Rosario sempre esteve por perto

E aí, pessoal! Tudo bem com vocês?
Faz um tempão que não posto nenhum relato porque tava sem tempo e sem inspiração pra escrever, mas as férias de inverno me deram uma alegria da porra e motivos pra contar uma viagem maravilhosa que fiz durante elas.

Já no mês de maio, recebi o convite do Facu. Ele é um amigo que tenho visto ultimamente, mas com quem só rolou muito amasso e uns beijos nas vezes que nos encontramos.
O fato dele ser casado complicava as coisas. Só na última vez que nos vimos consegui fazer um boquete no carro porque a gente tava a ponto de explodir de tesão.

Eu já tinha chegado a pensar que não queria avançar, que não queria chupar ele ou transar. Essa situação tinha me deixado meio de mau humor, até que ele conseguiu me explicar que não se sentia confortável voltar pra casa depois de transar, porque se sentia "perseguido" ou com medo de ser descoberto pela esposa.
Ele me prometeu que a gente teria tempo pra curtir totalmente e ficar juntos, sem pensar em mais ninguém, e foi aí que ele sugeriu irmos no primeiro fim de semana das férias de inverno pra Rosário juntos.

No começo, não aceitei na hora. Mesmo morrendo de vontade de viajar, tinha que inventar alguma coisa em casa pra me deixarem ir sem criar caso.
Ele já tinha tudo arrumado na casa dele, então só dependia de mim me livrar dos meus pais e viajar.

O dia que ele me propôs a viagem foi o dia que consegui chupar ele. Acho que eu tava com mais vontade de fazer um boquete do que ele de receber. Ele não se sentia confortável. Sabia que depois de eu gozar ele, ele teria que voltar pra casa. Mas nenhum de nós dois conseguiu se segurar.
Até então, só tinha rolado amasso, beijos, chupões, masturbação, mas sem chegar ao orgasmo. Olhava pra cara dele e via uma mistura de prazer e sofrimento por não poder soltar a porra.

Mesmo o carro do Facu sendo espaçoso, obviamente não era o lugar ideal pra fazer nada. Apesar disso, eu adorava tê-lo ali... Perto de apertar o pau dele, e nessa última oportunidade de poder chupá-lo e receber todo o seu néctar. Como boa menina que sou, me certifiquei de deixar o pau dele limpinho, sem vestígios de sêmen.

Voltando à proposta da viagem, conto que em casa consegui armar uma desculpa para sumir, mas só sábado e domingo, e obviamente dizer que ia para Rosario com amigos aproveitando as férias.

Como estou indo bem na universidade, não fizeram muito drama. Só me pediram para não beber muito álcool e ter cuidado. Foi assim que confirmei para o Facu que viajaria com ele.

No sábado cedo já tinha minha mochila pronta. Embaixo de tudo, a roupa de menina. Em cima, um jeans, algumas camisetas e roupa íntima de menino para usar no domingo de volta.

Por volta das 17h00 ele me pegou na altura da estação Congreso de Tucumán da linha D, e começamos a viagem.

É desnecessário dizer que os dois estávamos um pouco nervosos. Era estranho… muito estranho. Se bem que não era minha primeira escapada com algum cara, não deixava de ser inquietante. Mais ainda para ele, que me disse que era a primeira vez que fazia isso.

Devemos ter levado umas 4 horas para chegar, com uma parada em um posto de gasolina. Ficamos conversando o caminho todo, mas ele não quis adiantar nada do que íamos fazer.

Ao chegar, fomos para o hotel que o Facu havia reservado. Se bem que eu conhecia Rosario, nunca tinha ficado em hotéis. Sempre na casa de amigos ou de algum familiar.

Fomos a um hotel que, na verdade, adorei. É um hotel que antes era para armazenar cereais, são uns silos de cimento com vista para o rio. Lindo!!!!

Entre fazer o check-in e tudo mais, já eram umas dez da noite. Estávamos indo para o quarto deixar as coisas e nos acomodar, quando comecei a desejar urgentemente chegar para enfiar o pau dele na boca e chupar um bom tempo, até que o Facu pedisse minha bunda… mas não foi assim.

