobrando pra trás, afrouxou um dos sapatos, repetindo o movimento com o outro. Depois começou a abaixar a saia devagar, inclinando-se levemente pra frente. Ela sabia que eu era espectador do show dela, tudo planejado. Continuou com a calcinha fio dental, era branca e abraçava firme a cintura dela na parte mais larga; o fiozinho do meio, debaixo daquele triângulo minúsculo, se enterrava fundo nas nádegas redondas dela. Ela foi descendo devagar e sensual, se inclinando de novo pra frente. Eu, por minha vez, não me segurei: apoiei a mão esquerda pra trás, quase me deitando, e instintivamente levei a mão direita pro meu pau, que já tava durasso e lutava pra escapar daquela bermudinha minúscula, que já tava molhada por causa dele.
Ela levou os braços pra trás e soltou o sutiã, desprendendo ele. A putaria em mim já não aguentava mais: não ter gozado na noite anterior, o roçar do tecido macio da minha cueca contra o meu pau e a cena de uma deusa se despindo na minha frente era demais; tive que me esforçar pra não gozar. Sem perceber, a Gabriela tava me olhando, enquanto mordia sutilmente os lábios. Na hora não entendi, mas tudo fazia parte do plano dela. Ela continuou tirando a blusinha, o cabelo tinha ficado espalhado pelo rosto, deixou a blusa cair no chão e, com as duas mãos, enquanto virava a cabeça, arrumou o cabelo. Só faltava o sutiã, que ela tirou levando os braços pra frente. descobrindo uns peitos lindos que seriam a inveja de qualquer mulher, redondos, bem empinadinhos, e uns mamilos gostosos que pediam pra ser chupados. Eu tinha a Gabriela pelada e me esquentando igual uma profissional na minha frente, era impossível que ela não tivesse notado minha ereção e minha cara de choque e fascinação que ela tinha causado.
- "Houston, temos um problema" – ela disse com uma voz safada, enquanto dava um sorrisinho.
Ela veio na minha direção, colocou um dos joelhos na minha virilha e com o braço direito me empurrou até eu cair deitado na cama. Minha cabeça tava a mil, senti ela tentar tirar meu short com as duas mãos de um puxão, o que eu facilitei arqueando a cintura pra cima. Ela tirou a calcinha junto, o tecido roçando nas minhas pernas depiladas me deu uma sensação que só quem já teve a chance de provar vai entender. Meu pau tava prestes a explodir, fechei os olhos esperando receber o boquete da minha vida de uma mulher que eu nem ousaria sonhar. PAH! Um estouro ecoou no quarto, uma dor aguda subiu das minhas bolas pelas minhas costas, era uma sensação indescritível, mas com certeza não a que eu esperava.
- Ahhh, o que cê tá fazendo? Tá doendo!
- É pra você relaxar, Daiana, não queremos que você goze tão cedo. Ou quer?
A filha da puta tinha me dado um tapa nos ovos. Meu pau murchou bastante, enquanto ela envolvia ele com a mão e puxava a pele pra trás, liberando a cabeça – ela era uma expert no que tava fazendo e tava me mostrando. Senti os lábios dela descerem por todo o comprimento do meu pau, já meio duro de novo. Ela chupou devagar por um tempo, passava a língua por toda a minha buceta, as bolas também ganharam um massagem com a língua dela. Ela pediu pra eu abrir e levantar as pernas, me ajudando com o braço, e eu obedeci. Enquanto ela masturbava meu pau todo babado, descia pras minhas bolas. retorcendo eles com a língua dela. Cada vez ia mais pra baixo, sentia que passava pelo meu períneo e descia até meu cu. Meus gemidos confirmavam a putaria que ela tava me fazendo, eu acompanhava mexendo levemente minha cintura enquanto segurava minhas pernas no ar. A pica tinha subido de novo, ela não parava.
Quando percebeu isso, me deu mais um tapa nos ovos, doeu mais que da outra vez mas não reclamei, queria que a situação durasse, a língua brincando no meu cu me deixava louco. Senti uma baba que me deu frio nos testículos e que, pela posição que eu tava, não demorou a chegar no meu cu. Ela tinha se afastado um pouco, me segurava firme pela pica mas já não me masturbava, tinha se empenhado em passar o dedo no meu cu. Já tinha me rendido, o prazer tava gostoso e não podia reclamar. Depois de rodear os limites do meu cu, senti que ela foi abrindo caminho, podia sentir cada milímetro entrando enquanto a mão que segurava minha pica apertava um pouco mais forte. Brincava com o dedo dentro do meu cu, o buttplug da noite anterior tinha dado uma leve alongada no meu cu e eu só sentia prazer a cada movimento. Começou uma metida e tirada devagar que foi acelerando, eu gozava e gemia que nem uma louca.
