Mais uma vez me preparo pra escrever um novo conto pra vocês, meus queridos putinh@s seguidores. Faço como sempre, pelado e fumando na frente da tela.
Muitas situações passam pela cabeça do meu pau. Tento escolher a mais quente, sabendo que vocês são muito degeneradinh@s e esperam de mim o melhor pra que esses paus explodam em rios de porra, meus queridos putinh@ punheteir@s...
Como todos já sabem, os verões eu passava na casa da minha Tia. Ficávamos a sós durante dois longos meses de calor, com a liberdade total que vocês podem ver nos meus contos anteriores.
A gente passava o tempo pelados, tomando café e fumando de manhã, ou na piscina à tarde, naquela intimidade absoluta de tia e sobrinho que permite absolutamente tudo, mas sem deixar explícito. Ficar 60 dias pelado e de pau duro junto com a gostosa putona da minha Tia era um sonho pra poucos, eu era muito sortudo.
Uns anos atrás, convidei meu amigo Ale pra passar um tempo com a gente... Ale era meu melhor amigo e muito promíscuo. Tinha um corpão incrível, todo depilado porque era dançarino, e absolutamente comedor de porra. Naquela época, a gente tinha 26 anos e minha Tia, 54.
A puta se mantinha incrível à base de ferro e pica. Muito musculosa, bronzeada e com uma bunda redonda e morena de dar inveja.
Com o Ale, a gente era muito amigo, mas nunca tinha comido ele nem nada. Ele me queria, mas sabia que eu era hétero. Expliquei como era nossa rotina naqueles verões, e o promíscuo ficou excitado pra caralho. Também deixei claro que, de início, ele fingisse ser hétero pra Tia não desconfiar da minha orientação sexual...
A Tia nos recebeu com uma camisola de seda branca bem curta e sem nada por baixo, saltos altíssimos de gostosa puta e fumando. Ela nos levou pro nosso quarto e nos convidou pra tomar um café gostoso. Antes de ir pra cozinha, chamei o Ale pra se pelar junto comigo. O promíscuo não acreditava no que tava vivendo e, de muito bom grado, tirou o short que tirou a regata, deixando à mostra um pau lindo e depilado, me impressionou muito a grossura e as veias daquele pica... a Tia ia amar.
Descemos pra cozinha pelados como viemos ao mundo e sentamos pra bater um papo com a gostosa enquanto ela preparava o café. A puta não parava de olhar pra pica do Ale, que nessa altura já tava duríssima. A situação tava me excitando pra caralho e meu pedaço começou a inchar sem controle. O Ale não perdia um segundo daquilo.
— Gente! de agora em diante vou chamar vocês de sobrinhos, fica mais fácil! — riu safada enquanto se abaixava pra pegar o açúcar, mostrando a bunda aberta e sem calcinha.
— Que massa! também vou te chamar de Tia! — falou o viado, engrossando a voz.
Quando sentou na mesa, acendeu três cigarros de uma vez e colocou um na mão de cada um. — Você fuma, Ale? Porque aqui se fuma, hahaha! — exclamou enquanto aproximava o isqueiro, com os peitos balançando como dois melões suculentos.
Eu não imaginava que o Ale tava cada vez mais duro por ver minha pica descomunal, cada vez mais roxa e cheia de veias, e não pelo corpo de puta madura dela. Ela tinha decidido seduzir ele... (conheço bem minha Tia)
— Vou no banheiro rapidinho... — se desculpou o viado.
— Claro, fica lá em cima, do lado do seu quarto — indicou a perversa, olhando bem pra bunda dele.
— Que amigo lindo você me trouxe, sobrinho! é um docinho...
— Hahaha! não começa, Tia, que eu te conheço... — disfarcei enquanto puxava uma tragada funda e tomava um gole de café.
— Ele é tão fofo e gostoso!! Adorei...
— É, já percebi... é que a namorada largou ele e ele tá meio triste, acho que não tá afim de nada...
— Hahaha! viu como aquele pauzão dele ficou? eu vou devorar esse bebezão inteiro...
— Hummm, eu não apertaria ele... — disfarcei, sabendo que isso, em vez de frear, ia motivar ela ainda mais...
— A gente vai ver... e por falar nisso.. você também tá bem, né? — perguntou enquanto massageava meu pé com o dedão. os ovos que a essa altura já eram duas bolas de tênis...
- Eu sempre... - garanti enquanto me levantava e aproximava a cabeça do meu pau da boca dela.
- Sem hesitar, ela começou a cuspir com gosto, babando ele inteiro de cima até os ovos sem tocar, bem na hora em que o Ale começava a descer a escada.
Rapidamente, ela limpou a baba com lambidas, engolindo tudo às pressas praquele putão não desconfiar de nada.
- Quer mais café, sobri Ale? - perguntou sorridente e com a boca toda babada...
