Calor do caralho nesse feriadão em Buenos Aires, e pra não perder o costume, cortou a luz no meu prédio. Impossível ficar sem ar condicionado com 35 graus na sombra. Por isso, a primeira coisa que fiz na sexta foi ligar pra casa do meu irmão pra ver se tava com luz e fui passar o fim de semana com ele e a família. Eles moram numa casa com piscina, então melhor impossível. Me receberam super felizes e falaram pra não fazer planos pra noite porque os pequenos iam pra casa da avó materna e eles tinham convidado amigos pra fazer um churrasco e uma confraternização de fim de ano.
Lá pelas 19h, ainda com sol, começaram a chegar os amigos. Uns casais jovens (média de 25 a 35 anos), gente fina, alguns chegando em uns carrões. Claro, meu irmão e a cunhada são profissionais que tão muito bem de vida, felizmente! Mas sinceramente, já tava começando a me arrepender de ter aceitado ficar. Era tudo casal.
Perguntei pro meu irmão se ele não tinha amigos solteiros, e ele disse que sim, mas que não tinham confirmado presença e, se viessem, com certeza apareceriam em cima da hora. "Tem umas amigas da Flor que são um absurdo, fica que elas vêm, são solteiras e bem putinhas", ele falou.
Bom, com isso ele me convenceu. No pior dos casos, eu pegava o carro e vazava pra puta que pariu mais tarde.
Umas 22h, depois de umas garrafas de champanhe, todo mundo já tava conversando e rindo em todos os cantos da casa. Eu tinha feito amizade com dois caras amigos da Flor e uma amiga do meu irmão. A gente falava de tudo um pouco, até que perguntei se eles fumavam um baseado. Todos disseram que sim, mas que a gente se afastasse um pouco porque um deles, se a mulher visse ele fumando, ia dar merda.
Fomos pra frente da casa e fumamos um beck delicioso.
Quando voltamos pra dentro, todo mundo rindo, ninguém percebeu nada. Continuamos bebendo e rindo, mais tarde todo mundo dançando. A verdade é que me diverti pra caralho. Quando o pessoal começou a... Sair por volta das 4h da manhã ainda tava um calor do caralho.
Nos despedimos de todo mundo e um dos caras com quem eu tava conversando antes ficou, a esposa dele voltou pra casa e ia voltar mais tarde pra almoçar e de quebra trazer os filhos dela e os do meu irmão. E aí passavam o fim de semana inteiro no sítio.
Quando entramos, vimos minha cunhada e meu irmão limpando e falamos que a gente cuidava da limpeza, que fossem dormir. Eles agradeceram e foram deitar.
Limpamos tudo e sentamos lá fora pra tomar mais uma garrafinha de champanhe e fumar. Já tava quase amanhecendo e, bem bebidos, falei pra gente pular na piscina. Ele disse que não tinha trazido sunga, que a roupa a esposa traria quando voltasse. "Foda-se", falei, "vou entrar pelada mesmo, só pra refrescar um pouco." "Beleza, então", ele respondeu. Peguei umas toalhas e a gente se despiu. Me surpreendi com o corpo que o cara tinha, não dava pra perceber. Ele era magro, mas tinha uma costa linda e um peito bonito. Nadamos um pouco e saímos da piscina (sim, saímos e ele tava de pau duro ou com a rola melada, pensei em dar pra ele), mas não, ele era hétero pra caralho.
Terminamos de nos secar e, quando entramos em casa, dava pra ouvir minha cunhada gemendo, parecia que ele tava metendo com tudo.
A gente se olhou e caiu na risada.
Falei: "Aproveitaram pra caralho, hein."
Ele: "Pois é, quando as crianças não tão com a minha Sole, a gente faz a mesma coisa, transamos em todo canto da casa."
O problema é que pra chegar no nosso quarto, a gente tinha que passar pelo quarto deles.
Quando passamos, a porta tava entreaberta e foi inevitável não olhar. Eles estavam de costas pra porta, minha cunhada de quatro e meu irmão atrás metendo com tudo...
A gente se olhou e continuou andando. Dividimos o quarto, não sei por quê, tinha outros cômodos. Tiramos as toalhas que estavam amarradas na cintura, os dois de pau duro.
Quando ela tava relaxada, não parecia tão grande, mas o cara tinha um pedaço bem tentador. Virei de costas e comecei a me arrumar. O boxer, quando eu tava subindo, ele pegou o elástico da parte de trás com uma mão e com a outra tapou minha boca. "Não fala nada", ele disse, e baixou minha cueca encostando a pica na minha bunda. Começou a empurrar minhas costas pra baixo e ficou esfregando a raba na pica. Pediu uma camisinha, vestiu, cuspiu no meu cu e, sem mais palavras, meteu de uma vez. Me fez ver estrelas. Toda vez que escapava um gemido, ele puxava meu cabelo ou tapava minha boca, falando: "cala a boca, viado, ou te encho de porrada". O cara tinha virado outra pessoa. Me surpreendia e me excitava ao mesmo tempo. Me comeu por um bom tempo até que tirou a pica e mandou eu chupar. Tirei a camisinha e dei um boquete foda, desde as bolas até a ponta da pica, e gozei na minha cara toda. Segurando minha pica dura, falei que agora era minha vez, e ele disse que não, que não dava o cu e também não chupava. Meio puto, falei pra ele pelo menos me masturbar. De má vontade, ele topou e me bateu uma punheta. Gozei, ele se trocou e foi embora, mas antes disse: "disso aqui, nem uma palavra pra ninguém, entendeu, viado?" "Vai dormir, otário", consegui responder. E é isso, nunca se sabe como é a pessoa. Fui dormir, meio puto mas com o cu satisfeito.
