História real 100% real, gurizada

Fala, galera! Quero que vocês me conheçam e adoraria saber de vocês também. Sou a Alexis, tenho 30 anos, e fisicamente vocês já me conhecem, hehe, mas quero que conheçam meus gostos e preferências, boys.

**Minha primeira vez**

Foi há 16 anos já, hehe. Vou começar contando o que eu fazia naquela época: estudava o 2º ano do ensino fundamental, tinha 14 anos, e eu sabia que era gay desde criança. Não tinha nada pra esconder, sempre fui muito feminino e muito mimado. Era filho único, então era o queridinho. Voltando à história, aos 14 anos eu já me atraía por caras, mas acontecia uma coisa estranha: nunca me atraí por garotos da minha idade, me atraía por uns mais velhos, hahaha, bem mais, hehehe. Lembro que gostava muito dos meus professores de física e de educação física, mas era só uma paixonite, nada mais.

De manhã eu ia pra escola, e à tarde fazia cursos de inglês e informática (eram os anos 90). Tinha uma vida normal, nada fora do comum, até que o José Luís entrou na minha vida. Ele, na época, era um senhor maduro, tinha 50 e poucos anos, um homem com personalidade, gordinho, grisalho, bem peludo, com uma voz muito sexy, hehehe. Pra minha idade naquela época, ele era um homem.

José Luís sabia como me fazer sentir sexy e sensual, hehe. Esqueci de mencionar: ele era amigo de um tio político. Quando eu estava na casa do meu tio, ele sempre se aproximava pra me cumprimentar, mas não passava de um aperto de mão. Só que eu sentia o olhar penetrante dele, hehe. Nunca rolou nada desde que o conheci, até que um dia eu estava esperando o ônibus depois das minhas aulas de inglês, quando de repente vi estacionar uma caminhonete com vidro verde fumê — como esquecer aquilo, hein?

Ele chegou e me perguntou se eu ia pra casa. Eu virei na hora pra ver se não tinha ninguém olhando, e respondi que sim. Eu sabia o que ia rolar, e no fundo tava com medo, mas também me sentia atraído e muito excitado. Digo, aos 14 anos, era um mar de hormônios. A verdade é que o José Luís me atraía, mas eu tinha medo dos meus pais e do meu tio descobrirem. a enterrar e eu sabia que ele era gay, mas eles não. Sentia que devia subir, mas falei que não!!!!!! Era a primeira vez que algo assim acontecia comigo.

Mas José Luís continuou insistindo todos os dias, e isso me encantava. Meus pais tinham um negócio que eu tinha que cuidar e atender à tarde, e José Luís chegava todas as tardes, supostamente para ver meu tio. Ele me esperava no meu local, mas meu tio nunca aparecia. Ele começava conversando sobre a vida cotidiana dele, o que fazia, e onde trabalhava na época — ele trabalhava no palácio municipal de uma cidade perto da minha.

Mas, com o passar das visitas e conversas, ele me contava coisas mais pessoais, mais íntimas, até chegar ao ponto em que me contou o seguinte: "Olha, vim do médico e ele me disse algo ruim." Eu reagi preocupado, apesar de tudo, por ele ser amigo do meu tio, havia certa estima. Ele começou a me contar que tinha um problema com o pênis dele e disse: "Não consigo parar de ficar duro." E então, ele não se despiu, mas abriu a calça e me mostrou o pênis dele, completamente ereto. Mencionou que era o primeiro que eu via na vida, algo enorme para mim, hehe. Tinha uma cabeça roxa, umas veias lindas e cheio de pelos brancos.

Ele disse: "Até tremo toda vez que meu pênis fica assim." Eu senti um calor percorrer meu corpo. E ele me disse que o médico falou que ele precisava esvaziar os testículos para poder sarar. Eu respondi: "Por que você não conta para sua esposa?" E foi aí que tudo começou. Ele disse: "É que eu preciso de um bundão como o seu para esfregar, só assim posso sarar." Eu reagi surpreso, mas nada aconteceu naquele dia também. Agora que vejo, sinto que José Luís estava assim por causa das voltas que ele dava, hehe. Mas eu tinha 14 anos, era um putinho.