- Tá gostando, Daiana?
- Hhhmmm sim, adoro, continua, não para.
- Como você quiser, minha rainha.
Eu me contorcia de prazer, ela levou 2 dedos à boca e provou o gosto do meu cu. Encheu eles de baba, cuspiu no meu cu, e começou a introduzir os 2 dedos, a sensação passou de um leve incômodo pra um prazer sem igual. As bombadas dela eram cada vez mais rápidas e profundas, a cadência delas acompanhava em uníssono meus gemidos, que sem perceber ficavam cada vez mais fortes e mais femininos. Minha pica já tinha baixado completamente, ela acariciava e massageava com delicadeza como se fosse um bichinho ferido. A excitação subia cada vez mais. Chegou um ponto em que minhas entranhas ardiam e minha deusa não diminuía o ritmo das estocadas dos dedos dela, meu pau cuspia pequenos goles de líquido, que não definiria como esperma, eram bem menos viscosos. O quarto girava, o êxtase era enorme, eu tinha tido meu primeiro orgasmo anal.
Ela desacelerou as estocadas sem parar. Não me bombeava mais, só mexia os dedos dentro de mim, até que finalmente os tirou, deixando um vazio por dentro que eu queria que voltasse a preencher, mas não tive coragem de pedir.
– Gostou, minha vida?
– Sim, amei. Muito.
– Que bom, eu também curti pra caralho fazer isso em você.
Não respondi nada. Minha barriga toda molhada dos meus líquidos, ela se levantou, me olhou de cima enquanto eu ainda desfalecia de prazer, por um momento pensei que ia me limpar com a língua, igual nos pornôs que eu costumava ver, mas não rolou. Ela se inclinou e me deu um beijo de língua, me senti no paraíso.
Mesmo tendo durado só uns segundos, foi suficiente pra sentir o gosto do meu pau ainda na boca dela, eu gostei. Ela se endireitou de novo, procurou algo na gaveta e ouvi um clique. Tentei me levantar apoiando nos cotovelos, tentando ter uma visão mais clara da situação. Ela tinha nas mãos um aparelho de castidade de plástico, que vinha abrindo e tirando o cadeadinho minúsculo.
– Olha, Daiana, topa? Isso vai te fazer sentir coisas como nunca antes.
Acho que meu olhar foi de pânico, arrepios percorreram meu corpo todo, mas eu ainda estava excitado e ela rapidamente se pôs a colocar em mim, ação que terminou com um clique antes que eu pudesse reagir.
O som do cadeado se fechando sentenciou meu pau a não ter ereção enquanto estivesse trancado, e eu não tinha oferecido resistência alguma, como se estivesse me desligando da situação, sem vontade própria, ou talvez meu inconsciente tenha me traído.
– Toma, te falei que não ia te obrigar a nada, aqui está a chave, é sua. Se Se você se sentir desconfortável, pode tirar.
Levantei pra pegar a chave, que tinha uma fitinha vermelha. Quando ela me entregou, me surpreendeu com um abraço. Eu também abracei, fechando meus braços na cintura dela; ela, por sua vez, passou os braços por trás das minhas costas e me apertou forte contra o corpo dela. Senti os peitos dela no meu corpo. Aquelas tetas lindas e os bicos duros se espremendo contra minha humanidade, lembrei que tava sujo com meus "sucos" e que tava sujando ela, mas também não ligou.
Ela me deu outro beijo. Foi suave e sensual, com as mãos no meu rosto, a língua dela invadiu minha boca e se enrolou na minha, me mordia os lábios, me deixava louca. Minhas pernas fraquejavam.
Meu pau tentou levantar um pouco, mas não conseguiu por causa da prisão que tinha levado minutos antes, me deu uma dorzinha que fez eu gemer. Ela percebeu, sabia.
Percebi que ela tava brincando comigo, desconfiava que tinha um pouco de maldade, uma escuridão por trás daquela carinha de anjo, e que tinha conseguido me comer como uma puta no cio com os dedos dela, disfarçando de um suposto boquete. Ela tava me transformando numa mulherzinha, me envenenando de feminilidade através do sexo, e curtia tanto quanto eu, ou mais.