- Sim! show... - Ale continuava durasso pra caralho.
- Uff, que calor que me deu com esse cafezinho... - exclamou a puta tirando a blusinha.
- Ale não acreditava no que tava vendo, os olhos dele iam da bunda da minha Tia pros meus olhos e depois, inevitavelmente, pro meu pau...
- Meu sobrinho me contou que sua namorada te largou... - a puta já tava jogando pesado.
Ale, com os olhos vidrados de tesão e surpresa, me devorando com o olhar, gaguejou um pouco... - Ehhh... minha namorada? ehhh ah sim...
- Que gostosa, né? As novinhas são umas putinhas... - riu maliciosamente a Tia.
- Sim! são más, muito más... - entrou na brincadeira o Ale.
- Não entendo como alguém pode largar uma coisinha tão linda... - perguntou enquanto, com a palma da mão, acariciava a cabeça do pau do Ale...
Ale, surpreso, se ajeitou na cadeira quase como querendo fugir e me olhando pra eu salvar ele. - Kkkk... - riu nervoso - é que ela não entendeu minha liberdade na cama...
- Ahã! isso me interessa... conta aí?
- É... sim, digamos que na cama eu propus uns jogos meio fora do comum... e ela não quis saber.
- Por exemplo?
- Mmmm... gosto que estimulem meu ponto G - respondeu o putão, todo engraçadinho.
- Ahhh, agora entendi tudo! Algumas novinhas acham que os caras são viados se pedem pra brincar com a bunda deles...
- Isso mesmo! - concordou feliz - ela me largou falando que eu era viado! Acredita?
- Pufa! claro que acredito, bebê! Tem gente muito Retrógrada nesse mundo, né, sobrinha?
- Sim, Tia! - Ale estava completamente excitado e eu ainda mais...
- Bom, você está no lugar certo, onde seus sonhos vão se tornar realidade... - prometeu enquanto, com o dedo maior, começou a massagear o anel do cu dele.
- Que delícia, Tia! - garantiu enquanto levantava um pouco as pernas, facilitando o acesso do dedo da Tia.
- Mmmm, isso vai ser mais fácil do que eu pensava, parece que você gosta de brincar com esse rabo, não é, bebê? Tá super dilatado...
- Ehh sim! Enfio uns brinquedinhos... hahaha - confessou em total sintonia com a Tia, que naquele momento começava a enfiar a língua pontuda e babada...
(continua...)
Muitas situações passam pela cabeça do meu pau. Tento escolher a mais quente, sabendo que vocês são muito degeneradinh@s e esperam de mim o melhor pra que esses paus explodam em rios de porra, meus queridos putinh@ punheteir@s...
Como todos já sabem, os verões eu passava na casa da minha Tia. Ficávamos a sós durante dois longos meses de calor, com a liberdade total que vocês podem ver nos meus contos anteriores.
A gente passava o tempo pelados, tomando café e fumando de manhã, ou na piscina à tarde, naquela intimidade absoluta de tia e sobrinho que permite absolutamente tudo, mas sem deixar explícito. Ficar 60 dias pelado e de pau duro junto com a gostosa putona da minha Tia era um sonho pra poucos, eu era muito sortudo.
Uns anos atrás, convidei meu amigo Ale pra passar um tempo com a gente... Ale era meu melhor amigo e muito promíscuo. Tinha um corpão incrível, todo depilado porque era dançarino, e absolutamente comedor de porra. Naquela época, a gente tinha 26 anos e minha Tia, 54.
A puta se mantinha incrível à base de ferro e pica. Muito musculosa, bronzeada e com uma bunda redonda e morena de dar inveja.
Com o Ale, a gente era muito amigo, mas nunca tinha comido ele nem nada. Ele me queria, mas sabia que eu era hétero. Expliquei como era nossa rotina naqueles verões, e o promíscuo ficou excitado pra caralho. Também deixei claro que, de início, ele fingisse ser hétero pra Tia não desconfiar da minha orientação sexual...
A Tia nos recebeu com uma camisola de seda branca bem curta e sem nada por baixo, saltos altíssimos de gostosa puta e fumando. Ela nos levou pro nosso quarto e nos convidou pra tomar um café gostoso. Antes de ir pra cozinha, chamei o Ale pra se pelar junto comigo. O promíscuo não acreditava no que tava vivendo e, de muito bom grado, tirou o short que tirou a regata, deixando à mostra um pau lindo e depilado, me impressionou muito a grossura e as veias daquele pica... a Tia ia amar.
Descemos pra cozinha pelados como viemos ao mundo e sentamos pra bater um papo com a gostosa enquanto ela preparava o café. A puta não parava de olhar pra pica do Ale, que nessa altura já tava duríssima. A situação tava me excitando pra caralho e meu pedaço começou a inchar sem controle. O Ale não perdia um segundo daquilo.
