Con mi amigo Fede (2da parte) (Relato)

Estávamos deitados na cama, suados e muito cansados. Ele de barriga pra cima, com o pau já ficando mole, e eu de barriga pra baixo, ainda com a porra na bunda.
Eu já sabia que você transava bem, mas você me surpreendeu, hein" — falei pra ela.
— hahaha sim sim, tava num dia bom hoje — ela me responde e a gente cai na risada
Ficamos batendo um papo sobre o que rolou e o que podia vir por aí, concordamos que a gente tinha se divertido pra caralho e que queria que continuasse rolando. Contei pra ele das minhas experiências anteriores (que também não eram muitas) e ele me explicou que já fazia um tempo que tava rolando umas paradas entre a gente.
— Nós ficamos batendo papo e eu ainda tô com a buceta toda melada, vou me lavar e você se veste ou lava essa pica senão vai sujar a cama inteira — falo quase rindo enquanto me levanto.
—Tá bão, já vou vestir a cueca, cê vive enchendo o saco, hein — ela responde
Vou pro banheiro que fica do lado do meu quarto, sento no vaso e sinto que começa a sair devagar toda a porra que ele tinha deixado dentro de mim.
—Tô quase soltando um sachê de porra, hein. Qual é, quanto tempo tu não comia uma buceta?
-Jajajajaa desculpa, anteontem eu comi a Meli, faz mó tempão
-Puff, você fala como se fosse uma semana, porra.
Volto e me deito pelado do lado dele (acho que era pra provocar) e a gente começa a colher. Ele me diz:
—Te comeria de novo, mas não aguento mais, cê é foda, hein haha — ela me fala
KKKKK fica tranquilo, vamos dormir que temos o domingo inteiro livre—respondi.
E a gente dormiu um sono profundo.
Lá pelas 2 da tarde, acordo com uma surpresa gostosa: o Fede tava me beijando o pescoço devagar, por cima de mim, segurando minhas mãos e esfregando o pau duro dele no meu.
-Agora sim que você não escapa, gostoso-
—Bom dia, tesudo —respondi.
Nesse momento eu viro ele e deito na cama, passando a mão na rola dele com uma mão. Como já tava dura pra caralho, eu puxo a cueca dele pra baixo e desço pra começar a chupar. Mas dessa vez eu queria aproveitar de um jeito que o êxtase da noite anterior não tinha me deixado. Comecei a chupar bem devagar, até o fundo, olhando nos olhos dele, acariciando os ovos dele e descobrindo que isso deixava ele ainda mais louco, fazendo ele colocar a mão na minha nuca, empurrando, me engasgando e marcando o ritmo de uma chupada mais rápida e violenta, já balançando o quadril dele quase comendo minha boca. Esse foi o melhor boquete da minha vida (até agora, óbvio), e quando eu pensei que ele ia gozar tudo na minha garganta, ele se levantou e disse:
— Cê não achou que eu ia gozar sem meter essa em você, né? — enquanto segurava a própria pica com uma mão.
—Mais te vale, filho da puta —digo pra ele enquanto deito ele de novo, mas dessa vez pra subir em cima dessa piroca quente, dura e babada.
Começo a sentar por cima e enfiar ela toda, marcando o ritmo de uma foda que eu achava (erradamente) que ia controlar. Já com a rola toda dentro, começo a subir e descer, segurando as mãos dele e apoiando elas na cama pra ele não fazer nada. Na primeira distração, ele solta as mãos e começa a dominar, me agarrando na bunda e mexendo mais a cintura, já me comendo do jeito e prazer dele.
Depois de alguns minutos, ela não aguentou mais e virou de costas, se ajoelhou na cama com minhas pernas em volta do pescoço dela e começou uma foda frenética, mais longa que a da noite anterior.
—Tá doendo? Se fodeu por me provocar, agora aguenta—ela me dizia enquanto enfiava a piroca o mais fundo possível.
—Ai, se acaba que já não aguento mais — respondo pra ela.
-Onde?" — ela me diz com um sorriso safado.
-Onde você quiser-entendendo perfeitamente onde ela queria gozar
Nesse momento ele fica sério e começa a me comer com outra cara, definitivamente tava perto de gozar, ele tira e praticamente senta quase no meu pescoço, enfiando metade do pau na minha boca e batendo uma na outra metade. Eu sabia que vinha um momento de felicidade imensa, o pau dele começou a ficar duro, a se contrair e aí veio. Dessa vez ele soltou 4 jorradas bem fortes, a primeira foi direto pra minha garganta enquanto ele gemia e fazia uma cara de prazer que eu nunca tinha visto antes. Quando ele voltou a si e me olhou, eu olhei nos olhos dele e engoli como uma boa puta até a última gota. De novo terminamos deitados na cama exaustos quando eu falo
—Dessa vez pelo menos não vou ter que limpar nada.
-Jajajajaja, não sei, daqui a pouco a gente vê onde a gente fode a próxima - ela me responde
Nós rimos e levantamos pra almoçar, já que um dia longo nos esperava.
Espero que vocês tenham gostado, em breve vou continuar postando histórias com o Fede. Por favor, deixem pontos e comentem o que acharam. Valeu, até a próxima história.

11 comentários - Con mi amigo Fede (2da parte) (Relato)

muy bueno bb...si keres mas leche avisa...
van p
hermoso relato y la de leche ke tire por los dos
Fabuloso Ale! Subite una foto así vemos el material 😉