- Vamos nos divertir muito juntas. Ela sussurrou no meu ouvido.
Continua.
Se você chegou até aqui, muito obrigada por ter lido minha história. Queria saber se você gostou da reviravolta que dei nela e se te excita.
E se você me deixar uma palavra de incentivo, crítica ou sugestão, agradeceria.
Também, se você quiser bater um papo comigo sobre qualquer coisa, sobre a vida, sexo, fantasias, o clima, política, etc., é só me escrever.
Um beijo pra todos.
Daiana.
No meu perfil vocês encontram a parte 1 e 2.
Acordei com o barulho da fechadura, a televisão ainda ligada tinha ficado assim a noite toda com vídeos de feminização. Me apressei pra desligar. A porta se abriu devagar, Diego entrou e me cumprimentou com um cordial "bom dia", e eu respondi com outro "bom dia". Minha surpresa foi quando, atrás dele, entrou no quarto uma mulher. "Oi, gostosa", ela se apressou em dizer. Fiquei mudo, em parte pela situação de uma gostosa me vendo vestido só com uma calcinha branca que era cúmplice de revelar a ereção matinal que todo mundo tem ao acordar. A outra razão do meu emudecimento era a beleza dela. Tinha cabelos loiros meio ondulados que caíam até os peitos não muito grandes, mas redondos e durinhos. Tava vestida com uma regata branca que não deixava muito pra imaginação e marcava a cintura, contrastando com os quadris apertados por uma saia preta. Uma delícia de mulher, com uma carinha angelical que eu raramente tinha visto. Não hesitaria em casar com ela nem por 5 segundos, claro, se minha situação fosse outra.
- Sauda, vagabunda. Não demorou pra Diego falar.Eu tinha ficado paralisado, depois do susto com a saudação inesperada desse anjo.
- Oi, tudo bem? Sou Daiana.
Ela sorriu, eu fiquei vermelho.
Eles conversaram entre si, saíram do quarto enquanto ela agradecia ao Diego pelo "trabalho" e que ia ligar pra ele se precisasse dos "serviços" dele, pediu pra ele mandar um abraço pro Fabián e eu não consegui ouvir mais nada enquanto eles se afastavam.
Não deve ter passado nem uns dois minutos quando ela voltou a entrar no quarto. Ficamos nos olhando, como que nos investigando por alguns segundos. Não sei qual foi a impressão que ela teve de mim, mas pra mim ela parecia um anjo, cada detalhe do corpo dela, cada movimento provocava algo em mim que eu não conseguia descrever.
- Sou Gabriela, prazer em finalmente te conhecer, os caras me disseram que você se comportou muito bem, e seu progresso foi muito rápido pro pouco tempo que você ficou aqui. Eles são meus amigos, e eu encomendei esse trabalho especial, além de cuidar da minha casa enquanto eu estava fora da cidade. Eles me mandaram suas fotos e vídeos da noite passada, sorriu angelicalmente.
Eu me derreti com o sorriso dela, ela percebeu.
- Bem, Daiana, se veste e vamos tomar café, te espero na cozinha.
Depois de me lavar no banheiro, tentei achar roupa masculina, minha busca foi inútil, a coisa mais masculina que encontrei foi um short rosa que mal cobria minha bunda e coloquei por cima da minha calcinha e uma camiseta largona cinza que chegava até abaixo da cintura.
Ao chegar na cozinha, ela estava sentada me esperando, pediu pra eu fazer o mesmo. Me sentia meio desconfortável com a situação, mas ao mesmo tempo sentia uma excitação em descobrir a trama do que tinha me levado até ali. Entre chá e torradas com creme, que eu comia de um jeito delicado, como que tentando imitá-la, fomos nos conhecendo.
Ela me contou que tinha uma empresa de investimentos que funcionava muito bem e cujo crescimento não parava, que o Fabián era um dos Seus funcionários, os de maior confiança, aproveitaram pra me perguntar se eu trabalhava ou estudava. Eu disse que trabalhava numa empresa de software, mas me sentia explorado por um salário miserável e um cargo no fundo da hierarquia empresarial.
Ela parecia interessada, me perguntava coisas da minha vida particular, se eu tinha namorada, com quem morava, até quais eram meus sonhos, e ouvia atentamente cada uma das minhas respostas. A conversa focou em mim tão sutilmente que mal percebi. O clima era relaxado, éramos como duas amigas velhas batendo papo à vontade. Passamos fácil uma hora nos conhecendo. Ela era filha única, morava sozinha, solteira, bem-sucedida, aventureira, o tipo de garota que qualquer homem mortal só podia sonhar. Não pude evitar perguntar qual era o meu papel nessa história toda. Ela fez uma pausa, eu respirei fundo.