Ele me disse para tomar banho e irmos jantar. Não vou mentir… tive uma mistura com resignação, mas com satisfação ao mesmo tempo. Ele ia me tratar como uma rainha.
Fomos jantar num lugar perto do hotel, tomamos uma garrafa de vinho e o restaurante nos deu uma taça de champanhe, o que ajudou a nos soltar. Já era hora de voltar para o hotel.
Subindo para o quarto, eu desejei novamente o que havia desejado horas antes… ter o pau do Facu na boca, chupar, sentir o gosto, deixá-lo duro como ferro para depois ouvir as palavras mágicas… "me dá esse rabo, gata!!!". Dessa vez, o desejo era mútuo. E foi assim que aconteceu.
Mal fechou a porta, ele me encurralou contra a parede e começou a me beijar por toda parte. Ele me apalpava e encostava o pau, que já estava duro por baixo do jeans. Eu não queria quebrar o clima, mas queria retribuir a atenção que ele tinha me dado, colocando a lingerie que eu tinha levado especialmente para a ocasião.
Um conjunto todo preto de renda, calcinha fio-dental bem enfiada na bunda e sutiã com bojo softcore para valorizar meus peitinhos.
Mesmo querendo me comer de uma vez, ele aceitou que eu me vestisse. Quando saí do banheiro, o Facu já estava deitado na cama, totalmente pelado com o pau duro, se masturbando suavemente.
Com a luz baixa do quarto, fui me aproximando dele sensual, enquanto ouvia ele sussurrar umas sacanagens.
Ele abriu as pernas, eu me ajoelhei entre elas e, sem parar de olhar nos olhos dele, baixei a cabeça para levar minha boca até o pau do Facu. Estava a centímetros dos meus lábios quando, de repente, ele agarrou minha cabeça e me fez engolir o pau inteiro de uma vez. Pode parecer meio bruto, mas era exatamente o que eu queria.
Comecei a chupar desesperadamente o lindo pau do meu macho. Um pau de proporções. Desde aquela primeira vez que vi, sabia que estava na presença de um falo tremendo, não recomendado para qualquer um.
A chupada foi só uma desculpa para lubrificar o pau, porque não durou mais que três ou quatro minutos. Na hora, ele me colocou de quatro, se posicionou atrás de eu e encosto a cabeça do pau no meu cu. Pedi pra ele não ser bruto como tinha sido na hora de chupar. Foi um pedido inútil.
Mesmo eu tendo babado bem o pau dele e já estando com muita tesão, posso dizer que senti o rigor do Facu. E isso ia ficar pior... estava só começando.
O que veio em seguida foi contundente, intenso, em várias posições que não vale a pena detalhar, mas que vocês certamente conseguem imaginar. A violência e intensidade dele, somadas ao aquecimento do hotel, faziam meu macho transpirar que nem um animal, e isso me deixava louca.
Facu tinha me dito que com a mulher dele nunca fazia sexo anal. Supostamente porque as poucas vezes que praticaram, ela não tinha gostado, além de aparentemente não aguentar o pau dele. Devo dizer que essa confissão me fazia sentir importante e com um desafio pela frente.
Na hora que ele me disse isso, pensei que estava se gabando. Não foi o caso... tinha que aguentar... como já disse, um pau não adequado para qualquer um, somado à intensidade com que esse filho da puta usava ele.
A noite foi intensa e longa. Mordi o travesseiro mais de uma vez, mas nunca pedi pra parar. Aguentei firme, em todas as posições, todas as gozadas.
Lembro que da última vez que fui ao banheiro me limpar já eram mais de seis da manhã. Tomei um banho rápido, sequei meu corpo e fiquei curiosa... curiosa pra olhar minha bunda.
O espelho estava alto. Subi no vaso e abri minhas nádegas. Acredite se quiser. O cu super dilatado, vermelho, minha carne macia. Não me importei. Tinha me divertido mais do que bem, apesar de ter ficado toda arrebentada assim, e sabia que meu macho estava satisfeito depois de eu ter tirado toda a porra dele em três oportunidades. Depois não consegui mais gozar, mesmo chupando ele por um bom tempo e ajudando ele a se masturbar.
Ao voltar pro quarto, Facu estava dormindo quase no centro da cama, sobre a qual repousava não só o corpo dele, mas também camisinhas cheias de porra, outras usadas, mas com o néctar do Facu. Lençóis brancos com manchas que obedeciam claramente ao estado da minha bunda, resultado da luta encarniçada que tivemos.
Se a história terminasse aqui, sem dúvidas estaria tudo bem. Mas existiu um domingo. Vou ser breve para não entediar.
Meio-dia. Acordei com meu macho chupando minha bunda, desesperado. Seu dedo maior foi o melhor despertador dos meus últimos anos. Minha irritação fez com que eu o rejeitasse. Pedi que não tocasse minha bunda daquele jeito, que estava ardendo.
Ele continuou trabalhando com a língua. Geralmente estou de bom humor de manhã, mas não era o caso. Só de pensar como ele tinha deixado meu cu, e sabendo que em horas eu voltava para casa, de jeito nenhum ia aceitar que ele me comesse de novo.
Mas sou fraca, e mais ainda diante de um macho de proporções como o Facu. Só tinha que encontrar um jeito de satisfazê-lo, e que isso significasse consequências mínimas para meu corpo já castigado a pica.
Pedi uma trégua. Pelo menos que ele aceitasse minhas condições para fazer. Que entendesse que ia doer, ia arder, mas que eu não ia deixá-lo com o pau assim duro e sem um sexo matinal.
Eu ia comandar essa foda. Ele aceitou.
Pedi que se ajoelhasse na cama, que jogasse os ombros para trás e que com as mãos segurasse os tornozelos, fazendo com que o pau ficasse bem apontado para o céu.
Eu me ajoelhei na frente dele. Minhas pernas bem juntas, meus joelhos se tocando. Minhas costas bem arqueadas. Se ele tirasse as mãos dos tornozelos tentando me segurar pela cintura, a ação acabava. Ele aceitou.
Dessa forma, fui engolindo o pau do Facu centímetro a centímetro. À medida que entrava, ia cuspindo na minha mão direita com saliva, para depois levá-la ao tronco do pau do meu macho.
Apesar disso, a ardência era sentida. O pau parecia áspero, como um pau de madeira. É isso… me sentia empalada. Aos poucos fui engolindo ele todo pelo cu. Ouvi meu macho curtindo, enquanto eu só reclamava.
Ele quieto atrás de mim, sabendo que qualquer movimento fazia essa foda fracassar. Eu tinha jurado que se ele não se Eu me comportei e cortei a poeira pela metade.
Meus movimentos eram suaves, e conforme eu comia ela toda pelo rabo, fui intensificando. Devem ter se passado uns vinte minutos que foram intermináveis para mim e para minha bunda.

