Meus tios de Cebollatí. Quando comecei a dar aula em 1999, tive que ir pra Cebollatí, que é, sem desmerecer o lugar, "onde o diabo perdeu o poncho". Eu tinha que sair da minha cidade até o Chuy toda quarta-feira, depois pegar um busão da empresa Chago que ia pra Trinta e Três, descer no entroncamento de Cebollatí e esperar outro que viesse me buscar. Naquela época, só tinha ônibus três vezes por semana, então eu ia quarta à tarde e ficava a tarde inteira livre na cidade, trabalhava no colégio quinta e sexta e, se tivesse sorte de pegar carona com algum caminhoneiro, conseguia sair da cidade sexta até o Chuy, senão era esperar até as 6:45 da manhã de sábado, quando o ônibus saía. Fiquei lá o primeiro ano, um lugar que eu não visitava há muitos anos, visita por causa da festa de casamento da minha prima. Meus tios moram numa casa bonitinha, têm um bar na cidade, fruto de uma vida inteira de sacrifícios. E lá tem uma sala de jantar, um cômodo onde ela faz coisas como costura, bordado, passar roupa, etc.; também uma sala de estar espaçosa, um quintal grande e dois quartos, o deles e o de hóspedes, lugar que me abrigava em todas as oportunidades que mencionei. Bom, em quase todas. Aconteceu um dia que cheguei depois da meia-noite e quarenta. Por causa de um problema no ônibus que eu peguei, e minha querida madrinha me esperava ansiosa e preocupada. Quando bati na janela do quarto dela, ela me atendeu meio exaltada e me abraçou com uma cara de aflição. Depois de contar as peripécias, nos preparamos pra dormir. Nessa hora, ela lembrou que o quarto que eu sempre usava estava ocupado pela minha prima (já mencionada por causa do casamento) e o marido dela. E, como estavam "muito cansados", foram dormir sem me esperar pra me cumprimentar. Por último, ela comentou que eles pediram pra acordá-los antes de eu ir trabalhar. Enfim, me acomodei num sofá-cama que tinha na sala, fiquei lendo um bom tempo (sempre tive dificuldade pra pegar no sono). (o sono) e, após uns 30 ou 40 minutos, apaguei a luz pra descansar. Nessa hora, percebi que a tia não tinha deixado o despertador que sempre me emprestava, que tava no criado-mudo do quarto dos meus primos. Levantei de novo e, sem fazer barulho nenhum, abri a porta que separava a sala de jantar do bar e fui até o tal quarto com a intenção de pegar o despertador. A porta abria fácil e, sem nem pensar, empurrei ela com todo cuidado pra não acordar quem tava dormindo. Quando a porta começou a abrir uns 1 ou 2 cm, notei que a luz tava acesa e fiquei paralisado de susto. Instintivamente, olhei pra dentro e na hora vi que meus queridos priminhos não tavam com pressa de cansar, mas sim com outras intenções, e, com certeza achando que todo mundo tava dormindo, soltaram a franga na festinha deles. Depois que me recuperei do susto, respirei fundo e me acomodei na escuridão total, me preparei pra curtir um pornô grátis haha, como uma amiga minha diz. Me aproximei com cuidado e vi que ela tava encarregada de dar um boquete descomunal no seu querido macho. Claramente, ela é uma mestra na arte da felação. Passava a língua pensando em cada movimento, por todo o tronco da piroca, de leve por um momento; depois brincava até quase fazê-lo gozar. E assim, uma e outra vez repetia as variações diferentes, deixando ele louco de prazer, fazendo ele falar obscenidades tipo... "agora vou me vingar, sua putinha de merda?", enquanto ela sorria com o pedaço de carne na boca. Meu lugar era tipo uma plateia privilegiada, já que a cama de casal tava posicionada na diagonal com o eixo imaginário do quarto. Dava pra ver bem a