Estávamos deitados na cama, suados e muito cansados. Ele de barriga pra cima, com o pau já ficando mole, e eu de barriga pra baixo, ainda com a porra na bunda.
—Eu já sabia que você transava bem, mas você me surpreendeu, hein — falo pra ela.
— hahaha sim sim, tava num dia bom hoje — ela me responde e a gente ri.
Ficamos batendo um papo sobre o que rolou e o que podia vir por aí, concordamos que a gente tinha se divertido pra caralho e que queria que continuasse rolando. Contei pra ele das minhas experiências anteriores (que também não eram muitas) e ele me explicou que já fazia um tempo que tava rolando umas paradas entre a gente.
—A gente ficou batendo papo e eu ainda tô com a bunda toda melada, vou me lavar e você se veste ou lava essa pica que vai me sujar a cama toda — falo quase rindo enquanto me levanto.
—Tá bom, já vou vestir a cueca, você sempre enchendo o saco, hein — ela responde.
Vou pro banheiro que fica do lado do meu quarto, sento no vaso e sinto que começa a sair devagar toda a porra que ele tinha deixado dentro de mim.
—Tô soltando quase um sachê de porra, hein. Qual é, quanto tempo você não comia uma buceta?
-Jajajajaa desculpa, anteontem eu comi a Meli, faz mó tempão
-Puf, você fala como se fosse uma semana, porra.
Volto e me deito pelada do lado dele (acho que era pra provocar) e a gente começa a colher. Ele me diz:
—Te comeria de novo, mas não aguento mais, tu é foda, hein kkk — ela me fala
kkkkkk relaxa, vamos dormir que temos o domingo inteiro livre — respondi
E a gente dormiu num sono profundo.
Lá pelas 2 da tarde, acordo com uma surpresa gostosa: o Fede tava me beijando o pescoço devagar, em cima de mim, segurando minhas mãos e esfregando o pau duro dele no meu.
-Agora sim que não vai escapar, gostoso-
—Bom dia, tesão —respondi.
Nesse momento eu viro ele e deito na cama, passando a mão na pica dele com uma mão. Como já tava dura pra caralho, eu puxo a cueca dele pra baixo e desço pra começar a chupar. Mas dessa vez eu queria aproveitar do jeito que a loucura da noite anterior não tinha deixado. Comecei a mamar bem devagar, até o fundo, olhando nos olhos dele, acariciando as bolas e descobrindo que isso deixava ele ainda mais louco, fazendo ele colocar a mão na minha nuca, empurrando, me engasgando e marcando o ritmo de uma chupada mais rápida e violenta, já balançando o quadril quase comendo minha boca. Esse foi o melhor boquete da minha vida (até agora, óbvio) e quando eu pensei que ele ia gozar tudo na minha garganta, ele se levantou e disse:
— Cê não achou que eu ia gozar sem enfiar essa em você, achou? — enquanto segurava a pica com uma mão.
—Mais te vale, seu filho da puta — falo enquanto deito ele de novo, mas dessa vez pra subir em cima dessa pica quente, dura e babada.
Começo a sentar por cima e enfiar ela, marcando o ritmo de uma foda que eu achava (erradamente) que ia ter o controle. Já com a pica toda dentro, começo a subir e descer, segurando as mãos dele e apoiando elas na cama pra ele não fazer nada. Na primeira distração, ele solta as mãos e começa a dominar, me agarrando na bunda e mexendo mais a cintura, já me comendo do jeito e prazer dele.
Depois de alguns minutos, não aguentou mais e me virou, ficou de joelhos na cama com minhas pernas em volta do pescoço dele e começou uma fodida frenética, mais longa que a da noite anterior.
—Tá doendo? Se fodeu por me provocar, agora aguenta — ela dizia enquanto enterrava a pica o mais fundo que podia.
—Ai, se acaba que já não aguento mais — respondi pra ela.
-Onde?" - ela me diz com um sorriso safado.
-Onde você quiser-entendendo perfeitamente onde ela queria gozar
Nesse momento ele fica sério e começa a me comer com outra cara, definitivamente tava perto de gozar, tira o pau e praticamente senta quase no meu pescoço, enfiando metade da rola na minha boca e batendo punheta na outra metade. Eu sabia que vinha um momento de felicidade imensa, o pau dele começou a ficar duro, a se contrair e aí veio. Dessa vez soltou 4 jatos bem fortes, o primeiro foi direto pra minha garganta enquanto ele gemia e fazia uma cara de prazer que eu nunca tinha visto antes. Quando ele voltou a si e me olhou, eu olhei nos olhos dele e engoli como uma boa puta até a última gota. De novo terminamos deitados na cama exaustos quando eu falo
—Pelo menos dessa vez não vou ter que limpar nada.
-Jajajajaja não sei, daqui a pouco a gente vê onde fuder o próximo - ela me responde
Nós rimos e levantamos pra almoçar, já que um dia longo nos esperava.
Espero que vocês tenham gostado, em breve vou continuar postando histórias com o Fede. Por favor, deixem pontos e comentem o que acharam. Valeu, até a próxima história.
