Minha primeira vez com José Luis (3ª parte)

Mil desculpas, queridos leitores. Foi um fim de ano bem corrido, hehehe, que logo conto, então não se preocupem. Mas vou continuar contando aquela primeira vez que José Luís fez de mim a puta que sou hoje.

Uma vez deitado na cama, com meu quadril e pélvis levantados na direção dele, ele começou a me beijar deliciosamente. Sentir o bigode dele percorrer minha pele depilada e ouvir seus beijos me fazia arrepiar. Sabem, com catorze anos você não pode fazer outra coisa senão ceder a um jogo de sedução tão gostoso. Sendo eu um garoto muito fogoso e José Luís um expert nos jogos de sedução e prazer, só me restava me deixar levar.

Ele sabia muito bem o que estava fazendo, brincava com minha bunda. Não sei se já aconteceu com vocês, mas daquelas vezes que tentam meter e tirar só a glande, é uma sensação tão prazerosa que até hoje eu gosto. Foi ele quem me ensinou que, quando fazem isso, o ativo adora que o passivo aperte a glande com a bunda. Isso provocava em mim uma certa dor, mas ao mesmo tempo prazer, e muito.

Eu só esperava que ele não enfiasse o membro de uma vez dentro de mim, mas ele foi um cavalheiro e foi colocando aos poucos, centímetro por centímetro, seu lindo membro. Aquela sensação e sentir sua respiração na nuca de verdade faziam com que eu só quisesse que ele não saísse de dentro de mim. A respiração dele combinada com palavras vulgares realmente me fazia sentir uma puta.

Depois de um tempo, a velocidade do movimento dele aumentou, eu já estava a todo vapor. Nos deitamos como colherinhas e ele levantou minha perna direita. QUE SENSAÇÃO!!!! Ele me abraçou e continuou com o movimento, e chegou aos meus mamilos. Juro que a forma como ele beliscou e mordeu me marcou para sempre. Pensei que ele fosse arrancá-los, mas só fez meu prazer aumentar.

Nessa altura, eu só gemia de prazer. A dorzinha que eu sentia no começo já tinha ido embora. E naquele momento exato, de verdade, esqueci de tudo e comecei a aproveitar de uma forma inexplicável. O suor, o calor do corpo dele... O meu, a cadência dos movimentos dele e o jeito que ele pegava meu corpo com as mãos eram os fatores ideais pra chegar a um mega orgasmo.

As investidas dele, quase chegando ao final da minha majestosa desvirginização, foram tão intensas que minha cabeça quase batia na parede, quer dizer, na cabeceira da cama. E ele fez algo inesperado: puxou meu cabelo com força. Não vou mentir, mas ele já me tinha aos pés dele, eu tava completamente submisso, já não conseguia resistir a nada, juro.

Meus gemidos, ele tentava calar com beijos e com as mãos, mas era impossível silenciá-los. O prazer que ele me proporcionou não dava pra calar nem esconder. Posso realmente dizer que, pelo tratamento e pelo jeito que ele fez, notei que houve amor, carinho.

As carícias dele, bem, apertões a cada investida marcavam meu corpo, deixando-o vermelho. Eu adorava. As mãos dele eram bem grandes, então já imaginam, mas não teve violência, eu prometo. Foram consentidos e com muito carinho. Ele se encarregou de que eu nunca esquecesse essa primeira vez e pudesse contar pra vocês hoje.

O orgasmo chegou. Ele parecia um touro daqueles quando tão cruzando, enquanto a investida final entrava no meu cu. Eu me assustei, pensei que tava acontecendo algo com ele, mas ele só tava selando nossa primeira vez. Enquanto isso, eu com uma pequena ereção, quase imperceptível, só escorria pré-gozo. Juro que cheguei ao orgasmo, mas de forma lenta, só escorriam fios de pré-gozo até que meu orgasmo gostoso chegou.

Ao terminar, ele esperou a ereção dele baixar dentro de mim e saiu já com o pau dormindo. E eu pude sentir o gozo dele escorrendo pra fora do meu cu. Eram os anos 90, sim, corria o risco de pegar uma doença venérea, mas eu confiei nele e até hoje estou saudável.

Ficarmos deitados na cama, abraçados e ele beijando minha testa, foi pra mim a culminação do nosso ato de amor. Enquanto ele me dizia que eu fui bem pra ser minha primeira vez, isso fez com que eu o amasse ainda mais. Mas o que ele me pediu em seguida, a princípio me Me deu um pouco de nojo no começo, mas agora sei que a promiscuidade dele se respeita, ele me pediu pra limpar o pau dele...

Era um moleque inexperiente, então eu fiz. Vocês sabem o gosto do prepúcio de um homem depois de transar? É uma delícia. Provei no começo e fiz cara de nojo, mas ele falou "não se preocupa", então continuei até ele ficar duro de novo. Fiquei tão surpreso, porque nas histórias que ele contava, quando a esposa não queria transar com ele, dizia que era porque ela não fazia ele ter ereções mais. Pra mim, aquilo foi muito satisfatório.

Ele não goza mais, isso é verdade, mas poder olhar na cara dele enquanto chupava o pau dele era a coisa mais gostosa. Ele acariciava minhas bochechas enquanto eu fazia, e eu só esfregava meu pequeno pau na cama, igual tô fazendo agora. Desculpa, mas lembrar disso me deixa com muito tesão.

Se lembram, a gente tava na casa dele, então não demorou muito, e eu tinha que voltar pra minha casa. Mas os carinhos dele, as mãos dele e os beijos dele ficaram marcados no meu corpo, e até hoje não consigo esquecer. Não sei se contei, mas só fiquei com três homens na minha vida, e José Luís foi o primeiro. E como ele, acho que nunca vou encontrar.

Depois daquela vez, foram umas três ou quatro vezes a mais. A gente corria muito risco por causa da relação entre as famílias, mas a gente aproveitava cada vez como se fosse a última. Dele, hoje não sei de nada, foi morar em Guadalajara. Mas se posso garantir uma coisa, ele adorava iniciar garotos como eu, hehehe. Eu fui o primeiro, mas não o último.

FIM

Gente, acho que não foi tão explícito ou sexualmente explícito como vocês esperavam, mas contei do jeito mais real que pude e que minha mente vaga lembra. Sabem, tem sensações, emoções e momentos que não encontram palavras na nossa mente pra explicar. Agradeço por terem tirado um tempo pra ler essas linhas, hehe, várias, mas foi realmente o que aconteceu.

Mas aqui não terminam minhas experiências. Lembram que tem mais dois homens na minha vida? Vocês vão gostar dessas histórias porque, até certo ponto, foram quase proibidas, hehehe. O segundo homem foi o Júlio César, ele era na época o marido de uma amiga da minha mãe, tinha 35 anos e eu já tinha 18. E o terceiro e último foi o Seu Mário, um senhor que tinha um mercadinho na cidade onde fui estudar. Mas, como todo estudante de fora, eu precisava comer e pedia fiado, kkkkk. Então, tem pano pra manga, hehehe. +OBRIGADA, GALERA.

POR FAVOR, DEIXEM ALGUM COMENTÁRIO E ME DIGAM O QUE ACHARAM DA MINHA PRIMEIRA VEZ.

2 comentários - Minha primeira vez com José Luis (3ª parte)

Me dejaste la pija durísima con los tres relatos de tu primera vez...
LA PRIMERA VEZ, SI FUE PLACENTERA, NUNCA SE OLVIDA. PASARAN MUCHAS VERGAS POR TU COLA, PERO ESA ES ÚNICA. BUENA EXPERIENCIA Y BUEN RELATO.