parte dos pés dela. Tudo que contei até agora aconteceu com ele deitado e ela, de joelhos, na beirada da cama, olhando na minha direção. Depois de uns dez ou quinze minutos de sexo oral de cinema, o amante, prestes a estourar, se levantou dando a sua De costas na minha direção, ela contornou a cama e com um puxão forte levantou minha prima pelo braço, que com um sorriso debochado dizia: "Viu que não aguenta?!" Ele, sem dizer uma palavra, jogou ela de costas na cama. Aí ela falou alguma coisa sobre estar podre de fazer sempre a mesma coisa, sobre uma mulher que ele tinha e que não iam transar nada porque ele tava sujando a pica com outras bucetas. (Foram essas as palavras exatas que ouvi.) Gelado por fora, mas fervendo por dentro de ter visto minha prima, a filha da minha tia, chupando a pica daquele jeito no macho dela, me enfiei de novo no meu quarto com a pica dura e sem conseguir dormir. Já era umas 3 da manhã e onde eu ficava era nos fundos do bar, que era o único da cidade e sempre tinha movimento. Eu acordava cedo porque tinha TODAS as turmas do 1º ao 6º ano do colégio e entrava às 7:45 pra dar aula uma atrás da outra até às 18:45 porque tínhamos horário estendido, moído de cansaço, mas como era novo e tinha muita vontade e toda a vocação do mundo, que já não tenho mais, eu topava a ideia, ainda mais que às vezes até ficava pra preparar alguma peça de teatro com a galera. Voltando ao bar, sempre tava cheio de bêbados e minha tia e o marido atendiam super bem e trabalhavam pra caralho. Do lado do meu quarto ficavam meus primos, e do lado tinha uma mina de Lascano, solteira, com uma bebê. Era um nojo pra mim, que sempre tinha tido apartamento, ter que dividir o banheiro e ainda mais com um bar, e sempre que ia usar ou tomar banho, limpava com coisas que comprava no Chuy. Naquele dia, tava taradão depois de ver o que tinha visto, cansado por tudo que tinha passado no caminho no ônibus, e decidi que se batesse uma punheta no chuveiro, ia me fazer bem pra dormir e aguentar a jornada de trabalho que me esperava em algumas horas. Fui pro meu quarto, peguei o Lysoform e outras coisas que tinha guardado lá pra limpar, meu xampu, sabonete e continuei com a pica dura e entrei no chuveiro depois de limpar o vaso, o chão do banheiro etc. O banheiro não tinha maçaneta nem tranca, em cidade do interior a gente usa um arame pra trancar por dentro e foi o que eu fiz. Quando entrei no chuveiro, começa a chover lá fora e pensei, "deve ser porque eu tô tomando banho" e ri pra caralho... Comecei a me masturbar e nisso a luz caiu. Coisa de cidade pequena do interior, ainda hoje acontece, toda vez que tem tempestade vem corte de luz. Imagina meu xingamento, já que não conseguia nem bater uma em paz, por mais vocação e vontade de trabalhar era uma puta aventura ir pra Cebollatí, mas sabia que ia valer a pena porque escolhendo ali onde ninguém queria no começo depois (e foi o que aconteceu) poderia escolher qualquer lugar do departamento que quisesse, ou seja, era um ano de sacrifício e a galera e os guris eram legais, ainda tinha minha tia e o bar ali, mas tinha o banheiro, os mosquitos e outras coisas daquele lugar que por sorte pros moradores agora tá bem melhor. Quando eu tava me ensaboando com água gelada (porque não tinha aquecedor, era resistência brasileira e sem luz elétrica a água fica fria e eu não nasci careca como agora) sinto que a porta do banheiro abre. Olho e falo "tá ocupado, sou o Freddy" pensando que vinha algum bêbado mijar ou cagar no banheiro que no fim era o banheiro do bar. Quando olho direito, era um cara enrolado numa