Minha intenção é só me divertir. Acho que no fundo, gosto de ter poder, controle sobre as pessoas, e você é tipo meu primeiro "experimento". Não leva a mal, não gosto de te controlar, e te prometo que não vamos fazer nada que você não queira. A partir de agora, você tá totalmente livre pra ir embora se quiser. Suas roupas estão no banco de trás do seu carro, se os caras fizeram o que eu pedi. Mas você não pode negar que pelo menos um pouco você curtiu, digo, de se sentir uma mulher.
- Sim, um pouquinho, respondi.
- É que é muito gostoso se sentir um objeto de desejo, se sentir desejada, descobrir esses olhares cheios de tesão que os caras podem sentir por nós. Te repito, se quiser, pode largar isso e voltar pra sua vida normal. Eu vou apagar os vídeos, então não vai ficar nenhuma prova da sua estadia nessa casa nem de nada que aconteceu, só na sua memória. Entendo que é muito difícil pra você me dar uma resposta agora. Te proponho que pelo menos até essa noite você fique comigo. Eu posso te dar uma experiência melhor de como ser uma verdadeira gatinha, e se você não gostar... Amanhã você me diz: "não gostei de mim" e a gente encerra por aqui.
Fiquei hesitante, não sabia o que fazer. As palavras dela eram suaves e me davam muita confiança. Duvidei, mas aceitei. Disse que até amanhã ia testar o que ela me propunha. A incerteza me excitava. O rosto dela se iluminou, estava feliz. Disse que eu não ia me arrepender.
Levantei a mesa e fui lavar as xícaras. Ela agradeceu, me chamou de "amor", o que me fez corar.
— Sabe, Daiana, ser mulher não é só saber como satisfazer um homem. Tem muitas coisas que você vai ter que aprender a fazer. Cada detalhe conta. Vou tentar te ensinar tudo que puder, mesmo que seja só "o básico" por enquanto. Você precisa aprender a andar, a sentar, sua postura quando estiver de pé, rebolando, a escolher sua roupa, seus assuntos de conversa. Cada movimento na frente de um homem é parte do jogo da sedução.
Eu ouvia cada palavra com atenção. Sentei de novo na frente da mesa, tentando não olhar pros peitos dela e me concentrando no que ela dizia.
— Sua atitude é o mais importante. É você quem vai ter o poder da situação e vai acabar decidindo tudo, desde onde vão até o que vão fazer. Se me der a chance, vou te ensinar a controlar um homem até ele cair rendido aos seus pés — ela soltou uma risada bem feminina enquanto falava. — Sua dieta, alimentação e exercícios vão ser essenciais, principalmente se você decidir seguir com isso. Mais pra frente, se quiser, a gente pode passar pro próximo nível. Mas bom, já devo ter te entediado com essa conversa. Melhor partir pra ação.
— Não, não, de jeito nenhum. Tá interessante.
Eu ia caindo aos poucos diante dos encantos dela. Ela sabia que era daquelas que fazia os homens caírem aos seus pés. E por trás daquele rosto doce e das palavras, ela ia dobrando minha vontade, quase me escravizando e me fazendo acreditar que era eu quem queria aquilo.
— Essa roupa tá me... Matando, vem comigo.
Ela me ofereceu a mão docemente enquanto se levantava e me levou pro quarto onde eu tinha conhecido os dois caras na noite anterior. Deviam ter limpado o lugar, porque a cama estava arrumada e transbordava limpeza. Sentei na cama.
Ela foi até o guarda-roupa e jogou umas roupas na cama. Pegou também um tênis esportivo com detalhes rosa.
Sem aviso prévio e de frente pra mim, apoiando uma das mãos no guarda-roupa ainda de costas, ela levantou uma perna e, dobrando pra trás, afrouxou um dos sapatos, repetindo o movimento com o outro. Depois começou a abaixar a saia devagar, inclinando-se levemente pra frente. Ela sabia que eu era espectador do show dela, tudo planejado. Continuou com a calcinha fio dental, era branca e abraçava firme a cintura dela na parte mais larga; o fiozinho do meio, debaixo daquele triângulo minúsculo, se enterrava fundo nas nádegas redondas dela. Ela foi descendo devagar e sensual, se inclinando de novo pra frente. Eu, por minha vez, não me segurei: apoiei a mão esquerda pra trás, quase me deitando, e instintivamente levei a mão direita pro meu pau, que já tava durasso e lutava pra escapar daquela bermudinha minúscula, que já tava molhada por causa dele.