Lá pelas 19h, ainda com sol, começaram a chegar os amigos. Uns casais jovens (média de 25 a 35 anos), gente fina, alguns chegando em uns carrões. Claro, meu irmão e a cunhada são profissionais que tão muito bem de vida, felizmente! Mas sinceramente, já tava começando a me arrepender de ter aceitado ficar. Era tudo casal.
Perguntei pro meu irmão se ele não tinha amigos solteiros, e ele disse que sim, mas que não tinham confirmado presença e, se viessem, com certeza apareceriam em cima da hora. "Tem umas amigas da Flor que são um absurdo, fica que elas vêm, são solteiras e bem putinhas", ele falou.
Bom, com isso ele me convenceu. No pior dos casos, eu pegava o carro e vazava pra puta que pariu mais tarde.
Umas 22h, depois de umas garrafas de champanhe, todo mundo já tava conversando e rindo em todos os cantos da casa. Eu tinha feito amizade com dois caras amigos da Flor e uma amiga do meu irmão. A gente falava de tudo um pouco, até que perguntei se eles fumavam um baseado. Todos disseram que sim, mas que a gente se afastasse um pouco porque um deles, se a mulher visse ele fumando, ia dar merda.
Fomos pra frente da casa e fumamos um beck delicioso.
Quando voltamos pra dentro, todo mundo rindo, ninguém percebeu nada. Continuamos bebendo e rindo, mais tarde todo mundo dançando. A verdade é que me diverti pra caralho. Quando o pessoal começou a... Sair por volta das 4h da manhã ainda tava um calor do caralho.
Nos despedimos de todo mundo e um dos caras com quem eu tava conversando antes ficou, a esposa dele voltou pra casa e ia voltar mais tarde pra almoçar e de quebra trazer os filhos dela e os do meu irmão. E aí passavam o fim de semana inteiro no sítio.
Quando entramos, vimos minha cunhada e meu irmão limpando e falamos que a gente cuidava da limpeza, que fossem dormir. Eles agradeceram e foram deitar.
Limpamos tudo e sentamos lá fora pra tomar mais uma garrafinha de champanhe e fumar. Já tava quase amanhecendo e, bem bebidos, falei pra gente pular na piscina. Ele disse que não tinha trazido sunga, que a roupa a esposa traria quando voltasse. "Foda-se", falei, "vou entrar pelada mesmo, só pra refrescar um pouco." "Beleza, então", ele respondeu. Peguei umas toalhas e a gente se despiu. Me surpreendi com o corpo que o cara tinha, não dava pra perceber. Ele era magro, mas tinha uma costa linda e um peito bonito. Nadamos um pouco e saímos da piscina (sim, saímos e ele tava de pau duro ou com a rola melada, pensei em dar pra ele), mas não, ele era hétero pra caralho.
Terminamos de nos secar e, quando entramos em casa, dava pra ouvir minha cunhada gemendo, parecia que ele tava metendo com tudo.
A gente se olhou e caiu na risada.
Falei: "Aproveitaram pra caralho, hein."
Ele: "Pois é, quando as crianças não tão com a minha Sole, a gente faz a mesma coisa, transamos em todo canto da casa."
O problema é que pra chegar no nosso quarto, a gente tinha que passar pelo quarto deles.
Quando passamos, a porta tava entreaberta e foi inevitável não olhar. Eles estavam de costas pra porta, minha cunhada de quatro e meu irmão atrás metendo com tudo...
A gente se olhou e continuou andando. Dividimos o quarto, não sei por quê, tinha outros cômodos. Tiramos as toalhas que estavam amarradas na cintura, os dois de pau duro.
Quando ela tava relaxada, não parecia tão grande, mas o cara tinha um pedaço bem tentador. Virei de costas e comecei a me arrumar. O boxer, quando eu tava subindo, ele pegou o elástico da parte de trás com uma mão e com a outra tapou minha boca. "Não fala nada", ele disse, e baixou minha cueca encostando a pica na minha bunda. Começou a empurrar minhas costas pra baixo e ficou esfregando a raba na pica. Pediu uma camisinha, vestiu, cuspiu no meu cu e, sem mais palavras, meteu de uma vez. Me fez ver estrelas. Toda vez que escapava um gemido, ele puxava meu cabelo ou tapava minha boca, falando: "cala a boca, viado, ou te encho de porrada". O cara tinha virado outra pessoa. Me surpreendia e me excitava ao mesmo tempo. Me comeu por um bom tempo até que tirou a pica e mandou eu chupar. Tirei a camisinha e dei um boquete foda, desde as bolas até a ponta da pica, e gozei na minha cara toda. Segurando minha pica dura, falei que agora era minha vez, e ele disse que não, que não dava o cu e também não chupava. Meio puto, falei pra ele pelo menos me masturbar. De má vontade, ele topou e me bateu uma punheta. Gozei, ele se trocou e foi embora, mas antes disse: "disso aqui, nem uma palavra pra ninguém, entendeu, viado?" "Vai dormir, otário", consegui responder. E é isso, nunca se sabe como é a pessoa. Fui dormir, meio puto mas com o cu satisfeito.
7 comentários - Hetero que se acham os fodões (relato)