toalha que me fala "desculpa, eu também vinha tomar banho". Era o marido da minha prima. Lindo, com aquele corpo maravilhoso de trabalhar na arrozeira e com o pau também duro. Eu sou aventureiro e verdade não tenho medo nenhum de passar vergonha e geralmente todos os héteros que eu comi me disseram que sim, porque tenho bem desenvolvido aquele radar gay que te fala "VAI OU NÃO VAI" embora um par de vezes em 20 anos tenha falhado, com esse cara obviamente não falhou. Eles também acham que sou discreto hahaha grande erro que eles têm 😉 "Não te fez gozar a putinha" falei. "E você como sabe" ele respondeu. "Ouvi do meu quarto, em vez de Transar, ele tem ciúmes, assim com as mulheres" — falo. "Tem razão, por isso às vezes como um homem" — ela respondeu. "Ah, olha só, abaixa a toalha que quero ver se é verdade o que minha prima fala de você". Ela acendeu uma vela que tinha. Quando ele tirou a toalha, eu pirei, porque era realmente um macho DIVINO. Em Cebollatí, não sei por que são tipo negros loiros naturais, a pele é morena e o sol vai descolorindo o cabelo, deixando as pontas bem loiras. Esse homem, além de ser muito musculoso e jovem, era bem dotado. "Eu faço você gozar" — falei. "Mas você tem que fazer o mesmo comigo", porque geralmente os machos de fora sempre querem que os putos chupem a rola deles ou comam eles, mas não se deixam tocar, nem tocam, nem chupam, nem batem uma, e eu tenho um certo nojo disso, já fiz mais de um até chupar a rola um do outro (os amigos do meu irmão, que conto em outro momento). "Eu gosto completo" — o louco me disse. "Eu também" — respondi. "Mas e a porta do banheiro? E se sua mulher aparecer, ou um bêbado, ou minha tia?" "Ninguém anda no bar a essa hora, minha mulher dorme e sua tia, suponho, também. Tem que se arriscar, além disso, está escuro." "Vou nessa" — falei — "vem". Aí o cara veio, o resto é história. Como conclusão, conto que eles se mudaram pra La Coronilla um tempo depois e eu continuei vendo ele durante todo aquele ano letivo. Ele era meu amante e o marido da minha prima. Mais um, dos que já tive. É divino viver, a vida sorri pra gente, é muito bom estar vivo pra contar essas coisas, rir de si mesmo e transar com cuidado, aproveitando e sem medo nem preconceitos. Essas coisas acontecem, as aventuras ficam. Quero ter saúde e vida pra continuar na ativa e ter o que contar nesses grupos por muitos anos mais. Obrigado a TODOS pelas mensagens no privado. Obrigado pelos comentários e pelos "CURTIR", como sempre digo, vocês me animam a contar mais. Espero não entediar vocês, e se parecer longo ou que estou divagando, é porque sinto que é preciso. contextualizar isso porque poderia se resumir em "VI MINHA PRIMA QUE NÃO QUIS CHUPAR A PIROCA DO MARIDO, FIQUEI COM TESÃO, FUI TOMAR BANHO, TEVE UM APAGÃO, APARECEU O MACHO COM A PIROCA DURA, CHUPAMOS A PIROCA, GOZAMOS, FIQUEI ALGUNS ANOS COM ELE", mas é um relato, uma narração, ainda mais quando são coisas da minha vida e ninguém sabe o contexto em que aconteceu. Mas me deixa feliz ter tantos seguidores que, mesmo não comentando aqui, me perguntam coisas no privado, e isso mostra que tão gostando. Até um amigo meu que é escritor tá afim de eu juntar mais histórias e dar uma polida pra fazer um livrinho, óbvio pra presentear porque hoje em dia ninguém vive disso, mas é divertido e é um mimo pro ego da puta, kkkkk. Volto com o que vocês quiserem: mais do agroboy, de alguma festa, do marido da minha prima, dos amigos do meu irmão ou de algum namorado que já tive "bem mente aberta" 😃 um beijo pra todos.
2 comentários - Meus tios do campo (Uruguai)