Ela levou os braços pra trás e soltou o sutiã, desprendendo ele. A putaria em mim já não aguentava mais: não ter gozado na noite anterior, o roçar do tecido macio da minha cueca contra o meu pau e a cena de uma deusa se despindo na minha frente era demais; tive que me esforçar pra não gozar. Sem perceber, a Gabriela tava me olhando, enquanto mordia sutilmente os lábios. Na hora não entendi, mas tudo fazia parte do plano dela. Ela continuou tirando a blusinha, o cabelo tinha ficado espalhado pelo rosto, deixou a blusa cair no chão e, com as duas mãos, enquanto virava a cabeça, arrumou o cabelo. Só faltava o sutiã, que ela tirou levando os braços pra frente. descobrindo uns peitos lindos que seriam a inveja de qualquer mulher, redondos, bem empinadinhos, e uns mamilos gostosos que pediam pra ser chupados. Eu tinha a Gabriela pelada e me esquentando igual uma profissional na minha frente, era impossível que ela não tivesse notado minha ereção e minha cara de choque e fascinação que ela tinha causado.
- "Houston, temos um problema" – ela disse com uma voz safada, enquanto dava um sorrisinho.
Ela veio na minha direção, colocou um dos joelhos na minha virilha e com o braço direito me empurrou até eu cair deitado na cama. Minha cabeça tava a mil, senti ela tentar tirar meu short com as duas mãos de um puxão, o que eu facilitei arqueando a cintura pra cima. Ela tirou a calcinha junto, o tecido roçando nas minhas pernas depiladas me deu uma sensação que só quem já teve a chance de provar vai entender. Meu pau tava prestes a explodir, fechei os olhos esperando receber o boquete da minha vida de uma mulher que eu nem ousaria sonhar. PAH! Um estouro ecoou no quarto, uma dor aguda subiu das minhas bolas pelas minhas costas, era uma sensação indescritível, mas com certeza não a que eu esperava.
- Ahhh, o que cê tá fazendo? Tá doendo!
- É pra você relaxar, Daiana, não queremos que você goze tão cedo. Ou quer?
A filha da puta tinha me dado um tapa nos ovos. Meu pau murchou bastante, enquanto ela envolvia ele com a mão e puxava a pele pra trás, liberando a cabeça – ela era uma expert no que tava fazendo e tava me mostrando. Senti os lábios dela descerem por todo o comprimento do meu pau, já meio duro de novo. Ela chupou devagar por um tempo, passava a língua por toda a minha buceta, as bolas também ganharam um massagem com a língua dela. Ela pediu pra eu abrir e levantar as pernas, me ajudando com o braço, e eu obedeci. Enquanto ela masturbava meu pau todo babado, descia pras minhas bolas. retorcendo eles com a língua dela. Cada vez ia mais pra baixo, sentia que passava pelo meu períneo e descia até meu cu. Meus gemidos confirmavam a putaria que ela tava me fazendo, eu acompanhava mexendo levemente minha cintura enquanto segurava minhas pernas no ar. A pica tinha subido de novo, ela não parava.
Quando percebeu isso, me deu mais um tapa nos ovos, doeu mais que da outra vez mas não reclamei, queria que a situação durasse, a língua brincando no meu cu me deixava louco. Senti uma baba que me deu frio nos testículos e que, pela posição que eu tava, não demorou a chegar no meu cu. Ela tinha se afastado um pouco, me segurava firme pela pica mas já não me masturbava, tinha se empenhado em passar o dedo no meu cu. Já tinha me rendido, o prazer tava gostoso e não podia reclamar. Depois de rodear os limites do meu cu, senti que ela foi abrindo caminho, podia sentir cada milímetro entrando enquanto a mão que segurava minha pica apertava um pouco mais forte. Brincava com o dedo dentro do meu cu, o buttplug da noite anterior tinha dado uma leve alongada no meu cu e eu só sentia prazer a cada movimento. Começou uma metida e tirada devagar que foi acelerando, eu gozava e gemia que nem uma louca.
- Tá gostando, Daiana?
- Hhhmmm sim, adoro, continua, não para.
- Como você quiser, minha rainha.