Teve uma visita, a terceira, que nunca vou esquecer. Ele chegou e disse para eu dar um jeito de sair para dar uma volta, que fosse para minhas aulas de inglês, mas eu não ia naquele dia, então não teve como escapar. Ele ficou na caminhonete dele perto dali. Fui na vendinha comprar umas... Coisas que me pediram e lá estava ele comprando, sei lá, mas ele já tinha me visto e eu não consegui evitar, subi na tal caminhonete e aí rolou meu primeiro contato. Ele abaixou a calça, desabotoou a camisa até a barriga e falou: "Olha essa, tá explodindo". Eu não sabia o que fazer, então ele pegou minha mão e começou a me ensinar a tocar um pau. Verdade, tava quente, José Luís tava como um touro. Lembro claramente até a cabecinha dele com um fio de cueca verde, haha. E aí ele fez algo que até hoje não consigo esquecer a sensação: começou a chupar minha orelha, que já tava vermelha e quente. Então não resisti e continuei brincando com o pau dele até que, de novo, eu disse não. Mas aí ele sussurrou no meu ouvido algo tão gostoso: "Te juro que logo vou te fazer minha putinha e te garanto que vai ser a melhor coisa da sua vida". Puf, tem palavras melhores pra ter uma putinha aos seus pés?

Aquele dia e aquela noite fiquei me perguntando o que ia rolar e toda essa neura mental, mas tava com vontade de ficar com ele, sentia aquela necessidade de estar com ele. Ele já tinha me trabalhado tanto, haha, que eu tava prestes a cair e realmente me sentia atraída por ele. Era uma sensação estranha, eu tinha me apaixonado pela primeira vez e não sabia o que fazer.

Bom, o tempo passou, como ele não era da minha cidade, não vi ele por quase um mês e eu tava muito ansiosa pra vê-lo. Lembro que, ao sair das minhas aulas de inglês, ficava esperando pra ver se a caminhonete passava, mas não passou por um bom tempo, então falei: "Pois é, fazer o quê".

Mas aí chegou aquele dia, hehe. Eu tava saindo da minha aula de inglês e ouvi a voz dele: "Alexis, vim te buscar". Naquele dia, minha professora ia me acompanhar até em casa, ela era minha vizinha, mas eu falei: "Não, meu tio veio me buscar", hahaha. Eu tava decidida que aquele seria o grande dia e, depois de não vê-lo, eu tava tipo uma panela de pressão, hahaha.

Subimos na caminhonete e fomos pra lá. Naquela época, os motéis ficavam fora da cidade, diferente de hoje. Ele me levou pra um motel, não teve problema porque chegamos de carro. ninguém sabia o que ele trazia na caminhonete, então a gente entrou e, pô, surpresa: era minha primeira vez num lugar desses hehehe, eu todo surpreso com tudo, até com a jacuzzi, afinal era adolescente.

Mas beleza, o bom começa aqui: chegamos, ele me abraçou por trás e disse "tava com tanta vontade que isso acontecesse, a gente junto pela primeira vez". Eu só me deixei abraçar, sentia ele apertando meu corpo contra o dele e, pela primeira vez, pude sentir o calor de um homem, a respiração dele no meu pescoço e as mãos percorrendo meu pau ainda com roupa. E então:
José Luís falou: "Alexa, meu amor, finalmente sozinhos, cê tá pronta pro que vai rolar?"
Eu reagi com um sorriso.

5 comentários - História real 100% real, gurizada

Necesito la continuacion! Muy bueno la verdad , 10pts.
Como quisiera tener un jose luis en mi vida jeje
Muy interesante, ya me dejaste con el motorcito caliente...
ffll22
que lindo relato necesito mi primer pija algun voluntario