Como já contei pra vocês, depois de vários anos sem transar com homens, esse ano me soltei de novo. O que vou contar é um menage que rolou sábado passado. Lembram do meu colega de trabalho, Bruno, o loiro? Então, ele tem um trampo por fora, de mestre de obras. Como nossa amizade continuou mesmo depois de ter transado várias vezes, pedi pra ele dar uma olhada nuns reparos no telhado e nas paredes da minha casa. Ele veio aqui, viu o problema e uns dias depois me passou um orçamento. Falei que sim, pra meter bronca. Não nego que quando fico sozinho com ele, dá vontade de comer ele, mas sei lá, não tava rolando.
Combinamos um dia de serviço, e como tinha muita coisa pra fazer, minha mulher e meu filho foram pra casa dos meus sogros. Bruno chegou com 3 ajudantes. Um deles se chamava Fernando, um cara moreno claro, uns 27 anos, mais ou menos 1,75m, 77kg, pele branca, olhos castanhos claros, gostoso pra caralho. O cara estuda arquitetura, por isso conhece o Bruno. O negócio é que eles começaram o trampo e ia levar o dia inteiro. Os outros dois não eram nada demais, mas o Fernando sim, e eu tava achando ele muito gostoso. Numa hora falei pro Bruno: "Não pode ser tão gostoso assim", ele só sorriu.
Chegou meio-dia, e Bruno perguntou pros outros se eles queriam ir embora e voltar umas 15h, mas não falou nada pro Fernando. Na hora percebi as intenções dele. Os dois foram embora, e ficamos nós três. Pedi umas empadas pra almoçar, e nisso Bruno me pede pra usar o banheiro e tomar um banho. Mostrei onde era e, de quebra, passei a mão na bunda dele quando ele entrou, não consegui me segurar.
Voltei pra sala e o Fernando tava sentado sem camisa, tomando um refri. Puxei conversa e ele, bem na dele, seguiu o papo. A gente tava batendo um papo quando aparece Bruno, peladão, com o pau duro, e fala: "Eu, Fernando, vamos mostrar pro Diego que o melhor é sexo entre homens." Fernando não sabia o que fazer. Depois descobri que ele já transava com o Bruno, mas não esperava que eu também curtisse essas paradas. Fernando falou: "Eu, otário, o que cê tá falando? Cê tá doidão? Eu falei: "Não cria drama não, porque eu também curto, então se quiser, a gente topa." Bruno chega perto e mete a pica na boca do Fernando, e ele dá uma chupada boa. Eu tirei a roupa num instante e aproximei a minha pica pra ele continuar com a minha. Ele chupava muito bem as duas rolas, tinha experiência. Fiquei atrás do Bruno e esfregava a pica no cu dele, ele se abria pra eu comer. Desci e dei uma chupada de cu daquelas, dilatei bem, coloquei uma camisinha e meti. Fernando continuava no boquete. Depois saí e fui pro Fernando, tirei a roupa dele e sentei ele num sofá, chupei a pica dele, as bolas, o cu. Tinha um cheirão de suor, mas não me incomodou. Bruno chegou e ficou de quatro, e falou: "Quero sua pica, Fer." Ele levantou, colocou uma camisinha e meteu. Eu fiquei atrás do Fernando e fui penetrando ele, começou um trenzinho, e ele marcava o ritmo porque tava no meio. A gente continuou assim um tempo até que o Fer falou: "Não aguento mais" e gozou dentro do Bruno. Eu fiz o mesmo, e o Bruno sentou e gozou na barriga dele. A gente sentou os três e descansou, pelados e relaxados. Tomamos banho juntos, começou masturbação de novo, gozamos e saímos, nos vestimos. Não parávamos de rir, e daí a pouco chegaram os outros dois. Terminaram o trabalho. E ficamos todos felizes. ... Prometeram que ia rolar de novo. Espero que sim, porque fiquei mais tesudo com eles dois. Espero que vocês tenham gostado.
Combinamos um dia de serviço, e como tinha muita coisa pra fazer, minha mulher e meu filho foram pra casa dos meus sogros. Bruno chegou com 3 ajudantes. Um deles se chamava Fernando, um cara moreno claro, uns 27 anos, mais ou menos 1,75m, 77kg, pele branca, olhos castanhos claros, gostoso pra caralho. O cara estuda arquitetura, por isso conhece o Bruno. O negócio é que eles começaram o trampo e ia levar o dia inteiro. Os outros dois não eram nada demais, mas o Fernando sim, e eu tava achando ele muito gostoso. Numa hora falei pro Bruno: "Não pode ser tão gostoso assim", ele só sorriu.
Chegou meio-dia, e Bruno perguntou pros outros se eles queriam ir embora e voltar umas 15h, mas não falou nada pro Fernando. Na hora percebi as intenções dele. Os dois foram embora, e ficamos nós três. Pedi umas empadas pra almoçar, e nisso Bruno me pede pra usar o banheiro e tomar um banho. Mostrei onde era e, de quebra, passei a mão na bunda dele quando ele entrou, não consegui me segurar.
Voltei pra sala e o Fernando tava sentado sem camisa, tomando um refri. Puxei conversa e ele, bem na dele, seguiu o papo. A gente tava batendo um papo quando aparece Bruno, peladão, com o pau duro, e fala: "Eu, Fernando, vamos mostrar pro Diego que o melhor é sexo entre homens." Fernando não sabia o que fazer. Depois descobri que ele já transava com o Bruno, mas não esperava que eu também curtisse essas paradas. Fernando falou: "Eu, otário, o que cê tá falando? Cê tá doidão? Eu falei: "Não cria drama não, porque eu também curto, então se quiser, a gente topa." Bruno chega perto e mete a pica na boca do Fernando, e ele dá uma chupada boa. Eu tirei a roupa num instante e aproximei a minha pica pra ele continuar com a minha. Ele chupava muito bem as duas rolas, tinha experiência. Fiquei atrás do Bruno e esfregava a pica no cu dele, ele se abria pra eu comer. Desci e dei uma chupada de cu daquelas, dilatei bem, coloquei uma camisinha e meti. Fernando continuava no boquete. Depois saí e fui pro Fernando, tirei a roupa dele e sentei ele num sofá, chupei a pica dele, as bolas, o cu. Tinha um cheirão de suor, mas não me incomodou. Bruno chegou e ficou de quatro, e falou: "Quero sua pica, Fer." Ele levantou, colocou uma camisinha e meteu. Eu fiquei atrás do Fernando e fui penetrando ele, começou um trenzinho, e ele marcava o ritmo porque tava no meio. A gente continuou assim um tempo até que o Fer falou: "Não aguento mais" e gozou dentro do Bruno. Eu fiz o mesmo, e o Bruno sentou e gozou na barriga dele. A gente sentou os três e descansou, pelados e relaxados. Tomamos banho juntos, começou masturbação de novo, gozamos e saímos, nos vestimos. Não parávamos de rir, e daí a pouco chegaram os outros dois. Terminaram o trabalho. E ficamos todos felizes. ... Prometeram que ia rolar de novo. Espero que sim, porque fiquei mais tesudo com eles dois. Espero que vocês tenham gostado.
3 comentários - Trio inesperado (Relato)