Foi o tempo necessário para tirar o leitinho matinal do Facu, que, apesar de gozar de maneira impressionante, nunca deixou de ficar na posição que eu tinha pedido, sem tirar as mãos dos tornozelos.

Ao sentir o inchaço do pau dele várias vezes na minha bunda, sabendo que ele estava me enchendo, mexi bem forte para não sobrar nada de porra nos ovinhos dele, assim deixava ele vazio para a casinha.

O Facu ficou imóvel ao gozar, enquanto o pau duro dele continuava olhando para o céu. Eu me movi suavemente para frente, para ir tirando aos poucos o pau do cu. Juro que sentia como minha bunda ia esvaziando ao se retirar o pedaço de carne duro do meu macho.

Ao tirar ela completamente do cu, me joguei de bruços na cama para relaxar. Meus braços imóveis ao meu lado, como indefesa. O Facu aproveitou para me agarrar pelas nádegas e separá-las para olhar minha bunda, aberta, fodidamente aberta. Foi aí que minha bunda soltou um barulho, acusando a batalha.

Na volta, não falamos muito. Só pedi que ele me deixasse perto de casa. Não era o que eu teria preferido, mas meu corpo pedia chegar logo na minha cama para descansar.

Nos demos um beijo ao nos despedir. Caminhei até em casa e meus pais estavam lá. Me perguntaram como tinha sido, o que eu tinha feito, se a gente tinha se divertido. Obviamente respondi que sim… que a gente tinha ficado com vontade de mais.

A realidade é que eu, naquele fim de semana, não queria mais. Minha bunda também não. Disse que tinha dormido pouco e que ia me deitar. Que não me chamassem se eu adormecesse.

Fui ao banheiro, fiz o mesmo exercício que tinha feito no hotel. Olhei de novo minha bunda, e devo confessar que revivi em segundos tudo o que tinha acontecido com meu macho. As consequências estavam à vista, e eu tinha gostado da experiência, até Apesar dessas consequências. Me deitei. Cinco minutos depois, recebi uma mensagem do Facu: "Cheguei bem! Vai se preparando pra outro final de semana. Que rabo aguentador você tem, promíscua!". Não respondi. Só deixei no visto.

5 comentários - Rosario sempre esteve por perto

Espectacular!
Me mató la parte en q te tiraste boca abajo y el flaco te miraba como quedo la cola!
Nada mas excitante q ver como le queda el ojete abierto a un putito asi.