Eu me contorcia de prazer, ela levou 2 dedos à boca e provou o gosto do meu cu. Encheu eles de baba, cuspiu no meu cu, e começou a introduzir os 2 dedos, a sensação passou de um leve incômodo pra um prazer sem igual. As bombadas dela eram cada vez mais rápidas e profundas, a cadência delas acompanhava em uníssono meus gemidos, que sem perceber ficavam cada vez mais fortes e mais femininos. Minha pica já tinha baixado completamente, ela acariciava e massageava com delicadeza como se fosse um bichinho ferido. A excitação subia cada vez mais. Chegou um ponto em que minhas entranhas ardiam e minha deusa não diminuía o ritmo das estocadas dos dedos dela, meu pau cuspia pequenos goles de líquido, que não definiria como esperma, eram bem menos viscosos. O quarto girava, o êxtase era enorme, eu tinha tido meu primeiro orgasmo anal.
Ela desacelerou as estocadas sem parar. Não me bombeava mais, só mexia os dedos dentro de mim, até que finalmente os tirou, deixando um vazio por dentro que eu queria que voltasse a preencher, mas não tive coragem de pedir.
– Gostou, minha vida?
– Sim, amei. Muito.
– Que bom, eu também curti pra caralho fazer isso em você.
Não respondi nada. Minha barriga toda molhada dos meus líquidos, ela se levantou, me olhou de cima enquanto eu ainda desfalecia de prazer, por um momento pensei que ia me limpar com a língua, igual nos pornôs que eu costumava ver, mas não rolou. Ela se inclinou e me deu um beijo de língua, me senti no paraíso.
Mesmo tendo durado só uns segundos, foi suficiente pra sentir o gosto do meu pau ainda na boca dela, eu gostei. Ela se endireitou de novo, procurou algo na gaveta e ouvi um clique. Tentei me levantar apoiando nos cotovelos, tentando ter uma visão mais clara da situação. Ela tinha nas mãos um aparelho de castidade de plástico, que vinha abrindo e tirando o cadeadinho minúsculo.
– Olha, Daiana, topa? Isso vai te fazer sentir coisas como nunca antes.
Acho que meu olhar foi de pânico, arrepios percorreram meu corpo todo, mas eu ainda estava excitado e ela rapidamente se pôs a colocar em mim, ação que terminou com um clique antes que eu pudesse reagir.
O som do cadeado se fechando sentenciou meu pau a não ter ereção enquanto estivesse trancado, e eu não tinha oferecido resistência alguma, como se estivesse me desligando da situação, sem vontade própria, ou talvez meu inconsciente tenha me traído.
– Toma, te falei que não ia te obrigar a nada, aqui está a chave, é sua. Se Se você se sentir desconfortável, pode tirar.
Levantei pra pegar a chave, que tinha uma fitinha vermelha. Quando ela me entregou, me surpreendeu com um abraço. Eu também abracei, fechando meus braços na cintura dela; ela, por sua vez, passou os braços por trás das minhas costas e me apertou forte contra o corpo dela. Senti os peitos dela no meu corpo. Aquelas tetas lindas e os bicos duros se espremendo contra minha humanidade, lembrei que tava sujo com meus "sucos" e que tava sujando ela, mas também não ligou.
Ela me deu outro beijo. Foi suave e sensual, com as mãos no meu rosto, a língua dela invadiu minha boca e se enrolou na minha, me mordia os lábios, me deixava louca. Minhas pernas fraquejavam.
Meu pau tentou levantar um pouco, mas não conseguiu por causa da prisão que tinha levado minutos antes, me deu uma dorzinha que fez eu gemer. Ela percebeu, sabia.
Percebi que ela tava brincando comigo, desconfiava que tinha um pouco de maldade, uma escuridão por trás daquela carinha de anjo, e que tinha conseguido me comer como uma puta no cio com os dedos dela, disfarçando de um suposto boquete. Ela tava me transformando numa mulherzinha, me envenenando de feminilidade através do sexo, e curtia tanto quanto eu, ou mais.
- Vamos nos divertir muito juntas. Ela sussurrou no meu ouvido.
Continua.
Se você chegou até aqui, muito obrigada por ter lido minha história. Queria saber se você gostou da reviravolta que dei nela e se te excita.
E se você me deixar uma palavra de incentivo, crítica ou sugestão, agradeceria.
Também, se você quiser bater um papo comigo sobre qualquer coisa, sobre a vida, sexo, fantasias, o clima, política, etc., é só me escrever.
Um beijo pra todos.
Daiana.
6 comentários - Minha Feminização III