— Gente! de agora em diante vou chamar vocês de sobrinhos, fica mais fácil! — riu safada enquanto se abaixava pra pegar o açúcar, mostrando a bunda aberta e sem calcinha.
— Que massa! também vou te chamar de Tia! — falou o viado, engrossando a voz.
Quando sentou na mesa, acendeu três cigarros de uma vez e colocou um na mão de cada um. — Você fuma, Ale? Porque aqui se fuma, hahaha! — exclamou enquanto aproximava o isqueiro, com os peitos balançando como dois melões suculentos.
Eu não imaginava que o Ale tava cada vez mais duro por ver minha pica descomunal, cada vez mais roxa e cheia de veias, e não pelo corpo de puta madura dela. Ela tinha decidido seduzir ele... (conheço bem minha Tia)
— Vou no banheiro rapidinho... — se desculpou o viado.
— Claro, fica lá em cima, do lado do seu quarto — indicou a perversa, olhando bem pra bunda dele.
— Que amigo lindo você me trouxe, sobrinho! é um docinho...
— Hahaha! não começa, Tia, que eu te conheço... — disfarcei enquanto puxava uma tragada funda e tomava um gole de café.
— Ele é tão fofo e gostoso!! Adorei...
— É, já percebi... é que a namorada largou ele e ele tá meio triste, acho que não tá afim de nada...
— Hahaha! viu como aquele pauzão dele ficou? eu vou devorar esse bebezão inteiro...
— Hummm, eu não apertaria ele... — disfarcei, sabendo que isso, em vez de frear, ia motivar ela ainda mais...
— A gente vai ver... e por falar nisso.. você também tá bem, né? — perguntou enquanto massageava meu pé com o dedão. os ovos que a essa altura já eram duas bolas de tênis...
- Eu sempre... - garanti enquanto me levantava e aproximava a cabeça do meu pau da boca dela.
- Sem hesitar, ela começou a cuspir com gosto, babando ele inteiro de cima até os ovos sem tocar, bem na hora em que o Ale começava a descer a escada.
Rapidamente, ela limpou a baba com lambidas, engolindo tudo às pressas praquele putão não desconfiar de nada.
- Quer mais café, sobri Ale? - perguntou sorridente e com a boca toda babada...
- Sim! show... - Ale continuava durasso pra caralho.
- Uff, que calor que me deu com esse cafezinho... - exclamou a puta tirando a blusinha.
- Ale não acreditava no que tava vendo, os olhos dele iam da bunda da minha Tia pros meus olhos e depois, inevitavelmente, pro meu pau...
- Meu sobrinho me contou que sua namorada te largou... - a puta já tava jogando pesado.
Ale, com os olhos vidrados de tesão e surpresa, me devorando com o olhar, gaguejou um pouco... - Ehhh... minha namorada? ehhh ah sim...
- Que gostosa, né? As novinhas são umas putinhas... - riu maliciosamente a Tia.
- Sim! são más, muito más... - entrou na brincadeira o Ale.
- Não entendo como alguém pode largar uma coisinha tão linda... - perguntou enquanto, com a palma da mão, acariciava a cabeça do pau do Ale...
Ale, surpreso, se ajeitou na cadeira quase como querendo fugir e me olhando pra eu salvar ele. - Kkkk... - riu nervoso - é que ela não entendeu minha liberdade na cama...
- Ahã! isso me interessa... conta aí?
- É... sim, digamos que na cama eu propus uns jogos meio fora do comum... e ela não quis saber.
- Por exemplo?
- Mmmm... gosto que estimulem meu ponto G - respondeu o putão, todo engraçadinho.
- Ahhh, agora entendi tudo! Algumas novinhas acham que os caras são viados se pedem pra brincar com a bunda deles...
- Isso mesmo! - concordou feliz - ela me largou falando que eu era viado! Acredita?
- Pufa! claro que acredito, bebê! Tem gente muito Retrógrada nesse mundo, né, sobrinha?
- Sim, Tia! - Ale estava completamente excitado e eu ainda mais...
- Bom, você está no lugar certo, onde seus sonhos vão se tornar realidade... - prometeu enquanto, com o dedo maior, começou a massagear o anel do cu dele.
- Que delícia, Tia! - garantiu enquanto levantava um pouco as pernas, facilitando o acesso do dedo da Tia.
- Mmmm, isso vai ser mais fácil do que eu pensava, parece que você gosta de brincar com esse rabo, não é, bebê? Tá super dilatado...
- Ehh sim! Enfio uns brinquedinhos... hahaha - confessou em total sintonia com a Tia, que naquele momento começava a enfiar a língua pontuda e babada...
(continua...)
3 comentários - Mi Tía en trío con mi amigo puto