—Eu já sabia que você transava bem, mas você me surpreendeu, hein — falo pra ela.
— hahaha sim sim, tava num dia bom hoje — ela me responde e a gente ri.
Ficamos batendo um papo sobre o que rolou e o que podia vir por aí, concordamos que a gente tinha se divertido pra caralho e que queria que continuasse rolando. Contei pra ele das minhas experiências anteriores (que também não eram muitas) e ele me explicou que já fazia um tempo que tava rolando umas paradas entre a gente.
—A gente ficou batendo papo e eu ainda tô com a bunda toda melada, vou me lavar e você se veste ou lava essa pica que vai me sujar a cama toda — falo quase rindo enquanto me levanto.
—Tá bom, já vou vestir a cueca, você sempre enchendo o saco, hein — ela responde.
Vou pro banheiro que fica do lado do meu quarto, sento no vaso e sinto que começa a sair devagar toda a porra que ele tinha deixado dentro de mim.
—Tô soltando quase um sachê de porra, hein. Qual é, quanto tempo você não comia uma buceta?
-Jajajajaa desculpa, anteontem eu comi a Meli, faz mó tempão
-Puf, você fala como se fosse uma semana, porra.
Volto e me deito pelada do lado dele (acho que era pra provocar) e a gente começa a colher. Ele me diz:
—Te comeria de novo, mas não aguento mais, tu é foda, hein kkk — ela me fala
kkkkkk relaxa, vamos dormir que temos o domingo inteiro livre — respondi
E a gente dormiu num sono profundo.
Lá pelas 2 da tarde, acordo com uma surpresa gostosa: o Fede tava me beijando o pescoço devagar, em cima de mim, segurando minhas mãos e esfregando o pau duro dele no meu.
-Agora sim que não vai escapar, gostoso-
—Bom dia, tesão —respondi.
Nesse momento eu viro ele e deito na cama, passando a mão na pica dele com uma mão. Como já tava dura pra caralho, eu puxo a cueca dele pra baixo e desço pra começar a chupar. Mas dessa vez eu queria aproveitar do jeito que a loucura da noite anterior não tinha deixado. Comecei a mamar bem devagar, até o fundo, olhando nos olhos dele, acariciando as bolas e descobrindo que isso deixava ele ainda mais louco, fazendo ele colocar a mão na minha nuca, empurrando, me engasgando e marcando o ritmo de uma chupada mais rápida e violenta, já balançando o quadril quase comendo minha boca. Esse foi o melhor boquete da minha vida (até agora, óbvio) e quando eu pensei que ele ia gozar tudo na minha garganta, ele se levantou e disse:
— Cê não achou que eu ia gozar sem enfiar essa em você, achou? — enquanto segurava a pica com uma mão.
—Mais te vale, seu filho da puta — falo enquanto deito ele de novo, mas dessa vez pra subir em cima dessa pica quente, dura e babada.
Começo a sentar por cima e enfiar ela, marcando o ritmo de uma foda que eu achava (erradamente) que ia ter o controle. Já com a pica toda dentro, começo a subir e descer, segurando as mãos dele e apoiando elas na cama pra ele não fazer nada. Na primeira distração, ele solta as mãos e começa a dominar, me agarrando na bunda e mexendo mais a cintura, já me comendo do jeito e prazer dele.
Depois de alguns minutos, não aguentou mais e me virou, ficou de joelhos na cama com minhas pernas em volta do pescoço dele e começou uma fodida frenética, mais longa que a da noite anterior.
—Tá doendo? Se fodeu por me provocar, agora aguenta — ela dizia enquanto enterrava a pica o mais fundo que podia.
—Ai, se acaba que já não aguento mais — respondi pra ela.
-Onde?" - ela me diz com um sorriso safado.
-Onde você quiser-entendendo perfeitamente onde ela queria gozar
Nesse momento ele fica sério e começa a me comer com outra cara, definitivamente tava perto de gozar, tira o pau e praticamente senta quase no meu pescoço, enfiando metade da rola na minha boca e batendo punheta na outra metade. Eu sabia que vinha um momento de felicidade imensa, o pau dele começou a ficar duro, a se contrair e aí veio. Dessa vez soltou 4 jatos bem fortes, o primeiro foi direto pra minha garganta enquanto ele gemia e fazia uma cara de prazer que eu nunca tinha visto antes. Quando ele voltou a si e me olhou, eu olhei nos olhos dele e engoli como uma boa puta até a última gota. De novo terminamos deitados na cama exaustos quando eu falo
—Pelo menos dessa vez não vou ter que limpar nada.
-Jajajajaja não sei, daqui a pouco a gente vê onde fuder o próximo - ela me responde
Nós rimos e levantamos pra almoçar, já que um dia longo nos esperava.
Espero que vocês tenham gostado, em breve vou continuar postando histórias com o Fede. Por favor, deixem pontos e comentem o que acharam. Valeu, até a próxima história.
11 comentários - Com meu amigo Fede (2ª parte) (Relato)
van p